segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O povo contra os jornalistas

Dunga era o vilão nacional. Mas aí ele brigou com a Globo e virou herói. Por que todo mundo ficou do lado dele?

Superinteressante
por Rafael Antonio


Todo mundo soube. Era o assunto na padaria, na corrida do táxi, nas mesas de bar. Durante a Copa do Mundo, o (então) técnico da seleção brasileira resolveu enfrentar a maior emissora de TV do país, que detém os direitos de transmissão dos jogos, fechando os treinos e proibindo entrevistas. Dunga e Globo entraram em um embate público. O treinador xingou um jornalista. A emissora usou seus programas para criticar o técnico. O público acabou escolhendo seu lado - e ficou com Dunga, que até então era um dos treinadores mais impopulares que a seleção já teve.

No mesmo dia em que o Brasil jogou as quartas de final, logo depois da briga com a Globo, foi publicada uma pesquisa com o mais alto índice de aprovação do técnico: 69% dos brasileiros apoiavam o trabalho de Dunga - 20 pontos a mais do que quando ele convocou a seleção.Mas por que a opinião pública preferiu ficar do lado do técnico controverso em vez do da emissora? Bem, porque poucas coisas despertam tanta desconfiança quanto a imprensa. Um levantamento da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, divulgado no fim de junho, mostra que apenas 18% dos brasileiros acreditam na mídia e que 72% creem muito pouco naquilo que é veiculado nos meios de comunicação. E é um sentimento mundial: nos EUA, uma pesquisa de 2007 da Universidade Sacred Heart, de Connecticut, mostra que só 24% dos entrevistados confiam nas informações veiculadas na mídia. A maioria dos americanos acredita apenas em algumas notícias. Mesmo nós, aqui da SUPER, constantemente recebemos cartas nos acusando de manipuladores, mentirosos ou tendenciosos.O motivo para tanta raiva pode ser, bem, porque às vezes realmente a imprensa publica notícias um tanto... discutíveis. Exemplos não faltam.


Apenas 3 dias depois da eliminação do Brasil da copa, diversos veículos publicavam manchetes na linha: "Apontado como um dos culpados pelo fracasso da seleção brasileira, o volante Felipe Melo pede para não ser responsabilizado". Quem disse que Felipe Melo foi mesmo o vilão? Ele foi expulso aos 28 minutos do 2º tempo, quando o jogo já estava 2 a 1 para a Holanda. Ele conseguiria reverter essa situação se não tivesse sido expulso?São exemplos como esse que tornam difícil tirar a pulga de trás da orelha dos leitores - mesmo quando os jornalistas fazem tudo certo. Somos cada vez mais questionados. E, com 73 milhões de brasileiros na internet, ficou mais fácil os questionamentos encontrarem público. Fóruns de discussão, blogs de análise, leitores atentos: todo mundo agora consegue apontar o dedo para o que a imprensa tem feito de errado. "A internet coloca em diálogo pessoas que antes estavam confinadas na condição de receptoras", diz Eugênio Bucci, professor da Escola de Comunicações e Artes da USP e ex-presidente da Radiobrás. E sim, quando essas pessoas se juntam, muitas vezes é para falar mal de nós.


A internet também deu aos leitores muito mais opção na hora de se informar. Para acontecimentos em qualquer canto do planeta, já é possível acessar um site local ou conversar com alguém que mora perto do que está acontecendo. Qualquer um pode virar distribuidor de informação. Um cálculo feito pela revista americana Seed mostra que, hoje em dia, 0,1% da população pode ser considerada produtor de conteúdo (escritores, blogueiros ou autores de twitters com mais de 100 seguidores, por exemplo). E esse número está aumentando 10 vezes ao ano. Em dois anos, calcula-se que teremos 10% da população produzindo informação. "Antes, os jornalistas tinham o monopólio da produção de conteúdo. Agora perderam isso", afirma Ricardo Noblat, colunista de O Globo e autor de um dos blogs de política mais acessados do país. Isso é bom para o leitor - mas também deixa a imprensa mais vulnerável a críticas ou informações imprecisas.


Com tanta gente produzindo informação, é natural também que mais pessoas se incomodem com o que está sendo veiculado: estamos pisando no calo de mais gente. "As pessoas perceberam que há um poder excessivo de construir ou destruir na comunicação. E todo poder gigantesco acaba questionado. O Dunga foi na contramão da Globo e incitou grande parte da opinião pública que questionava esse poder", diz Bob Fernandes, editor do Terra Magazine. E foi isso que o caso Dunga x Globo despertou: a possibilidade de se voltar contra o grande poder que a mídia tem.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

3 Perguntas Sobre Dragões


Superinteressante

por Texto Daniel Schneider

Qual a origem desses seres mitológicos?
Considerando pinturas dos aborígines australianos, esses répteis mágicos e mitológicos “existem” há pelo menos 40 mil anos. Essa longevidade pode explicar sua aparição em quase todas as culturas do planeta. Os mais famosos são o chinês e o europeu. O primeiro lembra uma enorme serpente, e o segundo parece um dinossauro com asas de morcego.
Até quando acreditou-se que eles existiam?
Para dizer a verdade, ainda há muitas pessoas que crêem na existência de dragões, especialmente na China, onde são considerados seres profundamente sábios, geralmente instrutores de alguma ciência ou magia. Cientistas atribuem a origem do mito a fósseis de dinossauros ou antigas baleias, que lembram a ossada de uma serpente de grandes proporções.
Por que São Jorge matou um dragão?
Para converter 15 mil pessoas ao cristianismo. Diz a lenda que num vilarejo da Líbia havia um dragão que exigia ser alimentado em troca de poupa as vida de todos. Assim que acabaram as ovelhas, jovens donzelas passaram a ser oferecidas, até que um dia a eleita foi a filha do rei. Prestes a ser devorada, a princesa foi salva por Jorge, que capturou o dragão e propôs um acordo: se ele o matasse ali mesmo, todo vilarejo se converteria ao cristianismo. Dito e feito.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Quem foi a verdadeira Alice do País das Maravilhas?


Nem tudo era ficção na obra de Lewis Carroll

Superinteressante


por Anna de Oliveira

O que você faria se a sua filha de 7 anos estivesse muito amiga de um esquisitão de 31, fazendo com ele demorados passeios de canoa e posando para seus retratos artísticos? Em vez de chamar a polícia - como qualquer família normal - a de Alice Pleasance Liddell incentivou seu relacionamento com Charles Dodgson, um escritor que assinava como Lewis Carroll. E a menina acabou sendo a musa inspiradora dos clássicos Alice no País das Maravilhas (1865) e Através do Espelho (1871) - este inclusive termina com um poema em que as primeiras letras de cada estrofe formam o nome da menina.
Até hoje não é claro o que exatamente estava rolando entre a
menina e o escritor. Especula-se, e ninguém poderia deixar de especular, que havia uma paixão, consumada ou não. Sempre se acreditou que, quando ele deixou de frequentar a casa dos Liddell subitamente, em 1863, foi porque os pais de Alice haviam resolvido dar um basta naquele relacionamento inapropriado. Mas documentos descobertos pela biógrafa Karoline Leach mostram que Carroll talvez fosse tão simpático com Alice e suas irmãs porque estava interessado mesmo era na governanta da casa. Já adulta, Alice soube usar a fama da personagem a seu favor. Mãe de 3 filhos e apertada de grana após a morte do marido rico, leiloou o valioso manuscrito de As Aventuras de Alice Embaixo da Terra (primeiro nome de Alice no País das Maravilhas). Ela já não mantinha contato com Lewis Carroll. O escritor anotou em seu diário que se lembraria dela pra sempre "como aquela menininha de 7 anos completamente fascinante".

Através dos espelhos
Conheça a versão real e a imaginária de Alice
Alice Liddell
A foto A Pequena Mendiga (acima) foi tirada pelo próprio Carroll quando a menina tinha ainda 7 anos - além de escritor, ele era fotógrafo nas horas vagas. Consta que Alice gostava muito das histórias que ele contava, e sua personalidade teria inspirado a personagem.
Alice de Tim Burton
A protagonista do filme 3D é uma versão mais velha da personagem clássica de Lewis Carroll. Prestes a casar, ela corre novamente atrás do coelho para cair mais uma vez em um buraco que a leva ao País das Maravilhas, onde as coisas estão um pouco diferentes do que eram.

Por que algumas músicas grudam na cabeça?

Mente vazia, além de ofício do Diabo, é lugar ideal para abrigar músicas grudentas

Superinteressante


por Davi Rocha

O sujeito acorda, boceja e, sem mais nem menos, ouve um: "Bota a mão na cabeça que vai começar", vindo do seu cérebro. O tempo passa, ele escova os dentes, toma um café e: "O Rebolationtion, o rebolation/ o rebolation- tion". Já era. A música grudou. Esse fenômeno irritante, que faz com que fiquemos repetindo mentalmente músicas, é chamado de earworm ("minhoca de ouvido"), termo criado pelo professor James Kellaris, da Universidade de Cincinnati. Quando estamos desocupados ou distraídos, basta pensar rapidamente numa música para o fenômeno acontecer. O que se forma, então, é algo parecido com uma coceira cerebral. O jeito de amenizar o incômodo é repetir mentalmente a música ad infinitum.
Para descobrir isso, pesquisadores da Universidade Dartmouth, nos EUA, colocaram voluntários para ouvir música. Sem aviso, a música parava. Quando a melodia era conhecida do ouvinte, o córtex auditivo continuava trabalhando, relembrando a melodia. Quando a música era desconhecida, a mente do sujeito ficava vazia. Para ocupar esse espaço, o cérebro começava a repetir o que tinha acabado de ouvir. Estranhamente, mulheres são mais suscetíveis ao fenômeno - só não se sabe ainda por quê.
O professor Kellaris diz que qualquer canção pode entrar em looping. "Mas músicas simples, repetitivas e com mudanças inesperadas têm mais probabilidade de grudar", diz. São aquelas formadas por refrões, frases marcantes ou oscilações na voz... Isso te lembra algo? "O Rebolation é bom, bom/ O Rebolation é bom, bom, bom."

Como se livrar do chicle de ouvido
Dicas rápidas e eficientes contra essa praga
Cante tudo
Quando tentamos lembrar "como é mesmo aquela letra?", ficamos parados numa parte da música o dia inteiro. Uma solução é cantar a música inteira, para eliminar de vez o chicle.
Vire o disco
Se não pode vencê-los, junte-se a eles. Livrar-se totalmente de uma música pode ser difícil. Aí o jeito é substituir uma melodia muito irritante por alguma que vá irritá-lo um pouco menos.
Pense muito
Ocupe-se. TV não ajuda muito, já a leitura mantém o cérebro trabalhando. Por isso, se ficar com alguma música na cabeça depois desta reportagem (sei lá, qualquer uma), continue lendo a SUPER pra passar.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

E SE..


Superinteressante

Todos os humanos fossem da mesma cor?


Não haveria intolerância ou o argumento de superioridade racial. Os negros, portanto, não teriam sido escravizados, não haveria existido o apartheid nem o nazismo. Ou seja, a história da humanidade seria completamente diferente. Engano seu. A natureza humana é bem mais complexa que isso: mesmo se todos tivessem a mesma cor de pele, textura de cabelo ou formato de olhos, bastaria que algum povo se destacasse no desenvolvimento técnico e econômico para se sentir superior aos demais.
Aí o argumento para o domínio não seria a diferença física, mas, sim, cultural, que justificaria a exploração dos mais fracos pelos mais fortes e daria origem a todo tipo de intolerância. Em algum momento, o conceito de raça apareceria. “Quem quer inventar raças não precisa de nenhum mercador aparente, apenas de uma narrativa”, justifica o sociólogo Demétrio Magnoli, doutor em Geografia Humana pela USP.
E nem é preciso muita imaginação para exemplificar como isso ocorreria. Em Ruanda, tútsis e hútus não se distinguem por traços físicos, língua nem religião. Mas, para dominá-los, a Bélgica, seu ex colonizador, criou carteiras raciais que distinguiam os dois grupos. Apoiou a elite tútsi e a jogou contra a hútus. Em 1994, passadas 7 décadas, os hútus se vingaram matando meio milhão de tútsi.
“Todas as sociedades têm um elenco de elementos com os quais consegue distinguir-se dos demais pejorativamente”, diz o antropólogo João Baptista Borges Pereira, professor da USP e do Mackenzie. Se a evolução não tivesse criado distintos biótipos, a divisão da sociedade seria baseada nas diferenças de língua, religião, ancestralidade ou castas.
Mesmo por caminhos diferentes, no final o mundo estaria dividido, dando origem a disputas por poder, guerras étnicas e, mais adiante, luta por igualdade e movimentos relacionados ao orgulho das minorias. Sim, você já ouviu essa história antes...

Texto: Maurício Horta

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Entrevista Walter Salles

O aclamado cineasta brasileiro Walter Salles de ofícios pessoais, socialmente consciente de que as histórias são emocionais, sem ser manipuladora e simples sem ser simplista. Entre eles: O corajoso ”Terra Estrangeira”, o terreno fábula ”Abril Despedaçado” e ”Linha de Passe”, Sandra Corveloni, que ganhou o prêmio de melhor atriz em Cannes. Central do Brasil, com dezenas de prêmios recolhidos e recebeu indicações ao Oscar de melhor filme estrangeiro e melhor atriz: (Fernanda Montenegro), ”Diários de Motocicleta”, a história de uma viagem intercontinental formada por Ernesto Guevara, foi um sucesso internacional e vencedor do prêmio principal. Com 54 anos de idade, foi duas vezes homenageado no BAFTA, irá receber o Diretor Fundador do Prêmio na quinta-feira (12) no San Francisco International Film Festival.

Q: Seus filmes tendem a ser definido em determinadas circunstâncias sócio-políticas.
W:
O que verdadeiramente me interessa são as histórias em que os percursos dos personagens principais de alguma forma espelho das transformações em jogo em uma determinada cultura ou país. Isto é verdade para o movimento neo-realista do cinema italiano, a Nouvelle Vague francesa, o Cinema Novo brasileiro, ou os independentes de Nova York dos anos 70. “Taxi Driver” é a personificação deste. Tolstoi nos ensinou que quando você fala de algo que é específico e único para a cultura, você pode estar abrindo a janela para algo que seja verdadeiramente universal.
A maioria dos filmes que fiz são sobre personagens que tentam reinventar-se, quer porque não tem outra opção, como em “Central do Brasil”, ou, por optar, como em “Diários de Motocicleta”. Esta é a questão temática você pode encontrar na maioria dos filmes que eu já dirigi: Personagens que passam por uma busca de identidade, a maior parte do tempo em um país em mudanças similares.

Q: Você refez faixas de Guevara para fazer “Diários de Motocicleta”. Queria que levassem ao seu interesse na adaptação de Jack Kerouac em “On the Road”?
W:
Eu fui apaixonado por “On the Road”, uma vez eu li pela primeira vez, em meu 20 segundos adiantado. Voltei a ele antes de filmar “Diários de Motocicleta”. A viagem do jovem Ernesto acabou gerando uma revolução política, “On the Road” é uma expressão de um movimento que iniciou uma revolução comportamental. Quando fui convidado por Francis Ford Coppola e Roman Coppola para dirigir “On the Road”, eu pensei que a única maneira de fazer justiça ao que foi investigar a década em que essa geração veio a existir, bem como o impacto que teve sobre a cultura. Assim, com uma pequena equipe de três, uma câmera Super-8 antigo e um mini-DV, que refez a rota em que os personagens de ”On The Road” assumem (e entrevistou artistas proeminentes da época e atuais influenciado por Kerouac).
Então, o que eu estou terminando é um documentário em busca de um possível filme baseado em “On the Road”. Que eu estarei mostrando em São Francisco, é uma edição muito impressionista de 60 minutos, um trabalho em andamento de um documentário inacabado de 120 minutos. Só vai realmente ganhar vida quando sabemos se vamos ser capazes de fazer a narrativa cinematográfica. Se a resposta for positiva, então a última imagem do documentário deverá ser o primeiro aplauso da narrativa cinematográfica: “On the Road”, Cena 1.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Por Carla Ninos

Eu sou uma pessoa que não me considero 'religiosa' e sim detentora de um 'espírito livre'. Fui criada no berço do fundamentalismo cristão, mas logo cedo rompi essa tendência unilateral da minha vida.
Curiosa, sempre me interessei por todo tipo de coisa; e quando se trata de espiritualidade, fé e o medo do desconhecido, rompi com o tradicional e empreendi uma busca pessoal por respostas e conforto (sim, acredito que o homem precisa de conforto, por isso a maioria cai no conto do primeiro 'vigário' que encontra).
A princípio eu queria provar que os dogmas não tinham nada de divinos e eram conceitos que serviam apenas para aprisionar os 'fiéis'. Mas, depois me encantei com a teoria agnóstica, com Nietzsche, além de algumas outras tendencias desprezadas por um grande número de gente, seja por preconceito ou ignorância.
Princípios herméticos, xamanismo, ocultismo, chakras, bruxaria, religiões pagãs (riquíssimas e muito mais coerentes do que o cristianismo), etc. A ‘bruxaria’, em especial, sempre me chamou atenção. Foi totalmente deturpada com a ascensão do Cristinismo, e até virou justificativa para uma matança indiscrimanada pela Igreja (essa parte da história acredito que a maioria deva saber, mas a gente finge que é só uma estória).
Para quem estiver interessado em desmistificar a ideia preconcebida sobre o assunto segue umas informações para esclarecimentos.

Bruxaria
Atualmente, um número cada vez maior de estudiosos dedica-se às Tradições da Magia e Feitiçaria, não se sabe ao certo quando teria surgido a Bruxaria; contudo há provas instigantes que indicam que pode ter se originado na aurora da humanidade, aproximadamente no final do período paleolítico, quando o Homem de Neandertal cedeu o lugar ao Homo Sapiens.
A bruxaria desde os primórdios, considerada uma religião da natureza é uma crença que antecede o cristianismo, e não se opõe em momento algum aos ensinamentos de Jesus. No entanto tornou-se uma visão lúgubre e ameaçadora no conceito da Igreja Romana na Idade Média, predominando na Europa durante séculos, trazendo para a vida do ser humano grandes conseqüências, como a morte de centenas de milhares de pessoas, o que se transformou numa verdadeira histeria religiosa.
A bruxaria com suas práticas pagãs, folclore e a crença nos poderes da magia é muito arraigada entre os europeus, a mulher representava a base fundamental da fertilidade, o corpo feminino era reverenciado como foco de força divina; doadora da vida. Por isso o Culto a Deusa-Mãe, aos mistérios da procriação e o respeito ao feminino.
No início da Idade Média, quase todas as mulheres podiam ser chamadas de bruxas, já que qualquer mulher sabia mais sobre superstições e encantamentos do que uma centena de homens. Até o século 15, os "Feitiços e Encantamentos" das mulheres foram, virtualmente, o único depositário de prática médica. As mulheres da idade média conheciam o poder das ervas, dos ciclos lunares, dos ventos, das chuvas, estrelas e planetas. Estavam profundamente ligadas por um amor e agradecimento à Terra e todas as manifestações de força e poder que vinha desta. Os pagãos acreditam que a volta da ligação com a natureza é o único caminho para uma vida harmônica e equilibrada, por isso todos os Ritos sagrados da Bruxaria estão centrados na Estação do Ano e fases lunares.
Paracelso disse que as bruxas o tinham ensinado tudo o que sabia sobre cura. Em 1570 o carcereiro do Castelo de Canterbury libertou uma feiticeira condenada, justificando, com a opinião popular, que ela sozinha era melhor para tratar os doentes do que todos os padres e exorcistas. Feiticeiras ou Fadas?
De acordo com explicação de Joseph Campbell: "Não resta dúvida de que nas épocas mais remotas da História do Homem a força mágica e misteriosa da Fêmea era tão maravilhosa quanto o próprio Universo; e isto atribui à mulher um poder prodigioso, poder este que tem sido uma das principais preocupações da parte masculina da população - como quebrá-lo, controlá-lo e usá-lo para seus próprios fins."
As conseqüências dessa ruptura primordial na relação entre homem e mulher viriam a ter um papel nas mitologias de "diversas culturas"; em termos práticos contribuiu para o surgimento de devastadoras turbulências sociais, tal como a Grande Perseguição às Bruxas na Europa Medieval.
Tempos longínquos, mas muito marcantes... e são esses fatos que são relembrados com curiosidade pela humanidade. Tempos de proibição, a mulher deveria casar virgem, e servir ao homem sempre com a disposição que lhe fosse determinada. Era a época onde se deveria agir pela fé, ou seja, justificar toda fé.
Só não sabiam que essa fé chegaria tão longe, ao ponto de matar pessoas, seres humanos, justificando a vontade divina. O que as pessoas deveriam lembrar é da velha Inquisição, onde vidas foram tomadas, até mesmo sem provar a culpa da vítima. Hoje, o principal fundamento da vida é a razão.
Mas felizmente a humanidade pôde evoluir, ter liberdade, as Antigas Religiões estão ressurgindo lentamente, mas constantes.
Surge o neo-paganismo, uma religião moderna chamada Wicca criada aproximadamente em 1940 pelo grande ocultista Gerald Brousseau Gardner, fundamentada na Alta Magia Cerimonial, na Thelema e no raciocínio segundo a obra 777 de Alesteir Crowley. Ela tomou o nome de uma divindade céltica chamada Cernunnos, representado por um homem com cabeça humana e chifres e pernas de cabra ou cervo, um ser meio homem meio animal, simbolizava o Deus primordial de toda criação, Absoluto. Após isto, Doris Valiente juntamente com Gardner reescreve o Book of Shadows de uma maneira mais paganizada e em seguida introduz o conceito da Deusa-Mãe, criando algo novo na Wicca. Com isso, Cernunnos não era mais absoluto, nem primordial, mas a contraparte da Deusa, que também foi tomado o nome de outra deidade céltica.
Queremos esclarecer para as pessoas que desconhecem, que a Wicca não é Céltica, até mesmo a Wicca dita céltica, não é Antiga Religião Celta, nem representante da cultura e povo Celta. Apesar de conter alguns elementos celtas, a Wicca tem sua origem na Thelema e os ritos fundamentados na Alta Magia Cerimonial.
O povo Celta, ao chegar na Europa, trouxe suas crenças, que ao se misturarem às crenças da população local, deram início a outras práticas.
A religião dos Celtas (existentes em algumas partes do mundo) era e ainda é o Druidismo, uma religião politeísta, e seus ritos eram sempre realizados ao ar livre. Para eles, este contato com a natureza permitia uma maior aproximação com os deuses e divindades. As principais eram: a Grande Deusa Mãe e o Deus Cornífero, chamados de Ceridwen e Cernunos, respectivamente. A Grande Deusa Mãe é a natureza em todas as suas manifestações, a fecundação e a criação, mãe do Deus Cornífero que representa a fertilização.
Os druidas cultuavam agricultura, a cura com ervas e a caça. Realizavam festas ritualísticas em homenagem às divindades, e iniciavam as pessoas na arte da Magia que era ensinada oralmente. Apesar da classe sacerdotal ser dividida entre homens e mulheres, a sociedade era matriarcal. As druidesas eram divididas em classes: a primeira vivia enclausurada. As outras classes podiam se casar e participavam de rituais sagrados.
O tempo foi passando e os deuses ficaram apenas na história representados por estátuas encontradas em diversas partes do mundo, como a do Deus Cornífero achada na Suécia. Agora com a chegada do século XXI, todos estes conceitos estão retornando e ressurge em todo mundo as crenças e o poder da magia dos antigos celtas. A bruxaria é a antiga religião dos povos da Europa, que após quase 2000 anos de exclusão e desaparecimento vem ressurgindo.
Segundo pesquisadores, todos os tipos de bruxaria são derivados do Xamanismo primitivo. "Os rituais de bruxaria tem a sua origem perdida no tempo, desde os Tempos Celtas, diga-se de passagem, Belos Tempos, onde a natureza era o princípio de tudo, onde a fé era profunda, onde a mente humana tinha um poder incalculável, pois o ser humano sabia como fazer bom uso do que lhe era proporcionado."

Fonte: http://www.misteriosantigos.com/

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Eleições 2010: Ficção? Realidade?

Por Carla Ninos

Mais uma campanha eleitoral está começando e mais uma vez nós vamos ser bombardeados pela publicidade. Porque “político” é como um produto, o que tiver melhor propaganda vira líder de vendas.
E convenhamos, são maravilhosas essas propagandas. Atualmente acho mais divertido assistir aos poucos minutos de comerciais do que os programas em si. São minutos de pura viagem ao mundo da fantasia e dos sonhos.
‘Esses caras’ são feras e mais uma vez ficaremos sentados em frente à televisão no horário político nos divertindo, rindo às gargalhadas daqueles candidatos sem noção que viram chacota, elogiando um bom programa, geralmente são aqueles que nos remetem ao tal mundo da fantasia. E mais uma vez vamos ter a certeza de que o nosso voto não vai fazer tanta diferença assim porque a gente vai votar no menos pior, uma vez que os nomes apresentados são só nomes, porque o resto é pura propaganda, são seres fictícios. E se é para vivermos com a ficção porque não colocamos nas urnas eletrônicas os nossos heróis: o Fera do X-Man, Super Homem, Homem Aranha, Mulher Maravilha, He-Man, etc. Pelo menos os nossos heróis tem aquelas qualidades que tanto valorizamos: ética, coerência, pendor para o bem, senso de justiça.
Se esses fossem os nossos candidatos eu votaria no Fera, mas, pelo que já dos candidatos, eu realmente não sei o que fazer, ou melhor, em quem votar. Uma porque não reconheço os candidatos, não há identificação; e dois, a ficção se sobrepõe à realidade.
E agora.. quem poderá nos defender... (cadê o Chapolin colorado???)

Os 7 jingles mais marcantes de campanhas presidenciais no Brasil

Superinteressante
Ana Carolina Prado 23 de julho de 2010

Jingle de campanha política é que nem aqueles axés de carnaval: tem um poder imenso de grudar na cabeça e, anos e anos depois, a gente se surpreende descobrindo que ainda sabe cantar direitinho a letra. Bom, é pra isso que serve, né? Nessa lista, reunimos alguns dos jingles de campanhas políticas mais marcantes da história do Brasil.

1- Getulio Vargas – 1950
“Retrato do Velho” virou uma marchinha muito cantada no carnaval de 1950, ano em que venceu as eleições. Tendo renunciado em 1945, Vargas voltou ao poder “nos braços do povo”, como havia predito.
http://www.youtube.com/watch?v=eVgOODBrCMc&feature=player_embedded

2- Juscelino Kubitschek – 1955
Com a proposta de promover o desenvolvimento econômico do país e com o lema “50 anos em 5”, JK foi eleito. Ele se tornou o primeiro presidente civil desde Artur Bernardes a cumprir integralmente seu mandato entre 1956 e 1961. Com uma letra elaborada, o jingle fazia referência ao hino nacional no primeiro verso e celebrava a pessoa do Juscelino, “que além de patriota é nosso irmão”.
http://www.youtube.com/watch?v=FDXUWyXsJu4&feature=player_embedded

3- Lula – 1989
A eleição de 1989 teve vários jingles marcantes – também, foi a primeira eleição direta para presidente desde o golpe militar de 1964. Lula se candidatou e foi para o segundo turno, mas acabou perdendo para Fernando Collor de Mello. Muitos artistas o apoiaram e gravaram o jingle “Lula lá”, como Gal Costa, Chico Buarque, José Mayer, Malu Mader, Betty Faria, Aracy Balabanian, Elba Ramalho, Marcos Paulo. Outro clipe trazia Gilberto Gil, Chico Buarque e Djavan.
http://www.youtube.com/watch?v=8_yEqk8ITnU&feature=player_embedded

4- Collor – 1989
O jingle não teve nem de longe a mesma fama do “Lula lá” (era um “ooooô” bem feio), mas Collor venceu a eleição. Ficou no poder de 15 de março de 1990 a 29 de dezembro de 1992. Para tentar evitar um processo de impeachment por acusações de corrupção, ele renunciou ao cargo – mas o processo continuou e ele teve seus direitos cassados por 8 anos.
http://www.youtube.com/watch?v=ei7tty0uhig&feature=player_embedded

5- Brizola – 1989
Leonel Brizola (PDT) foi o terceiro colocado no primeiro turno da eleição presidencial e por pouco não chegou ao segundo turno. Mesmo não indo para o segundo turno, o jingle da sua campanha até hoje é lembrado, porque era bem fácil. “La-la-lá Brizooola”, basicamente.
http://www.youtube.com/watch?v=IKRp36hI0W0&feature=player_embedded

6- Silvio Santos – 1989
Sim: Silvio Santos tentou se candidatar à presidência em 1989, substituindo o candidato Armando Corrêa pelo pequeno Partido Municipalista Brasileiro (PMB). O seu jingle tinha era uma versão do dominical “Silvio Santos vem aí”. A versão eleitoral dizia “Silvio Santos já chegou”. Como a campanha eleitoral já estava em andamento, não deu tempo de mudar o nome impresso nas cédulas de votação e Silvio fez algumas gravações para a propaganda eleitoral explicando que seus eleitores deveriam marcar o 26, onde estava o nome de Corrêa. Mas Tribunal Superior Eleitoral impugnou sua candidatura por irregularidades no registro do PMB.
http://www.youtube.com/watch?v=U9NQ25Tc8h0&feature=player_embedded

7- Fernando Henrique Cardoso - 1994
Com o sucesso do Plano Real, estruturado enquanto era Ministro da Fazenda, Fernando Henrique foi eleito em primeiro turno e reeleito em 1998. Esse vocês lembram, não lembram? “Tá na sua mão, na minha mão, na mão da geeeenteeeee….”
http://www.youtube.com/watch?v=F46ygZn3SF0&feature=player_embedded

quinta-feira, 22 de julho de 2010

8 fatos sobre o beijo

Superinteressante
Ana Carolina Prado 21 de julho de 2010

Só falar em amor que os mais piegas já pensam naquelas cenas bonitas de beijos apaixonados. Mas essa relação não é assim tão óbvia em todos os lugares do mundo. Para alguns povos, beijar é uma coisa um tanto repulsiva. Já em outros lugares a coisa é tão intensa que os casais chegam a arrancam sangue um do outro. Há gosto pra tudo. Em algumas tribos da África, o beijo é substituído por uma passada de mão na axila do companheiro. A gente reuniu isso tudo e outras coisas mais nessa lista.

Na Grécia Antiga, nível social determinava onde seria o beijo
Na Grécia dos anos 300 a.C., pessoas da mesma classe podiam se beijar no rosto ou na boca, mas se fosse alguém de status superior era mais indicado um beijo na mão. Também se beijava deuses gregos por meio de obras de arte: as pessoas esfregavam as pontas dos próprios dedos nos lábios e tocavam na imagem. Esse tipo de beijo é uma demonstração de amizade usada na Grécia até hoje.

O beijo de noivado garantia direitos jurídicos
O beijo que selava o compromisso de noivado surgiu na Roma Antiga e garantia à mulher os direitos jurídicos determinados pelo Império. Além disso, transferia legalmente a posse dos presentes de casamento para o casal – se a celebração transcorresse sem beijos por algum motivo, eles teriam de ser devolvidos.

Alguns povos morrem de nojo de beijar
Beijar não é uma coisa que agrada a todo mundo. A tribo dos thonga, na África do Sul, jamais beija na boca e acha isso repulsivo. Outro povo de lá, os chewa, fica enojado com a idéia de “engolir a saliva de outra pessoa”. Muitos têm essa reação porque vêem a boca como a fonte da vida, o local onde uma alma imortal habita – e essa alma pode se contaminar facilmente se o dono não for cuidadoso. Há tribos nômades da Etiópia que, embora considerem os lábios uma parte sensual do corpo, não sentem vontade de colá-los em outros – até porque os adornos enormes que eles usam dificultam isso.

Em certos lugares, o “beijo” consiste em passar a mão nas axilas do companheiro
Enquanto há culturas em que as pessoas não economizam beijos, há os que nem sequer usam os lábios nas suas interações pessoais. Os polinésios, maoris e inuits preferem usar os narizes. Os índios de uma tribo isolada no Equador, os cayapas, simplesmente cheiram a mão dos amigos ao cumprimentá-los. E pasme: o “beijo” de despedida de uma tribo da Nova Guiné consiste em passar a mão na axila do companheiro e em seguida esfregar o cheiro dele por todo o seu.

Os namorados arrancam sangue um do outro durante a prática em certas tribos
Enquanto alguns povos não são nada beijoqueiros blasé, os casais das Ilhas Trobriand, no Pacífico Sul, manifestam uma paixão violenta. Antropólogos observaram, em 1929, que eles passavam horas numa espécie de jogo selvagem: mordiam os lábios um do outro até que sangrassem, davam dentadas nas bochechas e abocanhavam nariz e queixo. Nessa hora, ouviam-se expressões como “beba meu sangue” e “arranque meu cabelo”. Eles ainda arrancavam os cílios dos parceiros a mordidas.

Onde beijar em público é crime
Há regiões na Finlândia onde homens e mulheres tomam banhos coletivos sem roupa, mas ainda vêem o beijo como ato obsceno. No Japão, só pode entre 4 paredes. Na Venezuela, os casais que dão abraços muito apertados ou beijos muito demorados em lugares públicos podem ir para a prisão. E na Malásia existe lei proibindo o beijo francês (esse normal, de língua) no cinema – impondo uma multa enorme para quem desobedecer.

O ritual da beijação
Se existem aqueles que proíbem, há povos que celebram a prática. Um povoado chamado Banjar Kaja Sesetan, na Indonésia, faz um festival anual chamado Med-medan. Ao som de um canto ritual, fileiras de moços e moças ficam frente a frente, formando pares, e o primeiro da fila beija quem estiver na sua frente até um ancião jogar água para separar o casal. Calma, não é todo mundo beijando todo mundo. Quem se beijou primeiro vai para o fim da fila e o ritual se repete até que todos os casais tenham ocupado a primeira posição. O objetivo é proteger o lugar de perigos inesperados e só os jovens podem participar.

No Brasil do século 18, a demonstração de afeto era o beliscão
No século 18, em Portugal e, muito provavelmente, também no Brasil, uma expressão de amor bastante difundida era o beliscão. Entre os recém-conhecidos, era de bom tom beliscar “de pincho”, aplicando levemente a torção sobre a pele. Para os mais íntimos valia o beliscão “de estorcegão”, também conhecido como “enérgico”. A moda era tão forte que houve quem discutisse a necessidade de construir divisórias no interior das igrejas para impedir beliscões durante a missa. Os estudiosos desse gesto associam-no ao “namoro camponês”. Beliscões, pisadas de pé e mútuos estalos de dedos consistiam em rituais que simbolizavam a dura vida rural.

Equipes mal humoradas trabalham melhor


Superinteressante

Thiago Perin 21 de julho de 2010
No trabalho, um rabugento sozinho é só um rabugento sozinho – daqueles que a gente escolhe evitar. Mas vários rabugentos juntos formam uma equipe especialmente criativa e dedicada. É a constatação de pesquisadores da Universidade de Purdue, em Indiana (EUA), que checaram os efeitos da negatividade entre co-workers. No teste, voluntários tiveram que pensar em slogans para uma empresa fictícia após passarem por induções de bom ou mau humor (eles não dizem o que fizeram para mudar o humor do povo, mas é até divertido imaginar: “ei, você é feio!”, “nossa, como você está bonita hoje…”).

E no que deu? Os grupos mal humorados entregaram slogans mais criativos (segundo avaliação dos pesquisadores) do que os ranzinzas que trabalharam sozinhos. (Não houve o mesmo efeito em indivíduos e grupos bem humorados.) A explicação é que, quando os humores estavam em baixa, “o efeito do nível de análise na criatividade foi mediado pela persistência na tarefa de gerar o slogan”. Ou seja: por algum motivo, o mau humor compartilhado pode nos fazer trabalhar com mais afinco, o que leva a resultados melhores. Ou seja (2): aquele mala na sua equipe, no fim das contas, te deixa mais produtivo. Ponto pra ele.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Por que achamos pessoas simétricas mais bonitas

Revista Galileu
Sabe o Reynaldo Gianecchini e a Paola Oliveira? Você não os acha bonitos à toa. É tudo uma questão de simetria e seleção natural. “A simetria é praticamente um sinônimo de beleza”, diz Walter Neves, biólogo e arqueólogo do Laboratório de Estudos Evolutivos da USP. “Os genes que determinam o lado direito e o lado esquerdo são os mesmos, então potencialmente todos nós deveríamos ser perfeitamente simétricos.”

Mas a expressão dos genes é influenciada pelas condições ambientais. Então, o individuo que não se alimentou direito, teve muitas doenças ou foi alvo de parasitas, por exemplo, infelizmente não vai exibir uma simetria perfeita. É por isso que sua irmã suspira pelo Brad Pitt, ou qualquer outro bonitão com traços perfeitos. Toda aquela simetria indica que o sujeito tem uma carga genética de boa qualidade e possivelmente uma boa saúde também.

Para o francês Michael Raymond, pesquisador em biologia evolutiva da Universidade de Montpellier, essa predileção é um claro indicativo de que a nossa noção de beleza está ligada diretamente a fatores biológicos. “Pouco a pouco, há uma seleção para que as preferências se orientem para as características que indicam a qualidade do indivíduo. Ou seja, nossa noção estética não é aleatória. É seleção natural.” Nada mais normal, portanto, que sejamos atraídos pelos sinais que reflitam esse bom desenvolvimento físico e genético. E demos a isso o nome de “beleza”.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Se você ainda não tem certeza se acha que a Kristen Stewart é ou não uma boa atriz, então dá uma conferida na atuação dessa menina no filme Welcome to the Rileys. Segundo informações divulgadas no twitter oficial do filme, o filme já tem data de estréia nos Estados Unidos: 5 de novembro. Lembrando que nada foi dito ainda à respeito do filme no Brasil.

Uma resenha da MTV, diz que Stewart está “extremamente corajosa em Welcome to the Rileys. A estréia do filme teve sua premiere no festival mundial do Sundance Filme Festival. Você já pode argumentar o quanto quiser pela interpretação de Kris, que no filme faz uma garota de 16 anos de idade, que foge de casa, e vira prostituta e stripper; mas você não poderá dizer que a atriz não se expôs sem medo, física e emocionalmente, e ainda o faz com uma surpreendente maturidade e sendo extremamente verdadeira”.

E Melissa Leo não está “nada menos que fantástica. Com apenas uma expressão – um movimento dos olhos, ou da boca – a atriz pode passar exatamente o que Louis está sentindo, e mais, ela pode fazer com que o público se simpatize por ela. As falas de Leo são ora engraçadas, ora de partir o coração, e você acaba por se ver torcendo por ela com uma ansiedade tão grande, para que ela se junte a Doug em New Orleans e os dois possam encontrar Allison, a filha que eles perderam há anos. Fica claro que estão todos flagelados internamente, e um precisa do outro”.

O prêmio de “Melhor Atriz” terá uma disputa forte este ano – o que será legal, já que geralmente não tem sido. Será que Leo ganhará? Se Stewart está apoiando, parece que já está certo que ela será nomeada para o prêmio. Mas ela terá mais problemas se for nomeada. Se as resenhas sobre o filme não forem boas, obviamente será mais difícil.

E pra quem ainda não teve a oportunidade de ver o trailler oficial do The Twilight Saga: Eclipse pode dar uma conferida aqui. Esse foi o primeiro trailler divulgado. Bom o filme já está nos cinemas, eu já vi uma versão sem qualidade de imagem e som e espero anciosa pelo lançamento em DVD (infelizmente sem data prevista).

Para ver o trailler clique aqui: http://videos.apnicommunity.com/Video,Item,3261608888.html

De uma coferida na entrevista que Cameron Diaz e Tom Cruise deram pra Patrícia Poeta

Veja a entrevista aqui:

domingo, 11 de julho de 2010

ESPANHA: Campeã Mundial 2010!!!

Eu, particularmente, achei que a Alemanha foi a melhor seleção desta copa. Mas, ser a melhor nem sempre é suficiente!!! Bom.. se a Espenha não apresentou um futebol brilhante, os jogadores com certeza estão na seleção dos mais gatos!! Casillas.. nosso 'luva de ouro', é de encher os olhos!!! hummmm..

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Atenção fãs: Gossip Girl invade Paris

Revista Criativa

Blake Lively e Leighton Meester gravaram cenas da série, fizeram compras, viram desfiles e foram clicadas ao lado de Anna Wintour e Karl Lagerfeld
As gravações da quarta temporada da série Gossip Girl começaram esta semana, mas no lugar do chique Upper East Side de Nova York, as ruas de Paris viraram cenário para Blair e Serena. A dupla, e seus indispensáveis looks superelaborados, rodou suas cenas pela cidade.
O flagra seguinte aconteceu na saída do luxuoso hotel Ritz, ao lado de Karl Lagerfeld. O rumor é que o kaiser da moda colocaria mais um talento em seu cardápio múltiplo, participando como ator na série norte-americana. Outra história diz que a atriz estaria no hotel onde Anna Wintour sempre se hospeda, para um ensaio da Vogue América. Resta esperar o dia 13 de setembro, quando começa a nova temporada. Enquanto isso, dá para buscar inspiração nos looks high-fashion desfilados pelas meninas na capital francesa. Très glam!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Cazuza: 20 anos após sua morte, obra do cantor vira referência

Exatamente duas décadas depois de sua morte (por complicações causadas pela Aids, no dia 7 de julho de 1990), Cazuza entra no time de figuras cultuadas pelas novas gerações de artistas brasileiros. Mas, pela habilidade com as palavras e a atitude rebelde e transgressora, o cantor e compositor carioca transcendeu definitivamente as esferas musicais, tornando-se uma influência decisiva também entre escritores. Assim como já acontecera com Jim Morrison, suas letras são elevadas ao status de poesia.

– Eu escuto Cazuza com o mesmo respeito com que leio Carlos Drummond de Andrade – explica o poeta Ramon Mello. – Acho que suas letras sobrevivem fora da música. Ouço suas canções como se fossem poesia.

Em seu último livro, Vinis mofados (2009), Mello dialoga abertamente com a música popular brasileira, compondo uma coletânea assombrada pelo universo pop. A presença de Cazuza aparece de forma direta em pelo menos dois poemas, Conjugado e Overdose blues. Para o poeta, a influência se exerce em sua geração tanto pela questão literária/musical quanto pela comportamental.

– Ele era um transgressor – argumenta. – E a sua atitude em relação à vida acaba inevitavelmente aparecendo no que ele escrevia e cantava.

Questão de atitude
A postura rebelde de Cazuza sensibiliza autores dessa geração, mesmo que eles não sejam diretamente influenciados pela estrutura do texto. É o caso do escritor e cantor carioca Bernardo Botkay, mais conhecido como Botika. Vocalista da banda Os Outros, é constantemente comparado a Cazuza por sua postura no palco – e até pela semelhança física. Mas no que diz respeito ao trabalho literário, tudo muda. Seu romance Autobiografia de Lucas Frizzo talvez só beba no universo de Cazuza pelo lado escrachado e contundente.

– Não param de me comparar a Cazuza, acho que por falta de opção – brinca Botika. – Há tão poucas pessoas autorais no rock que, quando aparece alguém, já chamam de Cazuza. Acho lindo, mas somos diferentes. O que me influenciou na escrita foi a falta de vergonha, uma certa atitude de se expressar. É essa coisa de colocar o pau na mesa.

“Também sou Cazuza”, escreveu o curitibano Luiz Felipe Leprevost em seu poema Balbúcio blues. Assumidamente devedor da herança poética do cantor, o autor de Ode mundana é fascinado por sua figura desde moleque.

– Sempre me encantei pela sua postura transgressora, de bater de frente com a classe média, e sempre ouvi suas músicas como poesia – lembra Leprevost. – Ele foi o responsável por me fazer entender que letra de musica é, sim, poesia. Até porque era um dos poucos letristas brasileiros que faziam primeiro a letra para depois colocar a música. Se você escutar a letra de Todas as mães são felizes, vai ver que é puro Rimbaud.

O crítico, professor e poeta Ítalo Moriconi vê a presença de Cazuza hoje como um referencial em um caldeirão que junta indistintamente autores mais literatos e outros mais pops. O que já acontecia com as gerações anteriores, também influenciada por compositores populares. Na introdução de Caio Fernando Abreu: cartas, que organizou, o pesquisador afirma que Cazuza e Renato Russo seriam “almas irmãs de Caio em matéria de destino e expressão artística”.

– É tudo poesia, palavra cantada, falada e escrita – argumenta Moriconi. – Mas cada uma tem sua especifidade. Sempre que atravessam as fronteiras, há perdas e ganhos. Aqui no Brasil, contudo, desde a escola primária se tem a ideia de que as três configuram uma cultura poética de igual para igual.

Que bebida causa a pior ressaca?


por Jones Rossi
Revista Galileu

Por ordem decrescente: conhaque, vinho tinto, uísque, vodca, gim, álcool puro, cerveja. As três primeiras estão na categoria de bebidas que, ao serem metabolizadas em nosso corpo, podem formar uma substância muito tóxica chamada formaldeído, que em altas quantidades pode provocar cegueira e até a morte. Já a vodca e o gim são feitas à base de álcool (etanol) puro. Metabolizadas, elas formam o acetaldeído, que agride as mucosas intestinais, provocam desidratação e dor de cabeça — o conjunto de sintomas conhecidos como ressaca — mas de forma mais branda que as bebidas escuras. “A cerveja, por conter mais água, causa uma ressaca mais branda em comparação com outras bebidas alcoólicas”, afirma o médico fisiologista Renato Romani, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Mas, em grandes quantidades, também deixa aquele gosto de cabo de guarda-chuva.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Em quadrinho, Bella e Edward visitam praias cariocas

Arnaldo Branco dá sugestão de como seria vida do casal no Brasil.Para quadrinista, vampiro gostaria de caipirinhas e seria amigo do saci.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Diretor Wes Craven roda 'Pânico 4' com sangue novo


O filme marca o reencontro do diretor Wes Craven com Kevin Williamson, que deslanchou o revival dos filmes de terror com seu roteiro para o primeiro "Pânico", em 1996.
Neve Campbell, David Arquette e Courteney Cox, do elenco do filme original, também estão de volta, embora o plano seja entregar o bastão de revezamento para uma nova geração de vítimas: Emma Roberts, Hayden Panetierre, Rory Culkin e Nico Tortorella.


Adam Brody fará um policial recém-formado que foi criado assistindo ao seriado de TV "CSI."
Marley Shelton será uma delegado que conheceu a personagem de Campbell no colégio. Lake Bell esteve em negociações para o papel.


Erik Knudsen terá um papel semelhante ao que Jamie Kennedy representou nos dois primeiros filmes "Pânico": alguém familiarizado com as convenções dos filmes de horror e que garante um pouco de alívio cômico.


Assassino sob sigilo
Para preservar a identidade do assassino, Craven e Williamson estão operando sob sigilo absoluto, incluindo o fato de não terem enviado o roteiro às agências. Em uma leitura do roteiro feita na semana passada, os atores foram instruídos a lerem apenas até a página 75, para que mesmo aqueles já escolhidos para atuar no filme não tenham conhecimento do clímax.


Adam Brody terminou recentemente as filmagens do drama independente "The oranges," cujo elenco inclui Hugh Laurie e Leighton Meester. Ele contracena com Katie Holmes, Anna Paquin e Elijah Wood em "The romantics," comédia romântica com lançamento previsto para este ano.
Marley Shelton foi vista mais recentemente na comédia "Women in trouble," do diretor Sebastian Gutierrez. Seus outros créditos incluem "Planeta terror" e "Sin city - A cidade do pecado.

Erik Knudsen, natural de Toronto, aparece em "Scott pilgrim vs. the world," que vai estrear em agosto, adaptação feita por Edgar Wright da série de romances gráficos de Bryan Lee O'Malley, e também no romance de fantasia "A fera," da CBS Films.


Eu sou uma grande fã da série Pânico e vou esperar anciosa pra ver essa continuação. "hello sidney!!!".. rsrsrs..

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Vamos à crítica do G1 sobre 'Eclipse"


'Eclipse' decreta o fim da inocência na saga 'Crepúsculo'


Terceiro filme inspirado na série de Stephenie Meyer estreia nesta quarta. Disputa entre vampiro e lobisomen por mocinha injeta testosterona na trama.

Batalhas entre vampiros e lobisomens em cenas em que jorram sangue e cabeças são decepadas. Forte tensão sexual na disputa entre o vampiro Edward Cullen e o lobisomem Jacob Black pela mortal Bella Swan. “Eclipse”, terceiro filme da saga “Crepúsculo”, que estreia nesta quarta-feira (30), recebeu uma injeção de testosterona na adaptação do diretor David Slade.

Escrita em 2007 pela americana Stephenie Meyer – fenômeno literário com a série romântica que recolocou os vampiros na cultura pop – a trama gira em torno da escolha definitiva de Bella pelo amor de Edward. O que implica em abandonar a existência humana por uma eternidade ao lado do namorado morto-vivo.

Se em “Lua nova” (2009) o cineasta Chris Weitz já havia apresentado uma atmosfera menos ingênua que a que Catherine Hardwicke imprimiu a “Crepúsculo” (2008), nesta adaptação do terceiro volume do best-seller é decretado o fim da inocência e do amor platônico.

Diretor de videoclipes de bandas roqueiras como Muse e Stone Temple Pilots, e do terror “30 dias de noite”(2007), Slade acerta no tom angustiante e sombrio que agregra à história. Diferente dos dois primeiros filmes, nos quais a mocinha não titubearia na decisão de virar vampira para viver seu grande amor, em “Eclipse” a dúvida é constante.

A todo momento Bella é confrontada com os prazeres que perderá da vida de mortal: a velhice ao lado dos netos, os abraços quentes das pessoas que ama, a brisa no rosto num fim de tarde. E o assédio do lobisomem Jacob, moreno musculoso e tatuado que oferece uma paixão mais caliente que os carinhos gelados do parceiro de caninos afiados, abalam de vez as convicções da garota.

Triângulo amoroso pop
Bella e Edward são interpretados por Kristen Stewart e Robert Pattinson, atores pouco conhecidos em Hollywood até então. Desde a estreia “Crepúsculo”, a dupla forma o casal-sensação da vez – e as especulações sobre um romance na vida real só aumentam a idolatria dos fãs.

No entanto a presença agora mais significativa é a de Taylor Lautner, o lobisomem. Com o lançamento de "Eclipse", o ator promete roubar parte dos flashes dos Stewart-Pattinson.

Quem for ao cinema disposto a acompanhar a trama deve se preparar para os gritos das fãs. Quase sempre descamisado, Lautner eleva a temperatura exibindo o dorso e o abdôme malhado, além de uma boa dose de charme. Enfim, o ator parece ter encontrado o tom do personagem – pelo menos o suficiente para ofuscar o muso teen Pattinson em algumas das cenas.

“Lobisomens são mais quentes”, debocha Jacob. “Ele sempre esquece de colocar uma camisa?”, ironiza Edward. São nas farpas entre os dois personagens que o filme encontra seus momentos de humor, em meio ao drama sobrenatural.

Virgindade
Bella tenta fugir da tentação do lobisomem sedutor, mas não se conforma com a conduta “à moda antiga” de Edward. O vampiro, conservador, insiste que a amada se mantenha virgem até o casamento.

Até a heroína da trama, que aparece bem mais libidinosa que nos longas anteriores, considera o ideal de “pureza” de Edward “arcaico”. Mas ainda assim, respeita e segue a vontade do vampiro bom-moço.

Na première do filme que o G1 acompanhou na segunda-feira (28), alguns adolescentes na sala de cinema davam risinhos debochados quando termos como “virgindade”, “se entregar” e “esperar o casamento” apareciam nos diálogos - reflexos dos valores religiosos de Stephenie Meyer, que segue a doutrina Mórmon.

O vale-tudo sobrenatural
A virilidade de lobisomens e vampiros não é posta a prova apenas no duelo amoroso entre Edward e Jacob. Há uma guerra prestes a acontecer em Forks – a cidade gelada na qual vivem os personagens da história.

Jovens recém-vampirizados em Seattle se preparam para invadir a região. O exército de chupadores de sangue é comandados pela vampira Victoria (Bryce Dallas Howard) – inimiga de Edward e Bella.

Boas cenas de luta entre lobisomens e vampiros, com efeitos especiais caprichados, fazem de “Eclipse” o melhor – e mais violento – filme da saga. É aí também que o diretor põe fim à inocência: diferente dos Cullen, que não consomem sangue humano, os novos vampiros adoram a iguaria e a obtém a custo de pescoços e costelas quebradas.

Com mais nitroglicerina e sensualidade, “Eclipse” deve agradar não apenas aos adeptos do fenômeno “Crepúsculo”. Mas tem potencial para chamar a atenção de quem gosta de cenas de ação e um clima quente entre jovens atores bonitos em evidência.

Críticos americanos dizem que Eclipse é o melhor da saga Crepúsculo

É provável que você seja um dos milhões que estão ansiosos para a estreia de Eclipse, louco para ver o novo filme da saga Crepúsculo a partir de amanhã. Mas alguns já viram o filme pronto: é o caso dos felizardos presentes a algumas das pré-estreias e, claro dos críticos. E alguns dos principais dos Estados Unidos afirmam: Eclipse é o melhor filme da série até agora.

Segundo a Variety, “finalmente temos um filme mais no estilo arrasa-quarteirão que a franquia merece” e que a história simples do filme é mostrada “como se fosse um jogo de xadrez”.

Enquanto isso, o The Hollywood Reporter diz que “após três filmes, finalmente a saga Crepúsculo acertou o tom em Eclipse, um filme que equilibra com perfeição as paixões adolescentes dos livros de Stephenie Meyer com as armadilhas dos filmes sobrenaturais. (…) Eclipse se concentra com confiança no coração da trama: um triângulo amoroso que faz uma jovem mulher tomar decisões que levam a consequências que não poderão ser revertidas.”

terça-feira, 29 de junho de 2010

Estúdio divulga trailer de novo filme da saga 'Harry Potter'


Primeira parte de 'Harry Potter e as relíquias da morte' estreia em 2010. Longa marca o fim da série cinematográfica do bruxinho britânico.


O estúdio Warner Bros., responsável pelos filmes da saga "Harry Potter", divulgou na noite desta segunda-feira (28) o primiero trailer de "Harry Potter e as relíquias da morte", longa que corresponde à primeira parte do último livro da série criada pela escritora J.K. Rowling.

O vídeo, que pode ser visto no site oficial da saga, começa mostrando um encontro entre o herói Harry Potter e o vilão Lord Voldemort. A primeira parte de "Relíquias da morte" deve estrear em novembro de 2010, e a segunda parte será lançada em julho de 2011.

Os últimos filmes da saga, que começou nos cinemas em 2001 e já tem seis longas lançados, serão exibidos também em 3D. O bruxinho começou a sua fama no mundo literário com "Harry Potter e a pedra filosofal", publicado em 1997 na Grã Bretanha, e a série já vendeu mais de 400 milhões de exemplares em todo o mundo.

Kristen Stewart vai com novo visual ao programa de David Letterman

Atriz apareceu com os cabelos mais claros nesta segunda-feira, 28.

Além de exibir as pernas, Kristen Stewart mostrou seu novo visual nesta segunda-feira, 28. A atriz surgiu com os cabelos mais claros na entrada do estúdio onde é gravado o programa de David Letterman, do qual a atriz participou. Aprovado?

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Elenco de 'Eclipse' se reúne para première em Los Angeles

Fãs acamparam por quatro dias para ver atores no tapete vermelho.Terceiro longa da saga 'Crepúsculo' estreia no Brasil no próximo dia 30.

Do G1 RJ

Os atores Robert Pattinson, Kristen Stewart e Taylor Lautner foram as maiores atrações da première de "Eclipse", terceira parte da saga "Crepúsculo", fenômeno mundial entre adolescentes e fãs de histórias de vampiros. A pré-estreia foi realizada realizada no Nokia Theatre, no Centro de Los Angeles, na Califórnia (EUA).

Milhares de fãs se reuniram no local para acompanhar a passagem pelo tapete vermelho de grande parte do elenco do filme, além de convidados como Jaden Smith, que reviveu Daniel Larusso na refilmagem de "Karatê kid", e Jennie Garth, conhecida pela personagem Kelly no seriado "Barrados no baile".

Desde o último domingo (20), cerca de 550 pessoas se abrigaram em barracas à espera do encontro com Pattinson, Stewart e as demais estrelas da saga que já rendeu US$ 1,1 bilhão de nas bilheterias do mundo todo — "Crepúsculo" e "Lua nova" foram as duas primeiras produções.


Entre o lobo e o vampiro
Em "Eclipse", Bella (Kristen Stewart) novamente surge dividida entre o amor do vampiro Edward Cullen (Robert Pattinson) e o do lobisomem Jacob Black (Taylor Lautne).

O longa-metragem traz ainda a atriz Bryce Dallas-Howard no papel da vampira Victoria, a vilã da trama. Bryce já esteve em filmes como "Homem-aranha 3" e "O exterminador do futuro: A salvação".

O filme foi dirigido por David Slade em locações no Canadá e estreia no Brasil no próximo dia 30.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Maitê Proença: “Sexo não é fundamental”

Por Marina Caruso

Em entrevista exclusiva à Marie Claire de julho, a atriz, que vive uma mulher infiel na trama de “Passione”, conta que cansou-se do tipo mulher fatal e relembra a tragédia familiar que marcou a sua vida. Leia alguns dos melhores momentos deste longo papo feito no apartamento de Maitê, no Rio, e nos estúdios do Projac, onde grava a novela:


Marie Claire - Stela, sua personagem em "Passione" tem dado o que falar por trair o marido, sem culpa e quase compulsivamente, com garotos mais novos. Como você construiu a personagem?
Maitê Proença - O Silvio [de Abreu, autor da novela] me ligou e disse que tinha feito a Stela pensando em mim. Topei na hora. Ela não é uma mulher simples. Não só trai o marido, como mente cinicamente para ele e para os filhos. Quando parei de contar, em 23 capítulos, já tinham sido nove rapazes.

MC - O Alexandre [Colombo, diretor de marketing], seu namorado, tem 40 anos e você 52. Qual é a vantagem de namorar alguém mais novo?
MP - Os homens jovens, além de ter muito mais energia e disposição, não ligam para rugas. Reparam muito menos nelas do que nós, mulheres. Só percebemos os sinais de envelhecimento quando eles começam a aparecer na gente. Antes, não damos bola. A partir daquele espelho, que é o outro, a gente sente o que é envelhecer.

MC - E o que é envelhecer?
MP - É a passagem do tempo. Eu amo minhas rugas. Elas me trazem dignidade. Mostram a mulher que eu sou, a minha história. Nunca fiz plástica, só uma coisinha leve [tipo Botox] para atenuar linhas de expressão. Mas já saiu tudo. A verdade é que, depois que a Maria nasceu [filha única da atriz com o empresário Paulo Marinho, hoje com 19 anos], fiquei com mais cara de mulher. Gosto disso.

MC - Ao longo de sua carreira, você fez muitas personagens sensuais. E você, como lida com o sexo?
MP - Não considero sexo fundamental. Sexo é apenas delicioso. Não é uma coisa que você tem que fazer todos os dias para ser feliz. As pessoas falam da boca para fora para aparentar um erotismo que nem sentem. Ninguém é aquela mulher da capa da revista com jeito de leoa e cara de femme fatale.

MC - Você tinha 12 anos quando sua mãe foi assassinada, a facadas, por seu pai. Ou seja, desde menina, virou assunto nas ruas e manchetes de jornal.
MP - Sempre fui a diferente. Na escola americana, em Campinas, eu era a única brasileira. Depois que minha mãe morreu, fui para uma escola em que era a única menina rica. No clube dos ricos, por outro lado, eu era a que falava palavrão e mostrava o dedo. Não tenho a vivência do anonimato, por isso preciso tanto de férias de mim. Quero ser desconhecida.

MC - Quer mesmo?
MP - Muito. Uma vez, estava com Jô Soares em Paris e ele perguntou se eu não sentia falta de sorrirem para mim. Eu disse: “Não. Isso é o que eu mais gosto em viajar: sair sem maquiagem, com qualquer roupa”. E ele: “Ah, eu sinto falta daqueles olhinhos condescendentes”. Pois eu não. Prefiro sair do meu habitat. Sou uma desbravadora. Depois que minha mãe morreu [e seu pai foi morar numa clínica psiquiátrica de um conhecido da família], tive de cuidar sozinha do meu irmão [então com 7 anos] e fui morar em um pensionato luterano. Tive de aprender a me virar muito cedo. Pânico e vitória, isso foi minha vida. Sempre pânico e vitória.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Fãs acampam em Los Angeles 4 dias antes da estréia de 'Eclipse'

Eles ocuparão lugar especial no tapete vermelho, mas não verão o filme. Longa será exibido pela primeira vez na próxima quinta (24).

Agencia EFE
Os fãs dos romances de Stephenie Meyer começaram a instalar suas tendas na segunda-feira (21), enquanto a equipe do Los Angeles Lakers desfilava pelo centro da cidade depois de conquistar o título da NBA sobre o Boston Celtics na semana passada.
O estúdio Summit Entertainment previu o grande interesse dos fãs e coordenou a instalação do acampamento, para evitar problemas posteriores, e distribuiu pulseiras numeradas em função de sua ordem de chegada.
Na quinta-feira (24), estes fãs poderão ocupar um lugar especial no tapete vermelho para acompanhar de perto a chegada dos protagonistas Robert Pattinson, Taylor Lautner e Kristen Stewart à estréia mundial de "Eclipse", mas não terão acesso à exibição do filme.
A estréia do longa acontecerá durante o Festival de Cinema de Los Angeles. A produção chegará aos cinemas americanos no dia 30 de junho.
Trata-se da antepenúltima parte da saga nos cinemas, que será fechada com "A breve segunda vida de Bree Tanner: Uma história de eclipse", cuja história será divida em dois filmes, o primeiro deles previsto para estrear em 2011.
Dezenas de fãs da saga "Crepúsculo" acamparam em frente ao Teatro Nokia, em Los Angeles, onde na quinta-feira acontecerá a estréia mundial de "Eclipse", terceiro filme da série.

Não foi dessa vez!!

A Grécia não se classificou para as oitavas da Copa do Mundo. Mas a nação helênica está orgulhosa do desempenho da seleção grega. Os jogadores foram verdadeiros guerreiros espartanos, agora é pensar em 2014!!

SEJA UM IDIOTA

Arnaldo Jabor
A idiotice é vital para a felicidade. Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! A vida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado? Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você.

Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele.Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo,soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?

hahahahahahahahaha!...

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema? É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí,o que elas farão se já não têm por que se desesperar? Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.

Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa. Dura, densa, e bem ruim. Brincar é legal. Entendeu?Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço,não tomar chuva. Pule corda!Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.

Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável. Teste a teoria. Uma semaninha, para começar. Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...
Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche!

Nada se compara: Santarém 349 anos!!


Letra: Jana Figarella
Nada se compara a alegrai
Que é estar na minha terra
Pérola do tapajós
Que encanta todos nós
Hoje meu cantar
É pra homenagear tua beleza
Rara beleza
Todo meu bem
Entrego ao coração de Santarém
Eu digo égua, falo pai d'égua
Não nego a ninguém
Que meu orgulho é Santarém
Eu digo égua, mas olha já
Mas quando que eu nego
Eu sou cabocla do Pará (bis)



segunda-feira, 21 de junho de 2010

100 anos de Pagu tem calendário cultural

Ela demoliu convenções e marcou-se na política e na cultura. Uma mulher inquieta que chega às celebrações de seu centenário mais atual do que nunca

Vinícius Cardoso

Patrícia Rehder Galvão. É assim, sob a rubrica do nome completo, que nasce a personagem que completou um menu de conquistas modernas, inaugurado com o título de musa antropofágica. Nas celebrações de seu centenário – comemorado no dia 9 de junho – a figura múltipla foge do mito e completa uma longa programação da Casa das Rosas, em São Paulo, e da Unisanta, em Santos. Ela foi jornalista, escritora, poetisa, desenhista, militante política, agitadora cultural e desmistificadora de assuntos intocáveis. Nunca se poupou, converteu a hipocrisia social em matéria cênica, escreveu sua história cheia de nomes famosos - como Tarsila do Amaral e Oswald de Andrade - e conheceu o fundo de seu abismo emocional. Uma trajetória rica colocada em cartaz para as comemorações dos cem anos de seu nascimento.

Patrícia Galvão é exposta à luz, mostrando que há algo de inspirador no roteiro da mulher irreverente e contestadora. É a mulher descrita por Oswald como o "mais autêntico símbolo feminino da ousadia e inconformismo artístico e cultural de seu tempo" inspirando agora a fotobiografia e a exposição "Viva Pagu!". “Quando fala-se de Pagu, fala-se do poder de resistência. Do poder transformador da arte. Através da arte há este grito. Grito de alerta e de construção”, diz Lúcia Maria Teixeira Furlani, reitora da Unisanta, responsável pelo Centro de Estudos Pagu - criado em 1998 para abrir a pesquisa sobre a personagem, entre mais de 3 mil documentos.

Na série da Casa das Rosas, a festa será aberta no dia 9 de junho, com a professora Lúcia e a atriz Miriam Freeland fazendo a leitura de cartas trocadas entre Pagu e personagens que revolucionaram o mundo das artes e da cultura no Brasil. Já a fotobiografia "Viva Pagu!", assinada por Lúcia e Geraldo Galvão Ferraz - filho da homenageada - chega no dia 1o de julho, junto com a exposição que traça em imagens a trajetória dessa personalidade rara.

Em tempos de Copa do Mundo, meus cachorros ficam loucos quando o foguetório começa. A Lupa (uma fila enorme) se treme toda de desespero e medo dos fogos). E olhando o site da Criativa achei umas dicas bem bacanas para lidarmos com essa situação. É bem bacana!!

Criativa

Prevenir o medo
Se você tem um cão ou gato ainda filhote, com três ou quatro meses, não o conforte em situações de barulho. O ideal é brincar com bolinha ou distrair o pet durante o ruído. Mantenha uma atividade prazerosa com o cão, como brincadeiras, e gradualmente exponha-o a estímulos barulhentos.

Tratar o medo
Segundo os especialistas, é possível tratar o trauma do animal mesmo quando adulto, porém o processo é mais demorado que a prevenção e deverá ser feito com a ajuda de um profissional. “Usamos um CD com sons de fogos, com o som bem baixo e mantemos uma atividade prazerosa com o animal, pode ser uma brincadeira com a bolinha ou petiscos. Aumentamos o som gradualmente para ele ir se acostumando”, explica Svevo.

Sete medidas paliativas
1. Solte a coleira
Não deixe seu cachorro ou gato na coleira. Muitos animais, quando presos, morrem por enforcamento, no desespero de fugir dos fogos e rojões.

2. Deixe-o num local tranquilo
Se precisar isolar seu pet, deixe-o fechado em um local sem vidro e seguro. Com medo, muitos animais atravessam a vidraça e acabam se ferindo gravemente.

3. Acalme-o
Homeopatia, florais e acupuntura podem diminuir o medo e a ansiedade do seu animal. Mas esses tratamentos devem ser feitos ao longo do ano. Converse com seu veterinário, pois é ele quem dirá a dose certa e o medicamento correto.

4. Algodão no ouvido
Em casos extremos, alguns veterinários indicam colocar um chumaço de algodão nos ouvidos do animal, porém alguns pet podem estranhar também essa situação.

5. Cuidado com as fugas
Não deixei portas e janelas abertas, cães e gatos podem tentar fugir para a rua com receio dos fogos.

6. Televisão ou rádio ligado
Para trazer conforto ao animal, você pode colocá-lo em um local seguro, com a luz acesa e a televisão ou rádio ligado (não muito alto) para abafar o som dos rojões.

7. Sem vizinhança
Uma solução, principalmente para quem tem em casa um animal com fobia grave a barulhos, é afastar completamente o bicho, deixando-o em locais protegidos, como hotel longe da cidade e sem vizinhança.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Homenagem à José Saramago

O escritor português era um dos maiores nomes da literatura contemporânea e vencedor de um prêmio Nobel de Literatura no ano de 1998 e de um prêmio Camões - a mais importante condecoração da língua portuguesa.


Pensamentos:

"O que as vitórias têm de mau é que não são definitivas. O que as derrotas têm de bom é que também não são definitivas."

“É preciso variar, se não tivermos cuidado a vida torna-se rapidamente previsível, monótona, uma seca.”

“há coisas que nunca se poderão explicar por palavras.”

“Todos sabemos que cada dia que nasce é o primeiro para uns e será o último para outros e que, para a maioria, é só um dia mais.”


“Gostar é provavelmente a melhor maneira de ter, ter deve ser a pior maneira de gostar.”

Poesia campeã do XIII Festival da Poesia

apenados

Jota Ninos

a pena do juiz
que dança sobre a lisa superfície,
- pálida de medo -
é a mesma pena do condenado
cuja nódoa de sangue derramado
de um ser inanimado,
transmuta-se em toner de impressão,
transforma-se em artigos e jurisprudências.
a pena do juiz
que se esparrama sobre a plácida pista branca,
como que patinando no gelo da justiça,
é a mesma pena das mães em prantos
pelo filho que morreu
e pelo que vai viver
encarcerado...
a pena do juiz
não é feita de maiúsculas fontes
nem de hiatos e hipérboles
é a síntese da antítese de uma tese
não é poesia, nem prosa
não é feita de versos ou reversos
é apenas palavra após palavra
mas carrega a semântica
de um fim em si mesmo
a pena do juiz pode ser, ou não,
o reflexo de mentes abstratas,
semblantes cansados
de homens e mulheres do povo
no tribunal da consciência.
- a dona de casa lavou a roupa suja e pendurou
sua conformação no varal, como sempre fez;
- o bancário somou os prós e contra e assinou
em branco o cheque da razão;
- o estudante de biologia não se fascinou pelo
direito e ainda prefere estudar o trypanossoma
cruzis;
- a comerciária não vendeu a alma
e nem perdeu a calma ao rabiscar seu talonário;
- o gari não jogou sujeira pra baixo do tapete
e separou o joio da jóia;
- a assessora do político esqueceu o discurso
demagogo e se fez cidadania;
- a professora deu a aula que ainda não havia
dado e nem pensou no salário atrasado com
gosto de giz.
na plateia, submersos em sono,
olhos esbugalhados têm sede de justiça
cada qual tem uma justiça
esquadrinhada no rosto
cada qual tem sua justiça
que é a mais perfeita de todos
cada qual tem sua verdade
que nem sempre é a do juiz ou do condenado
cada qual tem uma palavra a dizer
ou uma lágrima a chorar
cada qual é parte de um turbilhão
que não cabe no plenário
a pena do juiz
não contempla todas as justiças possíveis
a justiça dos advogados, dos promotores,
dos infratores, dos inocentes, dos indecentes,
dos marginalizados, dos doentes, dos alienados
mas quem tem pena do juiz
que em seu ato solitário
há de converter seu relicário
em um ato feliz ou infeliz?
talvez ele mesmo não saiba
a dimensão de sua pena...
somos todos apenados
de uma forma ou de outra...
a pena do juiz não tem pena nem alento
não tem remorso, nem contentamento
a pena do juiz é fria, como a letra da lei
e se ajusta à flácida planície branca
trilhando levemente microporos
e sulcos invisíveis de uma folha em branco
onde nódoas de sangue
transformadas em toner de impressão
se formatam em verdade impune:
a lei é de todos para todos!
a lei é de poucos para nenhum!

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Os opostos realmente se atraem?

Revista Galeileu

Sim, mas o que chamamos de diferença vai além dos hábitos, da cor dos olhos e da classe social. Aparentemente são as diferenças genéticas que geram alguma forma de atração. Uma pesquisa realizada pela geneticista Maria da Graça Bicalho, do Laboratório de Imunogenética da Universidade Federal do Paraná, dá pistas de que a força dos genes pode ser maior do que pensamos na hora de escolher os parceiros. Existe algo chamado Complexo Principal de Histocompatibilidade (conhecido pela sigla MHC), uma região do nosso genoma na qual ficam vários genes que determinam a resposta imunológica do organismo.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Acabaram as filmagens do Harry Potter!!!!!!!!!!!!!

As filmagens do último longa-metragem da série “Harry Potter” acabaram, informou o ator Warwick Davis, em sua conta no Twitter.
No longa, ele faz dois papéis secundários: o do professor Flitwick e o do goblin Griphook.

“O fim de uma era. Hoje [dia 12] é oficialmente o último dia de rodar as cenas principais em ‘Harry Potter’ para sempre. Eu me sinto honrado por estar aqui na hora em que o diretor gritou 'corta' pela última vez. Adeus Harry & Hogwarts, foi mágico. E adeus Griphook”, escreveu Davis, que também fez parte do elenco de “O retorno de Jedi”, “Caravana da coragem” e “Willow, na terra da magia”.

O fim da saga de Harry Potter, que começou a ser filmado em 2001, está mexendo com os atores que participaram da aventura. No evento National Movie Awards, realizado no Reino Unido no dia 26 de maio, o elenco de "Harry Potter" relatou à BBC estar se sentindo triste com o fim da série de filmes baseados no bruxo mais famoso da literatura pop.

A atriz Emma Watson, a Hermione Gringer, disse que sente como "se alguém estivesse morrendo". "Pode soar exagerado, mas é como me sinto", afirmou.

Já o ator Daniel Radcliffe, que vive Potter desde que tinha 11 anos, disse estar "devastado". "Vai ser muito triste porque tem sido parte da minha vida."

"É o fim de um capítulo que pontua de forma marcante a minha adolescência", disse o ator, que se prepara para estrelar um musical da Broadway. "Estou aprendendo a dançar e cantar".

O filme "Harry Potter e as insígnias da morte" será lançado em duas partes. A primeira chega aos cinemas em novembro, e a segunda, em julho de 2011.

Liberado trailer de novo filme de Sofia Coppola

'Somewhere' tem previsão de estreia para 22 de dezembro nos EUA. Longa é estrelado por Stephen Dorff e Elle Fanning.


A produtora Focus liberou o trailer de "Somewhere", novo filme escrito e dirigido por Sofia Coppola. As informaçõe são do site "Slash Film".

Estrelado por Stephen Dorff e Elle Fanning, o longa conta a história de Johnny Marco (Dorff), um ator "bad boy" que vive no lendário hotel Chateau Marmonts, conhecido "point" frequentado por celebridades em Hollywood. Marco é obrigado a reavaliar sua vida de excessos quando recebe a inesperada visita de Cleo (Fanning, irmã mais nova da também atriz Dakota), sua filha de 11 anos.

Este é o quarto filme de Coppola, que também dirigiu "As virgens suicidas", "Encontros e desencontros" e "Maria Antonieta".

"Somewhere" tem previsão de estreia nos Estados Unidos para 22 de dezembro.