terça-feira, 22 de março de 2011

Ufologia: pra quem curti!!

O que são contatos imediatos?
É o encontro com o fenômeno ufológico, ou a relação entre humanos e extraterrestres. Os especialistas classificam os contatos em graus, conforme o quadro a seguir:

Contato Imediato de Zero Grau (CI-0)
É a observação do óvni a grande distância. Foi o que teria acontecido com a cantora Suzana Alves, a Tiazinha, que em 2001 divulgou o vídeo de um suposto disco voador (na verdade, era um dirigível da Goodyear com publicidade)

Contato Imediato de Primeiro Grau (CI-1)
A observação é realizada a curta distância, o que permite captar alguns detalhes do óvni, como janelas, pontos de luz, anexos, etc.

Contato Imediato do Segundo Grau (CI-2)
Ocorre quando o óvni pousa ou sobrevoa um determinado local, deixando indícios fortes de sua passagem (como vegetação queimada, marcas no solo, fragmentos, etc.), além de provocar perturbações em pessoas e animais

Contato Imediato de Terceiro Grau (CI-3)
É possível observar tripulantes do óvni (dentro ou fora dele), sem que haja, no entanto, qualquer tipo de comunicação com eles

Contato Imediato de Quarto Grau (CI-4)
Ocorre quando, além da observação de tripulantes do óvni, há algum tipo de comunicação – palavras, gestos, telepatia – com os seres, como se viu no filme E.T., de Steven Spielberg

Contato Imediato de Quinto Grau (CI-5)
É o contato mais íntimo entre humanos e extraterrestres. O observador chega a entrar no óvni, voluntariamente ou não. Se for à força, fica caracterizado um seqüestro, chamado na ufologia de abdução. A cantora Elba Ramalho afirma ter sido abduzida “várias vezes”

Fonte: Centro Brasileiro de pesquisas de discos voadores (CBPDV)

sábado, 19 de março de 2011

Famoso, urso polar Knut morre aos 4 anos de idade

Mamífero ganhou fama ao ser rejeitado pela mãe em 2006.
Animal foi encontrado boiando em tanque no cativeiro onde era mantido.
G1

O urso polar Knut, famoso mundialmente, morreu aos 4 anos de idade neste sábado (19), segundo disse o seu criador Heiner Kloes. Famoso por ter sido rejeitado pela mãe em 2006, o animal foi encontrado boiando em tanque no qual era mantido no cativeiro do zoológico de Berlim.
A morte do animal ainda não foi esclarecida. Knut foi o primeiro urso polar a ser mantido em cativeiro após 30 anos no zoológico da capital alemã. O mamífero chegou a ser capa da revista "Vanity Fair" em 2006, quando os criadores do local resolveram adotá-lo.
A fama de Knut foi desafiada por outro animal, o polvo Paul, famoso durante a Copa do Mundo de 2010 por adivinhar os resultados dos jogos. O invertebrado era mantido em um museu aquático e morreu em outubro de 2010.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Sonhos

Sonhos resolvem problema práticos, estimulam a criatividade e, sozinhos, já servem como uma terapia noturna.

Superinteressante
Alexandre Versignassi


Imagine dois pontinhos. Agora, que você está acordado, eles vão ser só dois pontinhos mesmo. Mas no sono profundo é diferente. Se uma parte do cérebro imagina isso, outra área fica inspirada e cria um par de olhos. Mais outra pega e coloca esses olhos numa face. Se o rosto sair feio, a área mais burra da mente se assusta. E solta um comando mandando você correr. Começa o enredo de um sonho. Louco, mas a realidade não é muito mais sã. Pense em alguma coisa estúpida. "Martelo", por exemplo. Não existe nenhum lugar na sua cabeça com a definição da palavra "martelo". Tudo o que há é um mosaico de referências: a dor no dedo depois de uma martelada infeliz, a imagem da caixa de ferramentas do seu avô... Elas só se juntam de vez em quando para formar uma ideia sólida, igual acontece com os tijolos mentais que constroem os sonhos. A realidade e o sonhar, na verdade, se completam. E a ciência está descobrindo que uma não existe sem a outra. Vire a página para saber o que os sonhos realmente são. Isso se você não estiver sonhando neste momento.

Você tem 3 vidas paralelas. Uma é esta aqui, de quando você está acordado. Outra é o sono. O sonho é a terceira: duas horas por noite em que o corpo está paralisado, mas algumas áreas do cérebro ficam mais aceleradas do que o normal. Só que de um jeito diferente: de dia, a parte do cérebro que mais trabalha é o gerentão da mente: o córtex pré-frontal, o setor de massa cinzenta logo atrás da sua testa responsável pelo pensamento racional. No sonho é o contrário: essa área apaga e o resto funciona a toda.

Para entender melhor, pense no cérebro como uma escola. De samba. São várias áreas (ou alas, no caso) fazendo tarefas diferentes. Na vida acordada, cada uma faz seu trabalho bonitinho, sob o comando do córtex pré-frontal. Mas à noite é anarquia pura. Livres do controle da gerência, áreas que nunca interagem de dia começam a trocar informações feito loucas. Tipo: passistas da ala das memórias antigas se embrenham na do córtex visual (a parte que processa imagens). Nisso as memórias incitam a produção de um cenário do passado. E você pode sonhar com um lugar bonito para onde foi aos 6 anos de idade. Depois gente de outra ala, a das emoções profundas, aparece por lá. Aí o amor da sua vida pipoca naquela paisagem. E a festa na sua cabeça vai entrando pela noite. Cada vez mais doida.

Chega uma hora que ninguém é de ninguém. Tudo fica misturado. Aí você pode sonhar que seu escritório fica num barco, e que esse barco navega numa avenida. Quer sair voando? Beleza. Nem o pensamento racional nem a gravidade estão lá para impedir. A memória de curto prazo, que depende diretamente do córtex pré-frontal, está desligada também. Então os rostos mudam o tempo todo, você não consegue ler direito... Até por isso seu avatar do sonho é sempre disléxico.

Parece só uma farra mental. Mas não: os sonhos têm um propósito. E justamente o mais inesperado: eles tecem a realidade.

Como? Para começar, eles resolvem seus problemas. Foi o que concluiu um dos neurocientistas mais respeitados do mundo, Robert Stickgold, de Harvard. A base para isso foi uma experiência simples, feita neste ano. A equipe de Stickgold colocou 100 voluntários para andar num labirinto virtual, um daqueles 3D, de jogos tipo Counter Strike. O grupo foi posto para treinar as manhas do labirinto, aprender a navegar nele, por algum tempo. Depois deram um intervalo de 5 horas e chamaram o pessoal de volta para uma prova: ver quem conseguia achar a saída do labirinto mais rápido. Mas tinha um detalhe: os pesquisadores colocaram metade dos voluntários para tirar um cochilo de duas horas. O resto ficou acordado. Na volta, o time dos dormidos se deu ligeiramente melhor que o dos despertos - demoravam alguns segundos a menos para encontrar a saída.

Até aí, nada de mais. Mas veio uma surpresa. Entre os que foram dormir, alguns sonharam com o jogo. Esses tinham virado Ayrtons Sennas do labirinto: melhoraram seu tempo 10 vezes mais que os outros. Os cientistas ficaram eufóricos. Mais ainda depois de ler os relatos dos sonhadores. "O jogo me fez sonhar com uma caverna que visitei - e no sonho ela era tipo... tipo um labirinto", disse um. "Só ouvi a musiquinha do jogo no sonho", falou outro. Mas como isso pôde melhorar o desempenho deles?

Para Stickgold, essas imagens mentais eram apenas uma sombra do que o cérebro dos voluntários fazia de verdade. E o que ele fazia era processar o labirinto no meio da balbúrdia dos sonhos. No caso do rapaz que sonhou com a caverna, por exemplo, estava claro que o jogo se fundia às memórias antigas dele. Era como se a experiência nova, a de aprender a se virar no labirinto, estivesse entrando no meio da escola de samba desgovernada.

Stickgold imagina que, quando o cérebro digere alguma experiência dessa forma, ele faz algo especial: extrai o que há de mais importante nessa experiência. Aí ela fica mais compreensível. E você aprende algo novo sem se dar conta.

A conclusão é ambiciosa. Para o neurocientista, isso acontece com tudo o que o cérebro capta. Nada deixa de passar pela festa dos sonhos. É nela que peças do presente se encaixam com as do passado, formando a imagem mental que temos do mundo. Nessa imagem está tudo o que você sabe, do significado da palavra "martelo" até seus amores e traumas.

Não há uma prova definitiva de que é assim mesmo que tudo funciona. Mas as experiências de laboratório indicam que sim. E as da vida real também. É comum, por exemplo, acordar com uma ideia nova. Prontinha. Já aconteceu com você? Com Paul McCartney aconteceu. Numa manhã de 1965, ele acordou com uma música na cabeça, foi para o piano e tirou a melodia. Ficou estarrecido. "Não acreditava que ela pudesse ser minha", disse. Era, sim. E acabou gravada com o nome de Yesterday. Coincidência uma obra onírica ter virado o maior sucesso comercial da maior banda da história? Talvez não. Satisfaction, a mais célebre dos Stones, também apareceu num sonho - de Keith Richards.

Mas ninguém teve sonhos tão célebres quanto outro sujeito: Freud, que escreveu sobre o assunto usando em grande parte os próprios sonhos como base. Apesar dos avanços da neurociência, suas ideias sobre o mundo onírico continuam respeitadas. Faz sentido? Sim. E não.

A teoria de Freud: os sonhos são a manifestação de desejos reprimidos. Ponto. Vários sonhos, de fato, parecem ser isso mesmo. Se você está com sede, provavelmente vai sonhar que está bebendo água.

Mas o problema nela é óbvio. A maior parte dos sonhos não tem nada a ver com desejo. Uns são tão banais que não podem entrar nessa classificação. Outros são pesadelos. Alguém deseja morrer afogado por uma daquelas ondas gigantes de sonho? Ele sabia que não. Mas batia o pé: os desejos estariam quase sempre disfarçados. Sigmund explica: "Um dia falei para uma paciente, a mais inteligente das minhas sonhadoras, que os sonhos são a realização de desejos. No dia seguinte ela me contou ter sonhado que estava indo viajar com a madrasta", escreveu em seu A Interpretação dos Sonhos, de 1899. "Mas eu sabia que, antes, ela tinha protestado contra o fato de que teria de passar o verão na mesma vizinhança que a madrasta. De acordo com o sonho, então, eu estava errado. Mas era o desejo dela que eu estivesse errado, e esse desejo o sonho mostrou realizado." Acredite. Se quiser.

Por essas boa parte dos pesquisadores de hoje prefere tratar Freud mais como literatura do que como ciência. A gente sonha com água quando está com sede? Usando as analogias deste texto, a explicação seria: o pessoal do sistema límbico foi até a ala do córtex visual e disse que seu corpo estava com sede. O córtex pegou e criou uma imagem que tem a ver com sede. Sem drama. O sonho da paciente inteligente? Bom, às vezes uma viagem de trem com a madrasta é só uma viagem de trem com a madrasta...

Mas alguns cientistas defendem que as pesquisas modernas confirmaram muito do que Freud pensava. Allen Braun, um neurologista célebre, faz uma defesa sólida: "O fato de as regiões do cérebro responsáveis pela memória emocional e de longo prazo ficarem supercarregadas enquanto as do pensamento racional repousam pode ser visto em termos freudianos como o ‘ego’ saindo do comando e dando liberdade ao inconsciente", diz. Mas ele também acha a teoria de Freud defasada.

A interpretação moderna dos sonhos é mais complexa. Quem estuda a mente hoje olha com atenção para os detalhes do sonho de cada pessoa, sem correr atrás de interpretações genéricas. Usar símbolos universais, do tipo "sonhar com água significa x ou y", então, nem pensar. Isso seria subestimar o maior talento do cérebro sonhador : a capacidade de criar metáforas surpreendentes.

Ann Faraday, uma psicóloga americana especializada em sonhos, tem um bom exemplo dessa habilidade poética. Ela estava para ser entrevistada no programa de rádio de um certo Long John Nebel. Aí, na noite anterior, sonhou que um sujeito de ceroulas a ameaçava com uma metralhadora. Símbolo fálico, desejo sexual enrustido... Tem tudo aí. Mas não. A interpretação dela foi bem mais direta. Long John é "ceroula" em inglês, e o apresentador era conhecido por ser particularmente ferino. O sujeito de roupas íntimas, então, era uma metáfora que o cérebro dela arranjou para o nome do sujeito; e a metralhadora, uma para o medo que ela sentia de ser agredida na entrevista. Só isso.

E tudo isso. "Podemos aprender sobre as emoções que nos guiam na vida real se prestarmos atenção nos sonhos", diz o psiquiatra J. Allan Hobson, de Harvard. O exercício aí é tentar decifrar as metáforas dos sonhos, encontrar quais elementos da sua vida estão por trás delas - uma tarefa profunda e pessoal em que nenhum dos dicionários de sonhos já feitos desde a invenção da escrita vai poder ajudar.

E nem sempre será fácil. A psicóloga americana Rosalind Cartwright, por exemplo, concluiu algo paradoxal com base em anos de estudos: que os rejeitados num relacionamento que mais sonham com o ex são os que se recuperam mais rápido do baque da separação. Isso casa bem com as pesquisas de Stickgold: talvez seja o cérebro maquinando formas de lidar com o rompimento, dando um jeito de aliviar a dor. Mas não dá para ter certeza, só especular. Ainda há certas coisas entre a vida real e os sonhos que estão além da ciência. Para começar, não dá nem para saber se você vai acordar daqui a pouco e descobrir que tudo isso foi um sonho. Mas ok. No fundo, dá na mesma.

A incepção
Os invasores de sonhos do filme A Origem deixaram muitas pulgas atrás de muitas orelhas. Espante algumas.

Dá pra pôr ideias na mente alheia?
Sugestões bem dadas antes de dormir podem influenciar o sonho dos outros. Mas nada garante que forçar alguém a sonhar com um carro vai convencê-lo a comprar um, por exemplo.

Dá pra sonhar em um sonho?
É o "falso espertar": você acha que acordou, mas ainda está dormindo.

Dá pra morrer sonhando?
Dá, mas não pelo sonho, mas porque se morre dormindo.

Nossos traumas voltam nos sonhos?
Em fases difíceis, os sonhos recuperam nossas referências máximas de estresse. Para Leonardo DiCaprio em A Origem, era a esposa falecida; já veteranos sonham com a guerra.

Existem sonhos coletivos?
Fora os do tipo Martin Luther King, só ficção científica mesmo.

Sonho dura mais que o sono?
Apesar de o roteiro de A Origem discordar, o tempo do sonho é o mesmo do relógio.

O que é a fase de sono REM?
São as partes do sono em que o cérebro fica mais ativo do que de dia. É nelas que ocorre a maioria dos sonhos. REM é a sigla em inglês para um efeito colateral dessas fases: "movimento rápido dos olhos".

Só lembramos o fim dos sonhos?
Durante os sonhos, a serotonina, neuromodulador que controla a memória, não está presente. A tendência é lembrar só os sonhos do fim do sono, quando ela volta a ser produzida pelo nosso cérebro.

Quantos sonhos temos à noite?
Basicamente, é o número de fases REM: 4 ou 5 vezes por dormida. Eles começam curtos (3 a 4 minutos) e vão ficando maiores conforme a noite avança, chegando a quase uma hora no início da manhã.

Por que nem todos se lembram dos sonhos?
Não é magia, é psicologia: lembra dos sonhos quem decidiu que eles valem a pena ser lembrados. Com motivação, quem esquece seus sonhos vai se lembrar deles - ao menos dos que surgirem no fim do sono.

Terremoto do Japão deixou os dias mais curtos

Superinteressante
Thiago Perin

Nem se anime: isso não significa que a sexta-feira vai chegar mais cedo. Quer dizer, até vai, mas você não vai notar a diferença. O pessoal da Nasa contou que, após o terremoto de magnitude 8,9 que atingiu o Japão na última sexta, 11, os dias estão um pouquinho mais curtos. Um pouquinho mesmo: 1,6 microssegundos. Eles explicam que os tremores causam leves deslocamentos da massa da Terra em direção ao centro do planeta, o que altera a velocidade da sua rotação. Mas calcule aí que cada microssegundo equivale a um milionésimo de segundo e você percebe que, na prática, não muda nada. Mesmo assim, o tempo estar passando mais rápido não é das piores notícias para começar uma segunda-feira, né?

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Confira as chances de cada atriz indicada ao Oscar 2011

Natalie Portman e Annette Bening despontam como favoritas na disputa. Nicole Kidman é a única entre as indicadas que já foi premiada na cerimônia.

Natalie Portman ("Cisne negro") e Annette Bening ("Minhas mães e meu pai") são as principais favoritas ao Oscar de melhor atriz, uma categoria na qual concorrem também Jennifer Lawrence ("Inverno da alma"), Michelle Williams ("Namorados para sempre") e Nicole Kidman ("Reencontrando a felicidade"). Confira como foi a trajetória de premiações para filmes e quais as chances das estrelas na cerimônia de domingo (27), no Teatro Kodak, em Los Angeles.


Natalie Portman - entre a beleza e a loucura

Se há uma favorita para o Oscar 2011 é Natalie Portman. Trata-se de sua segunda indicação - a anterior foi em 2004 por "Closer - perto demais" - e até agora já levou o Globo de Ouro, o Bafta, o prêmio do Sindicato de Atores dos Estados Unidos e os prêmios das associações de críticos de Boston, Chicago, Dallas-Fort Worth, Flórida, Kansas City e Las Vegas, entre outros, por sua interpretação em "Cisne negro". Portman dá vida a Nina, primeira dançarina de uma companhia de balé de Nova York que se encontra em uma competição com uma bailarina, interpretada pela americana de origem ucraniana Mila Kunis. O filme é um "thriller" psicológico ambientado no mundo da dança e inspirado em "O lago dos cisnes", de Tchaikovsky, cuja protagonista empreende uma viagem à loucura devido à busca da perfeição em seu trabalho. A atriz será um dos rostos mais vistos nas telonas neste ano, já que estreará a comédia "Your highness" e "Thor".


Annette Bening - a aposta pela experiência

Ela é a mais experiente entre as indicadas. Aos 52 anos, recebeu sua quarta nomeação para o Oscar de melhor atriz, após as obtidas por "Adorável Julia" (2004), "Beleza americana" (1999) e "Os imorais" (1990), embora nunca tenha levado a estatueta dourada. Agora pode conseguí-la por seu trabalho na produção independente "Minhas mães e meu pai", dirigida por Lisa Cholodenko, cuja obra põe em dúvida o conceito tradicional de família e sugere que o casamento vai além de uma questão de gênero. Bening dá vida a uma lésbica em relação com a personagem de Julianne Moore, com quem tem dois filhos adolescentes. No entanto, a estabilidade familiar se transforna com a aparição de Paul (Mark Ruffalo), o pai biológico das crianças. A atriz já ganhou o Globo de Ouro de melhor atriz de comédia ou musical, e dedicou o prêmio a seu marido, Warren Beatty.


Nicole Kidman - a única 'oscarizada'

Nicole Kidman é a única das indicadas deste ano que já ganhou um Oscar, por "As horas" (2002), no qual interpretou a escritora Virginia Woolf agora retoma essa veia dramática em "Reencontrando a felicidade", um filme sobre a dificuldade de um casamento para enfrentar o luto pela morte de um filho em um acidente de trânsito. O filme de John Cameron Mitchell recria a transformação de uma relação matrimonial marcada pelo luto e aborda os limites que a dor impõe ao diálogo, neste caso, com o marido do personagem da atriz, interpretado por Aaron Eckhart. Após alguns anos envolvida em projetos sem muita sorte ("Invasores", 2007; "Austrália", 2008), ela parece agora retomar o caminho correto e triunfa nas bilheterias americanas com a comédia "Esposa de mentirinha", enquanto termina a filmagem de "Trespass", thriller de Joel Schumacher com Nicolas Cage no elenco.


Michelle Williams: Oscar antes de Marilyn Monroe

Esta é a segunda indicação recebida por Williams desde "O segredo de Brokeback Mountain" (2005), em cuja gravação conheceu Heath Ledger, com quem teve sua filha, Matilda. Desde então, a atriz superou uma grande depressão devido à morte do ator, que a manteve quase um ano longe dos sets. Em dezembro, falou pela primeira vez sobre seu sofrimento: "entendo as circunstâncias, mas o fato em si para mim não tem compreensão. Não a encontro. Não posso encontrá-la". Agora com "Namorados para sempre", drama de Derek Cianfrance no qual compartilha cenas, mais do que íntimas, com Ryan Gosling, a atriz volta em grande estilo ao Oscar com uma interpretação muito elogiada pela crítica americano. "Namorados para sempre" é uma história de amor sobre as reviravoltas de um passado com consequências na realidade vivida por um jovem casal, Dean e Cindy, que tenta extrair as melhores lembranças de sua relação para evitar o declínio de seu casamento.

Williams, que em 2010 estreou também "Ilha do medo", de Martin Scorsese, concluiu recentemente a rodagem de "My week with Marilyn", onde encarna a diva Marilyn Monroe.


Jennifer Lawrence: a nova musa indie

Com apenas 20 anos, Jennifer Lawrence recebeu sua primeira indicação ao Oscar de melhor atriz por sua atuação em "Inverno da Alma", mas poucos se atrevem a lhe dar alguma chance de faturar a estatueta. O filme, baseado em um romance de Daniel Woodrell, é a história de uma adolescente que terá que encontrar seu pai, fugitivo da Justiça, para evitar a perda da casa onde ela vive com seus dois irmãos pequenos. O rosto da jovem, pouco conhecido do grande público apesar de sua aparição em "Vidas que se cruzam" (2008) e as séries de televisão "Monk" e "Cold Case", se tornará mais famoso durante 2011.

A atriz participará de dois dos filmes mais aguardados em Hollywood: primeiro em "Um novo despertar", e depois em "X-Men: first class", no qual encarnará Mystique. Além disso, estará nas telonas em "Like crazy", o grande vencedor do último festival de Sundance.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Raro babuíno ruivo nasce em Israel

Galileu

Um babuíno ruivo, espécie rara de primata, nasceu em 26 de janeiro no Safari Ramat Gan, em Israel. As primeiras fotos do animal foram divulgadas nesta semana.
Assim como nos humanos, o gene para cabelos ruivos entre os babuínos é recessivo e faz 30 anos que o último primata ruivo nasceu em Israel, no Zoo de Tel Aviv.
O filhote ruivo é uma fêmea e sua mãe, Scud, tem 20 anos e nasceu durante a Guerra do Golfo. Segundo o site ZooBorns, Scud não é muito popular no grupo de babuínos do Safari Ramat Gan, mas o novo bebê reforça sua posição perante os outros animais. Agora, o macho dominante do grupo fica muito mais tempo com a fêmea, curioso sobre o filhote.

Porque as mulheres são atraídas por homens 'difíceis'?

Galileu

Sabe quando o homem dá aquela esnobada na mulher e mesmo assim ela fica ainda com mais vontade de ficar com ele? Isso tem uma explicação, segundo um estudo feito em conjunto na Universidade da Virgínia e em Harvard, nos Estados Unidos.
De acordo com o estudo, ser correspondido imediatamente na paquera pode causar menos atração do que não ter certeza se a paquera vai ou não dar certo. Segundo os autores da pesquisa, “quando as pessoas estão certas de que algo positivo ocorreu, eles começam a se adaptar a ela”. Essa adaptação torna tudo menos emocionante. Em contrapartida, “quando as pessoas estão inseguras sobre alguma coisa importante, elas dificilmente conseguem pensar em outra coisa”.
Os psicólogos Erin Whitchurch, Timothy Wilson e Daniel Gilber, responsáveis pela pesquisa, quiseram analisar como essa “teoria da incerteza” funciona na atração entre as pessoas. Eles recrutaram 47 alunas da Universidade da Virgínia e contaram que elas participariam de um experimento para saber se o Facebook é útil como um site de encontros amorosos. Os pesquisadores também disseram que vários alunos do sexo masculino da Universidade de Michigan tinham visto seus perfis – o que era uma mentira. Os alunos do sexo masculino eram fictícios.
As alunas foram divididas em três grupos e cada aluna iria ver o perfil de quatro rapazes fictícios. Para o primeiro grupo, os pesquisadores falaram que os 4 rapazes analisados gostaram do perfil das estudantes. No segundo grupo, as alunas foram informadas que os quatro homens deram avaliações medianas e não se sentiram atraídos pelas mulheres. No terceiro grupo, o grupo da incerteza, os psicólogos falaram que os quatro homens poderiam ser aqueles que mais gostaram das mulheres ou aqueles que não se sentiram atraídos por elas.
Todas as participantes deveriam avaliar os homens de acordo com o quanto se sentiam atraídas por eles. Os resultados mostraram que as mulheres do grupo 2 tiveram menos desejo pelos homens do que as mulheres do grupo 1, que viram o perfil dos homens que supostamente estavam atraídos por elas. Mas as mulheres do grupo 3, que não sabiam se os homens estavam ou não atraídos por elas, relataram uma atração muito maior pelos homens do que as mulheres do grupo 1. Segundo os autores, “as mulheres ficaram mais atraídas pelos homens quando havia apenas 50% de chances de eles terem gostado delas”. A pesquisa foi publicada na revista científica Psychological Science.
Resumindo, de acordo com a pesquisa, homens “difíceis” e que não entregam logo de cara que estão atraídos na paquera podem ser aqueles que mais despertam a atração feminina.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Mau-humor e pessimismo podem ter causa genética

Thiago Perin
Superinteressante
Olha só: tem pessoas que já nascem propensas a achar a vida uma droga. Se você é uma delas, então, fique feliz (um pouquinho, pelo menos). Não é sua culpa e a sorte não está contra você: esse desgosto todo pode ser genético. Quer dizer, ok, nesse caso a sorte está sim um pouco contra você. Mas enfim.
De acordo com um estudo da Universidade de Michigan (EUA), a quantidade de uma substância que faz a comunicação entre os neurônios (Neuropeptídeo Y, NPY, é o nome dela, danadinha) afeta a forma como vemos o mundo. Segundo os cientistas, os níveis em que ela é encontrada no sistema nervoso estão diretamente relacionados a passarmos pela vida com uma visão “copo meio cheio” ou “copo meio vazio” em relação a tudo: os que têm menos NPY são muito mais pessimistas e têm dificuldades em lidar com situações estressantes. E também são – aí sem surpresa nenhuma – mais propensos a sofrer de depressão.
Isso foi apontado depois de uma série de testes em que a atividade cerebral de voluntários era medida enquanto eles liam palavras neutras (como “material”), negativas (“assassino”) ou positivas (“esperança”). Os pesquisadores sugerem que a questão é genética, mas falta explicar o que, exatamente, define os níveis da substância.
E fica a pergunta, então: ei, cientistas, tem algum jeito de colocar mais desse NPY no cérebro dos mau-humorados e deixá-los mais alegrinhos? Assim fica todo mundo – os ranzinzas e quem tem que aguentá-los – feliz e contente. Ficamos no aguardo.

Isis Valverde será a Maria Lúcia do filme 'Faroeste caboclo'

Música da Legião Urbana é base do roteiro de longa de René Sampaio. Personagem João de Santo Cristo será vivido por Fabrício Boliveira.
G1


Os atores Fabrício Boliveira e Isis Valverde serão os protagonistas do filme "Faroeste caboclo", inspirado na canção homônima da banda Legião Urbana. A produção começará a ser filmada em março e terá direção de René Sampaio.
Segundo Bianca De Felippes, da produtora Gávea Filmes, a preparação dos atores começará na próxima semana e as primeiras cenas serão filmadas em Brasília. Boliveira (de "400 contra 1") será João de Santo Cristo - o rapaz que na música de Renato Russo deixa "o marasmo da fazenda" na Bahia para virar traficante em Brasília. Isis, que faz sua estreia no cinema, será Maria Lúcia, a "mocinha" da história.
Outro nome confirmado no elenco é Felipe Abib (de "180º" ), que interpretará o maior inimigo de João de Santo Cristo, Jeremias.
A música virou roteiro de cinema a partir da adaptação de Paulo Lins, autor do livro "Cidade de Deus". A produção deve estrear ainda em 2011.
A canção "Faroeste caboclo" foi composta em 1979, na fase da carreira de Renato Russo conhecida como "trovador solitário", mas acabou fazendo sucesso ao ser incluída no disco "Que país é este", lançado pelo Legião Urbana de 1987.




Renato Russo, o filme
Além do filme inspirado em um dos personagens de suas canções, o próprio Renato Russo também será tema de um longa-metragem. Dirigido Antonio Carlos da Fontoura, "Somos tão jovens" abordará a adolescência do roqueiro.
O filme abordará o período no qual o compositor criou hits como “Geração Coca-Cola”e “Que país é este?”.
No roteiro, ainda em tratamento, o diretor pretende documentar a cena roqueira de Brasília nos anos 80, falando não apenas sobre a Legião Urbana e o Aborto Elétrico, as bandas de Russo.
Com filmagens marcadas para abril e maio deste ano, a produção terá como protagonista o ator Thiago Mendonça, que interpretou o sertanejo Luciano em “Dois filhos de Francisco”(2004).
A trilha sonora de “Somos tão jovens” será assinada por Carlos Trilha. Profundo conhecedor da obra de Russo, o produtor foi parceiro do cantor em dois de seus trabalhos-solo, “The stonewall celebration concert” (1994) e “Equilíbrio distante” (1995).
Na lista das “participações afetivas” estão ainda os filhos do guitarrista Dado Villa-Lobos e do baterista Marcelo Bonfá, que interpretarão os pais na adolescência, quando conheceram o líder da Legião Urbana.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Divulgada primeira foto de Meryl Streep como Margaret Thatcher

Nesta foto divulgada pelo site oficial do filme 'The Iron Lady', a atriz Meryl Streep aparece pela primeira vez caracterizada como a ex-primeira ministra inglesa Margaret Thatcher. A cinebiografia também contará com o ator Jim Broadbent (de 'Gangues de Nova York') no papel de Denis Thatcher, marido de Maragaret. As filmagens começaram no dia 31 de janeiro.

É verdade que os Beatles acabaram por causa da Yoko Ono?

José Augusto Lemos
Mundo Estranho


A melhor resposta talvez seja a de George Harrison, em depoimento ao documentário Anthology, de 1996: "Seria injusto colocar em Yoko Ono toda a culpa por nossa separação, porque àquela altura já estávamos todos cheios. Mas talvez ela tenha sido a catalisadora". Ou seja: já havia bastante tensão e conflito entre os quatro Beatles quando Yoko entrou publicamente em cena, durante as gravações de The Beatles - mais conhecido como "The White Album" ("Álbum Branco") - em 1968. A presença constante de Yoko ao lado de John Lennon e o fato de ele valorizar muito mais a opinião dela, como artista de vanguarda, que a de seus parceiros musicais, teria apenas acelerado o processo de dissolução, que, mesmo assim, ainda se estenderia por dois anos. Independentemente da presença de Yoko, os Beatles haviam chegado àquela fase terminal, pela qual passam quase todas as bandas de rock, em que os talentos individuais começam a se sentir limitados e surgem as famosas "diferenças criativas".
Quando entraram em estúdio para gravar o "Álbum Branco", Lennon e Paul McCartney não mais compunham juntos e Harrison pressionava para incluir mais composições suas além da cota tradicional de duas por álbum. Resultado: os três passaram a gravar suas participações em separado, ou acompanhados apenas por Ringo Starr. Logo surgiram mais dois motivos de brigas sérias: Paul queria colocar seu sogro, Lee Eastman (um dos donos da Kodak), como empresário da banda e também queria que voltassem a se apresentar ao vivo. Mesmo assim, não resta dúvida de que Yoko e o modo como John deixava claro que era ela, e não mais a banda, o que havia de mais importante na sua vida, criaram uma divisão irreparável entre ele e os outros três Beatles.

Por que picada de pernilongo coça?

Yuri Vasconcelos
Mundo Estranho


A coceira é fruto de uma reação alérgica e de defesa do nosso organismo contra a picada do danado do inseto. Quando um pernilongo nos pica, um pouco de sua saliva, contendo anestésicos, anticoagulantes e outras substâncias, é injetada em nossa pele. Imediatamente, nosso sistema imunológico entra em ação e células “sentinelas” chamadas mastócitos liberam histamina e outros agentes de defesa para combater a invasão. A histamina eleva a circulação de sangue no local, o que deixa a pele vermelha e inchada, mas também aumenta a presença de células protetoras no local. Só que um efeito desagradável da histamina é a coceira. O pior é que, ao coçar a feridinha, a pessoa pode infeccionar o local com bactérias presentes nas unhas. “Quando a reação alérgica é muito intensa, a pessoa deve tomar um anti-histamínico para o corpo parar de liberar histamina”, diz a dermatologista paulista Márcia Purceli. Algumas pessoas têm mais suscetibilidade à picada de pernilongo do que outras. “O grau de coceira vai depender do sistema imune de cada um. Tem gente que nem sente coceira”, diz o bioquímico Almério de Castro Gomes, da Faculdade de Saúde Pública da USP.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Quais atores já morreram durante filmagens?

Artur Louback Lopes
Mundo Estranho


Vários, mas a morte mais trágica foi, sem dúvida, a do ator Vic Morrow, em pleno set de filmagem, em uma cena de fazer inveja aos grandes filmes de terror. O filme era No Limite da Realidade (1983), uma homenagem de Steven Spielberg (o produtor) à série de suspense Além da Imaginação, que fez muito sucesso na televisão entre 1959 e 1964. Morrow interpretava um militar que, em uma cena de guerra, resgatava duas crianças e as levava para um helicóptero. Tudo ia muito bem até que o helicóptero ficou fora de controle e decapitou o ator e uma das crianças. A outra escapou das hélices, mas foi esmagada pelo helicóptero. As filmagens foram suspensas, o diretor John Landis e Spielberg foram processados, houve mudança nas leis trabalhistas para atores mirins, mas o filme foi lançado - sem a fatídica cena e sem as duas crianças, claro.

Chama o dublê!
Conheça cinco atores que não viram seus filmes chegar ao cinema

John Candy
Filme - Dois contra o oeste
Ano - 1994
Candy fez o filme por obrigações contratuais e, embora tivesse parado de fumar e estivesse se esforçando para perder peso, teve um ataque cardíaco fulminante. A saída foi reescrever o roteiro tentando evitar ao máximo suas aparições e, quando não havia saída, usava-se um ator parecido com o comediante gorducho.

Bela Lugosi
Filme - Plano 9 do Espaço Sideral
Ano - 1959
Essa morte não ocorreu durante as filmagens, mas vale a nota. Lugosi morreu três anos antes do filme, mas o diretor Ed Wood resolveu pegar cenas que já tinha dele e completar sua participação com um dublê. O problema é que o dublê era maior e mais jovem que o ator - bem ao estilo dos filmes de baixo orçamento.

Brandon Lee
Filme - O corvo
Ano - 1994
Essa morte rolou no set. Em uma história mal contada, alguém deixou uma bala de verdade em uma arma usada em cena. Só faltavam três dias de filmagens e um dublê de corpo e imagens já filmadas foram suficientes para completar o filme. Um detalhe sinistro é que o ator River Phoenix, que morreu durante as filmagens de Dark Blood, disputou o papel com Lee.

Jean Harlow
Filme - Saratoga
Ano - 1937
Não faltava muito para terminar as filmagens, mas, de uma hora para outra, a musa loira foi acometida por uma infecção renal e morreu. A saída foi arrumar uma dublê e privilegiar enquadramentos mais abertos. Ironicamente, esse é tido como um dos melhores filmes de Jean Harlow.

Oliver Reed
Filme - Gladiador
Ano - 2000
O intérprete de Próximo gostava de encher o caneco e bateu as botas após um pileque em um pub na ilha de Malta, onde o filme foi rodado. Como faltavam apenas três cenas, o diretor Ridley Scott apostou na tecnologia, recriando digitalmente o rosto do ator e o colocando no corpo de um dublê.

Por que tem tanto "Silva" no Brasil?

Marina Motomura
Mundo Estranho


Porque o sobrenome "Silva", além de ser muito usado em Portugal, também foi dado a milhares de escravos trazidos para o Brasil durante o período colonial. Essa é a explicação mais provável, segundo o genealogista Carlos Eduardo Barata, autor do Dicionário das Famílias Brasileiras. Além disso, muitos portugueses que vinham para o Brasil em busca de vida nova adotavam o "Silva" para se beneficiar do anonimato que o sobrenome comum oferecia. A origem dos "Silvas" é controversa, mas tudo indica que o sobrenome surgiu no Império Romano para denominar os habitantes de regiões de matas ou florestas - silva, em latim, é "selva". Muitos desses habitantes se refugiaram do império justamente na península Ibérica (hoje Portugal e Espanha). O primeiro "Silva" a fixar raízes no Brasil foi o alfaiate Pedro da Silva, em 1612. Daí em diante, o sobrenome começou a se espalhar pelo país e não parou mais. Hoje, é impossível saber quantos "Silvas" existem no Brasil já que nenhum órgão oficial tem uma estatística nacional sobre o tema. Porém, tudo leva a crer que "Silva" é, sim, o sobrenome mais comum. Em um levantamento feito especialmente para a ME pela empresa Telefônica, deu "Silva" na cabeça. Entre os 4,6 milhões de assinantes de telefone da empresa na cidade de São Paulo, 295 622 são "Silva". Ainda entre os top 5 estão os "Santos", os "Oliveiras", os "Souzas" e os "Limas".

Quem trai mais: o homem ou a mulher?

Marina Motomura
Mundo Estranho


Pelo menos entre os brasileiros, os reis da traição são os homens. Aliás, se pular cerca fosse esporte, certamente estaria entre os mais praticados do país. Isso é o que indica uma pesquisa feita em 2003 pela Universidade de São Paulo (USP), que ouviu as confissões sobre infidelidade de quase 4 mil pessoas casadas em 17 cidades. De acordo com o estudo, metade dos homens já deu suas escapadinhas pelo menos uma vez durante o matrimônio. Entre as mulheres, o índice médio de infidelidade é bem menor, em torno de 22%. Para entender tamanha diferença, é preciso considerar fatores biológicos e tradições típicas do nosso país. "Primeiro, devemos ter em mente que o homem tem um hormônio sexual muito potente, o andrógeno. Isso pode gerar maior agressividade sexual em relação à mulher, influenciada por um hormônio mais suave, o estrógeno. Em segundo lugar, a cultura brasileira dá ao homem liberdade para fazer sexo e diversificar suas conquistas", afirma a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora da pesquisa da Universidae de São Paulo. Um aspecto importante é que os dois sexos traem por razões bem diferentes. Enquanto a rapaziada geralmente só quer descarregar o tesão e obter satisfação física, as mulheres costumam entrar de cabeça na relação, se envolvendo muito mais. "Quase sempre, elas querem romper um dos relacionamentos e se dedicar àquele que mais satisfaz a sua necessidade afetiva", diz Carmita.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Por que os padres não podem se casar?

Artur Louback Lopes
Mundo Estranho


A princípio, padres não se casavam por opção, para dedicar 100% do tempo e das energias à oração e à pregação - da mesma forma que Jesus Cristo. Em 1139, ao final do Concílio de Latrão, contudo, o matrimônio foi proibido oficialmente a membros da Igreja. Embora a decisão tenha se apoiado em passagens bíblicas - como "É bom para o homem abster-se da mulher" (presente na primeira carta aos Coríntios) -, uma das razões mais fortes para a transformação do celibato (como é conhecida a proibição do casamento) em regra foi o que, já naquela época, ditava as regras da humanidade. Fé? Nada disso. Grana! Na Idade Média (do século 5 ao 15), a Igreja Católica alcançou o auge do seu poder, acumulando muitas riquezas, principalmente em terras. Para não correr o risco de perder bens para os herdeiros dos membros do clero, o melhor mesmo era impedir que esses herdeiros existissem. Isso não fez muita diferença para os monges, que, por opção, já viviam isolados em mosteiros, mas em algumas paróquias a proibição gerou discórdia. A maior delas ocorreu no começo do século 16 e foi uma das razões pelas quais o cristianismo passou pelo seu maior racha: Martinho Lutero rompeu com o papa e criou a Igreja Luterana, que permitia o casamento dos seus pastores - e permite até hoje (veja o quadro abaixo). Depois da Reforma Protestante, a Igreja Católica reafirmou o celibato, definindo no Concílio de Trento, em 1563, que quem o rompesse seria expulso do clero. A regra se manteve até 1965, quando o papa Paulo VI permitiu que padres se casassem e continuassem freqüentando a Igreja (sem a função de padres, claro). Para conseguir essa liberação, o padre noivo precisa enviar um pedido ao Vaticano e esperar a autorização, que pode demorar até dez anos. "João Paulo II tornou o processo mais demorado, mas Bento XVI está limpando a mesa", diz o teólogo Afonso Soares, professor da PUC-SP. Além de promover a tal limpeza, o novo papa surpreendeu, em agosto do ano passado, ao aceitar que o ex-pastor anglicano David Gliwitzki, casado e pai de duas filhas, e tornasse padre.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Morar junto, sem casar, causa depressão

Thiago Perin
Superinteressante

Vocês querem ser modernos e práticos, deixam todo aquele papo de altar, convites com frufru e bolo de vários andares pra lá, juntam as trouxinhas e vão morar juntos. Pronto: na prática, estão casados. Mas, também na prática, têm chances bem maiores de acabarem de cara feia e sem vontade de sair da cama (pelos motivos errados) do que os casais de papel passado. “Casais que apenas moram juntos reportam níveis mais altos de depressão do que os que são casados”, alertam pesquisadores da Bowling Green State University, em Ohio (EUA). O motivo? Aquele sentimento de falta de estabilidade no relacionamento, que atinge os “juntados” 25% mais do que os casados pela lei. “E isso é especialmente verdade entre os casais que estão juntos há muito tempo”, diz o estudo. E aí, quer repensar essa modernidade toda?

Google coloca 17 museus na internet usando tecnologia do Street View

Kleyson Barbosa
Superinteressante


O Google lançou ontem, 1/02, o Google Art Project, um site que permite que o internauta visite 17 museus de todo o mundo. Usando a tecnologia do Street View, a empresa capturou imagens que recriam as obras e o ambiente dos espaços.
A iniciativa resulta de uma parceria entre a Google e 17 museus localizados em 11 cidades de nove países, como a National Gallery de Londres, o Museum of Modern Art, de Nova York e o Museo Reina Sofia, de Madrid.
Além das mais de mil obras disponíveis para visualização, o projeto disponibiliza também 17 obras em super resolução. Os visitantes do site podem ver detalhes das pinturas muitas vezes até difíceis de serem observados a olho nu. O site também permite que cada cibernauta crie a sua coleção de arte virtual pessoal e compartilhe com outras pessoas.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Brasil enfrenta filmes premiados na disputa pelo Oscar de documentário

Competição traz ‘Restrepo’, ‘Inside job’, ‘Exit through...’ e ‘Gasland’.

Carla Meneghini
Do G1 RJ
Quando recebeu a notícia de que “Lixo extraordinário” tinha sido indicado ao Oscar de melhor documentário, na terça-feira passada (25), o artista plástico Vik Muniz, que inspirou o filme, foi tomado pelo otimismo. “Acredito que vamos ganhar, porque entre os filmes indicados, é o filme mais forte, o mais premiado, nossas chances são muito grandes”, disse em entrevista ao G1 na ocasião.
Mas será que as chances de vitória da coprodução brasileira são mesmo tão grandes? Ao contrário do que acredita Vik Muniz, para colocar as mãos na estatueta, “Lixo extraordinário” vai enfrentar um time de documentários de primeira, com carreiras repletas de prêmios e elogios. São eles: “Exit through the gift shop”, “Gasland”, “Inside job” e “Restrepo”. Conheça melhor os concorrentes do Brasil abaixo.

'Exit through the gift shop’
Um dos concorrentes mais fortes é “Exit through the gift shop”, assinado pelo grafiteiro Banksy, importante nome da arte contemporânea. A indicação de Banksy para o Oscar sinalizou para a possível resolução de um dos maiores mistérios do cenário atual das artes visuais: a identidade do artista.
No filme, Banksy aparece escondido em sobras e tem a voz distorcida. O fato de nunca ter aparecido em público já levantou suspeitas de que Banksy, na verdade, é um coletivo de artistas centralizado em uma única figura. Com a indicação ao Oscar, a pergunta que fica no ar é: Banksy comparecerá à cerimônia e finalmente revelará seu rosto?
O documentário de Banksy, que retrata o trabalho de artistas de rua pelo mundo, foi eleito o melhor do ano por diversas associações de críticos da América do Norte, como de Chicago, San Diego e Toronto, além de ser indicado aos prêmios Bafta. Entretanto, sua indicação ao Oscar ainda gera polêmica, já que o longa mistura elementos de documentário com ficção.

‘Restrepo’
Outro candidato ao Oscar que sai na frente é “Restrepo”, que gira em torno de um grupo de soldados americanos em serviço no Afeganistão e venceu o Grande Prêmio do Júri da categoria no Festival de Sundance.
Produzido pela National Geographic, o filme ficou entre os documentários mais assistidos de 2010 e bateu recorde de público por cópia nos EUA, conseguindo acumular uma bilheteria de US$ 1,3 milhão mesmo com um lançamento inicialmente restrito a duas cópias. O feito coloca “Restrepo” entre os favoritos do Oscar, já que nos últimos anos a Academia premiou documentários de bom desempenho nas bilheterias, tais como “The cove”, “O equilibrista”, “Uma verdade inconveniente” e “A marcha dos pinguins”.

‘Gasland’
Já “Gasland”, dirigido por Josh Fox, destaca-se pela controvérsia. O documentário denuncia a ação de companhias de energia na exploração de áreas rurais dos EUA em busca de reservas de gás natural, assumindo altos riscos ambientais. O longa-metragem foi premiado pelo Júri Especial do Festival de Sundance.
O discurso sustentado em “Gasland” irritou tanto a indústria energética americana que a associação de produtores de gás Energy In Depth chegou a divulgar uma nota oficial sobre a indicação ao Oscar afirmando que “seria melhor se a Academia tivesse uma categoria dedicada à propaganda” e classificando o filme como “puro entretenimento”. A repercussão do documentário foi tão grande que acabou transformando o cineasta em um militante da causa, e ele já planeja uma continuação do longa.

‘Trabalho interno – A verdade sobre a crise’ (Inside job)
Narrado por Matt Damon, o filme faz um raio-X da crise econômica de 2008, articulando por meio de entrevistas e documentos como relações corruptas em vários setores da sociedade e níveis de poder levaram à ruína de muitas pessoas e à quebra de diversas empresas.
Dirigido por Charles Ferguson, o documentário tem o mérito de ser o primeiro a se debruçar sobre a crise de 2008 e deixa no público a sensação de que toda a tragédia financeira poderia ter sido evitada. Apesar de não ter conquistado nenhum grande prêmio, o filme ganha pontos com os membros da Academia ao falar de um tema que atingiu diretamente a indústria do cinema.

59 deputados federais que tomam posse são processados por crimes

G1
Levantamento do G1 leva em conta ações penais em 61 tribunais.
Acusações mais recorrentes estão relacionadas à administração pública.

Ao menos 59 dos 513 deputados federais que tomam posse nesta terça-feira (1º) chegam à Câmara na condição de réus em ações penais, ou seja, respondem a processos nos quais são acusados de crimes, de acordo com levantamento realizado pelo G1 em 61 tribunais, entre eles o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF).
É a segunda vez que o G1 faz um levantamento desse tipo. Em 2007, a pesquisa levantou 74 deputados processados ou investigados por crime (como os critérios usados na época foram diferentes, os números não são comparáveis; saiba as diferenças). O levantamento atual também faz parte de uma série que o G1 vem publicando desde sábado (29), com informações que traçam um perfil da nova Câmara dos Deputados (saiba mais).
Juntos, os 59 deputados do levantamento deste ano respondem a pelo menos 92 processos – em alguns casos, o deputado é acusado pelo Ministério Público por mais de um crime. A maioria das acusações se refere à administração pública, como crime contra a Lei de Licitações, peculato (quando o funcionário público se apropria de bens ou valores públicos) e corrupção. Há ainda casos de crime contra o sistema financeiro, crimes eleitorais e até crimes contra a pessoa, como homicídio e lesão corporal.
O desembargador Fernando Tourinho Neto, que atua no Tribunal Regional Federal da 1ª Região e é vice-presidente da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), afirma que é preciso cautela para não condenar antecipadamente um cidadão que responde a processo judicial.
“Uma pessoa ser denunciada não quer dizer que praticou o fato. Isso vai para instrução, para ser apurado. Pode ser condenada, mas pode ser inocentada. A Constituição prevê a presunção de inocência, até que haja uma condenação transitada em julgado. A Constituição é para todos, o direito protege a todos nós”, afirma o magistrado.

Por que o brasileiro lê pouco?

por Raphael Soeiro
Superinteressante

Além de a leitura não vir de casa, a escola mais atrapalha que ajuda.

Fiquemos com a resposta da maior autoridade no mundo, a Unesco. Para o setor da ONU que cuida de educação e cultura, só há leitura onde: 1) ler é uma tradição nacional, 2) o hábito de ler vem de casa e 3) são formados novos leitores. O problema é antigo: muitos brasileiros foram do analfabetismo à TV sem passar na biblioteca. Para piorar, especialistas culpam a escola pela falta de leitores.

"Os professores costumam indicar livros clássicos do século 19, maravilhosos, mas que não são adequados a um jovem de 15 anos", diz Zoara Failla, do Instituto Pró-Livro. "Apresentado só a obras que considera chatas, ele não busca mais o livro depois que sai do colégio." Muitos educadores defendem que o Brasil poderia adotar o esquema anglo-saxão, em que os clássicos são um pouco mais próximos, dos anos 50 e 60, e há menos livros, que são analisados a fundo. Mas aí teria de mudar o vestibular, é isso já é outra história.

Fonte Instituto Pró-Livro, ANL, Centro Regional para el Fomento del Libro en América Latina, el Caribe, España y Portugal (Cerlalc).

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Como descobrir se ele é bom de cama.. pela altura!!

Pode parecer estranho, mas de acordo com a terapeuta de casais Catherine Cardinal, os homens baixos são mais criativos no sexo! Eles tendem a ser atenciosos e bons de cama porque precisam se esforçar mais para conseguir e manter uma namorada, diz a especialista.
Por outro lado, os mais altos tendem a ser mais populares, já que são fisicamente mais atraentes – o que facilita a aceitação nos grupos e os tornam mais preguiçosos ao conquistar uma mulher.
É óbvio que isto não é uma regra, mas… que tal olhar com mais atenção para os baixinhos charmosos? Eles podem lhe surpreender!
Superinteressante ed. 288
fevereiro/2011

Amizade - Por que é impossível ser feliz sozinho
A chave da felicidade está nos amigos que você tem.

- sumário da edição 288
- folheie a Superinteressante

O que faz um mestre cervejeiro?

Um brinde: é ele quem cria e, depois, trata de manter a qualidade da cerveja

Raphael Soeiro
Superinteressante


Quando uma cervejaria decide lançar um novo sabor, passa ao mestre algumas indicações e cabe a ele combinar lúpulo, malte, água e as leveduras. Chegando à receita final, o trabalho continua: ele é responsável por garantir que a cerveja sempre saia da fábrica com o mesmo gosto, cor, aroma etc. Uma fábrica pode ter dezenas de mestres alocados a várias partes da produção. Para se tornar um, a opção no Brasil é um curso do Senai de Vassouras-RJ, mas a melhor opção é um curso profissionalizante de dois anos na Alemanha.

CIENCIA MALUCA

Superinteressante
Nomes que começam com letras do fim do alfabeto deixam as pessoas mais consumistas!
Sabe aquele pessoal que passa dias em filas para comprar algo, porque precisa ter aquilo de qualquer jeito, e precisa ter antes dos outros? E aquele pessoal consumista que compra, compra, compra e depois se arrepende? Tem uma nova explicação para isso. E é bizarra, bem como a gente gosta. Um estudo lá dos EUA, feito pelos pesquisadores Kurt A. Carlson (Universidade de Georgetown) e Jacqueline M. Conard (Universidade de Belmont), diz que a culpa é dos nossos nomes, da ordem alfabética e dos nossos professores.
Parece ridículo demais para levar a sério? Vamos considerar os fatos. Os caras observaram os padrões de consumo de voluntários em várias situações. E constataram que as pessoas cujos sobrenomes começavam com letras do finalzinho do alfabeto tendiam a comprar coisas com muito mais rapidez do que as cujos sobrenomes começavam com letras do começo do alfabeto. E que o efeito ficava mais e mais forte conforme a letra inicial se aproximava do Z.
Curiosamente, entre as mulheres casadas era o nome de solteira que importava, sugerindo que a causa desse fenômeno vem lá do comecinho da vida. Surgiu a hipótese: o uso constante da ordem alfabética na escola durante a infância deixa as “crianças do final do alfabeto” com uma ideia de que, se elas quiserem ser as primeiras em alguma coisa, vão ter que “ir lá e fazer acontecer” elas mesmas. Isso explicaria a tendência ao consumo impulsivo, de acordo com os pesquisadores: “em um esforço para compensar essa desigualdade, as ‘crianças do fim do alfabeto’ vão se mover rapidamente quando o sobrenome não for um fator; elas vão ‘comprar antes’. Da mesma forma, aquelas com sobrenomes do começo do alfabeto estarão tão acostumadas a serem as primeiras que as oportunidades individuais para comprar algo não vão importar tanto; elas vão ‘comprar depois’“, diz o estudo (que vai ser publicado na próxima edição do Journal of Consumer Research; dá para ver um pouquinho mais a respeito aqui).
Aí vale dizer uma coisa: a pesquisa levou em consideração os sobrenomes, porque lá nos EUA é por eles que a maioria das listagens se guia. Tradição cultural. Aqui no Brasil, o mais comum é que a gente seja listado pelo primeiro nome. Até aí, isso não anularia o fenômeno – o efeito, caso verdadeiro, seria o mesmo. Mas será? Contra pra gente se isso se aplica para você.

Dica de filme

Johnny Depp atua como um turista americano cujos flertes brincalhões com uma estrangeira leva a uma rede de intriga, romance e perigo em “O Turista”. Durante uma viagem improvisada à Europa para curar um coração partido, Frank (Depp) inesperadamente desenvolve uma relação amorosa com Elise (Angelina Jolie), uma mulher extraordinária que deliberadamente cruza o seu caminho. Tendo o excitante cenário de Paris e Veneza como pano de fundo, o intenso romance se desenvolve rapidamente na medida em que ambos involuntariamente se envolvem num jogo mortal como gato e rato.
Duração (minutos): 103
Gênero: Ação,Drama,Suspense

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Atriz muda visual para viver 'A garota com tatuagem de dragão'

Em adaptação de David Fincher, Rooney Mara vive hacker toda tatuada. Filme é baseado em livro da série 'Millenium', de Stieg Larsson.
G1
A edição de fevereiro da revista de variedades "W" traz na capa a primeira imagem oficial da versão cinematográfica da personagem Lisbeth Salander, protagonista do livro "A garota com tatuagem de dragão", parte da série de best-sellers "Millenium", do sueco Stieg Larsson.
Descrita no livro como uma hacker de computadores andrógina, cheia de piercings e com uma tatuagem marcante nas costas, a heroína da história será interpretada na adaptação de David Fincher ("A rede social") para o cinema pela atriz Rooney Mara.
Quem a viu em episódios da série "Plantão Médico" ou mesmo no recente remake de "A hora do pesadelo" jamais diria que a garota recatada da esquerda é a mesma da foto ao lado."A garota com tatuagem de dragão" tem previsão de estrear em dezembro de 2011.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Dica de Leitura

Esses dias, olhando meus livros, encontrei essa maravilha da Lígia Fagundes Telles, uma das melhores escritoras brasileiras. Sou apaixonada por seus contos, sem desmerecer seus romances, como AS HORAS NUAS.

Uma atriz decadente e um gato são os personagens centrais deste romance. Gatos e atrizes têm particularidade em comum de viver várias vidas, representar muitos papéis. Sua relação é transparente. Rahul é um gato que sonha com o Homem, como o Homem sonha com Deus. Abandonada, só e infeliz, Rosa Ambrósio rumina a memória da dor, levanta a poeira das lembranças. Onde está o tempo está o drama: ao mobilizar suas paixões presentes e passadas, Rosa está destinada a romper o labirinto que a aprisiona e renascer.
Em AS HORAS NUAS estão presentes as grandes qualidades desta autora.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Ex-vocalista do Nightwish fala sobre carreira solo e possível vinda ao Brasil

Cinco anos após a conturbada saída da banda de metal melódico Nightwish, com direito a acusações na imprensa de ambos os lados, a cantora Tarja Turunen está mais feliz do que nunca.
Sua música "Until My Last Breath" está bombando em vários países, tendo, inclusive, atingido o posto mais alto no Top 10 da MTV brasileira.
Vivendo entre Helsinque, na Finlândia, onde o Nightwish surgiu, e Buenos Aires, na Argentina, onde mora seu marido, Tarja conversou com o Folhateen sobre o novo disco, a relação com os antigos companheiros e uma provável vinda ao Brasil.
Muito simpática, Tarja revelou que "Until My Last Breath", do disco "What Lies Beneath" (2010), foi inspirada pela morte de Michael Jackson.
"O dia seguinte à morte dele foi uma loucura", lembra. "As pessoas falaram coisas horríveis sobre Michael Jackson, e ele era o rei do pop."
Segundo ela, a música é muito enérgica e foi escrita como uma canção antiga. "É um lembrete de que devemos acreditar nos nossos sentimentos".
Cantora lírica com treinamento profissional, Tarja, em sua carreira solo, está realizando um antigo desejo: escrever.
"Cantar suas próprias canções é muito diferente do ponto de vista emocional", diz. "Estou mais feliz e curtindo mais. E isso faz com que eu cante melhor também."
Levando uma "vida normal", em que "cozinha, malha e corre", Tarja sente saudades da época do Nightwish, pelo o que a banda representou em sua vida, mas não da correria louca das turnês e nem da confusão que foi sua saída.
Em 2005, em carta aberta aos fãs, os antigos companheiros afirmaram ser impossível continuar trabalhando com Tarja. Segundo eles, o comportamento da cantora era de diva e isso era culpa do marido dela, o argentino Marcelo Cabuli.
"Acabou tudo entre a gente", lamenta Tarja. "É uma ponte quebrada e queimada. A música vai sempre viver, mas não sinto falta da banda."
Em turnê até 2012 com o novo disco, Tarja quer passar pelo Brasil ainda em 2011. Mas qual o público dela hoje?
"Fãs novos e antigos acompanham meu trabalho, é uma coisa linda", diz. "Mas são os jovens que me seguram. Eles têm uma energia tão positiva, têm liberdade para se expressar, são cheios de emoções. E música é isso: emoção."

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Bichos com medo de fogos pedem atenção especial

Folha de São Paulo
Os tradicionais fogos de artifício desta época do ano não costumam ser bem recebidos por alguns animais de estimação -- parte deles tem pânico da barulheira.
A vira-lata Billie, 3, do securitário Marcus Schmidtt, é um desses bichos que merecem atenção especial.
"Eu a coloco dentro de casa. Algumas vezes, se esconde embaixo das minhas pernas", conta Schmidtt. Já seu basset, Figo, nem liga.
Segundo a ONG PEA (Projeto Esperança Animal), é preciso tomar cuidado.
Em pânico, o bicho assustado pode fugir e se perder ou ser atropelado, ou mesmo se ferir ao tentar passar por portões, grades de ferro ou portas de vidro.
A ONG Fala Bicho aconselha dar uma alimentação leve aos bichos antes da virada, para evitar problemas na digestão, fechar portas e janelas e organizar um "esconderijo" para o medroso dentro de casa.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

A rainha do castelo de ar

Último volume da trilogia Millennium, A rainha do castelo de ar reúne os melhores ingredientes da série: um enredo de tirar o fôlego, personagens que ficam gravados na imaginação do leitor e surpresas que se acumulam a cada página.

Com mais de 15 milhões de exemplares vendidos no mundo, a trilogia Millennium é a mais bem-sucedida série policial dos últimos anos, e já conta com uma versão cinematográfica, prevista para estrear no Brasil ainda este ano. Quer seja tratando da violência contra as mulheres, quer seja enfocando os crimes cometidos por magnatas ou pelo Estado, a saga cumpre sua principal missão: a de envolver o leitor numa história impressionante, cheia de mistérios.Neste terceiro e último volume da série, grande parte dos segredos é desvendada, e Lisbeth Salander agora conta com excelentes aliados. O principal é Mikael Blomkvist, jornalista investigativo que já desbaratou esquemas fraudulentos e solucionou crimes escabrosos. No mesmo front estão ainda Annika Giannini, irmã de Mikael, advogada especializada em defender mulheres vítimas de violência, e o inspetor Jan Bublanski, que segue sua própria linha investigativa, na contramão da promotoria.A rainha do castelo de ar enfoca de modo original as mazelas da sociedade atual — da ciranda financeira ao tráfico de mulheres —, conquistando um lugar único na literatura policial contemporânea.

A menina que brincava com fogo

O segundo volume da trilogia Millennium tem como fio condutor a personalidade complexa e os segredos ocultos de Lisbeth Salander, a jovem e destemida hacker que agora é acusada de três assassinatos brutais.

“Não há inocentes. Apenas diferentes graus de responsabilidade”, raciocina Lisbeth Salander, protagonista de A menina que brincava com fogo, de Stieg Larsson. O autor — um jornalista sueco especializado em desmascarar organizações de extrema direita em seu país — morreu sem presenciar o sucesso de sua premiada saga policial, que já vendeu mais de 10 milhões de exemplares no mundo.Nada é o que parece ser nas histórias de Larsson. A própria Lisbeth parece uma garota frágil, mas é uma mulher determinada, ardilosa, perita tanto nas artimanhas da ciberpirataria quanto nas táticas do pugilismo, e sabe atacar com precisão quando se vê acuada. Mikael Blomkvist pode parecer apenas um jornalista em busca de um furo, mas no fundo é um investigador obstinado em desenterrar os crimes obscuros da sociedade sueca, sejam os cometidos por repórteres sensacionalistas, sejam os praticados por magistrados corruptos ou ainda aqueles perpetrados por lobos em pele de cordeiro. Um destes, o tutor de Lisbeth, foi morto a tiros. Na mesma noite, contudo, dois cordeiros também foram assassinados: um jornalista e uma criminologista que estavam prestes a denunciar uma rede de tráfico de mulheres. A arma usada nos crimes — um Colt 45 Magnum — não só foi a mesma como nela foram encontradas as impressões digitais de Lisbeth. Procurada por triplo homicídio, a moça desaparece. Mikael sabe que ela está apenas esperando o momento certo para provar que não é culpada e fazer justiça a seu modo. Mas ele também sabe que precisa encontrá-la o mais rápido possível, pois mesmo uma jovem tão talentosa pode deparar-se com inimigos muito mais formidáveis — e que, se a polícia ou os bandidos a acharem primeiro, o resultado pode ser funesto, para ambos os lados.A menina que brincava com fogo segue as regras clássicas dos melhores thrillers, aplicando-as a elementos contemporâneos, como as novas tecnologias e os ícones da cultura pop. O resultado é um romance ao mesmo tempo movimentado e sangrento, intrigante e impossível de ser deixado de lado.

Os homens que não amavam as mulheres

Primeiro volume de trilogia cult de mistério que se tornou fenômeno mundial de vendas, Os homens que não amavam as mulheres traz uma dupla irresistível de protagonistas-detetives: o jornalista Mikael Blomkvist e a genial e perturbada hacker Lisbeth Salander. Juntos eles desvelam uma trama verdadeiramente escabrosa envolvendo a elite sueca.

Os homens que não amavam as mulheres é um enigma a portas fechadas — passa-se na circunvizinhança de uma ilha. Em 1966, Harriet Vanger, jovem herdeira de um império industrial, some sem deixar vestígios. No dia de seu desaparecimento, fechara-se o acesso à ilha onde ela e diversos membros de sua extensa família se encontravam. Desde então, a cada ano, Henrik Vanger, o velho patriarca do clã, recebe uma flor emoldurada — o mesmo presente que Harriet lhe dava, até desaparecer. Ou ser morta. Pois Henrik está convencido de que ela foi assassinada.Quase quarenta anos depois o industrial contrata o jornalista Mikael Blomkvist para conduzir uma investigação particular. Mikael, que acabara de ser condenado por difamação contra o financista Wennerström, preocupa-se com a crise de credibilidade que atinge sua revista, a Millennium. Henrik lhe oferece proteção para a Millennium e provas contra Wennerström, se o jornalista consentir em investigar o assassinato de Harriet. Mas as inquirições de Mikael não são bem-vindas pela família Vanger. Muitos querem vê-lo pelas costas. Ou mesmo morto. Com o auxílio de Lisbeth Salander, que conta com uma mente infatigável para a busca de dados — de preferência, os mais sórdidos —, ele logo percebe que a trilha de segredos e perversidades do clã industrial recua até muito antes do desaparecimento ou morte de Harriet. E segue até muito depois… até um momento presente, desconfortavelmente presente.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Por que no Brasil a gente come "pão francês"?

Da imitação do que se fazia na França surgiu a tradição brasileira

por Raquel Lima

Não querendo estragar a viagem de ninguém, mas quem entrar em uma padaria de Paris e pedir "un pain français, s’il vous plaît" ("um pão francês, por favor") vai encontrar dificuldades. Mesmo após muita gesticulação, deve sair apenas com um pedaço de baguete. Acontece que o pãozinho também conhecido como "pão de sal" e "cacetinho", e que a maior parte do Brasil chama de "francês", não existe na França. Os encontros e desencontros de tradução começaram no início do século 19. Naquela época, o pão popular da França era curto, cilíndrico, com miolo duro e a casca dourada - um precursor da baguete, que só consolidou a forma comprida no século 20. Enquanto isso, no Brasil, o pão comum era um com miolo e casca escuros, uma versão tropical do pão italiano. Acontece que, quando a elite do Brasil recém-independente viajava para Paris, voltava descrevendo o pãozinho para seus padeiros, que faziam o possível para reproduzir a receita pela descrição. Dessa gastronomia oral saiu o "pão francês brasileiro", que difere de sua fonte de inspiração europeia, sobretudo por poder levar até açúcar e gordura na massa. Assim como o arroz à grega e o café carioca, a homenagem é alheia ao homenageado.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Emma Watson estampa primeira capa de revista com movimento.

Folha de São Paulo

A atriz Emma Watson, da saga "Harry Potter", estrela a primeira capa de revista com movimento. A "magia" foi produzida pela revista "Marie Claire" exclusivamente para iPads em sua edição norte-americana de dezembro.
Na capa, revelada hoje pelo jornal britânico "Daily Mail", Watson mantém a mesma pose, mas faz movimentos discretos com o corpo.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Festas de fim de ano e muiiita "putaria" no Congresso!! Como trabalham esses nossos parlamentares!!

G1

Senado aprova salário de R$ 26,7 mil para parlamentares e presidente. Por ser decreto legislativo, projeto não precisa de sanção presidencial. Atualmente, parlamentares recebem R$ 16,5 mil e presidente, R$ 11,4 mil.


O plenário do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (15) a elevação para R$ 26,7 mil do salário dos parlamentares, do presidente da República, do vice e dos ministros de estado a partir de 1º de fevereiro de 2011. O valor corresponde à remuneração dos ministros do Supremo Tribunal Federal, teto do funcionalismo público federal.

Por se tratar de decreto legislativo, a proposta não precisa passar pela Presidência da República e entra em vigor assim que for publicada.A tramitação ocorreu rapidamente. Pela manhã, a Mesa Diretora da Câmara encaminhou a proposta ao plenário sem que o tema fosse tratado em reunião do colegiado.

No plenário da Câmara, a proposta ganhou regime de urgência com 279 votos a favor, 35 contra e 5 abstenções. A aprovação do mérito foi simbólica na Câmara, e o projeto ficou pronto para ir ao Senado.
Cerca de duas horas após a Câmara votar a matéria, o projeto já estava na pauta do Senado. Apenas os senadores Marina Silva (PV-AC), Álvaro Dias (PSDB-PR) e José Nery (PSOL-PA) se manifestaram contra a proposta, que foi aprovada de maneira simbólica.

Com a mudança, os deputados e senadores terão um reajuste de 61,8%, uma vez que recebem atualmente R$ 16,5 mil. No caso do presidente da República e do vice, o reajuste será de 133,9%. Atualmente, o presidente recebe R$ 11,4 mil. O aumento dos ministros será maior ainda - eles ganham atualmente R$ 10,7 mil.
Embora o valor seja o mesmo, os salários reajustados não serão equiparados com os ministros do STF porque para isso é necessário uma emenda constitucional. Dessa forma, não haverá vinculação. Por isso, os salários do Legislativo e do Executivo não subirão necessariamente junto com os do Judiciário.
Uma proposta em tramitação no Congresso eleva os salários dos ministros do STF para R$ 30,6 mil, mas ainda não há perspectiva de votação.

Os parlamentares, o presidente, o vice e os ministros estão sem reajuste desde 2007. A inflação no período, porém, foi inferior a 20%.Um dos articuladores da votação do projeto, o primeiro vice-presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), escolhido nessa terça-feira (14) por seu partido para ser candidato ao comando da Casa.

Ele afirmou que no início da próxima legislatura será protocolada uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) equiparando totalmente os salários dos três poderes.

De acordo com Maia, essa mesma PEC vai propor o fim do efeito cascata, desvinculando os salários de legislativos estaduais e municipais, por exemplo.

William Bonner diz que já passou pelo teste do bafômetro três vezes

Folha de São Paulo

William Bonner contou no Twitter que já foi parado pela polícia três vezes para soprar o bafômetro e que passou no teste em todas as vezes.
O apresentador falou sobre a Lei Seca no microblog na noite desta quarta-feira depois de contar que, naquele momento, estava sendo levado para casa no banco do passageiro por ter ingerido bebida alcoólica.
"Voltando pra casa depois da festa de fim de ano do jornalismo da Globo. Fátima ao volante. O tio bebeu caipirinha", escreveu Bonner.
Após receber algumas críticas de seguidores, ele voltou ao Twitter para explicar que não estava "derrubado", mas que não brinca com a Lei Seca.

Rússia vai gastar 2 bilhões de dólares para limpar o espaço

Superinteressante
Um projeto ambicioso de limpeza espacial está em andamento na Rússia. Eles vão enviar uma cápsula orbital para mandar cerca de 600 de satélites desativados e outras tranqueiras que a humanidade tem enviado para fora do planeta Terra de volta pra cá.
A cápsula vai, basicamente, ficar rodando ao redor da Terra por dez anos empurrando pra “baixo”(para fora da órbita da Terra em direção à ela) as latas velhas desativadas de mais de 50 anos de corrida espacial. O “Lixeiro Espacial” (ainda não divulgaram seu um nome oficial) é movido à energia nuclear e vai usar uma série de ondas rádio-termais que geram uma rede elétrica (é… físicos russos, por favor, expliquem melhor isso aí) que irá repelir o lixo espacial de volta para o planeta magneticamente.
Limpar a área próxima à Terra é muito importante, pois muitas órbitas estão ficando inacessíveis (ou pelo menos perigosas) para estações espaciais e satélites ativos. Em 2009, uma “chuva” de dejetos de metal causou a colisão entre um satélite ativo estadunidense e um satélite “morto” da Rússia.
Espera-se que esses satélites velhos queimem completamente durante a queda ou – na pior das hipóteses – que caiam no mar. Mas talvez seja melhor começar a olhar para o céu na hora de atravessar a rua a partir de 2023, quando a cápsula deve começar a funcionar.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Seja doador você também

Olá, blogueiro (a), Salvar vidas por meio da palavra. Isso é possível. Participe da Campanha Nacional de Doação de Órgãos. Divulgue a importância do ato de doar. Para ser doador de órgãos, basta conversar com sua família e deixar clara a sua vontade. Não é preciso deixar nada por escrito, em nenhum documento. Acesse www.doevida.com.br e saiba mais. Para obter material de divulgação, entre em contato com comunicacao@saude.gov.br Atenciosamente, Ministério da Saúde Siga-nos no Twitter: www.twitter.com/minsaude

Por Ministério em Transplante de célula tronco pode ter curado pacie... às 15:57

Transplante de célula tronco pode ter curado paciente com HIV

Superinteressante

No mês mundial de combate à AIDS, pesquisadores comemoram um avanço: relatório publicado na última semana aponta que o transplante de célula tronco pode ter curado um paciente com HIV.
O nome do agora HIV negativo é Timothy Ray Brown, também conhecido como “paciente de Berlim”. Ele recebeu o transplante em 2007 como parte de um tratamento para a leucemia. O relatório publicado pelos seus médicos no dia 8 de dezembro na revista Blood afirma que os resultados de testes extensivos “sugerem fortemente que a cura da infecção pelo HIV foi alcançada”.
O caso de Brown foi noticiado pela primeira vez em 2008, quando os primeiros testes pós-cirurgia apontaram negativo pra HIV. Desde esse período, o caso do “paciente de Berlim” vem sendo acompanhado. E os testes continuaram dando negativo. O que os médicos divulgaram agora é que o paciente chegou ao quarto ano pós transplante de medula aparentemente livre do HIV. Ou seja: a chance de que ele esteja mesmo curado é muito maior, depois de tanto tempo e de tantos testes.O resultado não significa a prova de uma cura para o vírus, que já dizimou mais de 25 milhões de pessoas e hoje se hospeda no organismo de outros 35 milhões. Mas a notícia abre caminho para a construção de uma cura definitiva para o HIV através de células-tronco geneticamente modificadas. O passo seguinte é testar o método (transplante de medula com célula tronco) em voluntários. E ver se dá certo com mais gente.

Ex-embaixador dos EUA afirma que Pará parece o 'Velho Oeste'

John Danilovich, ex-embaixador dos EUA no Brasil (2004-2005), afirmou em telegramas diplomáticos que o Pará se parece "com a imagem popular do Velho Oeste": "isolado, pouco povoado" e uma terra "sem lei".
A visão é expressa em relatos sobre a morte da missionária Dorothy Stang, americana naturalizada brasileira.
Stang foi morta em fevereiro de 2005, aos 73 anos, alvo de seis tiros, em uma estrada de terra perto de Anapu (750 km de Belém), por denunciar a grilagem e o desmatamento ilegal. Cinco pessoas foram condenadas pelo crime.
A Embaixada dos EUA no Brasil produziu nove relatórios sobre o caso nos três meses seguintes ao assassinato, e pelo menos outros seis foram elaborados até 2008.
Os telegramas foram obtidos pelo site WikiLeaks (http://wikileaks.ch/), que teve acesso a milhares de despachos. A Folha e outras seis publicações têm acesso antecipado aos documentos.
Nos relatos do ex-embaixador, há elogios ao governo federal, cujo empenho foi considerado "vigoroso" sob "qualquer ponto de vista".
Mas Danilovich manifesta preocupação com a Justiça do Pará e sugere que a federalização do crime seria a melhor solução.

Princesa Leia admite: já ficou com fãs nerds. E insinua ter dormido com alguém para conseguir uma vaga nos longas

Cláudia Fusco
Superinteressante
Em O Retorno do Jedi, sexto episódio da saga Star Wars, marmanjos de toda a parte do mundo babaram ao conferir as curvas de Princesa Leia em seu biquíni dourado (que, por sinal, é considerado uma das roupas de banho mais memoráveis do cinema). Você, caro fã de Star Wars, provavelmente já fantasiou sobre o que poderia rolar caso pudesse passar, digamos, mais tempo ao lado da princesa e seu biquíni. Pois acredite: isso não é tão difícil quanto dá para imaginar. A atriz americana Carrie Fisher, que deu vida à personagem, admitiu recentemente ao tablóide britânico The Sun que já ficou com vários fãs apaixonados pela saga – e adorou.
“Nerds podem surpreender você. Eles são muito mais entusiasmados”, revelou a atriz, que hoje tem 54 anos. “Aliás, já estive com um nerd que beijava fantasticamente.” Aproveitando o embalo de extrema sinceridade, Fisher também insinuou que, durante os testes para o primeiro filme da série, teria “dormido com um nerd” da equipe para conseguir o papel. A atriz ainda admitiu que, à época das gravações, tomou tantas drogas que não se lembra do parceiro. “Espero que tenha sido o George (Lucas)”.
Mais alguém está sem palavras?

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Mona Lisa guarda em pupila a chave de sua identidade, diz nova teoria

Mistério já foi objeto de teorias na ficção, como em 'O Código Da Vinci'.
G1

A Mona Lisa de Leonardo da Vinci guarda em sua pupila esquerda a chave da identidade da modelo em que o pintor se inspirou, segundo o investigador italiano Silvano Vinceti, cujas teorias são divulgas nesta segunda-feira (13) pelo jornal "The Guardian".

De acordo com Vinceti, que é presidente da comissão nacional de patrimônio cultural em seu país, o gênio renascentista, amante dos códigos, pintou uma série de letras pequenas nas duas pupilas de Mona Lisa.
"Invisíveis ao olho humano e pintadas em preto sobre verde e marrom, estão as letras LV em sua pupila direita, obviamente as iniciais de Leonardo, mas o mais interessante está em sua pupila esquerda", afirma o investigador, em declarações recolhidas pelo jornal.
Vinceti sustenta que no olho aparecem as letras "B" e "S", além de, possivelmente, as iniciais "CE", o que considera de vital importância para averiguar a identidade da modelo.
A modelo foi identificada frequentemente como Lisa Gherardini, a esposa de um mercador florentino, mas o investigador italiano não está de acordo, já que mantém que a Mona Lisa foi pintada em Milão.
"Atrás do quadro aparecem os números 149, com um quarto número médio apagado, o que sugere que Da Vinci o pintou quando estava em Milão na década de 1490, usando como modelo uma mulher da corte de Ludovico Sforza, o duque de Milão", declara ao jornal.
"Leonardo gostava de utilizar símbolos e códigos para transmitir mensagens, e queria que descobríssemos a identidade da modelo através de seus olhos", prossegue o italiano, que deve detalhar suas conclusões no próximo mês.
O mistério da Mona Lisa já foi objeto de teorias também na ficção, como no caso do romance "O Código Da Vinci", na qual o autor, Dan Brown, sugere que o nome é um anagrama para Amon l'Isa, em referência a antigas divindades egípcias.