quinta-feira, 16 de julho de 2009

Fãs de Crepúsculo são os recordistas de pedidos no Fantástico

Vários fãs-clubes da série espalhados por todo o Brasil escreveram para o programa sugerindo uma reportagem sobre a série.


Lívia TorresDa TV Globo, no Rio


Sucesso de vendas no mundo inteiro, a série ‘Twilight’ - composta pelos livros da escritora americana Stephanie Meyer - ocupa as primeiras colocações entre os campeões no país. A saga que reúne os livros “Crepúsculo”, “Lua nova”, “Eclipse” e “Amanhecer”, também ocupa a primeira colocação no site do Fantástico em sugestões de reportagens.

Foram muitos pedidos através do nosso e-mail para que fosse feita uma matéria sobre a série. Essa demanda foi fruto do trabalho de vários fãs-clubes da série espalhados por todo o Brasil.

A enxurrada de e-mails tem explicação. Com o intuito de trazer mais eventos referentes a saga para o país, os fãs da série ‘Twilight’ fizeram uma corrente para que as pessoas enviassem sugestões de reportagens sobre a série ao Fantástico. Diversas mensagens circularam pela internet, como esta abaixo: “Vamos escrever, e mobilizem as pessoas q vocês conhecem... Quanto mais fãs escreverem mais rapidamente seremos ouvidos...Já pensou MAKING OF do filme, entrevistas, etc... No Fantástico? Vamos lá escrevam!!!!!!!!!!!”

Como bons fãs, eles se encontram o tempo todo. No início do mês, por exemplo, houve em São Paulo a festa de inauguração do último livro da saga. “Amanhecer”, que foi lançado oficialmente no Brasil no dia 26 de junho.

“Eu peguei o primeiro livro da série para ler, simplesmente porque havia muitos amigos que gostavam. Por isso, fiquei interessada em conferir. Esse é um dos motivos que muitas pessoas entram no mundo ‘Twilight’. É a história que sempre escuto por aí,” conta Viviane Peixoto, responsável pelo site Twilight Brasil, primeiro portal em português sobre a série.“O site está no ar deste setembro de 2007. Ele está ‘linkado’ ao site da Stephenie Meyer como o site oficial do Twilight no Brasil,” explica Viviane.

Ela conta que muitas pessoas começam a se interessar pela série porque estão na livraria e não resistem à capa do livro Crepúsculo. “Aquela maçã vermelha na capa, indicando o fruto proibido, é irresistível. Em nosso fórum têm 13 páginas de gente contando como surgiu o interesse no livro”.



Das páginas para as telas
A história de amor entre uma mortal e um vampiro, chegou aos cinemas sob a direção da cineasta Catherine Hardwick. No papel de Bella está a jovem atriz Kristen Stewart. Já Edward é interpretado pelo ator britânico Robert Pattinson.

Para Viviane Peixoto, toda mulher em algum ponto da vida pode se identificar com a Bella. “No primeiro livro, ela se descreve como uma menina normal, sem nada de especial, muito estabanada, aluna de notas médias na escola. Mas, com o decorrer da história, percebemos que isso era apenas insegurança.

Muitos meninos na escola ficam de paquera com ela, sendo que três literalmente se apaixonam perdidamente. Esse seria o único ponto que me identifico com ela, a insegurança na adolescência,” conta.

O semblante de um vampiro apaixonado programando casamento e lua-de-mel também agrada as adolescentes. “Não tem como explicar, o Edward dá muita dor de cabeça, para muitos homens por aí. Ele é gentil, cavalheiro, lindo de morrer, vampiro que não mata gente... E a lista não para por aí. Ele é o companheiro perfeito,” conta Viviane.

domingo, 5 de julho de 2009

Por onde andam os estudantes de 'Sociedade dos Poetas Mortos'?

Vinte anos depois, descubra o que aconteceu com Ethan Hawke e o resto do elenco


Quando "Sociedade dos Poetas Mortos" estreou nos cinemas em 1989, apenas Robin Williams era um rosto conhecido do público. O restante do elenco era formado por jovens atores, todos em início da carreira. Algumas promessas conseguiram pegar carona no sucesso do drama e despontar, outros jamais saíram da sombra da produção. Vinte anos depois, veja o que aconteceu com os estudantes do conservador colégio Welton que, com a ajuda do professor Keating (Robin Williams), aprenderam a aproveitar o dia e um pouquinho de latim. Carpe Diem.


Ethan Hawke (Todd)

Viver o garoto tímido que se descobre nas aulas do professor John Keating foi o primeiro passo da carreira de Ethan Hawke. Com o sucesso do filme, o ator, então com 19 anos, tornou-se galã teen e ganhou convites para diversas produções, em especial duas voltadas para o público jovem. São elas "Que garota, que noite" (Mystery Date - 1992), sucesso da "Sessão da Tarde", e o drama "Caindo na Real", filme dirigido por Ben Stiller sobre como sobreviver aos 20 e poucos anos.
Mas foi com "Antes do Amanhecer" (Before Sunrise - 1995) que Ethan se consagrou (e deixou muitas meninas suspirando). O filme, que nasceu alternativo e se tornou um hit dos anos 90, conta a história de dois jovens - um americano e uma francesa - que se encontram em uma viagem pela Europa e vivem uma única noite de amor. Tamanho foi o sucesso que, dez anos mais tarde, Ethan se propos a retomar a história de Jesse e Celine ao gravar "Antes do Pôr-do-Sol" (Before Sunset - 2004). O filme é uma continuação do sucesso dos anos 90 e mostra o reencontro dos personagens, agora com 30 e poucos anos. Nem só de filmes alternativos viveu Ethan Hawke. Entre seus maiores sucessos estão "Dia de Treinamento" (Training Day - 2001), com Denzel Washington, "Grandes Esperanças (Great expectations - 1998), com Gwyneth Paltrow, e "Gattaca" (1997), filme em que conheceu sua mulher, Uma Thurman. Ethan e Uma se casaram meses após se conhecerem, em maio de 1998, e tiveram dois filhos, Maya Ray e Levon Roan. O casal virou alvo preferencial de paparazzi até a separação, em 2003. Hoje, o astro é casado com Ryan Shawhughes, ex-babá de suas crianças, com quem teve um terceiro filho.

Robert Sean Leonard (Neil)
Ele é Robert Sean Leonard, mas pode chamar de amigo do House. Titular de uma das séries mais populares do mundo, o ator reencontrou o sucesso ao interpretar o Doutor James Wilson, melhor amigo (e saco de pancada) de Gregory House, o cínico e genial médico interpretado por Hugh Laurie. Robert se tornou conhecido do público ao viver, aos 20 anos, o estudante Neil em "Sociedade dos Poetas Mortos", um jovem que se suicida ao perceber que a família não vai deixar que ele seja ator. Após "Sociedade", Leonard fez filmes como "Os Últimos Rebeldes" (Swing Kids - 1993) e papéis de coadjuvante como em "A Era da Inocência" (The Age of Innocence - 1993), mas nunca mais teve sucesso parecido no cinema. Foi no teatro que focou sua carreira. Nos anos 90 e 2000, concorreu a quatro prêmios Tony, o Oscar dos palcos, e venceu um deles, como melhor ator na peça "The Invention of Love".

Josh Charles (Todd)
Josh Charles ganhou fama ao interpretar, em "Sociedade dos Poetas Mortos, o estudante Knox Overstreet, o garoto que encontra no amor por uma menina uma forma de libertação. Apesar do sucesso do filme, a carreira do ator não decolou. Seu maior sucesso depois mdisso no cinema foi "Três Formas de Amar" (Threesome - 1994). Na TV, Josh conseguiu papéis importantes, como no seriado "Sports Night", vencedor do Emmy. Recentemente, fez participações em duas séries importantes, "In Treatment", que vai ao ar no Brasil pela HBO, e em "Law & Order: Special Victims Unit", transmitida pelo Universal Channel.


Allon Ruggiero (Steven), Gale Hansen (Nuwanda) e Dylan Kussman (Cameron)
Nenhum dos três conseguiu pegar carona no sucesso do filme. Dylan Kussman, o Cameron de "Sociedade dos Poetas Mortos", faz participações pequenas em filmes e seriados, entre eles, "Arquivo X", "Cold Case", "Without a Trace" e "House". Já Allelon Ruggiero, o Steven do filme, fez pontas pequenas em filmes famosos como "12 Macacos" e "O Espelho tem duas faces". Gale Hansen, o garoto que se apelidou Nuwanda no filme, entrou para o elenco de um seriado que não vingou, "Class of 96", e hoje, segundo o IMDB, trabalha com executivo em uma empresa ligada ao financiamento de filmes.

sábado, 4 de julho de 2009

Primeira adaptação de Paulo Coelho para o cinema estreia em agosto

'Veronika decide morrer' é estrelado pela atriz Sarah Michelle Gellar. 'Onze minutos' e 'A bruxa de Portobello' também vão virar filme.

“Veronika decide morrer”, primeira adaptação de um best seller do escritor Paulo Coelho, chega aos cinemas no dia 7 de agosto. O filme é estrelado pela atriz americana Sarah Michelle Gellar, famosa pela série “Buffy, a caça-vampiros”.


O filme, dirigido pela britânica Emily Young, conta a história de uma jovem depressiva que decide cometer suicídio com uma overdose de calmantes. Ao acordar do coma, ela descobre que seu organismo sofreu danos irreversíveis e que tem poucas semanas de vida.

Além de “Veronika decide morrer”, outras duas adaptações de romances de Paulo Coelho chegarão aos cinemas: “A bruxa de Portobello” e “Onze minutos”.

“A bruxa experimental” tem première prevista para outubro, durante o Festival Internacional de Cinema de Roma. A produção é resultado de um projeto colaborativo criado pelo escritor, que convocou seus leitores a enviarem vídeos inspirados na obra “A bruxa de Portobello”.

Alice Braga, Mickey Rourke e Vincent Cassel estarão no elenco de “Onze minutos”. A produção é dirigida por Hany Abu-Assad, de “Paradise now”.

Segundo a revista “Variety”, as filmagens começaram em junho, tendo locações no Brasil e em Genebra, na Suíça. O longa ainda não tem data de estreia.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Visita ao Brasil

Michael Jackson esteve no Brasil em 1993 durante a turnê do álbum "Dangerous". O astro se apresentou para 65 mil pessoas no estádio do Morumbi, em São Paulo, em um show programado para durar 2h20, mas que foi encerrado pouco antes de duas horas de apresentação. Contrariando as expectativas, ele não retornou ao palco para o bis.


Alguns anos mais tarde, o cantor retornou ao país para gravar o clipe de "They don't care about us", música incluída no álbum "HIStory: Past, present and future – Book I". O vídeo foi rodado no morro da Dona Marta, no Rio de Janeiro, e no Pelourinho, em Salvador. O grupo baiano Olodum fez uma participação. Procurado pelo G1, o presidente do Olodum lamentou a morte de Michael Jackson.

MICHAEL JACKSON: Morre rei do Pop


A carreira de sucesso do cantor pop Michael Jackson, que morreu na quinta-feira (25), em Los Angeles, aos 50 anos, foi marcada também por muitos escândalos. Entre as acusações contra o cantor, considerado o rei do pop, estão casos de abuso sexual e pedofilia. Parte da fortuna do astro se dilapidou com o pagamento de advogados, acordos judiciais e salários de empregados do rancho “Neverland”, na Califórnia.

- Em agosto de 1993, o primeiro escândalo sexual envolvendo o nome do cantor se torna público. Um pai acusa Michael Jackson de abusar sexualmente do filho de 13 anos. Depois de um acordo amigável, a família silenciou sobre o caso e as investigações policiais foram arquivadas.

- Em novembro de 2002, após o nascimento do seu terceiro filho, Michael Jackson aparece segurando o recém-nascido, com o rosto coberto, para fora de uma janela em um hotel em Berlim.

- Em fevereiro de 2003, no documentário "Living with Michael Jackson", produzido por um jornalista britânico que passou meses com o cantor, Michael Jackson diz que nunca abusou de crianças, mas conta já ter dividido sua cama com elas.

- Em 2003, depois da exibição do documentário, denúncias de pedofilia levaram Michael Jackson a ser preso e liberado após pagar fiança. O cantor foi indiciado.

- Em 2005, Michael Jackson é julgado e absolvido de todas as acusações. Depois do julgamento o cantor deixou de morar no rancho "Neverland".

- Em abril de 2009, objetos de Michael Jackson seriam leiloados para ajudar o cantor a pagar dívidas que passavam de US$ 24 milhões. Mas o leilão foi cancelado.

Carreira
Michael Jackson nasceu em 29 de agosto de 1958 em Gary, Indiana, o sétimo de nove irmãos. Cinco dos irmãos Jackson - Jackie, Tito, Jermaine, Marlon e Michael - apresentaram-se juntos pela primeira vez em um programa de calouros quando Michael tinha 6 anos. Eles levaram o primeiro prêmio.
O grupo mais tarde se tornou The Jackson Five, e, quando assinou contrato com a gravadora Motown Records, no final dos anos 1960, passou por uma metamorfose final, tornando-se The Jackson 5. Pelo mesmo selo, Michael lançou seu primeiro álbum solo em 1972, "Got to be there".

De lá até a 2001, o cantor gravou outros oito álbuns solo, incluindo "Off the wall" (1979), produzido pelo lendário Quincy Jones, e "Thriller" (1982), que ficou 37 semanas consecutivas em primeiro lugar das paradas, com cerca de 60 milhões de cópias vendidas no mundo.

"Thriller" - que ganhou uma reedição comemorativa em 2008 - é uma das principais responsáveis por imortalizar pérolas pop como “Billy Jean” e “Beat it”. Ao todo, sete canções chegaram ao topo das paradas de sucesso nos Estados Unidos. O álbum deu origem ainda a um dos clipes mais cultuados desta era. Dirigido por John Landis, o vídeo da faixa-título mostra o astro pop se transformando em zumbi e traz a risada sinistra de Vincent Price, que assombrou muitos adolescentes no início dos anos 80.

Outros álbuns incluem "Bad" (1987), "Dangerous (1991) e "Invincible" (2001). No total, segundo cifras divulgadas nos Estados Unidos, Michael Jackson vendeu 750 milhões de discos.

Em 1994 Jackson se casou com a filha única de Elvis Presley, Lisa Marie, mas o casamento terminou em divórcio em 1996. No mesmo ano Jackson se casou com Debbie Marie Rowe e eles tiveram dois filhos antes de se separarem em 1999. Eles nunca viveram juntos.

Jackson teve três filhos: Prince Michael I, Paris Michael e Prince Michael II, este último conhecido por um momento público breve em que seu pai o segurou para fora da sacada de um hotel.

Entre as muitas polêmicas e escândalos protagonizadas por Michael Jackson, a mais significativa aconteceu em 2005, quando o cantor foi a julgamento após ser acusado de pedofilia e absolvido.

Sobre sua fisionomia, que mudou significativamente desde que ficou mundialmente conhecido, Michael admitiu ter feito duas cirurgias no nariz e uma para ficar com uma covinha no queixo, segundo a autobiografia "Moonwalk" (1988).

Já sobre a mudança na cor da pele, o cantor atribuiu-a à doença conhecida como vitiligo, que causa despigmentação.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

GLOBO: o que vem por aí!!!


Como atrair público e ganhar dinheiro com arte sem fazer demasiadas concessões? Este é o dilema central de "Som e fúria", minissérie de 12 capítulos com direção geral de Fernando Meirelles ("Cidade de Deus", "Ensaio sobre a cegueira") que estréia na noite de 7 de julho na Globo.

O conflito está presente dentro e fora da trama, baseada na série canadense "Slings and arrows". O enredo apresenta as agruras dos integrantes de uma companhia de teatro especializada em montar peças de William Shakespeare. Enquanto as peças do dramaturgo inglês são ensaiadas e encenadas, o diretor financeiro da companhia planeja transformá-la em um negócio lucrativo, deixando de lado os clássicos e apostando em musicais. Fora da telinha, Fernando Meirelles acredita que Shakespeare pode voltar a ser pop como era na época em que vivia.

O grande conflito da série é o de equilibrar integridade artística e bilheteria. Esse é meu conflito do dia a dia e de todos os artistas. Até onde vai a integridade artística e quando você tem que contemporizar para conseguir trazer público - confessou Meirelles.

- A graça do texto da série é que ele pega o assunto de cada peça de Shakespeare e passa para os bastidores. Há sempre um paralelo entre as peças e os bastidores. A tragédia, o drama acontece no palco e nos bastidores a coisa é replicada como comédia. É uma mistura muito bem armada. Se o público não comprar o personagem de Shakespeare, ele conhece a história do ator que está interpretando, então ele entra pelo outro lado.

"O grande conflito da série é o de equilibrar integridade artística e bilheteria. Esse é meu conflito do dia a dia".

Para aproximar o público do texto de Shakespeare, Fernando Meirelles leu todas as traduções disponíveis em português da obra do dramaturgo e escolheu, para os trechos citados na série, as de linguagem mais simples e coloquial.

- A idéia era ser acessível. Shakespeare era popular em seu tempo e ficou elitizado porque a linguagem mudou. Ele escrevia do jeito que era coloquial na época, mas a linguagem mudou e ninguém ousa mexer nos textos. Há uma vantagem em fazer Shakespeare em português e não em inglês, pois como temos que traduzir, na tradução dá para roubar no jogo - explica o diretor.

O vilão de "Som e fúria" é Ricardo da Silva, diretor financeiro do grupo de teatro, interpretado por Dan Stulbach. Como uma espécie de Macbeth, Ricardo é manipulado pela amante, uma funcionária da secretaria de cultura, Graça, personagem de Regina Casé, para transformar a companhia dirigida por Dante (Felipe Camargo) em uma máquina de ganhar dinheiro. Como artista, Dan, que é dono de um teatro em São Paulo, pensa diferente de seu personagem.

- Existe o confronto das suas idéias e ideais com o que o público e o mercado querem. Nem sempre eles casam.
Totalmente a favor de "mistura", Regina Casé diz não ter nenhum receio de ver Shakespeare na TV.

- Meirelles entendeu que a TV não pode ficar em outro patamar, como se fosse inferior a outras artes. Se queremos realmente atingir todo o povo brasileiro é preciso fazer TV. Você pode ter tudo o que teria em uma peça, em um livro, no cinema na TV, até porque o nível da TV no Brasil é altíssimo e o público também tem um nível de educação e exigência audiovisual elevado. Fazer TV é isso. É acreditar que o público pode ser legal, exigente - defende Regina.

"Meirelles entendeu que a TV não pode ficar em outro patamar, como se fosse inferior a outras artes".

De volta a TV após uma ausência de dois anos, Felipe Camargo celebra o retorno.

- Foi o presente da minha vida. Até hoje o Dante é o melhor personagem que já fiz - revela o ator.

Andrea Beltrão, que interpreta Elen, primeira atriz da companhia e mulher de Dante, conta que leu a obra inteira de Shakespeare. Ao mesmo tempo em que a atriz dá vida à Elen, ela interpreta personagens clássicas como Ofélia, Gertrudes, Lady Machbeth.

- Foi como fazer várias peças ao mesmo tempo. É um dos meus maiores momentos de plenitude no trabalho aliado ao desejo de estudar.

No horário das 23h30, Meirelles acredita que uma média de audiência entre 20 e 21 pontos é considerada um sucesso e pode garantir à série uma segunda temporada. Há planos também de lançar um compacto de 1h20 dos seis primeiros episódios nos cinemas.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Escreva um best seller em seis passos

Quer ver seu livro nas listas de mais vendidos? A gente ensina a receita


1 - PEGUE UM HERÓI
Desde a Grécia Antiga , os leitores precisam de um mocinho por quem torcer. Além de algum dom especial (como superpoderes, força ou inteligência), o herói precisa ser corajoso e incorruptível. É necessário que ele enfrente dificuldades terríveis antes de sair vitorioso.
Exemplo: Harry Potter.

2 - SALPIQUE MUITOS "FATOS"
Para que o público não sinta que está perdendo tempo em ler algo sem novidades, use linguagem clara e apresente dados. Se o romance for policial, conte em detalhes como é feita a perícia, as novas técnicas laboratoriais, o perfil psicológico do criminoso.
Exemplo: Código Da Vinci traz dados (não necessariamente verdadeiros) sobre religião.

3 - TEMPERE COM "ENSINAMENTOS"
O público quer ter a sensação de que aprendeu algo importante e que se tornou uma pessoa melhor. Para cumprir essa tarefa, o texto precisa de doutrinas, sejam elas políticas, religiosas ou místicas. Mas nada de ser radical, vá com a maioria: o leitor não quer ser desafiado.
Exemplo: O Caçador de Pipas faz críticas ao mundo árabe e à desigualdade social.

4 - NÃO INVENTE
Esqueça firulas e novidades. O leitor de best seller quer conteúdo interessante, e não forma rebuscada de escrita. Procure estilos literários já consagrados, escreva com palavras simples e em um texto bem direto, que flua sem que o leitor precise parar para pensar.
Exemplo: Crepúsculo tem texto de poucas palavras e é bem fácil de digerir.

5 - BATA NO LIQUIDIFICADOR
A maioria dos livros de sucesso é um samba do crioulo doido. Misturam conceitos, religiões, filosofias e mitologias. Desse jeito, ao mesmo tempo em que revisita conceitos conhecidos, o leitor tem a impressão de que está aprendendo coisas novas.
Exemplo: os livros de Paulo Coelho misturam tudo quanto é tipo de filosofia e religião.

6 - RETIRE DO FORNO
Como o público decide qual livro comprar? Lendo resenhas na imprensa, consultando a lista dos mais vendidos ou as indicações das próprias livrarias. Para fazer seu livro ter destaque em alguns desses lugares, é preciso investir em propaganda e divulgação.
Exemplo: no caso de "grifes" como Dan Brown, a campanha começa meses antes do lançamento.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Está desmotivado no trabalho? Saiba se é melhor mudar de área ou de empresa

Se você está desmotivado ou insatisfeito com suas atividades no trabalho, os especialistas recomendam: é hora de analisar o motivo da insatisfação antes de decidir se você pode melhorar a situação com pequenas atitudes, se deve mudar de área dentro da empresa ou se a melhor solução é mesmo procurar um novo emprego. Várias empresas têm programas para mudança de setor (seja para função semelhante em outro departamento ou para um novo cargo), além de efetuar avaliações para medir o grau de satisfação dos funcionários.

DICAS PARA SUPERAR A INSATISFAÇÃO NO TRABALHO
- O primeiro conselho é identificar o motivo da insatisfação no trabalho: se é sua atividade, a relação com os colegas ou a política interna da empresa, por exemplo.

- Em seguida é hora de decidir se você pode melhorar sua situação com pequenas atitudes, se o melhor seria mudar de cargo ou departamento dentro da própria empresa, ou se a solução é mesmo mudar de empresa.

- No caso de decidir mudar de área na empresa, avise seu chefe de imediato antes de se candidatar a qualquer vaga. Ele pode até ajudar você. Quem não avisa, pode se prejudicar porque ele pode interpretar como deslealdade.

- Nunca diga ao seu superior ou colegas de trabalho que está desmotivado, mas sim que tem interesse em outra oportunidade.

- Se a decisão for mudar de empresa, é preciso ter em mente em qual área quer trabalhar. É preciso ter conhecimento no novo setor ou, pelo menos, querer conhecê-lo.

De acordo com a supervisora do programa de orientação para o trabalho da Secretaria do Trabalho da cidade de São Paulo, Flávia Mentoni, o primeiro passo para superar a insatisfação no trabalho é compreender o que incomoda o funcionário. "Se o trabalhador está insatisfeito pela atividade, pelas suas atribuições, pode tentar mudar de setor. Mas se e o problema é a empresa não incentivar, não reconhecer, não adianta mudar de cargo", analisa Flávia.Para ela, muitas vezes é possível melhorar "com pequenas atitudes". "Precisa analisar porque está assim, pensar que pode fazer coisas para mudar isso. Às vezes está ao alcance da própria pessoa planejar funções ou novas atividades."A supervisora afirma que, no caso de decidir mudar de área dentro da empresa, é preciso pesquisar as vagas internas, mas ser sincero com o superior imediato.
"Tem que dizer para ele (chefe imediato) que está buscando novos desafios e não que está insatisfeito. Se abrir com o chefe e falar que viu uma oportunidade que interessou, quem sabe o gestor até ajude. Se não avisar, o gestor provavelmente vai achar que o funcionário é desleal."

Para o gerente de Gestão de Efetivo de RH da Petrobras - uma das maiores empresas da América Latina -, Lairton Correa de Souza, o contato com o chefe imediato é mesmo o primeiro passo. "Quando o empregado demonstra interesse em mudar de setor, o mesmo conversa com seu gerente imediato solicitando a mudança desejada”. Segundo ele, transferência para outro setor é "bastante frequente" na companhia, que tem algumas ferramentas para medir o grau de satisfação do empregado com o trabalho."Quando um empregado está desmotivado, seu gerente imediato elabora em conjunto com o mesmo um plano de ação visando equacionar as situações apresentadas. Neste plano de ação, pode ser decidida, inclusive, a necessidade de mudança de área ou atividade de trabalho", explica o gerente de RH da Petrobras.

Na indústria de moda íntima Mylady, de São Paulo, periodicamente são realizadas reuniões com os gestores para avaliar o grau de satisfação dos funcionários. "A mudança de cargo é uma opção se realmente sanar o problema", diz a diretora comercial, Alessandra Zegaib. Alessandra disse que a empresa adota como estratégia os filmes motivacionais para que os insatisfeitos superem o problema. "Pequenas mudanças na rotina do funcionário, por exemplo, podem torná-lo mais feliz e produtivo. Sempre passamos filmes motivacionais e os acompanhamos de perto", afirmou.

'Mural de oportunidades'
Assim como nas maiores empresas privadas do país, nas Casas Bahia, uma das líderes no segmento varejista, os empregados têm uma ferramenta organizada pelo departamento de recursos humanos chamada "Mural de Oportunidades"."O profissional pode acessar esse mural para visualizar as vagas disponíveis. Se alguma interessar, ele entra na ferramenta 'Oportunidades de Carreira' e se coloca à disposição para uma futura entrevista", esclareceu por e-mail a assessoria de imprensa da empresa. A assessoria informou que "todos os colaboradores passam por treinamentos, reciclagem de conhecimentos e são avaliados periodicamente dentro das atribuições que lhes são conferidas" para que seja avaliado o nível de satisfação no trabalho.

Mudar de empresa
Se após refletir sobre suas atividades, o funcionário decidir que o melhor é procurar emprego em outra empresa, a dica é buscar vagas nos jornais, agências, sites ou centros de trabalho ligado a órgãos públicos."Mas é preciso saber em qual área quer trabalhar. Tem que ter conhecimentos ou pelo menos pretender conhecer o novo setor", diz Flávia Mentoni, da secretaria do Trabalho de São Paulo.Ela destaca que, no caso de o funcionário ter concluído uma faculdade ou curso em área diferente da que trabalha, a dica também é conversar primeiro com o superior imediato. "O chefe vai gostar de saber que tem um funcionário interessado em crescer na empresa." Na avaliação de Flávia, "independente do motivo, insatisfeito não dá para ficar". "Se ele não dá o melhor dele por algum motivo, se prejudica, prejudica os colegas e atrapalha a empresa."

terça-feira, 16 de junho de 2009

Dica de Cinema: APENAS O FIM

”Apenas o fim” foi o Melhor Filme do júri popular e ganhou Menção Honrosa do júri oficial no Festival do Rio 2008 e Menção Honrosa na 32º Mostra de SP; além de ter sido selecionado para vários festivais internacionaisO filme é sobre dois estudantes da PUC-Rio que falam sobre seus momentos juntos e suas preferências no momento em que ela resolve sair pelo mundo sem destino e sem mais detalhes.

Ele, um cara meio esquisito que usa óculos do avô só pra fazer um tipo, tenta saber para onde ela vai e assim ir ao seu encontro.
Ela, uma jovem bonita, magérrima, resolve conhecer o mundo antes de assumir algum compromisso como ter filhos. Os atores Gregório Duvivier e Erika Mader fazem os papéis principais e enquanto caminham pelos jardins da PUC falam sobre o relacionamento, tem uma química muito boa entre eles que funciona num filme textual (como uma peça de teatro), tem bons momentos e fizeram uma platéia seleta rir em uma sessão dos professores.

ROTEIRO E DIREÇÃO MATHEUS
SOUZAHTTP://rosemarschick.blogspot.com

sábado, 13 de junho de 2009

Por onde andam os atores de ‘Romeu e Julieta’, de Franco Zeffirelli?

Olivia Hussey e Leonard Whiting conquistaram o mundo como os amantes de Verona, de Shakespeare

A história de amor mais conhecida do mundo teve sua mais bela versão para o cinema filmada em 1968. “Romeu e Julieta” foi dirigido por Franco Zeffirelli e apresentou ao mundo um casalzinho apaixonante digno do romance escrito por William Shakespeare. Olivia Hussey e Leonard Whiting foram escolhidos para interpretar os herdeiros das famílias inimigas Capuleto e Montéquio que se apaixonam e acabam morrendo por amor.

Considerada uma das mulheres mais bonitas do mundo na época, Olivia Hussey é filha de uma inglesa e de um cantor de tango argentino. Ela viveu em Buenos Aires nos primeiros anos de vida e depois se mudou para a Inglaterra. Desde cedo, fez escola de teatro, até que aos 15 anos foi selecionada entre outras 500 candidatas para viver Julieta. Zeffirelli teria primeiro escolhido outra menina, já que achou Olivia gordinha. Mas a atriz selecionada cortou o cabelo e foi cortada do elenco. Quando Olivia voltou para um segundo teste, conseguiu conquistar de vez o diretor.

Já Leonard Whiting – que quando jovem era a cara de Zac Efron - nasceu na Inglaterra e desde os 12 cantava em grupos de pop inglês. Encenou alguns musicais até ser chamado para participar do teste para Romeu. Zeffirelli testou cerca de 300 jovens ao longo de três meses, até que descobriu Leonard. “Ele tem um rosto magnífico, é doce, melancólico, o tipo de jovem idealista que Romeu deve ser”, disse o diretor.


Leonard: ‘Eu era loucamente apaixonado por ela’

O filme, que levou o Oscar de melhor fotografia e figurino, foi tão impactante que muitos espectadores achavam que Olivia e Leonard eram um casal na vida real. “Eu era loucamente apaixonado por ela. Mas nossos caminhos não coincidiram, infelizmente. Ninguém entende o motivo, mas é verdade. Eu gostava muito dela”, disse Leonard, em uma entrevista em 1995.

Além de cenas românticas, o filme tem ainda imagens do jovem casal nu. Zeffirelli precisou de autorização para fazer a cena, já que Olivia era menor de idade na época. Na première do filme em Londres, a atriz também não pôde comparecer, por conta das cenas de nudez. Ainda que a mulher nua em questão fosse ela mesma.

Julieta virou Madre Tereza

Após o sucesso de “Romeu e Julieta”, Olivia seguiu fazendo papéis no cinema e na TV. Trabalhou com Zeffirelli ainda em “Jesus de Nazaré”, interpretando Maria. Também atuou em “Horizonte Perdido”, ao lado de Liv Ullmann. Mais recentemente, encarnou Madre Teresa de Calcutá em filme para a TV. Casou-se três vezes e tem três filhos. Está com 58 anos.

Já Leonard teve uma carreira menos promissora. Interpretou Victor Frankenstein em filme para TV nos anos 70 e fez alguns papéis em filmes europeus. Depois só voltou à ativa nos anos 90, ao emprestar sua voz a um seriado de TV. Com 59 anos, casou-se duas vezes e tem duas filhas.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Dia dos Namorados


“Goste de alguém que te ame, alguém que te espere, alguém que te compreenda mesmo nos momentos de loucura;
De alguém que te ajude, que te guie, que seja seu apoio, tua esperança, teu tudo.
Goste de alguém que não te traia, que seja fiel, que sonhe contigo, que só pense em ti, no teu rosto, na tua delicadeza, no teu espírito; E não só no teu corpo, nem em teus bens.
Goste de alguém que te espere até o final, de alguém que sofra junto contigo, que ria junto a ti, que enxugue tuas lágrimas;
Que te abrigues quando necessário, que fique feliz com tuas alegrias e que te dê forças depois de um fracasso.
Goste de alguém que volte para conversar depois da briga, depois do desencontro. De alguém que caminhe junto a ti, que seja companheiro, que respeite tuas fantasias, tuas ilusões.
Goste de alguém que te ame.
Não goste apenas do amor.
Goste de alguém que sinta o mesmo por você.”

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Supremo adia julgamento do diploma de jornalismo

Portal Comunique-se

Por causa do julgamento dos casos Goldman e mensalão, o Supremo Tribunal Federal adiou a análise do Recurso Extraordinário 511961, que trata da obrigatoriedade ou não do diploma de graduação em jornalismo para o exercício da profissão.

É a segunda vez que isso acontece. No dia 01/04, o recurso também não foi discutido por falta de tempo.

A assessoria do STF informa que não existe previsão para que a questão seja novamente incluída na pauta. A expectativa era que o julgamento fosse ao menos iniciado, por esse motivo, estudantes e representantes de sindicatos de todo o País viajaram para Brasília para acompanhar a sessão plenária.

“Quando marcarem uma terceira data a gente vem de novo”, afirma o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murillo de Andrade.

A obrigatoriedade do diploma está temporariamente suspensa desde o final de 2006, quando o relator do processo, ministro Gilmar Mendes, acatou liminar do procurador-geral da República Antonio Fernando de Souza.

Durante a transmissão da sessão plenária desta quarta-feira na Rádio Justiça, o repórter afirmou que, informações de bastidores dão conta que seis dos onze ministros se posicionaram, não oficialmente, contra a exigência do diploma.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Pato Donald completa 75 anos

O Pato Donald, um dos personagens criados Walt Disney, aquele a quem a vida não para de apresentar dificuldades, mas que luta contra a adversidade com a mesma energia desajeitada, festeja nesta terça-feira (9) seus 75 anos.

Donald apareceu pela primeira vez em 9 de junho de 1934 em um curta-metragem da série dos Silly Symphonies, "A Galinha Espertalhona", adaptada de um conto russo em que uma pequena galinha procura ajuda para plantar um campo de milho. Donald, seu vizinho, fará de tudo para não ter de colocar as mãos na massa.

Donald se torna um herói de desenho animado a partir de 1937. Ele então recebe a companhia de seus sobrinhos Huguinho, Zezinho e Luisinho, e da fiel Margarida, da qual mal conhecemos o grau de intimidade com este gentil anti-herói. Em 1947, surge o tio Patinhas.

De bom coração, Donald já exerceu durante estes 75 anos uma centena de profissões, sem realmente convencer em nenhuma delas, além de se ver regularmente sem dinheiro.

Walt Disney quis criar um personagem que fizesse contraponto com Mickey Mouse. E, segundo o site da Disney, o temperamento de Donald lhe valeu rapidamente uma popularidade que fará dele o herói de um número de desenhos animados maior que o do próprio Mickey: 128 exatamente, sem contar suas inúmeras aparições em outros desenhos ao lado de Mickey e Pluto, por exemplo.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

ONG divulga imagem de como seria Anne Frank aos 80 anos

Adolescente morta em campo de concentração nazista ficou famosa pelos diários que escreveu durante a Segunda Guerra.

Anne Frank, a adolescente judia que ficou famosa após a morte, quando seus diários foram publicados, faria 80 anos este mês se tivesse sobrevivido à Segunda Guerra Mundial.

Para marcar a data, o Anne Frank Trust-UK, da Grã-Bretanha, divulgou uma fotografia de como seria a aparência dela no aniversário, no dia 12 de junho.
Anne Frank morreu de tifo no campo de concentração de Bergen-Belsen em 1944, poucos meses antes do fim da guerra. Seu pai, Otto Frank, foi o único da família a sobreviver.

Junto com a secretária, Miep Gies, ele compilou as anotações da filha em um livro que foi publicado em 1947. A obra foi traduzida para vários idiomas e vendeu dezenas de milhares de cópias até hoje. A menina escreveu suas observações durante o tempo em que a família ficou escondida em uma casa em Amsterdã, na Holanda, para escapar do holocausto nazista.

Ao divulgar a foto, Anne Frank Trust-UK quer chamar a atenção para os milhões de jovens que morrem vítimas de guerras e perseguição hoje.

"Infelizmente só podemos imaginar como a vida dela teria sido", disse a diretora executiva do Trust, Gillian Walnes.

sábado, 6 de junho de 2009

Supremo julga obrigatoriedade do diploma no dia 10/06



Portal Comunique-se


O Supremo Tribunal Federal inseriu na pauta da próxima quarta-feira (10/06) o julgamento da obrigatoriedade do diploma de jornalismo para o exercício da profissão. Porém, existe a possibilidade do julgamento ser adiado novamente, já que o ministro Marco Aurélio declarou que levará o caso do menino Sean para ser apreciado na próxima sessão plenária.

O julgamento do Recurso Extraordinário 511961, que questiona a necessidade de formação superior para a obtenção do registro profissional, já foi adiado em uma oportunidade. Ele foi inserido na pauta do dia 01/04, mas não foi discutido por falta de tempo na sessão.

A discussão em torno do tema teve início em 2001, quando a juíza Carla Rister concedeu liminar suspendendo a exigência do diploma, acatando pedido do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo.

Em 2005, o Tribunal Regional Federal revogou o entendimento de primeira instância, e o diploma voltou a ser obrigatório. Entretanto, o Ministério Público Federal recorreu e o caso foi para o STF.

No final de 2006, o relator do processo, ministro Gilmar Mendes, suspendeu temporariamente a obrigatoriedade do diploma até que o caso seja julgado no Tribunal, o que pode acontecer na próxima semana.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Submarino que encontrou Titanic será usado em busca de caixa-preta

O Nautile, equipado de braços motores e pinças, está sendo levado para área a 700 Km de Fernando de Noronha.

da BBC

O mini-submarino francês Nautile, usado em operações de busca das carcaças do Titanic, deverá participar do resgate das caixas-pretas do avião da Air France que caiu no Atlântico na segunda-feira.

O Nautile, que também ajudou nas buscas pelo petroleiro Prestige, que causou um desastre ecológico na Europa em 2002, está sendo levado para o local onde os destroços do avião foram vistos a cerca de 700 quilômetros de Fernando de Noronha, pelo navio francês Pourquoi Pas.

O mini-submarino, normalmente operado por dois pilotos e um observador, é equipado com braços motores e pinças e pertence ao Instituto Francês de Pesquisas para a Exploração do Mar (Ifremer, na sigla em francês). Ele deve integrar as operações de busca a pedido do governo francês.

O Nautile foi o primeiro submarino a alcançar a carcaça do Titanic, que estava no fundo do mar desde 1912, depois que o navio foi detectado por sonares franceses no Atlântico Norte.

Desde o início de suas operações, em 1984, o Nautile já realizou mais de 1,5 mil trabalhos de busca. O submarino pode mergulhar a profundidades de até 6 mil metros.

O ministro francês dos Transportes, Jean-Louis Borloo, solicitou que o navio Pourquoi pas, em missão nos Açores, se dirija imediatamente ao local das buscas para ficar à disposição do núcleo de coordenação do Estado Maior das Forças Armadas da França.

O Pourquoi Pas deve chegar à área em oito dias, disse à BBC Brasil o porta-voz do Estado Maior das Forças Armadas da França, comandante Christophe Prazuck.

A missão do Pourquoi Pas é tentar localizar e recuperar as caixas pretas do avião da Air France.

Com esse navio equipado de um robô e do mini-submarino Nautile, o governo francês quer reforçar os meios mobilizados na realização das buscas.

CAIXAS PRETAS
O objetivo prioritário é recuperar as caixas pretas do avião, que emitem sinais durante 30 dias. Para isso, a primeira tarefa será localizar de maneira mais precisa a possível área onde o aparelho caiu, afirma Olivier Lefort, diretor de operações navais do Ifremer.

Segundo Lefort, a área em que foram encontrados destroços do avião vai servir de ponto de partida para calcular o possível o ponto de impacto da nave.

Quando a área em que estão as caixas pretas for localizada, o que pode ocorrer inclusive com a utilização de um sonar, os dois equipamentos a bordo do Pourquoi Pas, o submarino Nautile e o robô Victor, devem ser acionados para recuperá-las.

Na avaliação do diretor do Ifremer, o Nautile, equipado com um sonar lateral, é melhor adaptado às operações de localização, já que o submarino é ocupado por dois pilotos e um observador.

"O olho humano tem maior precisão do que as câmeras de vídeo e de foto do robô", afirma Lefort.

Mas tanto o Nautile quanto o robô não podem serrar a fuselagem do avião, se for necessário.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Família sueca que temia acidentes viajou em voos diferentes

Christine Badre Schnabl viajou com o filho de cinco anos no voo 447, diz jornal; família sempre se separava por precaução.

O desaparecimento do vôo 447 da Air France separou uma família sueca que sempre teve o cuidado de tomar a mesma precaução: viajar em aviões separados, a fim de evitar que, em caso de acidente, os filhos perdessem o pai e a mãe ao mesmo tempo.

Por temor de desastres aéreos, a sueca Christine Badre Schnabl e o marido também embarcavam em voos diferentes quando viajavam com os dois filhos do casal. No domingo, ao embarcarem no Rio de Janeiro com destino à Suécia, também foi assim.

Segundo o jornal sueco "Expressen", o marido pegou um voo mais cedo, junto com a filha de três anos de idade. Christine, acompanhada pelo filho mais velho do casal, Philipe, de cinco anos de idade, embarcou no voo 447 da Air France, que desapareceria horas depois sobre o Oceano Atlântico.

O plano era reunir a família no aeroporto Charles de Gaulle de Paris, de onde seguiriam viagem para a Suécia. O marido, cuja identidade não foi revelada pelo jornal, esperou em vão por notícias no aeroporto durante toda a segunda-feira.

À noite, já sem esperanças, embarcou com a filha para Estocolmo, onde a mãe de Christine, Annika Badre, os aguardava em estado de choque.
"Não consigo acreditar que Christine e meu neto não vão mais voltar, isso é terrível", disse Annika Badre ao "Expressen".

"Falei com Christine pelo telefone, momentos antes de ela embarcar. Ela era cheia de vida e amada por todos", acrescentou ela.

Férias
Christine Badre Schnabl, de 34 anos, vivia havia dez anos no Rio de Janeiro e estava voltando com a família para passar as férias na Suécia.

Ela trabalhava como engenheira civil na câmara de comércio do consulado norueguês. Anteriormente, trabalhou no consulado da Suécia, onde tinha sido contratada pela então embaixadora sueca no Brasil, Margareta Winsberg.

"Eu mesma a entrevistei. Havia entrevistado vários candidatos, mas Christine era extremamente competente", contou Margareta Winsberg ao "Expressen".

Segundo a ex-embaixadora, Christine era extremamente ativa em um projeto que ajudava mães pobres em favelas do Rio de Janeiro.

De acordo com o jornal, a igreja escandinava no Rio de Janeiro mantém uma vigília desde a noite de segunda-feira para todos que queiram acender uma vela por Christine e os demais passageiros do voo desaparecido da Air France.

No total, segundo a Air France, o Airbus A330-200 levava 216 passageiros, sendo 58 brasileiros, 61 franceses e 97 de mais 30 diferentes nacionalidades, além da tripulação de 12 pessoas.
Pelo menos 36 nomes de passageiros do vôo AF 447 da Air France, que fazia a rota entre Rio de Janeiro e Paris e está desaparecido desde a madrugada desta segunda-feira, já são conhecidos. Os nomes foram divulgados por empresas e familiares dos passageiros.

Três funcionários da Michelin, três da StatoilHydro, duas da Petrobras, dois da Vale do Rio Doce, o presidente do conselho administrativo da ThyssenKrupp CSA, um assessor do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, três membros da ONG italiana Trentini nel Mondo e dois da brasileira Viva Rio e um mecânico estão na lista.

A família Orleans e Bragança, herdeira da família real brasileira, confirmou que o príncipe Pedro Luis de Orleans e Bragança, também estava no voo. Descendente de Dom Pedro 2º e filho do príncipe Dom Antônio, Pedro Luis, 26, é o quarto na linha sucessória do trono.

A lista oficial de passageiros não havia sido divulgada até as 20h30. A Air France informou que só irá informar publicamente os nomes após a checagem da nacionalidade dos passageiros junto à Polícia Federal no Brasil e após informar diretamente aos familiares dos passageiros desaparecidos.

A companhia montou um centro de gerenciamento da crise em Paris. No Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão) há uma sala para onde todos os parentes de possíveis vítimas estão sendo encaminhados.

Veja a relação de passageiros:
1. Andrés Suárez Montes, engenheiro natural da província espanhola de Sevilha;

2. Adriana Francisco Sluijs, assessora da presidência da Petrobras;

3. Ana Carolina Rodrigues, membro da ONG Viva Rio;

4. Antonio Gueiros, diretor da Michelin na América do Sul;

5. Berg Andersen, norueguês funcionário da StatoilHydro;

6. Bianca Machado Cotta, recém-formada em Medicina;

7. Carlos Eduardo Lopes de Mello, procurador federal;

8. Christine Pieraerts, funcionária da Michelin na França;

9. Deise Possamai, fiscal de tributo;

10. Erich Heine, presidente do conselho administrativo da ThyssenKrupp CSA;

11. Gianbattista Lenzi, membro da ONG italiana Trentini nel Mondo;

12. Gustavo Peretti, funcionário brasileiro da StatoilHydro;

13. Hilton Jadir de Souza, engenheiro da Petrobrás;

14. Izabela Maria Furtado Kestler, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);

15. José Roberto Gomes, professor do Instituto de Administração da Pontífica Universidade Católica do Rio (PUC-Rio);

16. José Ronnel Amorim ;

17. João Marques da Silva Filho; engenheiros do Estaleiro Atlântico Sul;

18. Júlia Chaves de Miranda Schmidt, advogada mineira;

19. Juliana Ferreira Braga de Aquino, cantora;

20. Letícia Chem, gerente da Oi;

21. Luigi Zortea, membro da ONG italiana Trentini nel Mondo;

22. Luis Claudio Monlevad, empregado da empresa de tubulações Saint-Gobain;

23. Luis Roberto Anastácio, presidente da Michelin na América do Sul;

24. Marcelo Parente, assessor do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes;

25. Marcela Pellizon, funcionária brasileira da StatoilHydro;

26. Marco Antônio Camargo Mendonça, diretor de ferros e ligas da companhia Vale do Rio Doce;

27. Mateus Nazareth Ceva Antunes;

28. Nelson Marinho Filho, mecânico;

29. Octavio Augusto Ceva Antunes, professor do Instituto de Química da UFRJ;

30. Pablo Dreyfus, membro da ONG Viva Rio;

31. Patrícia Nazareth Ceva Antunes; mulher do professor da UFRJ;

32. Pedro Luis de Orleans e Bragança, príncipe descendente de D. Pedro II;

33. Rino Zandonai, membro da ONG italiana Trentini nel Mondo;

34. Roberto Correa Chem, cirurgião plástico;

35. Silvio Barbato, ex-diretor musical da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro;

36. Vera Chem, psicóloga clínica;

Passageiros
O presidente da Air France, Pierre-Henry Gourgeon, informou que 61 franceses e 58 brasileiros estavam na aeronave da companhia que desapareceu no Oceano Atlântico, quando fazia a viagem entre o Rio de Janeiro e Paris, na França. Anteriormente, o gerente da Air France no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Galeão), Jorge Assunção, disse que 80 brasileiros e 73 franceses estavam no vôo.
Gourgeon afirmou que "149 passageiros estariam em conexão. Por isso a dificuldade em determinar a nacionalidade".

O acidente
O Airbus A330 saiu do Rio de Janeiro no domingo (31), às 19h (horário de Brasília), e deveria chegar ao aeroporto Roissy - Charles de Gaulle de Paris no dia 1º às 11h10 locais (6h10 de Brasília). De acordo com nota divulgada pela FAB, às 22h33 (horário de Brasília) o vôo fez o último contato via rádio com o Centro de Controle de Área Atlântico (Cindacta III). O comandante informou que, às 23h20, ingressaria no espaço aéreo de Dakar, no Senegal. Às 22h48 (horário de Brasília) a aeronave saiu da cobertura radar do Cindacta, segundo a FAB. Antes disso, no entanto, a aeronave voava normalmente a 35 mil pés (11 km) de altitude.
A Air France informou que o Airbus entrou em uma zona de tempestade às 2h GMT (23h de Brasília) e enviou uma mensagem automática de falha no circuito elétrico às 2h14 GMT (23h14 de Brasília). A equipe de resgate da FAB foi acionada às 2h30 (horário de Brasília).

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Mylena Ciribelli não vai renovar com a Globo e deve fechar com a Record

Mylena Ciribelli e TV Globo não chegaram a um acordo nesta quarta-feira (27/05) e o contrato da jornalista com a emissora, que vence no dia 31/05, não será renovado. As informações do mercado dão conta de que na próxima segunda-feira (01/06) a Record pode se manifestar sobre uma possível contratação da apresentadora.

Ela deverá reforçar a equipe esportiva que terá muito trabalho pela frente. A Record comprou os direitos de transmissão dos Jogos de Inverno de Vancouver (2010), do Pan de Guadalajara (2011), da Olimpíada de Londres (2012) e dos Jogos Pan-Americanos de 2015.

Profissionais que trabalham na Globo estão constantemente na mira da Record. As mais recentes contratações foram do repórter Vinícius Dônola, que trabalhou no Fantástico nos últimos quatro anos. Ele foi contratado para fazer reportagens para o Domingo Espetacular, Jornal da Record e Câmera Record. Desde março integra o novo núcleo de reportagens especiais da emissora no Rio, composto por novos editores, produtores e cinegrafistas, e por profissionais que já exerciam essas funções.

Na mesma época, foram contratados Dario Leite, hoje chefe de reportagem, e Marcos Silveira, o diretor de eventos esportivos, ambos em São Paulo.

Em fevereiro, foi a fez do jornalista Sérgio Hilinsky, que assumiu a coordenação de esportes da Record. Ele deixou 15 anos do departamento de esportes da Globo.

Oscar Schmidt também deixou a Globo rumo à Record. “Decidi fechar com a Record porque ela tem os direitos das próximas Olimpíadas, de dois Panamericanos e das Olimpíadas de Inverno. Eu serei o embaixador de esporte do canal. Fiquei honrado com o convite. Na Globo, o meu trabalho se limitava a ser comentarista de basquete, apesar de ter tentado fazer mais coisas. Até que apareceu essa proposta encantadora da Record e decidi aceitar”, disse ele ao Comunique-se em fevereiro passado.

A Globo chegou a exigir que Schmidt cumprisse o contrato que tinha com ela até 2011, mas o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu liminar que o obrigava a permanecer na emissora carioca.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Comissão do MEC: profissionais divergem sobre especialização em jornalismo

A especialização em Jornalismo foi um dos temas discutidos na terceira e última audiência pública do MEC sobre a revisão das diretrizes curriculares dos cursos de jornalismo, nesta segunda-feira, em São Paulo. “Existe uma necessidade de especialização, assim como acontece na Medicina, no Direito, e em outras áreas”, afirmou JB Oliveira, jornalista e presidente da Comissão de Relações Corporativas e Institucionais da OAB-SP, que abriu a audiência.

Caio Túlio Costa compartilhou a mesma opinião. “Defendo a formação ética e humanística e acredito que profissionais de outras áreas poderiam fazer uma especialização em Jornalismo”, alegou.

“Não me parece algo pertinente com o que estamos discutindo aqui, pensar em uma especialização em jornalismo de dois anos. Como proporcionar todos esses conhecimentos que estamos discutindo nesse curto período? Isso quer dizer que qualquer um poderia fazer Jornalismo”, contestou Celso Augusto Schröder, coordenador do Fórum Nacional de Democratização da Informação e vice-presidente da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj).

Schröder se referia a alguns temas apontados na audiência para as novas diretrizes dos cursos deJjornalismo, como multimídia, ética, políticas públicas, terceiro setor, regras e acordos internacionais, técnicas de investigação, linguagem visual e matemática, além da formação crítica. “Não vejo tempo para que todo esse conteúdo seja contemplado”, afirmou.

Sérgio Gomes, diretor da Oboré, também discutiu as exigências da profissão e o tempo para que o profissional adquira essa formação. “Não vejo tempo real para todos esses temas. Estão pensando em formar um senhor do conhecimento, um renascentista, que no fim irá ganhar quanto?”, indagou Gomes, destacando o reconhecimento na profissão.

Os participantes também discutiram a falta de atualização das grades curriculares em relação ao mercado de trabalho. “Essas divisões de jornalismo impresso, jornalismo radiofônico não fazem mais sentido. Parece que as escolas de Jornalismo estão formando jornalistas para a década de 70”, disse Eugênio Bucci.

“Muitos profissionais entram na faculdade pensando em atuar nas redações e acabam encontrando mais oportunidades na comunicação corporativa, muitas vezes sem estarem preparados. Por esse motivo acredito que deve haver alguma especialização nessa área, talvez no último ano de faculdade”, defendeu, entre outras sugestões, Eduardo Ribeiro, diretor da Mega Brasil.

Além desses convidados, a comissão de especialistas, presidida por José Marques de Mello e formada por Carlos Chaparro, Sérgio Mattos e Eduardo Meditsch, entre outros, ouviu representantes da sociedade civil, entidades do terceiro setor, estudantes e profissionais de outras áreas.

Hoje a Comissão de Especialistas se reúne para discutir os temas apontados na audiência e até o início de agosto deve concluir o relatório para as novas diretrizes curriculares dos cursos de Jornalismo. “Todo o conteúdo será avaliado e discutido. A intenção é que, se homologado, até 2010 estas diretrizes já estejam em vigor”, afirmou Cleunice Rehem, representante da Secretaria de Educação Superior (SESU/MEC).

“Devemos lembrar que isso não cabe somente ao MEC. Se a sociedade civil não se organizar, não teremos resultados plausíveis”, enfatizou Mello ao encerrar a audiência.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Passeata dos sem-namorado


Evento acontece no domingo (17) em SP e na sexta (15) no Rio. Participantes têm em comum a vontade de conhecer ‘alguém legal’.

G1

Às vésperas do Dia dos Namorados, a empresária Erica Gracio, de 24 anos, e a publicitária Márcia Talankas, de 28 anos, estão solteiras. Já a estudante Fernanda Portela, de 23 anos, nunca teve um relacionamento de verdade. “Eu nunca namorei sério porque, para namorar, você precisa colocar tanta energia em uma relação que ainda não achei alguém que valha a pena todo esse investimento”, lamenta Fernanda.

Por causa da dificuldade em encontrar um pretendente interessante para engatar uma relação de verdade, as jovens ingressaram no movimento dos sem-namorado. Não que a solteirice seja um problema para elas, afirmam as paulistanas, mas aliar a chance de conhecer alguém legal a uma manifestação descontraída com direito a passeata de solteiros - com hora e local marcados - pareceu-lhes uma ótima idéia.

Por trás do movimento, está um site de relacionamentos que programou duas passeatas. A primeira será nesta sexta-feira (15), no Rio de Janeiro. No domingo (17), é a vez de os paulistanos darem uma chance à sorte e, quem sabe, chegar ao Dia dos Namorados em boa companhia. “A nossa manifestação não tem invasões nem armas, só paz e amor”, brinca Claudio Gandelman, responsável pelo evento.

A ideia, diz ele, é reunir pessoas que talvez nunca se conhecessem por não frequentarem a mesma academia, balada, bar ou faculdade, por exemplo. “Todos vão encontrar pessoas que estão buscando a mesma coisa que eles”, afirma Gandelman.

Assim, Erica, Fernanda e Márcia já têm encontro marcado no domingo, no Parque do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo. “Fico feliz porque não estou sozinha nessa”, brinca Márcia, que pretende levar algumas amigas e, no mínimo, ter uma tarde agradável no parque.

“Não adianta chegar lá com o intuito de dizer que homem não presta. Quem vai para a passeata tem de baixar a guarda, não ser muito gato escaldado e dar uma chance para conhecer pessoas novas. Se não gostar, vira a fala: ‘Não!’ ou ‘Sai fora!’”, sugere a publicitária.

Manual de boas maneiras
Apesar de solteiras, as meninas avisam que não pretendem terminar a passeata já de mãos dadas com algum pretendente. São elas que dão as dicas para os rapazes solteiros: “Não me venham com um: ‘Você vem sempre aqui?’ e nem com aquela conversa de bar ou de balada”, dispara Márcia. “Se a gente vai para a passeata, é para fugir desse perfil cafajeste”, complementa Fernanda.

Os moços também devem aproveitar o evento inusitado para exercitar o bom humor. “Se o cara é engraçado, sem ser pastelão, esse é o primeiro passo para não ser dispensado”, complementa a publicitária. Para Erica, ser simpático é indispensável. “Ao abordar, precisa demonstrar interesse em conhecer a pessoa. A partir disso, dá para saber se há interesses em comum, como gostar dos mesmos lugares”, dá a dica.

A organização do evento espera reunir mais de mil pessoas no Rio de Janeiro e em São Paulo. No Rio, a concentração será ao meio-dia na Candelária e o evento está previsto para acabar às 14h. Em São Paulo, a turma dos solteiros irá se concentrar na marquise do Parque do Ibirapuera, às 15h, e a passeata pelo parque deve se estender até as 17h.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Jornalista iraniano-americana presa no Irã é libertada

Roxana Saberi teve pena reduzida por tribunal de apelação.Ex-miss havia sido condenada por espionagem pró-EUA.

G1

A jornalista iraniano-americana Roxana Saberi foi libertada nesta segunda-feira (11), depois que uma corte de apelação reduziu sua sentença de espionagem, de oito anos para dois anos com suspensão de pena.

O julgamento da apelação ocorreu no domingo, mas o veredicto ainda não havia sido anunciado. Segundo o advogado de Roxana, ela será proibida de exercer o jornalismo no país durante cinco anos.


Roxana chegou a fazer greve de fome no cárcere em protesto contra sua condenação, segundo a sua família.

A jornalista foi Miss Dakota do Norte em 1997 e esteve entre as dez finalistas do Miss América naquele ano. Sua mãe, Akiko, é japonesa, e seu pai é iraniano. Ela nasceu nos EUA e cresceu em Fargo, Dakota do Norte. Roxana foi detida em janeiro em Teerã, onde mora desde 2003, e condenada em abril a oito anos de prisão por um tribunal revolucionário da capital iraniana acusada de espionagem a favor dos Estados Unidos. A sentença foi duramente criticada pelo Departamento de Estado dos EUA e pelo presidente Barack Obama.

sábado, 9 de maio de 2009

REVANCHE DA MULHERADA!!


CORAÇÃO DE MULHER É IGUAL A CIRCO:
Sempre tem um lugar para mais um palhaço...

O QUE SE DEVE DAR A UM HOMEM QUE PENSA QUE TEM TUDO?
Uma mulher para ensiná-lo como funciona!

POR QUE OS HOMENS QUEREM CASAR COM VIRGENS?
Porque eles não suportam críticas!

COMO SE CHAMA UM HOMEM INTERESSANTE NO BRASIL?
Turista.

POR QUE APENAS 10% DOS HOMENS VÃO PARA O CÉU?
Porque se todos fossem, seria o inferno!

QUAL O NOME DA DOENÇA QUE PARALISA AS MULHERES DA CINTURA PARA BAIXO?
Casamento.

O QUE ACONTECEU À MULHER QUE CONSEGUIU ENTENDER OS HOMENS?
Ela morreu de tanto rir e não teve tempo de contar a ninguém.

POR QUE OS HOMENS TÊM A CONSCIÊNCIA LIMPA?
Porque nunca a usam.

POR QUE DEUS CRIOU PRIMEIRO O HOMEM E DEPOIS A MULHER?
Porque as experiências são feitas primeiro com animais e depois com humanos!!!

POR QUE OS HOMENS GOSTAM DE MULHERES INTELIGENTES?
Um dia, as frutas amadurecem...

QUAL A SEMELHANÇA ENTRE O HOMEM E O CARACOL?
Ambos se arrastam, tem chifres e acreditam que a casa é deles!!

POR QUE SÃO NECESSÁRIOS MILHÕES DE ESPERMATOZÓIDES PARA FECUNDAR UM ÚNICO ÓVULO?
Porque os espermatozóides são masculinos e se negam a perguntar o caminho!!

QUANDO É QUE UM HOMEM PERDE 90% DE SUA INTELIGÊNCIA?
Quando fica viúvo!!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Ana Paula Padrão conta que relutou em voltar a bancada de um telejornal




Ana Paula Padrão se prepara para se dividir entre a bancada do Jornal da Record e reportagens para a emissora. Aliás, foi essa a proposta que ela considerou tentadora. Não queria deixar a reportagem de lado, embora tenha consciência de que sua presença na bancada seja uma demanda do mercado e do público. As negociações com a Record começaram há dois meses.

“Sou repórter, minha carreira inteira foi feita em reportagem. Nos últimos dois anos, por causa do programa no SBT [SBT Realidade], estava conseguindo alcançar novamente isso. Achei que tinha conseguindo voltar a um caminho, com reportagens mais longas. Não esperava essa demanda por bancada de novo. Pensei que pudesse reverter isso”, conta.

Mas, segundo Ana Paula, graças a uma conversa com o marido, percebeu que não poderia virar as costas para o mercado. “Ele lembrou que as pessoas nas ruas me paravam e perguntavam quando me veriam de novo como apresentadora. As conversas com a Record incluíram reportagens e ficaram cada vez mais interessantes. Vou poder fazer também o que eu gosto de fazer”.

“Percebi que a gente não manda na nossa carreira. Você pode administrar situações e estou administrando essa. Acho que encontrei um super acordo que vai me permitir fazer o que gosto e dar a eles o que querem que eu faça”, constata.

A Record deve formar um núcleo de reportagens para produzir e editar matérias de Ana Paula Padrão. “Não sei ainda quem vai fazer parte deste núcleo”.

Como pediu um mês para se organizar na sua produtora Touraeg, o trabalho no Jornal da Record deve ter início em junho. “Minha empresa tem dois anos. No primeiro ano a minha presença era muito importante. Todos daqui estão entusiasmados. Vou ter menos tempo para vir mas se puder passar todos os dias pela manhã, já está ótimo”.


A despedida do SBT

A jornalista garante que a saída do SBT não teve relação com outros convites. “O problema é que o projeto do SBT não cabe no que eu posso entregar. Na Record, estão me oferecendo estrutura para fazer reportagem, com horário razoável. Vou ajudar a fechar o jornal, mas não vou ter responsabilidade editorial. Às vezes isso não permite fazer uma boa apuração e reportagem”.

Ela avalia os quatro anos que passou no SBT como um “período ótimo”. “O Silvio [Santos] me deu oportunidade de mudar a minha vida. Precisava muito naquele momento. Estava cansada, exausta e no momento certo ele me deu a chance. Sofri menos a inconstância de grade que outros profissionais que eu conheço. Tenho o maior respeito por ele e pela Casa”, diz, referindo-se à turbulenta decisão de deixar a TV Globo, que chegou, na época, a exigir que ela cumprisse o contrato até o fim.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Jornalista americana presa no Irã é hospitalizada


Portal Comunique-se

A jornalista Americana Roxana Saberi, condenada a oito anos de prisão no Irã, foi hospitalizada na última sexta-feira (01/05) em decorrência da greve de fome que mantém como forma de protesto, informa a organização Repórteres Sem Fronteiras.

De acordo com a organização, ela foi levada a uma clínica na prisão Evin, em Teerã, onde está presa desde janeiro. Ela foi liberada da clínica um dia depois, após ter ingerido água.

Roxana está em greve de fome desde o dia 21/04. Na semana passada, quatro integrantes da RSF, incluindo o secretário-geral, iniciaram uma greve de fome em solidariedade à jornalista. O protesto da entidade foi criticado pelo Ministério das Relações Exteriores do Irã.

“O judiciário iraniano é um corpo independente e qualquer tentativa de interferência estrangeira vai contra as medidas internacionais”, afirmou o porta-voz do ministério Hasan Qashqavi nesta segunda-feira.

Revisão justa
No sábado, o ministro das Relações Exteriores do país, Manoucher Mottaki, em encontro com o ministro japonês Hirofumi Nakasone, afirmou que a sentença dada a Roxana será revista “justa e humanamente”.
O governo japonês se mostra preocupado com a situação da jornalista. Roxana nasceu nos Estados Unidos, mas é filha de pai iraniano e mãe japonesa.


Com informações da Reuters e da AP.

PRA QUE SERVE UM AMIGO?

Pra que serve um amigo?
Pra tanta coisa..... não é?

Para Instalar o XP no computadore não cobrar nada, mesmo perdendo horas e horas a fio!

Para trazer muamba do Paraguai e quase ser preso!

Para emprestar o carro e recebê-lo de volta com multa e 21 pontos na carteira.

Pra rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um cd, dar carona para festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra.

Todas as alternativas estão corretas,
porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito.

A amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu.

Um amigo não racha apenas a gasolina:
racha lembranças, crises e choro, experiências.
Racha a culpa, racha segredos.

Um amigo não empresta apenas a prancha.
Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta.

Um amigo não recomenda apenas um cd.
Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país.

Um amigo não dá carona apenas para festa.
Te leva para o mundo dele e topa conhecer o teu.

Um amigo não passa apenas cola...
Passa contigo um aperto, passa junto o reveillon.

Um amigo não caminha apenas no shopping.
Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo,
sai do fracasso ao teu lado.

Segura o tranco, o palavrão, segura o elevador.

Duas dúzias de amigos assim, talvez, ninguém tem...
Se tiver um, amém!

Anonimo

segunda-feira, 4 de maio de 2009

TRI CAMPEÃO CARIOCA!!!



E mais uma vez a nação rubro-negra tem um domingo de paz e muita felicidade, porque o melhor time do Brasil, mais uma vez não decepcionou e carregou a taça de campeão. Os verdadeiros campeões e os verdaderos heróis são aqueles que se mostram no momento decisivo. São os que assumem a responsabilidade e com garra conquistam seus objetivos. Não adianta fazer uma boa campanha porque em uma partida em que se decide o campeonato, vence a equipe mais bem preparada emocionalmente para aguentar a pressão de uma final. E o flamengo não costuma falhar.
VALEU MENGÃO!!!!

sábado, 2 de maio de 2009

As histórias e parcerias do Clube da Esquina


Livro reúne fotos e depoimentos dos integrantes do grupo que revolucionou a música brasileira na década de 70. “A gravadora nem queria aceitar o projeto”, conta Lô Borges


Danilo Casaletti


Eu já estou com o pé nessa estrada/ Qualquer dia a gente se vê/ Sei que nada será como antes/ Amanhã. Os versos da canção Nada será como antes (Milton Nascimento/ Ronaldo Bastos) revela o espírito com que uma turma de garotos entrou em estúdio em 1972 para gravar um disco que mudaria os rumos da música brasileira. A história do grupo é contada no livro Coração Americano - 35 anos do álbum Clube da Esquina (Editora Prax), que acaba de ser lançado.


No livro, textos e imagens organizados por Andréa Estanislau ilustram o que foi o encontro de jovens músicos que se encontravam na esquina das ruas Divinópolis e Paraisópolis, no bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte, para tocar violão. Depois do lançamento do disco, o som deles - que trazia novidades harmônicas e estéticas para a música brasileira - ganhou o país e o mundo.


Na época do lançamento do primeiro volume do Clube, em 1972, Milton Nascimento já era famoso. Tinha participado de festivais de música e sua composição Travessia já era conhecida do grande público. Até Elis Regina, uma das cantoras mais consagradas da época, havia gravado suas canções. Coube a ele então a missão de convencer a sua gravadora, a EMI-Odeon, a apostar naquela reunião de garotos que tão a fim de fazer um novo som e, mais que isso, lançar um disco duplo. "A gravadora não queria bancar o projeto. Milton bateu o pé e disse que iria procurar outra que se interessasse pelo disco", diz o músico Lô Borges, em entrevista a ÉPOCA. Lô tinha apenas 20 anos quando assinou a capa ao lado do amigo Milton.


Segundo Lô, ele, Milton e toda a turma - Beto Guedes, Toninho Horta, Wagner Tiso, Tavito, Nelson Ângelo, Ronaldo Bastos, Fernando Brant, Marcio Borges, entre outros - não tinham consciência do impacto que o álbum causaria. “Queríamos fazer música, tocar nossas canções. Tudo foi acontecendo naturalmente, durante as gravações mesmo”, conta. Para ele, o disco consegue ter unidade mesmo com as diferentes sonoridades propostas por ele e por Milton. “Agradeço por eles terem entendido o que eu queria dizer, meu novo jeito de compor e tocar que tinha uma clara inspiração nos Beatles. Eu fui um dos primeiros a compor baladas aqui no Brasil”, afirma Lô.


As músicas do Clube chamaram a atenção de uma geração de artistas. Elis, por exemplo, gravou Cais e Nada será como antes, em 1972, e, em 1980, uma nova versão para o Trem Azul. Tom Jobim registrou a mesma canção, na década de 90. "Ter sido gravado por Elis e Tom, para mim, valeu mais do que ter vendido um milhão de cópias de qualquer disco”, diz Lô. Apesar de conviver com o "fantasma" do Clube até hoje - não há apresentação em que não peçam para cantar as músicas do grupo ou que fãs não cobrem um novo encontro dos amigos -, Lô é categórico ao afirmar que os dois discos e a reunião com seus amigos só lhe trouxeram alegrias na carreira. "O disco ter sido citado em 1001 Álbuns que você deve ouvir antes de morrer, do crítico Robert Dimery, é sinal de que fizemos um trabalho de qualidade”.
O segundo volume do Clube da Esquina foi lançado em 1978. Desta vez, além dos antigos parceiros do Clube, Milton, mais uma vez mentor do projeto, trouxe novos amigos, como as cantoras Elis Regina e Joyce e os compositores Chico Buarque, Ana Terra e Danilo Caymmi. No ano passado, a gravadora EMI lançou os dois discos em uma edição comemorativa.


Um terceiro disco? Lô não acredita nessa possibilidade. “Isso teria que partir do Milton, mas acho que ele não está voltado para isso. A chance de isso acontecer é muito remota”. Enquanto isso, o músico reforça sua parceria com outro mineiro, Samuel Rosa, vocalista do Skank. Os dois devem lançar juntos, neste ano, um CD e um DVD para comemorar os 10 anos de parceria. “A simbiose entre Samuel Rosa e Lô Borges cria algo novo, que não é nem Skank e nem Clube da Esquina”, diz Lô. Além desse projeto, Lô também pretende lançar um disco gravado no ano passado junto com a Orquestra Sinfônica de Belo Horizonte.

Dica: Mercado de Trabalho

Você é uma referência em seu trabalho?


Uniglobo

No ambiente de trabalho, quando alguém tem uma dúvida na atividade, recorre a você para perguntar sobre o assunto? Antes de tomarem determinadas atitudes, os colegas da sua equipe costumam consultá-lo? Já viu alguém copiar uma atitude sua, ou uma forma que realizou seu trabalho? Se você se depara com esse tipo de situação a todo o momento, pode ter certeza: você é uma referência para a equipe.

Enfim, de acordo com o gerente da Robert Half, Fabio Saad, "quando as pessoas o respeitam e ouvem com atenção o que você diz, com o objetivo de aprimorar o próprio trabalho, além de o recomendarem a outras pessoas e promoverem suas realizações ou postura, de forma natural", pode-se dizer que você é uma referência no trabalho.

Já para o diretor executivo Arlindo Felipe Jr., o profissional é uma referência quando ele tem autoridade moral, o que pode ser percebido por meio de consultas dos colegas, validação, verificação, de maneira formal ou informal.

"O profissional referência tem um comportamento natural no domínio do assunto, normalmente suas soluções ou opiniões são com base em fatos e não "by the book" - nada contra auxílio teórico, é que nos momentos mais críticos ou mais importantes, nem sempre encontramos as respostas nos livros e sim na competência do capital humano".

Profissional referência: quem é ele?

Ele não é necessariamente o líder da equipe, uma vez que qualquer um pode ser uma referência para um determinado assunto. Por esse motivo, pode causar ciúmes até mesmo na liderança.

De acordo com Saad, em caso de referência positiva, o profissional pode causar sentimentos ruins nos colegas de trabalho, como ciúmes, inveja, raiva e etc. "Neste caso, a referência precisa saber lidar com isso. Manter a humildade pode amenizar os impactos desses sentimentos", afirmou o gerente.
Saad ainda afirmou que ele não é, necessariamente, aquele que está há mais tempo na empresa: "a referência é atemporal", explicou.

Como chegar lá?
Para se tornar um profissional referência em qualquer empresa pela qual passar, o importante é "trabalhar com dedicação, buscando sempre o melhor para a empresa, ser ético e promover os resultados importantes para o grupo", nas palavras de Saad.

Por isso, para se tornar uma referência, é necessário um tempo mínimo para as pessoas o conhecerem e ao seu trabalho. Nem sempre quem chega na companhia já é uma referência, a não ser que tenha muito reconhecimento na área em que atua.

De acordo com o diretor executivo, isso acontece de forma natural. O profissional referência gosta do que faz e é aplicado na absorção de novas informações técnicas, porque sente prazer na realização de suas atividades, comportamento que é percebido naturalmente.