Carla Meneghini
Do G1 RJ
Quando recebeu a notícia de que “Lixo extraordinário” tinha sido indicado ao Oscar de melhor documentário, na terça-feira passada (25), o artista plástico Vik Muniz, que inspirou o filme, foi tomado pelo otimismo. “Acredito que vamos ganhar, porque entre os filmes indicados, é o filme mais forte, o mais premiado, nossas chances são muito grandes”, disse em entrevista ao G1 na ocasião.
Mas será que as chances de vitória da coprodução brasileira são mesmo tão grandes? Ao contrário do que acredita Vik Muniz, para colocar as mãos na estatueta, “Lixo extraordinário” vai enfrentar um time de documentários de primeira, com carreiras repletas de prêmios e elogios. São eles: “Exit through the gift shop”, “Gasland”, “Inside job” e “Restrepo”. Conheça melhor os concorrentes do Brasil abaixo.
'Exit through the gift shop’
Um dos concorrentes mais fortes é “Exit through the gift shop”, assinado pelo grafiteiro Banksy, importante nome da arte contemporânea. A indicação de Banksy para o Oscar sinalizou para a possível resolução de um dos maiores mistérios do cenário atual das artes visuais: a identidade do artista.
No filme, Banksy aparece escondido em sobras e tem a voz distorcida. O fato de nunca ter aparecido em público já levantou suspeitas de que Banksy, na verdade, é um coletivo de artistas centralizado em uma única figura. Com a indicação ao Oscar, a pergunta que fica no ar é: Banksy comparecerá à cerimônia e finalmente revelará seu rosto?
O documentário de Banksy, que retrata o trabalho de artistas de rua pelo mundo, foi eleito o melhor do ano por diversas associações de críticos da América do Norte, como de Chicago, San Diego e Toronto, além de ser indicado aos prêmios Bafta. Entretanto, sua indicação ao Oscar ainda gera polêmica, já que o longa mistura elementos de documentário com ficção.
‘Restrepo’
Outro candidato ao Oscar que sai na frente é “Restrepo”, que gira em torno de um grupo de soldados americanos em serviço no Afeganistão e venceu o Grande Prêmio do Júri da categoria no Festival de Sundance.
Produzido pela National Geographic, o filme ficou entre os documentários mais assistidos de 2010 e bateu recorde de público por cópia nos EUA, conseguindo acumular uma bilheteria de US$ 1,3 milhão mesmo com um lançamento inicialmente restrito a duas cópias. O feito coloca “Restrepo” entre os favoritos do Oscar, já que nos últimos anos a Academia premiou documentários de bom desempenho nas bilheterias, tais como “The cove”, “O equilibrista”, “Uma verdade inconveniente” e “A marcha dos pinguins”.
‘Gasland’
Já “Gasland”, dirigido por Josh Fox, destaca-se pela controvérsia. O documentário denuncia a ação de companhias de energia na exploração de áreas rurais dos EUA em busca de reservas de gás natural, assumindo altos riscos ambientais. O longa-metragem foi premiado pelo Júri Especial do Festival de Sundance.
O discurso sustentado em “Gasland” irritou tanto a indústria energética americana que a associação de produtores de gás Energy In Depth chegou a divulgar uma nota oficial sobre a indicação ao Oscar afirmando que “seria melhor se a Academia tivesse uma categoria dedicada à propaganda” e classificando o filme como “puro entretenimento”. A repercussão do documentário foi tão grande que acabou transformando o cineasta em um militante da causa, e ele já planeja uma continuação do longa.
‘Trabalho interno – A verdade sobre a crise’ (Inside job)
Narrado por Matt Damon, o filme faz um raio-X da crise econômica de 2008, articulando por meio de entrevistas e documentos como relações corruptas em vários setores da sociedade e níveis de poder levaram à ruína de muitas pessoas e à quebra de diversas empresas.
Dirigido por Charles Ferguson, o documentário tem o mérito de ser o primeiro a se debruçar sobre a crise de 2008 e deixa no público a sensação de que toda a tragédia financeira poderia ter sido evitada. Apesar de não ter conquistado nenhum grande prêmio, o filme ganha pontos com os membros da Academia ao falar de um tema que atingiu diretamente a indústria do cinema.













Em O Retorno do Jedi, sexto episódio da saga Star Wars, marmanjos de toda a parte do mundo babaram ao conferir as curvas de Princesa Leia em seu biquíni dourado (que, por sinal, é considerado uma das roupas de banho mais memoráveis do cinema). Você, caro fã de Star Wars, provavelmente já fantasiou sobre o que poderia rolar caso pudesse passar, digamos, mais tempo ao lado da princesa e seu biquíni. Pois acredite: isso não é tão difícil quanto dá para imaginar. A atriz americana Carrie Fisher, que deu vida à personagem, admitiu recentemente ao tablóide britânico
De acordo com Vinceti, que é presidente da comissão nacional de patrimônio cultural em seu país, o gênio renascentista, amante dos códigos, pintou uma série de letras pequenas nas duas pupilas de Mona Lisa.



Na última quarta-feira a MTV Brasil apresentou o Dossiê Universo Jovem MTV 5, cujo objeto de estudo foi o consumo de mídia dos jovens entre 12 e 30 anos das classes A, B e C. Devido ao seu hábito de usar vários tipos de mídias simultaneamente, o que os coloca em contato com telas de diferentes aparelhos tecnológicos (celular, computador, televisão, iPod…), o grupo recebeu o nome de “Screen Generation”. Para pontuar a relação que esses jovens têm com suas telas, eles foram divididos em 6 grupos:







Também é de se elogiar os efeitos especiais e as cenas de ação, principalmente a presente nos elétricos 15 minutos iniciais do filme. Para despistar os comensais, que estão atrás de Harry, vários de seus aliados tomam a poção mágica polissuco e se transformam em clones do bruxinho.
Boa dica para os publicitários: um 
“It’s better to help people than garden gnomes”