sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Ando meio desligada!! rsrsrsrsrs...


No Recreio
Cássia Eller

Quer saber quando te olhei na piscina
Se apoiando com as mãos na borda
Fervendo a água que não era tão fria
E um azulejo se partiu porque a porta
Do nosso amor estava se abrindo
E os pés que irão por esse caminho
Vão terminar no altar, eu só queria me casar
Com alguém igual a você
E alguém igual não há de ter
Então quero mudar de lugar, eu quero estar no lugar
Da sala pra te receber
Na cor do esmalte que você vai escolher
Só para as unhas pintar
Quando é que você vai sacar
Que vão que fazem suas mãos
É só porque você não está comigo
Só é possível te amar...
Seus pés se espalham em fivelas e sandália
E o chão se abre por dois sorrisos
Virão guiando o seu corpo que é praia
De um escândalo charme macio
Que o corpo irá se derreter?
Que som os lábios vão morder?
Vem me ensinar a falar
Vem me ensinar ter você
Na minha boca agora mora o teu nome
É a vista que os meus olhos querem ter
Sem precisar procurar
Nem descansar e adormecer
Não quero acreditar que vou gastar desse modo a vida
Olhar pro céu só ver janela e cortina
No meu coração fiz um "A"
O meu coração é o teu lar
E de que que adianta tanta mobília
Se você não está comigo
Só é possível te amar
Ouve os sinos, amor
Só é possível te amar
Escorre aos litros, o amor

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Novidades sobre 'Eclipse'

Robert Pattinson e Kristen Stewart trocam beijos em "Eclipse"


Robert Pattinson e Kristen Stewart aparecerão em cenas bem românticas em “Eclipse”, terceiro filme da saga “Crepúsculo”, que estreará nos cinemas dos EUA no dia 30 de junho.




Novas imagens da película acabam de ser divulgadas na internet. Nelas, os protagonistas, que vivem Edward e Bella, aparecem se beijando ardentemente.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Vai beijar muito no carnaval? Conheça dados inusitados sobre o beijo


Há mais de 484 formas de beijar, e o ato alivia o stress. Pesquisas tentam desvendar magia do encontro entre os lábios. Para muita gente, carnaval é sinônimo de beijar, e beijar muito. Mas será que mesmo os mais beijoqueiros sabem tudo sobre o ato de colar os lábios e roçar as línguas?

Conheça algumas pesquisas que tentaram entender esse ato, tão importante – e às vezes tão desejado – entre os humanos.


Cabeças preferem o lado direito durante o beijo Um professor universitário alemão provou que na hora de beijar a maioria das pessoas inclina a cabeça para direita. Ele analisou mais de 120 casais em três países, e estudou pessoas de idades diferentes.

Há 484 formas de beijar O jornalista Pedro Carneiro dedicou 13 anos ao estudo do beijo, e descobriu 484 jeitos diferentes de trocar saliva. Está tudo registrado em um livro, uma espécie de ‘kama sutra’ dos beijos.
Beijo reduz o estresse Em ambos os sexos, o beijo libera substâncias que reduzem o estresse, concluíram cientistas americanos. Nos homens, o beijo aumenta o sentimento de confiança. Se o beijo for bom, os homens se sentem estimulados a manter relações duradouras.

Nojo de beijar irmãos faz parte do instinto Cientistas dos EUA descobriram que o tabu de beijar irmãos não é algo cultural, que as pessoas aprendem. O nojo que se sente faz parte do instinto, e é criado quando se convive muito com os irmãos ainda na infância.

Beijo é antídoto contra depressão Durante um bom beijo, o cérebro produz endorfina, a enzima do prazer. Além disso, o beijo ajuda a emagrecer, pois faz o coração acelerar e queima calorias com movimento dos músculos da boca.

Chocolate excita mais que beijo Mesmo o beijo mais apaixonado perde do chocolate quando o assunto é produzir excitação. O psicólogo David Lewis, do centro de pesquisas Mind Lab, mostrou que o chocolate preto, quando derretido na boca, pode aumentar o ritmo do coração de 60 para 140 por minuto.

Homens não beijam durante sexo Pesquisa realizada no ambulatório de Sexualidade Humana da Clínica Delphos, no Rio de Janeiro, apontou que 70% dos 154 homens avaliados não beijam na boca durante o sexo.

Vacina previne contra ‘doença do beijo’ A mononucleose infecciosa, que provoca dor de garganta, inchaço nas amídalas e um cansaço que pode durar meses, é conhecida como ‘doença do beijo’, já que essa é uma das formas de se contaminar com a doença. Um pesquisador belga diz ter encontrado a vacina contra a mononucleose.

A arte do beijo


Você tem idéia de quantas formas diferentes existem para o beijo apaixonado? Uma pesquisa descobriu 484 maneiras de beijar. No Carnaval ou no Dia dos Namorados, nada melhor do que praticar e aprender os benefícios de um bom beijo.

Você tem idéia de quantas formas diferentes existem para o beijo apaixonado? Uma pesquisa que levou 13 anos descobriu 484 formas de beijar.

O beijo ruim pode estragar um relacionamento? Beijo proibido, beijo de amor, beijo de despedida. Ao longo da vida uma pessoa dá em média 24 mil beijos. Esse prazer tão comum na vida de todas as pessoas virou objeto de pesquisa. E, quem diria, foram catalogadas 484 maneiras diferentes de beijar.

O jornalista Pedro Paulo Carneiro dedicou os últimos 13 anos ao estudo do beijo. Ele ouviu 16 mil pessoas, beijou outras tantas e fez um dossiê de 12 mil páginas que, resumido, virou livro. Ele aprendeu técnicas orientais e registrou uma por uma, em uma espécie de kama sutra moderno dos beijos e descobriu que beijo também é cultura.

Por exemplo, um beijo ardente de dez segundos pode queimar até 15 calorias. Vinte beijos queimam calorias equivalentes a uma fatia de bolo de chocolate. Um simples beijo pode repassar 250 vírus e bactérias diferentes. E homens que se despedem de suas mulheres com um beijo todas as manhãs vivem cinco anos mais.

Para Pedro Paulo, o beijo pode até rejuvenescer. “O beijo tira rugas, beijo suaviza as marcas de expressão. O beijo tonifica o corpo porque faz com que o coração bombeie mais sangue. Ele hidrata porque você chega a suar com um bom beijo” – disse.

A pesquisa inspirou a banda Biquini Cavadão que fez uma música sobre o beijo que sela o fim de um namoro.

“Faz bem para alma. Os melhores são os primeiros, quando se começa a namorar. Um beijo para ser bom é como um prato que você oferece à pessoa, como se você desse sua boca de alimento para pessoa. O segredo de um bom beijo é como se você estivesse preparando o prato preferido dela” – definiu Pedro Paulo.

Mas será que existe beijo perfeito? “O beijo perfeito é aquele em que a pessoa se aproxima, respira a outra e expira num beijo na boca misturando as almas. Isso é um bom beijo” – concluiu Pedro Paulo. Para quem vai comemorar o Dia dos Namorados acompanhado é bom aproveitar as dicas e caprichar.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Ser humanista ou Ser brasileiro? Eis a questão!!

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.



Esta foi a resposta do Cristóvam Buarque:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.

Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo.. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer, por constrangimentos, na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!"

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Protagonista de ‘Preciosa’ conta como fez de sua 1ª vez uma indicação ao Oscar


G1 participou de entrevista com Gabourey Sidibe em Los Angeles.'Não tinha ideia de como era estar em cada cena', afirma.

Gabourey Sidibe tem 26 anos, estreou no cinema há um ano e já garantiu sua primeira indicação ao Oscar pelo papel principal em “Preciosa”. Baseado em livro da escritora e ativista negra Sapphire, o longa tem outras cinco indicações ao prêmio, incluindo melhor filme, roteiro adaptado e diretor, para o novato Lee Daniels. No filme, que chega nesta sexta-feira (12) ao Brasil, Sidibe interpreta Claireece ‘Precious” Jones, uma adolescente sonhadora mas cuja realidade é retratada na pobreza e nos abusos da mãe (Mo’Nique, indicada ao Oscar de atriz coadjuvante).

Apesar da pouca experiência nas telas, a atriz de primeira viagem conta que Precious e os temas delicados abordados na história – incesto, estupro, violência doméstica, preconceito – não são coisas completamente novas para ela. “Infelizmente, a Precious era uma personagem familiar para mim. Eu reconhecia esta garota entre minhas amigas, familiares e pessoas com as quais eu não queria manter amizade. Eu também a reconhecia em mim mesma, mais jovem, quando tinha uns 16 anos”, disse Sidibe a jornalistas em Los Angeles, em entrevista da qual o G1 participou.“Acho importante que vítimas de abuso assistam ao filme para perceberem que não estão sozinhas. Elas têm o poder de mudar o seu destino. Espero que o filme passe esperança a estas pessoas.”


Confira a seguir os principais trechos da conversa.

Pergunta - Como você se envolveu neste projeto?
Gabourey Sidibe - Eu nunca tive a intenção de ser atriz. Cheguei a fazer algumas peças de teatro na faculdade, mas certamente não estava interessada em seguir carreira. Estava na faculdade quando um amigo me falou sobre os testes. Eu sabia do filme porque minha mãe, há uns quatro anos, tinha participado dos testes para o papel da Mary [a mãe de Precious], mas ela desistiu do processo depois que leu o livro. Achou que seria muito dificil, afinal, ela é cantora e não atriz. Naquela época, ela achou que eu deveria interpretar a Precious, mas eu nem pensei no assunto. Quando meu amigo me avisou sobre os novos testes, não achei que seria uma boa. Era a primeira semana de aulas do semestre e isso desviaria minha atenção dos estudos.

Pergunta - O que lhe fez mudar de ideia?
Sidibe - Foi engraçado. Como num piloto automático, eu saí de casa e não sei por que acabei indo fazer os testes, embora eu tivesse uma aula naquela mesma hora. Não sei o que deu em mim. Simplesmente acabei indo lá. E depois de uma hora fui chamada para voltar para a próxima fase dos testes, que aconteceria no dia seguinte. E neste dia, meia hora depois de sair, me ligaram para dizer que o diretor, Lee Daniels, queria se encontrar comigo. No dia seguinte fui ao seu escritorio, e conversamos por uns 45 minutos. Falamos sobre tudo menos do filme (risos). Trocamos ideias sobre modelos de óculos, Lenny Kravitz e nada sobre o papel (risos). Até que ele disse: “bem, se você está na faculdade, como ficarão suas aulas se você fizer o filme?” Eu respondi que não é todo dia que alguém recebe uma oferta para participar de um filme, e que algo teria que ser sacrificado. Ele deve ter gostado da minha resposta e disse que queria que eu fizesse o filme. Para mim, aquele momento foi inacreditável.

Pergunta - Você não se preocupou com o fato de, mesmo sem experiência, ter de interpretar a protagonista do filme?
Sidibe – Nossa, fiquei superpreocupada. Não tinha ideia de como era fazer um filme ou estar em cada cena. Nunca havia estado em um set de filmagens. Eu estava muito ansiosa e preocupada se eu saberia fazer o que o diretor me pedisse. Mas tivemos muitas reuniões para desenvolver uma confiança mútua. No primeiro dia de filmagens, eu estava apavorada, não havia dormido quase nada, e tinha que estar lá às 5h da manhã. Quando cheguei ao estúdio, olhei ao meu redor e vi toda a equipe, que eram quase umas 200 pessoas, e nesse momento senti a responsabilidade. O salário delas dependia do filme ser realizado. Sabia que não tinha mais volta, que teria que assumir o desafio. A ansiedade se foi no segundo dia, e a partir daí não via a hora de chegar às filmagens.

Pergunta - Você se identificou com a personagem?
Sidibe – Infelizmente, a Precious era uma personagem familiar para mim. Eu reconhecia esta garota entre minhas amigas, familiares e pessoas com as quais eu não queria manter amizade. Eu também a reconhecia em mim mesma, mais jovem, quando tinha uns 16 anos. Ela não representava um conceito estranho, mas eu tinha um sentimento de culpa porque eu mesma havia ignorado ‘as Precious’ em tantas pessoas diferentes. Então, quando houve a oportunidade de interpretá-la, senti que era uma chance para me redimir. Adoro o livro e queria ser fiel ao texto e à personagem. Odeio quando as adaptações saem distorcidas. E tive muitas conversas com o diretor sobre quem Precious foi, é e será, que me ajudaram a moldá-la como um ser verdadeiro. Ele não queria que eu a interpretasse triste, pois ela não era uma pessoa triste. Você pode sentir pena dela como espectador, mas, na verdade, ela está simplesmente vivendo sua vida. Ela lida com vários desafios, mas para ela é somente mais um dia em sua vida cotidiana.

Pergunta - O filme lida com temas dificieis como incesto, abuso sexual e violêcia domestica, mas nã deixa de ter uma mensagem positiva e de esperança.
Sidibe – Sim. E acho importante que vítimas de abuso assistam ao filme. São vários os temas, desde autoestima à sexualidade além das questões de abuso. Acho que são mensagens importantes. Incesto é um grande tabu porque as vítimas - e há muitas nessa situação - não falam sobre o assunto, talvez por vergonha. Mas espero que ao assistirem ao filme elas percebam que não estão sozinhas, que estas coisas também acontecem a outras pessoas e que elas devem procurar ajuda. Elas têm o poder de mudar o destino delas. Espero que o filme passe esperança a essas pessoas.

Pergunta - A experiência no filme influenciou o seu desejo de seguir a carreira de atriz?
Sidibe – Com certeza! Eu me apaixonei por essa carreira. É muito interessante dar vida às palavras de um roteiro e transformá-las em uma personagem. É fascinante. Gostaria muito de continuar atuando, de fazer uma comédia, ou comédia romântica. Talvez um filme de época. São vários estilos diferentes e eu gostaria de atuar em todos (risos). Eu terminei recentemente o meu segundo filme, “Yelling to the sky”, e foi uma experiência totalmente diferente de "Precious". Meu próximo projeto será o piloto de uma série para a Showtime. Espero continuar sendo atriz por um bom tempo!

sábado, 30 de janeiro de 2010

CURIOSIDADES:

É verdade que Shakespeare..

... ERA BI?
Shakespeare foi casado, teve 3 filhos e há indícios de um bastardo. Mas 126 sonetos românticos não podem ser coincidência: Lançados há exatos 400 anos, são dedicados a um anônimo Fair Lord ("Belo Senhor"), "mestre amante de minha paixão" (Soneto 20). Outro indício: em seu testamento, o autor ainda deixou parte da fortuna a amigos, com uma ordem estranha: eles deveriam comprar alianças para usar em sua memória.

... ERA POBRE?
Na adolescência ele pode até ter passado um período difícil. Mas logo ficou famoso e esperto nos negócios. Investia em imóveis, ações do Globe Theater e sonegava alguns impostos. Além disso, emprestava a juros altos e cobrava em dia.

... PASSOU ANOS DESAPARECIDO?
Ele sumiu entre os 21 e 28 anos (1585-1592). Hipóteses para o sumiço: caiu na clandestinidade por caça ilegal de veado; virou marinheiro; virou monge. Mas o mais plausível é que ele já estivesse no teatro londrino, mas em funções anônimas, como valet de carruagem e contrarregra.

... NÃO ESCREVEU SUAS PEÇAS?
Como alguém sem educação superior teria vocabulário tão vasto? É o argumento da minoria para quem o bardo era diretor e ator, mas não autor. Entre os supostos ghost-writers estariam o filósofo Francis Bacon e até um nobre italiano exilado na Inglaterra fugindo da Inquisição.

... FOI ENTERRADO COM OBRAS INÉDITAS?
É uma hipótese forte, nunca comprovada pela praga em sua lápide: "Amigo, evite, por Jesus sagrado / De cavar o pó aqui enterrado / Abençoado quem poupar estes destroços / E amaldiçoado quem mover meus ossos"

CIÊNCIA MALUCA

Mau Humor faz bem para a Memória:
Psicólogos da Universidade de New South Wales (Autrália) constataram que pessoas mal-humoradas possuem mais capacidade de memorização, cometem menos erros e escrevem melhor. Isso supostamente acontece porque o cérebro se concentra mais quando quando a pessoa se irrita.

Gastou demais? Culpe seus genes!
Cientistas da Universidade da Califórnia descobriram que pessoas com uma mutação no gene MAOA têm até 16% mais risco de ficar devendo no cartão de crédito. Isso porque o "gene do consumismo" coordena a produção de enzimas cerebrais ligadas à impulsividade - o que acaba fazendo o indivíduo gastar mais do que pode.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

AS MALDIÇÕES MAIS ARREPIANTES DA HIRTÓRIA

Chegou a hora de saber se você tem coragem mesmo! desde a terrível praga da múmia de Tutancâmon até o nefasto destino da família Kennedy, conheça as histórias mais sinistras do planeta. E, claro, reze para não ser vítima de uma delas!
A Maldição do faraó:
A tumba do rei egípcio Tutancâmon foi descoberta e, 1922, pela expedição do arqueólogo inglês Howard Carter. Junto do sarcófago, feito de ouro, estavam centenas de objetos valiosos. Só que rolaram tantas mortes e acontecimentos nefastos com os envolvidos com a descoberta que, até hoje, muita gente crê numa terrível praga da múmia do faraó.
Como acreditavam n vida após a morte, os faraós eram sepultados com muitos dos seus pertences, que utilizariam no além. Para proteger a tumba de profanadores, os sacerdores e mestres de cerimônias fúnebres faziam rituais mágicos, jogando pragas contra possíveis violadores.
A própria biografia de Tutancâmon, conhecido como faraó menino, é envolta em mistério. Ele reinou no Egito há cerca de 3.300 anos, mas, até hoje, não se sabe a causa de sua morte, aos 18 anos. Enquanto, para muitos, ela teria sido causada por um ferimento na perna, alguns sustentam que o jovem faraó foi assassinado.
Maldição:
Por uma razão insondável, Howard Carter, o responsável pela descoberta da morada do faraó, escapou ileso à maldição de Tutancãmon. Ele morreu de câncer em 1939, aos 64 anos, bem depois do histórico achado.
O Coronel inglês Aubreu Herbert foi um dos poucos presentes na abertura do sarcófago. Em menos de um ano, num acesso de loucura, suicidou-se. Outro que presenciou a violação foi James Henry Breasted. Ele até durou um bocado, ms, anos depois, morreu de forma inexplicada numa viagem para os Estados Unidos.
A primeira vítima da maldição foi o canário amarelo de Carter. Logo após a abertura da tumba, uma serpente entrou em sua gaiola e o engoliu. Superticiosos, os operários da escavação espalharam que a cobra fora enviada pelo faraó para punir os profanadores de seu descanso eterno.
Dezenas de pessoas ligadas ao achado morreram após a abertura da tumba. A primeira foi lorde Carnavon, magnata inglês que financiou a expedição. Sua morte, em 1923, teri sido causada por uma picada de inseto. Ao morrer, porém, ele gritava: "Um pássaro me crava as garras no rosto". No Egito, acreditava-se que as múmias dos faraós eram protegidas pelo abutre Nejbet, que delacerava o rosto de profanadores de túmulos. Tempos depois da morte do lorde, faleceu sua esposa, Elizabeth, aparentemente também por causa da picada de um inseto.
Também há quem diga que a causa de todas as desgraças seria a existência de radioatividade no sepulcro real, que teria sido erguido com pedras contendo urânio radioativo. Há relatos de que um resíduo desse material, o gás radônio, altamente tóxico, foi detectado pela Agência de Energia Atômica egípcia em vários monumentos do país.
Uma explicação científica para a maldição de Tutancâmon seria a presença na tumba do fungo Aspergillus niger, que causa febre e inflamação das vias respiratórias. A mortandade também seria causada por outro microorganismo presente no local, o bacilo Bacillus anthracis, causador da doença conhecida como carbúnculo ou antraz.
Família Funesta:
Os Kennedys marcaram a história dos EUA no século 20, sendo um dos clãs mais ricos e poderosos do país. Mas a famílias também é assombrada por tragédias. Foram tantos assassinatos, desastres e mortes estranhas que há quem jure que eles são amaldiçoados.
Maldição:
Joseph Patrick Kennedy e Rose Elizabeth Fitzgerald: O patriarca dos Kennedys era um homem ambicioso e que queria ter um filho presidente dos EUA. A matriarca, por sua vez, nasceu numa família elitista e viveu até os 105 anos. Nada de ruim aconteceu com os dois. Em compensação com os filhos e netos..
Joseph Patrick Kennedy JR (1915-1944): O primogênito morreu em uma batalha aérea no Canal da Mancha, durante a Segunda Guerra Mundial. Teria sido a primeira vítima da maldição.
John Fitzgerald Kennedy (1917-1963): Eleito presidente dos EUA em 1960, JFK foi morto em Dallas três anos depois. Ainda pairam dúvidas sobre os responsáveis pelo assassinato.
Rosemary Kennedy (1918-2005): Diagnosticada como louca, sofreu uma lobotomia aos 23 anos e viveu internada num manicômio até sua morte.
Kathleen Agnes Kennedy (1920-1948): Enviuvou apenas quatro meses depois de se casar e morreu com o amante em um desastre de avião na França.
Robert Francis Kennedy (1925-1968): Eleito senador por Nova York, foi baleado e morto quando fazia campanha para a Presidência dos EUA.
Edward 'Ted' Kennedy (1932-2009): Quase bateu as botas num acidente aéreo em 1964. Em 1969, o carro que dirigia caiu num rio, matando sua secretaria. Morreu de câncer no cérebro.
Joseph Fitzgerald Kennedy JR. (1960-1999): Com fama de playboy, John-John morreu com a esposa e a cunhada quando o avião que pilotava mergulhou no mar.
Patrick Bouvier Kennedy (1963-): Aos 12 anos, teve a perna amputada, por causa de um tipo grave de câncer ósseo.
David Anthony Kennedy (1955-1984): Foi encontrado morto, por overdose, num quarto de hotel na Flórida, aos 28 anos.
Michael Lemoyne Kennedy (1958-1997): Morreu num acidente quando esquiava nas montanhas de Aspen, no Colorado.
Cargo Maldito:
Entre 1840 e 1960, todos os presidentes americanos eleitos em anos terminados por zero morreram antes de concluir o mandato. Um episódio de 1811 pode estar na raiz dessa funesta coincidência. Naquele ano, Willian Henry Harrison venceu os índios shawnee na Batalha de Tippcanoe, e um chefe indígena rogou a praga: "Harrison não ganhará este ano o posto de Grande Chefe. Mas, quando o fizer, não terminará seu mandato, assim como todo Grande Chefe escolhido depois dele a cada 20 anos". A maldição teria sido quebrada com Ronald Reagan, eleito em 1980, que sobreviveu a um atentado e morreu em 2004, de câncer.
Lista:
Willian Henry Harrison: Eleição - 1840 / Ano da Morte - 1841 / Causa - Pneumonia
Abraham Lincon: Eleição - 1860 / Ano da Morte - 1865 / Causa - Assassinato
James Garfield: Eleição - 1880 / Ano da Morte - 1881 / Causa - Assassinato
Willian Mickinley: Eleição - 1900 / Ano da Morte - 1091 / Causa - Assassinato
Warren Harding: Eleição - 1920 / Ano da Morte - 1923 / Causa - Não esclarecida
Franklin Roosevelt: Eleição - 1940 / Ano da morte - 1945 / Causa - Hemorragiaa Cerebral
John Fitzgerald Kennedy: Eleição - 1960 / Ano da Morte - 1963 / Causa - Assassnato
Lágrimas do demônio:
Se alguém quiser lhe vender um quadro de uma crianças bem fofinhas, caia fora: elas trazem um azar danado para os donos. Entre os anos de 1970 e 1980, o italiano Giovanni Bragolin pintou uma série com 27 telas, que ficaram conhecidas como O Quadro das Crianças Chorando, fazendo grande sucesso. O problema é que êxito teria sido fruto de um pacto de Bragolin com o tinhoso, tornando os quadros malditos. Por exemplo, há relatos de proprietários da obra que tiveram a casa inexplicavelmente incendiada. Arrependido, Bragolin até recomendou que as pessoas deveriam destruir suas telas para se livrar da praga.
Joia Macabra:
Com 45 quilates, o diamente Hope é um dos maiores do mundo. Mas quem conhece sua história não ficaria fekiz em ganhá-lo de presente. Segundo a lenda, ele foi roubado no século 17 pelo francês Jean-Baptiste Tavernier de um templo na Índia, tornando-se maldito a partir daí. Tavernier teria sido devorado por lobos após vendê-lo ao rei Luíz XIV, da França. Depois, Maria Antonieta, que usou a joia, foi guilhotinada. Já em Londres, em 1830, o brilhante trouxe má sorte para o dono, Daniel Eliason, que acabou num hospício após o filho se matar. Comprado pelo banqueiro inglês Francis Hope - cujos descendentes faliram anos depois -, a joia hoje está exposta no Instituto Smithsonian, nos EUA. Bom, isso até rolar lguma zica...

As 9 perguntas que "Lost" tem que responder e as repostas mais criativas



por Mariana Lucena

As nove maiores perguntas que Lost terá de responder na última temporada (e as respostas mais interessantes dos fãs).A sexta e derradeira temporada de Lost estréia no Brasil no dia 9 de fevereiro, no AXN. Mas Galileu, que sabe que você não aguenta mais esperar, separou uma seleção das nove principais perguntas que a série final terá de resolver – e as respostas mais criativas que os fãs têm dado para elas.
1) Que diabos é o monstro de fumaça?
Ele aparece no primeiro capítulo, matando brutalmente o piloto do avião. “Ok, é apenas uma espécie local de fera”. Errado. No episódio Walkabout, o monstro mostra ser muito mais que isso. Quando Locke o confronta olhando em seus olhos, ele não só é poupado, como vê coisas lindas. Então decide quem merece morrer e viver, é “o juiz do lugar”? Rousseau preferiria as palavras “sistema de segurança da Ilha”já que, na quarta temporada, quando Alex é assassinada, descobrimos que Ben pode convocá-lo para atacar os inimigos. Para complicar ainda mais, na quinta temporada descobrimos um templo com uma antiga inscrição em hieróglifos sobre o Monstro. A ideia de uma criatura divina faz sentido, se você pensar que ele toma forma de pessoas mortas. Juiz? Segurança? Divindade?
Teorias:
Uma diz que o monstro é, como supôs Rousseau, um sistema de segurança criado pela Dharma (projeto de pesquisa científica na ilha) para caçar os hostis. Depois do massacre do projeto, teria sido tomado pelos Outros. O fato de ele matar em algumas ocasiões e só assustar em outras é explicado pela existência não de um, mas de vários monstros de fumaça, com efeitos distintos (poderiam ser psicológicos, como provocar ilusões, ou físicos, causando mortes).
2) Por que a Ilha cura alguns e outros não? E por que tem poder de cura, afinal?
Os paralíticos voltam a andar, pacientes de câncer têm cura repentina, feridas profundas cicatrizam rapidamente. Mas, enquanto Locke e Rose sentem os benefícios do lugar, Edward Mars, o policial que escoltava Kate para a prisão no início da série (e bem que precisou de uma forcinha), sangrou até morrer - BEM lentamente. Outra pulga atrás da orelha é se a cura se estende para fora da Ilha. Lembram-se da recuperação milagrosa da ex-esposa de Jack? Ou quem sabe a fertilidade repentina da irmã de Juliet?
Teorias:
É famosa aquela que defende que a Ilha é uma alucinação compartilhada, então a doença e a cura são imagináveis. Sawyer nunca levou um tiro. Locke ainda está paralisado. Rose ainda tem câncer.
3) Viagem no tempo: teoria De volta para o futuro ou destino?
A essa altura, todo fã de Lost que se preze já sabe que o tempo na Ilha passa de maneira diferente que o tempo fora dela e que é possível viajar no tempo. Até a quarta temporada isso era uma exclusividade de Desmond, mas quando seis dos losties deixam a Ilha (incluindo o próprio Desmond), o restante fica perdido em tempos e lugares diferentes.
Teorias:
A grande questão sobre a viagem no tempo é se é possível ou não alterar o passado. Sobre isso parece que os roteiristas não se decidiram. A princípio, Desmond tenta fazê-lo inúmeras vezes sem sucesso, até que a Sra. Hawking lhe explica que o universo tem um jeito de consertar tudo para que, de outra maneira, as coisas aconteçam iguais. Por exemplo, se ele impedir o afogamento de Charlie na praia, mais tarde ele será atingido por um raio ou morrerá afogado num submarino. Entretanto, em "The Constant", o encontro entre Faraday e Desmond no passado consegue gerar uma mudança. A teoria que a série vai seguir nós vamos descobrir na sexta temporada, assim que soubermos se a explosão da bomba deu ou não certo.
4) Quem é Jacob e por que ele e seu amigo gostam de se apossar do corpo dos mortos?
Se tem uma coisa que fã de Lost adora é especular sobre quem é Jacob. Tinha até quem duvidasse que ele existisse. Parecia ser só uma loucura de Ben até que Locke (e nós) o vemos de relance na cabana e as coisas começam a se mexer “sozinhas”. Depois ele se mostra no corpo do pai de Jack, Christian Shephard. A quinta temporada traz uma overdose de Jacob: descobrimos que ele esteve lá desde antes de chegarem os primeiros exploradores numa caravela. Deparamos com ele também nos flashbacks dos momentos mais difíceis da vida dos personagens principais como o velório dos pais de Sawyer ou a morte da namorada de Sayid, sempre com pinta de bom moço. E, por fim, descobrimos que ele mora no pé da estátua de uma divindade egípcia, onde é assassinado por Ben Linus.
Teorias:
Vale a pena ler a hipótese defendida pelo blog Rodz Online: “A estátua de quatro dedos é da deusa egípcia da fertilidade Taweret. Dito isto, é fácil entender o resto. Jacob não se importa com a destruição provocada pelos homens porque acredita que ela é um estágio intermediário necessário para a perfeição. Já seu companheiro de ilha discorda, acha que os seres humanos são uma falha, só chegam, destroem e conquistam. Jacob versus seu amigo misterioso é a luta do bem contra o mal, ou de Taweret (a deusa da fertilidade) contra Anúbis (o deus dos mortos). Eles não podem se matar.” A teoria vai adiante dizendo que Ben é a saída encontrada por Anúbis para matar Jacob, mas prevendo isso, Jacob “participa de momentos-chave na vida de cada um dos Losties, de modo que eles caiam na ilha, passem por tudo o que passaram, explodam a bomba, ‘resetem’ o tempo e, com isso, façam com que o plano de Anúbis falhe toscamente.” Uma boa, não?
5) Loucura, loucura... loucura? Sobre demências e alucinações, Lost ainda tem muito o que responder.
Para começar, Hurley é de fato louco ou ele realmente vê pessoas mortas? Walt tem poderes sobrenaturais ou simplesmente não bate bem? O que a Libby fazia no Instituto de Saúde Mental Santa Rosa, informação que nos foi dada na segunda temporada e que depois nunca foi esclarecida? (E já pensou que a Libby é uma das poucas personagens a quem nunca foi dado um episódio flashback? Por que tanto mistério a respeito dela?) Esperamos que os roteiristas não enlouqueçam tentando desfazer esses nós.
Teorias:
As teorias são tão insanas quanto os personagens. Uma delas diz que Libby e Ben são irmãos porque tem características similares - então posso dizer que Jack e Claire jamais poderiam ser irmãos já que ela é loira e baixinha e ele moreno e alto!? Claro que não!
6) Aonde foi parar Claire e por que tanto cuidado com quem vai criar o Aaron?
Claire começou apagadinha e sem graça e foi ganhando um monte de mistérios no caminho. Abandonada grávida pelo namorado, decide dar seu bebê Aaron para adoção, mas é impedida por um adivinho que diz que só ela deve criar essa criança. Mais tarde, seu guru muda de ideia e diz que ela só pode dar a criança para um casal em Sidney e para ir até lá deve pegar o voo 815 da Oceanic – que acabaria na Ilha. Para completar o mistério, é a primeira mulher a dar luz num lugar onde, há muito tempo, todas as grávidas morrem durante a gestação. Em meados da série você descobre que ela é meia-irmã de Jack – e filha do “morto-ambulante” Christian Shephard. E, sem mais nem menos, na quarta temporada, Claire desaparece deixando para trás o filho Aaron, que aprendeu a amar mais que tudo na Ilha. Aí você ficou confuso, não? Mas a coisa toda deve ter dado um nó de vez quando a Claire começou a aparecer em visões fora da Ilha.
Teorias:
Aaron é tão especial porque pode ser o próprio Jacob, mas do futuro. Ele irá crescer e voltar ao passado para controlar a ilha. Isso explicaria porque Claire está tranquila, pois falou com o seu filho vivo e no controle de tudo, e porque Jacob demonstrou uma certa atenção a mais por Jack, Kate e Hurley. Os três tinham uma ligação maior com Aaron: Jack é tio, Kate cuidou dele e fez o parto e Hurley, depois de Charlie, era um dos que mais ficava com ele. Sobre o paradeiro de sua mãe, há aqueles que apostam que ela esteja em outro tempo e ainda, alguns mais ousados, que dizem que Claire já estava morta há uma era (quando sua casa explodiu na vila dos Outros) e que ela era apenas uma visão ou um fantasma.
7) Por que o Richard não envelhece? (quero a receita também)
Quando eles chegam à Ilha, em 2004, lá está Richard com seus 30 e poucos anos, organizando os Outros. Quando voltam no tempo para 1954 lá também está Richard, com seus... 30 e poucos anos!
Teorias:
É difícil decidir entre duas qual a mais interessante: • Uma diz que Richard tem uma conexão tão forte com a Ilha que, assim como o tempo na Ilha não corresponde ao do mundo exterior, o seu tempo (fisicamente) também não. • A outra, que as viagens Ilha-terra-Ilha que Richard faz alteram a passagem do tempo, de modo que ele nunca envelheça.
8) O que são os números 4, 8, 15, 16, 23, 42?
Eles fizeram Hurley ganhar na loteria e encheram sua vida de desgraça. Tinham de ser digitados a cada 108 minutos na máquina dentro da escotilha. São as coordenadas que levaram Rousseau e sua expedição para a Ilha. Estavam na seringa da injeção que Claire toma na Estação Médica, no painel do carro do Hurley quando quebra, no carro da polícia de Los Angeles. E voltam nos últimos episódios da quinta temporada sendo gravados na porta da futura escotilha.
Teorias:
A Lostpedia defende uma teoria criativa: “Estes seis números são os valores chaves da Equação de Valenzetti (um matemático ficcional criado para a série), uma fórmula matemática desenvolvida para predizer o fim da humanidade. O propósito da Iniciativa DHARMA foi mudar os fatores que levariam ao fim da humanidade, o que seria indicado por uma alteração de pelo menos um dos fatores - por exemplo, os números. Entretanto, em todos estes anos de pesquisa, a Iniciativa falhou em alcançar este objetivo. Apesar de muita pesquisa e manipulação dos valores da equação, o resultado final é sempre os números.
9) O mais importante: mas que raios é a Ilha?
Ela tem uma personalidade própria como algumas frases de Locke (“A vontade da Ilha”, “A Ilha quer”) parecem sugerir? Ela “selecionou” as vítimas do voo da Oceanic ou eles estão todos ligados por um mero acaso?
Teorias:
É largamente popular na internet a suposição de que os losties, na verdade, morreram na queda do vôo e que a Ilha é uma espécie de purgatório. Mas a tese deixa a coisa toda com cara de A Divina Comédia e tira todo o mérito dos roteiristas. Uma teoria muito melhor é a de que a Ilha foi onde existiu a antiga civilização de Atlântida. Confira um trechinho da tese da Lostpedia: “A Atlântida foi uma grande e próspera civilização que desenvolveu muitas tecnologias à frente de seu tempo. (...) Como eram uma civilização muito avançada, diz a história que foi banida do mapa por um terremoto ou tsunami (tsunami que, como sabemos devido a uma pintura já mostrada em Lost, atingiu a ilha levando o Black Rock até seu interior e também pode ter causado a destruição da estátua).
Podemos levar em conta que uma parte da população sobreviveu ao dilúvio e muitos deles estariam até hoje na ilha como é o caso de Richard e Jacob - que já se mostraram uma espécie de imortais. Eles teriam descoberto maneiras de viver mais e manipular elementos do ambiente ao seu redor e a tecnologia usada na roda da Estação Orquídea para viajar no tempo ou mover a ilha.” Improvável, mas nem por isso desinteressante. E você, qual é a sua teoria?

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Arqueólogos israelenses encontram casa da época de Jesus em Nazaré


Na casa, foram achados potes de argila, que indicam que ela foi habitada por uma família judia pobre.

Residência no norte de Israel é da época de Jesus (Foto: AP/Dan Balilty)


Arqueólogos israelenses revelaram nesta segunda-feira (21) que encontraram os restos da primeira residência encontrada na cidade de Nazaré, no norte de Israel, que pode ser da época de Jesus Cristo.

De acordo com o jornal israelense "Haaretz", a descoberta fornece mais dados sobre como era a vida na cidade de Nazaré há cerca de 2 mil anos. A casa provavelmente fazia parte de um pequeno vilarejo com cerca de 50 residências habitadas por judeus pobres.

Uma porta-voz da Autoridade Israelense para Antiguidades, Yardenna Alexandre, informou que os restos de uma parede, uma cisterna para coleta de água da chuva e um refúgio foram encontrados depois da descoberta do pátio de um antigo convento.

Os arqueólogos também encontraram potes de argila, do tipo que era usado pelos moradores da Galileia (norte de Israel) na época, uma indicação de que a casa pertencia a uma família judia simples.

"É provável que Jesus e seus amigos de infância tenham conhecido a casa", afirmou a porta-voz em entrevista.


‘Até agora poucas sepulturas da época de Jesus foram encontradas, mas nunca encontramos os restos de residências daquela época’ (Foto: AP/Dan Balilty)




"A partir das poucas provas escritas disponíveis, sabemos que a Nazaré do primeiro século da era cristã era um pequeno vilarejo judeu localizado em um vale", disse Yardenna , acrescentando que até agora "poucas sepulturas da época de Jesus foram encontradas, mas nunca encontramos os restos de residências daquela época".

Um poço também foi encontrado, e os arqueólogos calculam que ele foi construído como parte dos preparativos dos judeus para a Grande Revolta contra os romanos, entre os anos de 66 e 73 d.C.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Conferência de Copenhague começa em clima de esperança por acordo global

Na cerimônia de abertura, o secretário-executivo da Convenção das Nações Unidas sobre Mudança Climática, Yvo de Boer, destacou que o “tempo de declarações formais acabou”. “Chegou o momento de darmos as mão”, prossseguiu o representante da ONU.

Ele lembrou aos participantes que lotavam o plenário principal do Bella Center, espaço de convenções onde acontece a conferência, que as delegações dos 193 países terão apenas seis dias de reuniões técnicas para entregar resultados aos seus ministros (no caso da delegação do Brasil, quem está à frente é a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff).

Instalação 'The Pulse of the Earth', perto do centro de convenções onde ocorre a Convenção sobre Mudanças Climáticas, busca chamar a atenção para as consequências do aquecimento global (Foto: Reuters/Pawel Kopczynski)


Os ministros, então, terão dois dias para negociar até a chegada dos líderes nacionais que, se as esperanças se confirmarem, podem fechar um acordo climático global até 18 de dezembro.

sábado, 21 de novembro de 2009

Entrevista: Chris Weitz - Diretor 'Lua Nova'

A sequência de ‘Crepúsculo’ estreou sexta-feira (20) em varas salas de cinema espalhadas pelo mundo (menos em um lugar chamado Santarém.. é que não existe cinema lá). Mas, para o que são fãs da Saga, segue abaixo uma entrevista com o cineasta Chris Weitz, diretor de ‘New Moon’, concedida ao G1.

"Edward é bastante preocupado com o fato de que ele perdeu sua alma e não quer impor isso ao personagem de Bella. Então, na verdade, estamos lidando com uma carga bastante espiritual, em vez de estarmos fazendo um filme sobre lobisomens e vampiros", diz Weitz.

Na entrevista, o diretor fala sobre os bastidores de filmagem, a relação com os atores principais e os desafios da adaptação da obra de Stephanie Meyer.

Vampiros e lobisomens se tornaram um fenômeno atual, com vários filmes e séries de TV sobre o tema. Na sua opinião, o que esse boom de obras do gênero representa?
Chris Weitz - Uma das coisas interessantes de “Lua nova” é que a heroína é virgem e o herói é bastante cuidadoso em preservar a castidade dela. Stephanie Meyer é uma mórmon praticante, e os livros dela são bastante castos. Qual seria a lição de tudo isso? Eu vejo o filme como uma metáfora totalmente adaptável. O personagem de Edward é bastante preocupado com o fato de que ele perdeu sua alma e não quer impor isso ao personagem de Bella. Então, na verdade, estamos lidando com uma carga bastante espiritual, em vez de estarmos fazendo um filme sobre lobisomens e vampiros.

Explique um pouco sobre sua decisão sobre o que manter do livro para não desapontar os fãs da série?
Weitz - Você sempre acaba condensando alguma coisa, mas tento fazer isso de uma maneira que os fãs do livro não se sintam terrivelmente desapontados. Em determinado momento, Stephanie Meyer me contou que os fãs listaram que as dez passagens mais famosas do livro estavam no filme e ela estava bastante satisfeita com isso. Ao mesmo tempo, você não quer fazer um filme que seja acessível somente às pessoas que leram o livro, quer expandir o apelo da história o máximo possível. Para mim, o filme é tanto um épico romântico quando um épico de ação feito com efeitos computadorizados. Acho que acrescentamos vários elementos que não agradam somente ao fã dos livros como também ao publico que quer ver um filme bonito e se sente atraído pelo teor dessa história.

Você se preocupa com o fato de que Bella é infeliz por quase toda a duração do filme?
Weitz
- Acho que parte do apelo dessa série de livros é a melancolia que a perda de seu primeiro amor pode representar. É bastante interessante fazer essa representação por meio da música e de uma fotografia de tonalidades mais escuras. Nós queríamos explorar esse tema e também fazer um filme bonito e intrigante. É claro que o filme é bastante sombrio e triste, mas é uma tristeza palatável, e existe um êxtase no encontro final do filme, ou pelo menos uma promessa disso.

Você procurou trazer ao filme suas memórias do primeiro amor?
Weitz - Sim. No começo houve uma certa dúvida se seria apropriado para um homem dirigir este filme. Mas eu nunca vi isso como um problema, porque ter uma desilusão amorosa transcende o gênero. Quem é que não teve o coração partido?. E esses sentimentos fizeram o filme ser bastante atraente para mim, pois eu pude me identificar e entender os personagens. É claro que nesse filme você pode vivenciar a fantasia de que foi abandonado pela pessoa por quem ama pois ela estava tentando te poupar. Essa é a chance que Bella tem no filme, e que muitos de nós nunca experimentamos.

Você trabalha com um elenco de atores jovens e muitos novatos. Como vê o potencial deles no futuro?
Weitz - Acho que todos têm um potencial extraordinário. Kristen [Stewart] vem atuando desde os 12 anos e acho ela incrível. Ela é uma das pessoas mais sérias e uma das melhores atrizes que já dirigi. Rob [Robert Pattinson] terá que lidar bastante com essa incrível atencao a qual está sendo exposto. E é muito importante que ele se distancie no futuro de personagens como Edward Cullen. E ele já está fazendo isso. Ele é um cara muito esperto e bastante interessado em ampliar seus horizontes, não só intepretando esse vampiro de 109 anos. Eu fico um pouco preocupado por ele, pois Rob não pode experimentar o prazer de ir tomar um café na esquina como muitos de nós podemos fazer. Taylor, por sua vez, mostra neste filme como ele pode ser carismático e como tem um bom físico. Eu acho que ele vai converter muita gente do time Edward para o time Jacob (risos).

Jacob aparece sem camisa quase todo o filme. Houve algum debate sobre isso?
Weitz - Bem, esse é um debate bastante Marxista. A familia de Jacob é muito pobre. Toda vez que eles se transformam em lobos, as roupas deles rasgam. E eles não têm muito dinheiro para ficar comprando novas roupas o tempo todo. Então é por isso que ele aparece só de shorts o tempo todo (risos). Após o primeiro filme houve um debate a respeito de Taylor Lautner no papel de Jacob novamente.

Por que decidiu mantê-lo?
Weitz - Na verdade nunca houve uma decisão. Eu sempre soube que queria que fosse ele. Quando assisti ao primeiro filme, eu gostei muito da performance dele. Mas o estúdio tinha duas questões: poderia ele ter 1,95 metro, e a resposta para essa pergunta era não, e se ele poderia transmitir toda a ira pela qual o personagem atravessa no filme. Para mim era muito mais fácil tentar transformar um ator que apresentou esse lado doce no primeiro filme e tentar extrair dele uma natureza mais raivosa do que tentar achar um galã de 1,95 metro. Nunca considerei outros atores para o papel, então isso não foi nenhum problema para mim.



Como você lidou com o interesse dos paparazzi durante as filmagens?
Weitz - Bem, não foi um terrível problema para mim. Foi um grande problema para os atores, pois os paparazzi tiraram fotos de um momento privado da vida deles que, de repente, se tornou posse de outras pessoas. Um dos paparazzo chegou a se fantasiar de pedra (risos). Alguém viu essa "pedra" que andava com uma máquina fotográfica na mão, e tentando manter-se incógnito perto de uma região montanhosa onde filmávamos. Veja você a que ponto chegamos (risos).

Como foi filmar as cenas externas, na Itália?
Weitz - Nós rodamos nessa charmosa cidade de Montepulciano. Os paparazzi até que não representaram tanto problema quanto a logística que tivemos de montar para conter os fãs que apareceram em todos os hotéis da cidade e de seus arredores. Se você não posicionasse a câmera corretamente, algumas fãs poderiam aparecer ao fundo. Foi um grande problema logístico, mas também foi legal ver uma legião de fãs de 14 anos ficarem no maior silêncio enquanto rodávamos uma cena e depois, quando gritavamos “corta”, elas explodiam batendo palmas.

The Lost Simbol

Gente este é o novo livro do Dan Brown. "The lost simbol". Maravilhosooo!!!
Cinco anos foi o tempo necessário para "O Código da Vinci", maior hit de Dan Brown, ter 1,6 milhão de exemplares vendidos no Brasil. Em cinco meses, a Sextante espera vender ao menos metade desse número do novo romance do autor.
"O Símbolo Perdido" chegou nesta semana às livrarias brasileiras com a tiragem inicial recorde de 800 mil cópias. É 200 vezes o padrão da primeira impressão de um livro no país, algo em torno de 4.000.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

‘Uma Cilada para Roger Rabbit’ ganha sequência

O diretor Robert Zemeckis anunciou que o filme "Uma Cilada para Roger Rabbit" irá ganhar continuação. O longa é um clássico dos anos 80 e fez muito sucesso por fazer atores reais contracenarem com personagens animados de uma forma bastante convincente para a época.

Zemeckis revelou que a motivação para fazer a sequencia foi o avanço tecnológico. O longa será feito com captura de movimento de atores reais para melhorar a interação com os personagens animados.

Aliás, Roger Rabbit e outros cartoons não terão captura de movimento. Eles continuarão aparecendo como animação tradicional mesmo, segundo contou Zemeckis à MTV americana. "Eles têm de ficar bidimensionais. É o charme deles. Eu não faria Roger e Jessica tridimensionais mesmo que quisesse. Até porque ela não tem nariz e a gente não quer colocar nariz nela", falou Zemeckis.

O longa ainda não tem data de estréia divulgada, mas já tem os roteiristas Peter Seaman e Jeffrey Price, os mesmos do filme original, trabalhando na história.


(eBand)

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Aos fãs de The Twilight Saga e da Kristen Stewart

Segue uma sugestão muito bacana para quem é louco pela saga vampiresca que está bombando na atualidade e para quem é fã da Kristen Stewart, uma menina que tem tudo pra construir uma carreira sólida no cinema. O site: http://www.kristenstewart.com.br/ publica tudo, noticias de fofoca, bastidores, fotos, entrevistas, e tudo o que estiver rolando na vida profissional dos atores.

Segue abaixo um aperitivo:

Como será que Kristen Stewart lida com os constantes boatos de que ela está namorando o colega de elenco Robert Pattinson?

Aparentemente, ela simplesmente deixa a baboseira longe dos seus pensamentos. Perguntada novamente sobre a especulação Robsten numa conferência de imprensa para Lua Nova, no Four Seasons Hotel em Beverly Hills nesta sexta-feira, K-Stew revelou:

“Eu entendo porque eles querem saber sobre nós e querem que fiquemos juntos e essas coisas, mas eu meio que não posso pensar muito nisso.”

A atriz que interpreta Bella Swan na franquia de filmes vampíricos de enorme sucesso, também reconheceu que ela tinha uma tendência parecer um pouco sem jeito em entrevistas no passado:

“Eu acho que estou mais confortável falando sobre mim mesma e sabendo que, o que você diz, as pessoas vão mesmo levar em consideração. (Em entrevistas anteriores) eu não conseguia terminar uma frase, porque eu não sabia como aquilo ia soar. Eu não queria parecer hipócrita sobre uma coisa que significava tanto para mim”, disse Stewart se referindo à franquia Twilight.

Então, qual é o seu plano para lidar com isso?

“Eu deveria parar de tentar controlar tudo o que sai da minha boca”, opinou Stewart.

Finalmente uma boa notícia!!


Consumo regular de cerveja reduz estresse, diz pesquisa.


O consumo regular e responsável de cerveja diminui o estresse e melhora a eficiência do metabolismo em dietas ricas em gordura, afirma um estudo apresentado nesta sexta-feira (6), no Chile.

O estudo demonstra que ratos de laboratório que tomaram quantidades de cerveja de acordo com os padrões internacionais de "consumo responsável" ficam menos estressados e metabolizam melhor os carboidratos.
A pesquisa, desenvolvida entre agosto de 2008 e agosto de 2009, foi realizada em Santiago do Chile pelo Instituto de Ciências da Faculdade de Medicina Clínica Alemã-Universidade do Desenvolvimento, liderada por sua diretora, Paulette Conget.

Para avaliar o efeito do estresse sobre os ratos, os pesquisadores deram a um grupo de animais dez gotas diárias de cerveja durante três meses e meio, enquanto outro grupo teve sua dieta normal mantida.

Ao passarem por um estresse controlado depois desse período, os ratos que tinham consumido cerveja apresentaram menores níveis de excitação emocional que os que não haviam consumido.

Segundo Conget, as diferenças observadas são estatisticamente significativas e os resultados são reproduzíveis, já que ao fazerem experimentos independentes com vários tipos de roedores foram observados os mesmos efeitos.

Já para analisar o efeito sobre o metabolismo, alguns ratos foram alimentados com uma dieta normal (10% de calorias) e outros com uma dieta rica em gordura (60% de calorias), e a metade dos indivíduos de cada grupo recebeu dez gotas diárias de cerveja.

Dieta
Os ratos que consumiram a dieta rica em gordura e cerveja subiram menos de peso que aqueles que foram submetidos à mesma dieta, mas não ingeriram essa bebida alcoólica, apesar de o acesso a água e comida ser livre e sua atividade física a mesma.

Assim, os animais que consomem cerveja adquirem menos peso por cada caloria ingerida, o que se associa a uma melhor "eficiência metabólica" e a um aumento na sensibilidade à insulina nos roedores que consomem a bebida de forma responsável e regular.

Por outro lado, o consumo regular da cerveja durante dez meses não alterou o peso dos animais que mantiveram uma dieta normal.

"A pesquisa dá um suporte científico a estudos populacionais feitos em Espanha, Alemanha e Estados Unods, onde se mostra que pessoas que consomem de forma responsável cerveja desenvolvem menos diabetes tipo 2", explica Conget.

sábado, 24 de outubro de 2009

Vou dividir meu mapa astral com vocês!!

SOL EM LEÃO, ASCENDENTE EM LIBRA – O ESPÍRITO DA ELEGÂNCIA

Você, Carla, nasceu no momento em que o signo que se levantava no horizonte (o ascendente) era Libra, um signo de Ar, intelectual, que se combina com o Sol leonino, revelando uma natureza refinada, com um profundo sentimento de amizade para dar e vender, além de um profundo respeito pelas diferenças alheias. A "postura principesca" de Leão se une ao bom gosto de Libra, coisa que traduz uma personalidade dotada de grande verve social, diplomática e profundamente honesta, com um senso de ética capaz de deixar um monge envergonhado. Há, por conseguinte, uma atração natural pela justiça e a possibilidade de se dar muito bem lidando com direito. Ainda que não caminhe nesta direção, Carla, você se verá em muitas situações em que precisará ser o juiz da questão, e seu lado ponderado e racional lhe permitirá resolver situações de intriga e contendas. Quando a coisa é muito grave, é nessas horas que as pessoas descobrem que você tem um lado agressivo: você não suporta presenciar injustiças.

O lado negativo desta combinação diz respeito a uma dificuldade em lidar com emoções mais densas e com situações muito problemáticas. Você é uma pessoa que admira o bom e o belo, portanto lidar com coisas escuras e sombrias pode simplesmente lhe paralisar. É preciso cultivar, portanto, uma maior resistência ao lado "real" da vida e perceber que nem tudo é ideal e perfeito. Tanto Libra quanto Leão são dois signos excessivamente idealistas, e muitas vezes agem como se estivessem dentro de um conto de fadas.

Você, Carla, é uma pessoa generosa, que se dá muito àqueles a quem ama, mas exige gratidão em troca, o que aliás é o mínimo, diante de tanto que você dá. Um apreço natural pelas coisas belas e cultas pode lhe inserir no mundo das artes, mas você precisará ganhar muito dinheiro para sustentar seus gostos caros!

Provavelmente terá uma vida com grandes admiradores, pessoas que apreciam sua companhia pela luz natural que você irradia. O que poucos notam é que, por detrás desse seu perfil gentil, há um Leão autoritário. Apenas os mais íntimos percebem isso, pois você disfarça bem com o sorriso libriano - que é quase sempre muito sedutor.

sábado, 17 de outubro de 2009

'Histórias de canções'

G1

Curador do site oficial de Chico Buarque, o administrador de empresas Wagner Homem tem, entre outras atribuições, ler mensagens enviadas ao cantor e compositor. Muitas delas são escritas pelos fãs, ávidos por saber como um dos mais geniais artistas da música brasileira cria suas canções. A partir daí, Homem decidiu reunir curiosidades sobre o repertório do artista no livro "Histórias de canções - Chico Buarque" (Leia, 356 páginas, R$ 44,90).

O lançamento, que dá início às atividades da editora portuguesa Leya no Brasil, não pretende ser um estudo sócio-político ou aprofundado sobre Chico, como explica o próprio autor.

"Não me meto a analisar ou interpretar as letras de Chico Buarque. Simplesmente conto histórias e 'causos'. É um livro popular, para quem gosta de histórias e de MPB", diz Homem.

O livro traz 26 capítulos recheados com saborosos textos sobre as principais músicas do compositor, entre 1964 e 2008. Parcerias, letras, músicos, censura... Nada parece ter ficado de fora. Nem mesmo o que poderia ter desagradado ao próprio Chico, como quando insinuou, de forma irônica, que teria mais respeito por ratos do que por mulheres.

"Achei mesmo que Chico fosse vetar. Porque existe essa mística toda entre ele, as mulheres, a alma feminina etc. Mas ele não disse nada", revelou Wagner. A seguir, leia trechos da entrevista que o autor concedeu, por telefone, ao G1.

G1 — Quando aconteceu seu primeiro encontro com Chico Buarque?
Wagner Homem — Profissionalmente, em 1989. Estava trabalhando na pesquisa de um livro chamado “Chico Buarque – Letra e música” (Cia. das Letras). Anos depois, em 1998, propus ao Chico fazer um site oficial, do qual sou o curador. Mas, muito antes isso, por volta de 1982, já havia tido um contato rápido com ele. Chico estava lançando um livro chamado “A bordo do Rui Barbosa”, que trazia um poema seu, escrito nos anos 60, ilustrado por Vallandro Keating. na ocasião da publicação, fizeram um lançamento no Café Piu Piu, no Bexiga, bairro paulistano. Formou-se uma fila enorme. Lembro-me que, quando cheguei próximo à mesa, só vi a mão do Chico. Mais nada (risos).

G1 — Como surgiu a idéia de escrever o livro?
Wagner Homem — Depois de alguns anos administrando o site, pude perceber o quanto as pessoas procuram por estas essas pequenas histórias e curiosidades. Recebia muitas perguntas por e-mail, mais de cem por dia. Uma loucura. E nem todas podem ser respondidas. Aliás, a maior parte dos artistas não gosta de explicar a própria obra. Acontece que algumas dessas composições têm uma história, surgiram a partir de determinada circunstância. O livro é exatamente sobre isso. Mas não me meto a analisar ou interpretar as letras de Chico Buarque. Simplesmente conto histórias e "causos", para usar aquela conhecida expressão caipira. É um livro popular mesmo, não é dirigido a estudiosos. É para quem gosta de histórias e de MPB. Produzimos, inclusive, um hot site, em que adiantamos algumas destas histórias (http://www.historiasdecancoes.com.br/).

G1 — Chico acompanhou o processo de criação de "Histórias de canções"?
Wagner Homem — Quando propus o livro, ele estava escrevendo “Leite derramado”. Me avisou que não poderia me ajudar naquele momento, porque precisava de tempo para se dedicar ao romance. Mesmo assim, comecei e escrever. Quando "Leite derramado" entrou na fase de finalização, ele pôde ler o meu livro. Chico leu tudo. Fez algumas poucas observações, das quais já nem me lembro, até corrigiu erros de digitação, mas nenhuma objeção. A não ser pela primeira capa do livro, que ele não gostou (risos).

G1
— Teve receio de que alguma história não podesse ser publicada?
Wagner Homem — Para falar a verdade, sim (risos). É sobre a música "Ode aos ratos" [composta em parceria com Edu Lobo e gravada em "Cambaio", de 2001, e "Carioca", de 2006]. Na época em que estava compondo, Chico ligou o Paulo Vanzolini que, além de compositor, é zoólogo. Queria saber como os ratos vivem. Afinal, estava escrevendo uma homenagem a eles. Então, Paulo disse: “Ah, Chico, você mente tanto à respeito de mulher, por que você não faz o mesmo com relação aos ratos”? Chico respondeu: “É que tenho o maior respeito pelos ratos" (risos). Quem me contou isso foi a cantora Mônica Salmaso, em um show em São Paulo. Achei mesmo que Chico fosse vetar. Porque existe essa mística toda entre ele, as mulheres, a alma feminina etc. Mas não disse nada (risos).

G1 — Boa parte do livro se concentra no período em que o Brasil foi governado pelos militares. Você acha que a censura aguçou a criatividade do Chico?
Wagner Homem — Acho que não. Censura não faz bem a ninguém, é sempre um horror. Claro que você acaba desenvolvendo uma técnica, como diz Caetano Veloso, que te faz utilizar as frestas. Você aprende a dizer as coisas nas entrelinhas. Mas isso não é bom, não piora nem melhora a obra de um artista. Teria sido muito melhor sem a censura, porque a coisa teria corrido mais solta. E isso é seguramente melhor. A criação não teria nenhum tipo de interferência.

G1 — Existe alguma história que você tenha achado mais curiosa?
Wagner Homem — Algumas, mas me chama muita atenção a relação entre Chico e Tom Jobim. Tom palpitava muito nas letras, era muito teimoso, o que eu acho até que acabou sendo bom pro Chico. Ele ainda era muito jovem, enquanto Tom já era um senhor, tinha mais experiência com música. Logo na primeira parceria, já apareceu um pepino. Chico escreveu a letra para “Retrato em branco e preto”. Chico fez uma pequena alteração nos versos "Pra lhe dizer que isso é pecado / Eu trago o peito tão marcado". Trocou "peito tão marcado" por “peito carregado”. Tom topou, mas, por telefone, desistiu. “Pode significar que o cara está encatarrado” (risos).

G1 — Existe algum traço em comum que você tenha percebido no processo de criação de Chico em todos esses anos?
Wagner Homem — Não saberia dizer. O que eu sei é que, de uns tempos para cá, compor tem sido uma atividade muito solitária para ele. Talvez essa seja uma característica presente em todas as fases da carreira de Chico Buarque. Acho que essa é uma característica.

G1 — Por que você acha que Chico compõe cada vez com menos frequência?
Wagner Homem — Acho que o tempo fez com que Chico se tornasse um artista mais exigente consigo mesmo. Ele se recusa a se repetir e, talvez por isso, o processo vá ficando mais demorado mesmo. Mas ele continua criando. Vem alternando a música com a literatura. Em algumas entrevistas ele afirma que convive com o medo de que, um dia, a fonte de criatividade seque. Discordo. Acho que fica mais refinada.

O ANO DELE: @realwbonner

Matheus Lara

Em 2009, a Rede Globo comemora os 40 anos do maior e mais influente telejornal do Brasil, o Jornal Nacional. Quem comemora junto, não sem motivos, é o atual editor-chefe do noticiário: William Bonemer Júnior, ou simplesmente William Bonner. Formado em Comunicação Social pela Escola de Comunicação e Artes da USP, Bonner tornou-se um ícone do jornalismo brasileiro. Fato tal pode ser comprovado nas ruas, onde seu nome sempre é citado em se tratando de jornalismo.

Não (só) pela característica mancha branca no topete (que foi, segundo o próprio jornalista, crescendo em mesma proporção em que crescia sua admiração à Rede Globo em seus dez anos como editor-chefe do JN), mas também, é claro, pela sua enorme competência e seriedade ao assumir o compromisso de mostrar à população o que de mais importante e relevante aconteceu naquele dia no Brasil e no mundo, William Bonner tornou-se uma referência entre aqueles que discutem jornalismo. Seu carisma, aliado a um senso de humor único, fizeram dele uma figura de caráter fraternal para a população brasileira. Essa influência é ainda maior na “web população”.

Tal aproximação com o público pode ser comprovada no twitter do apresentador. O serviço de microblogging criado para troca de mensagens curtas em tempo real vem aproximando cada vez mais os fãs de seus ídolos. Com Bonner não foi diferente. O twitter do jornalista já passa dos 120.000 seguidores e a tendência é que cresça ainda mais. A maneira engraçada, coloquial e convidativa como se expressa no site parece ter conquistado o público. Por mensagens em tempo real, via Echofon, o apresentador relata fatos corriqueiros, comenta notícias, faz piadas e responde dúvidas aos seus seguidores, donde quer que eles venham, onde quer que ele esteja. Isso tudo além de, acredite, pedir dicas de moda ao seu público!

O “bum” de seguidores e visitas ao twitter do jornalista começou quando Antonio Tabet publicou em seu blog humorístico “Kibe Loco” (o mais visitado no país) uma situação que serviu de empurrão para a explosão de seguidores do ex-radialista. Em determinado tweet, Bonner havia escrito o verbo conjugado “ia” com acento agudo no i. Nessa ocasião, a ex-BBB Milena Fagundes rapidamente corrigiu o apresentador. Não o erro em si, mas sim, a forma como reagiu William Bonner, fez com que o fato tivesse repercussão nacional. Em resposta à Milena, Bonner brincou com as palavras e num estilo “Seu Creysson”, personagem de Hubert no Casseta & Planeta Urgente, o apresentador brincou: “Seu dotô, num cei ukideu nimim. Iscrivinhei ia com assentchu. É gráviu?”, arrancando risos de boa parte dos internautas de plantão.

Outro fato curioso aconteceu na quinta feira (15), Bonner postou “Estou aqui matutando sobre vocês. E me ocorreu um jeito rápido e prático de saber de onde são as pessoas que me seguem e que [estão] online agora.” E logo em seguida: “Interativa geográfica: Diga, por favor, somente o nome da cidade e do estado, se estiver no Brasil, e cidade e País, se estiver fora. Agora!” Choveram respostas. Internautas da Colômbia, do Canadá, do Paraguai, do México e claro, brasileiros em geral, mandavam mensagens ao jornalista.

Preocupado ou não com sua intimidade, fato é que William Bonner quebra, em grande estilo, um tabu criado aos membros da mídia. O distanciamento sempre causou certo receio entre os anônimos. Não se era possível saber como agiam os artistas e jornalistas fora do ambiente de trabalho. Com o twitter, a interação “público-mídia” ficou maior e mais consistente. Tweets como “Rápido. Camisa rosa. Paletó marinho. Sugestão de gravata”, “Aí! Na boa: (...) Eu trabalho cedo, tem criança querendo dormir, valeu? (...) Fui.” e “Vocês são show.” transparecem a intimidade e a confiança que um dos maiores jornalistas do Brasil deposita em seus inúmeros fãs. E, em 2009 em especial, essa integração é ainda maior.

Em comemoração aos 40 anos do Jornal Nacional, William Bonner lançou o livro “Jornal Nacional: Modo de Fazer” onde conta com detalhes o processo de bastidores do maior telejornal do país. Faz isso com uma linguagem clara e objetiva, fazendo com que o leitor sinta-se de fato dentro de cada setor de produção. Como se não bastasse, o autor ainda promove palestras e debates sobre o livro, comentando-o e tirando dúvidas, o que mostra que o compromisso social assinado em 1984, pelo então radialista William Bonner, continua valendo e crescendo. Assim como sua competência e sua mecha branca.


Curitiba, 16 de outubro de 2009

terça-feira, 6 de outubro de 2009

SUPERINTERESSANTE: Ciência Maluca:

Primogênitos são mais inteligentes: Pesquisadores da Universidade de Oslo testaram o QI de 250 mil homens e chegaram a esta conclusão: o filho mais velho sempre é o mais inteligente de uma família - com QI 3 a 5% maior que o dos irmãos. Segundo os cientistas, isso acontece porque o primogênito recebe mais atenção exclusiva dos pais.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Quando a decepção de uma derrota resgata a humildade de uma grande atleta!!!


A zebra passeou nesta segunda-feira em Berlim. Bicampeã olímpica, campeã mundial e recordista do salto com vara com 5,05m, a russa Yelena Isinbayeva decepcionou no Mundial de Atletismo da Alemanha, errou todas suas tentativas e acabou em último. Fabiana Murer também ficou fora do pódio e o ouro foi conquistado pela polonesa Anna Rogowska, que saltou 4,75m.

Isinbayeva fez sua primeira tentativa com o sarrafo em 4,75m, e falhou. Depois a russa tentou em 4,80 e voltou a errar. Ao sair da pista, Isinbayeva chorou.

- Não sei o que acoteceu, tudo estava perfeito, eu estava concentrada. Não acredito que isso aconteceu comigo, mas às vezes acontece - lamentou a russa em entrevista ao Sportv.
A brasileira Fabiana Murer errou ao tentar saltar 4,65m.

- Não sei o que deu errado. Não estava sentindo bem o salto, não estava conseguindo pegar o ritmo da vara. Acho que eu poderia ter saltado melhor. Acho que a vara estava fraca, não sei - disse Fabiana ao site globoesporte.com

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

WOODSTOCK 40 ANOS

Capa do LP do festival, Nick e Bobbi Ercoline seguem juntos após 40 anos. ‘Não mudou nada, ainda somos daquele jeito’, diz Nick em entrevista ao G1.


Nick e Bobbi Ercoline são protagonistas de uma das histórias mais românticas do movimento hippie. O casal que virou ícone da geração Woodstock ao figurar na capa do álbum e no pôster do documentário sobre o festival, lançado em 1970, está junto até hoje e ainda mora próximo a Bethel, cidadezinha no estado de Nova York, onde há 40 anos (entre 15 e 17 de agosto) centenas de milhares de pessoas se reuniram para celebrar "3 dias de paz e música".


“Acho que a nossa foto resume bem a ocasião. Ela simboliza todo o evento por traduzir a paz que reinava por lá. É uma foto de um casal de jovens, que estavam cansados e molhados, mas também calmos, em paz e profundamente apaixonados", lembra Nick, em entrevista ao G1 por telefone. "E estamos juntos até hoje. Você pode nos ver na rua andando de mãos dadas e nos beijando. Não mudou nada, ainda somos daquele jeito”, Eles estavam namorando havia três meses quando foram ao festival. Nick conheceu Bobbi através de um colega de trabalho, namorado dela. Um dia ele foi para o litoral com os amigos sem avisar Bobbi e o namoro acabou. Quem se deu bem foi Nick, que tinha virado amigo dela e acabou se apaixonando pela garota. Apesar do congestionamento para chegar a Woodstock no segundo dia de festival (16 de agosto de 1969, um sábado), eles conseguiram chegar à fazenda em Bethel por conhecerem os atalhos das estradas próximas. Àquela altura, sem controle sobre quem ia e vinha, Woodstock já era um festival gratuito, e Nick e Bobbi não tiveram que pagar suas entradas.

'Podia se fazer o que quisesse - e nós fizemos'
“Minha impressão mais forte de Woodstock foram todas aquelas pessoas agindo pacificamente”, lembra Nick. “As pessoas que vieram de todas as partes dos EUA e de cada canto do mundo. As pessoas se juntaram e cooperaram entre si, dividiram o que tinham uns com os outros e curtiram toda a experiência daquele fim de semana.” As apresentações favoritas da dupla foram os shows de Janis Joplin, Sly & The Family Stone e do Grateful Dead. “Elas ficaram na minha memória até hoje”, explica Nick.
A foto clássica foi tirada por Burk Uzzle, mas o casal não estava posando. “Nós nem vimos ele nos fotografando. Foi uma surpresa nos vermos na capa do disco”. Quem também não sabia da foto era a mãe de Bobbi – e muito menos que a filha havia ido a Woodstock. “Bobbi tinha 21 anos , trabalhava e morava sozinha quando nos conhecemos. Quando sua mãe descobriu sobre a foto não ficou brava, e sim com um sorriso no rosto”, conta Nick. Nick diz que outra impressão importante foi o clima de liberdade que havia tomado Woodstock, com suas camisetas e vestidos tingidos em tie-dye e rodas de violão em torno das fogueiras. “Você via coisas acontecendo que normalmente não veria. A polícia estava lá com uma atitude de não mexer com as pessoas. Ou seja, as coisas que fazíamos, legais ou ilegais, eram toleradas por eles – e por nós também. Existia a liberdade de fazer basicamente o que se quisesse, e nós fizemos”.

O único inimigo parecia ser a chuva que castigou a fazenda constantemente durante o fim de semana e a consequente lama. Mas nem isso afastou o jovem casal. “Nós ficamos desconfortáveis com a lama, e outras pessoas também – algumas ficaram incomodadas ao ponto de tirar a própria roupa. Nós tínhamos vinte anos de idade, quem se importava com uma chuvinha?”.

O sonho não acabou
Nick, que hoje é funcionário público no Condado de Orange, em Nova York, acha que o legado de Woodstock permanece vivo. “A minha geração mostrou para as pessoas que era possível questionar as autoridades. Você não tem que aceitar que o que você acredita é errado. Nós fizemos isso nos anos 60 contra a Guerra do Vietnã. Aquilo mudou a maneira que vemos a política hoje.” A música é um dos elementos mais importantes na opinião de Nick – é ela que faz os jovens de hoje conhecerem o que aconteceu nos anos 60, os movimentos políticos (direitos civis, feminismo, pacifismo) e artísticos da época que pavimentaram o caminho para a eleição de um presidente como Obama. “Não acho que os ideais da minha geração desapareceram. Nós somos orgulhosos das conquistas que tivemos – olha para o nosso presidente atual”. Ao mesmo tempo ele não acha que seja fácil aparecer um Woodstock para as novas gerações. “Woodstock aconteceu, não foi planejado daquele jeito. E recriar aquele evento é virtualmente impossível. Pode voltar a acontecer, mas não será planejado, vai ser de uma hora para outra”.

Fama inesperada
Virar a imagem “oficial” do festival garantiu ao casal uma fama inesperada, até mesmo em outros países. “Nós estávamos na Alemanha e as pessoas nos reconheciam na rua. No hotel nós nem precisamos dizer nossos nomes para o atendente, ele sabia exatamente quem éramos.” Mas Nick diz que sabe lidar bem com o status de “celebridade hippie”. “Na maior parte das vezes é divertido, mas às vezes ficamos com vergonha”. Além disso, eles recebem centenas de pedidos de autógrafos pelo correio, que costumam responder quando têm tempo. “As pessoas mandam as capas do disco, artigos de jornal (para autografar), mandam pequenos pedaços de papel e pedem para que desenhemos algo. Também sempre temos universitários e colegiais nos ligando e pedindo para fazer entrevistas por telefone, para seus cursos de ‘Estudos dos anos 60’. Ficamos felizes com isso”. Se tivesse de resumir Woodstock para um desses estudantes de hoje, Nick diria: “a principal mensagem de Woodstock foi: ‘olhe, nós somos jovens, é isso que fazemos. Nos juntamos e ficamos mais fortes para protestar contra o que estava acontecendo naquele momento, e também nos divertirmos e nos curtirmos. Ajudamos uns aos outros, e fomos embora em paz’”.