segunda-feira, 10 de maio de 2010



Florbela Espanca:
Florbela Espanca, batizada Flor Bela Lobo (Vila Viçosa, Portugal; 8 de dezembro de 1894 — Foz do Douro, 8 de dezembro de 1930), foi uma poeta portuguesa. Precursora do movimento feminista em Portugal.

Eu ...
Eu sou a que no mundo anda perdida,
Eu sou a que na vida não tem norte,
Sou a irmã do Sonho,e desta sorte
Sou a crucificada ... a dolorida ...

Sombra de névoa tênue e esvaecida,
E que o destino amargo, triste e forte,
Impele brutalmente para a morte!
Alma de luto sempre incompreendida!...

Sou aquela que passa e ninguém vê...
Sou a que chamam triste sem o ser...
Sou a que chora sem saber porquê...

Sou talvez a visão que Alguém sonhou,
Alguém que veio ao mundo pra me ver,
E que nunca na vida me encontrou!


Sem remédio
Aqueles que me têm muito amor
Não sabem o que sinto e o que sou...
Não sabem que passou, um dia, a Dor
À minha porta e, nesse dia, entrou.

E é desde então que eu sinto este pavor,
Este frio que anda em mim, e que gelou
O que de bom me deu
Nosso Senhor!

Se eu nem sei por onde ando e onde vou!!
Sinto os passos de Dor, essa cadência
Que é já tortura infinda, que é demência!
Que é já vontade doida de gritar!

E é sempre a mesma mágoa, o mesmo tédio,
A mesma angústia funda, sem remédio,
Andando atrás de mim, sem me largar!

sexta-feira, 7 de maio de 2010

China quer banir carne de carrocho!!

O governo do país pretende tornar ilegal o preparo e consumo da carne, que poderão ser punidos com 15 dias de prisão.
A medida tenta agradar à nova classe média chinesa, que encara os cães como animais de estimação. Em Pequim, cada família é autorizada a ter um cachorro, com no máximo35 cm de altura.

Gravações de On The Road em Agosto?

Kristen Stewart, Sam Riley e Garrett Hedlund estão andando na linha para a adaptação de ‘On The Road’, livro de Jack Kerouac para as telonas pelo diretor Walter Salles.

As filmagens estão programadas para começar em Agosto com US$25 milhões orçados pela produção, segundo uma fonte disse nesta quinta feira.

A parceira de Salles, Rebecca Yeldham fez um acordo com a produtora francesa MK2, que comprou os direitos e produzirá o filme em colaboração com Film 4 no Reino Unido e VideoFilmes no Brasil.
Salles viajou pelos Estados Unidos seguindo os passos de Kerouac para preparar a adaptação, filmando um documentário sobre a busca de ‘On The Road’ como parte de sua preparação.
O roteirista indicado ao Oscar Jose Rivera (”Diários de Motocicleta”) escreveu a adaptação para Salles.

Stewart interpretará Marylou, a ardente esposa de Dean Moriarty enquanto Riley irá estrelar o alter ego do autor Jack Kerouac, Sal Paradise. Hedlund foi escalado para fazer Dean Moriarty.
“Estamos muito orgulhosos de estar colaborando para que uma das últimas grandes aventuras cinematográficas do século 20 seja trazida para as telas” afiram Nathanael Karmitz e Charles Gillibert, da MK2.

O romance de Kerouac sobre juventude e liberdade foi publicada em 1957 e já vendeu milhões de cópias pelo mundo. Conheça agora quem são os co-stars de Kristen no filme:

Vcês devem Lembrar do Garrett Hedlund, que fará o marido dela Dean, mas não ligaram o nome à pessoa. Ele fez o Eragon, no filme de mesmo nome.


Sam Riley é um ator inglês que ficou conhecido pelo papel de Ian Curtis no filme Control, de 2007. Ele ganhou o British Independent Film Award como ‘Novato Mais Promissor.’



Quem é Team Kristen Stewart pode ler todas as notícias no: http://www.kristenstewart.com.br/

Walter Salles trabalhará com Coppola em filme

Walter Salles e Francis Ford Coppola trabalharão juntos na adaptação para o cinema do livro "On the Road - Pé na Estrada" (1957), escrito por Jack Kerouac, informa hoje a revista "Variety".


A produtora francesa MK2 financiará o trabalho, cujo orçamento chega a US$ 25 milhões. Walter Salles, que se encarregará da direção do filme, e Coppola adquiriram os direitos de filmar a obra há 30 anos.

Kristen Stewart, Sam Riley e Garrett Hedlund estarão no elenco do filme, que deve começar a ser rodado em agosto.

Coppola participará da produção do longa através da sua companhia American Zoetrope. Walter Salles fará o mesmo com a empresa Videofilmes.

Desde que adquiriu os direitos do livro, Walter Salles percorreu os Estados Unidos, seguindo os passos de Kerouac, e reuniu material suficiente para um documentário atualmente em produção.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

PERGUNTA SEM RESPOSTA

Por que a gente sonha?







por Texto Daniel Schneider

“O
sonho não é sem sentido, absurdo, não pressupõe que uma parte de nossas idéias está dormente enquanto outra começa a despertar. É um fenômeno psíquico válido, a realização de um desejo.”

Sigmund Freud, psiquiatra austríaco fundador da psicanálise, em 1899.
“Os
sonhos não são só realizações de desejos ocultos mas uma ferramenta que busca o equilíbrio pela compensação. São um meio utilizado pelo inconsciente para se comunicar com o consciente.”

Carl Jung, psiquiatra suíço, pai da psicologia analítica, na década de 1930.
“A
psicanálise parte de premissas injustificadas, como de que sonhos refletem desejos reprimidos. Não há nenhuma evidência real disso.”

Robert Stickgold, psiquiatra da Universidade Harvard e pesquisador dos
sonhos.
“O
sonho é uma simulação do futuro. Sempre que tenho uma situação de pressão, presto atenção neles e tenho boas respostas.”

Sidarta Ribeiro, neurocientista brasileiro e pesquisador dos
sonhos.
“A resposta mais honesta é: ainda não sabemos a função do
sonho. Apesar de numerosas teorias, ainda não entendemos completamente o propósito do sono ou do sono profundo, que é quando a maior parte dos sonhos acontece.”

COMO SURGIU?

Superinteressante

De onde veio o palito de dentes? E o cotonete?

PALITO DE DENTE:
O palito veio antes do homem. Já foram encontradas dentadas de neandertais com claros sinais de uso de palitos de dente, e outros primatas já foram flagrados utilizando pedaços de madeira para o mesmo propósito. O palito de dente é conhecido por todas as culturas humanas, seja feito de madeira, plástico, bronze, ferro ou outros metais. Já a primeira máquina para fabricá-los foi patenteada em 1872.


COTONETE:
Ninguém sabe quem foi o primeiro a ter a idéia de enrolar um chumacinho de algodão na ponta de um palito de dente, mas quando o americano Leo Gerstenzang viu sua mulher fazer isso na década de 1920, imediatamente registrou a versão que conhecemos hoje, indicada para ajudar com a higiene dos bebês. Não tardou para que fossem usados quase exclusivamente para limpar as orelhas, embora hoje esse uso seja contra-indicado pelos médicos.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

5 gostos que mudam com a economia



Essa lista estava Live Science e foi publicada na Superinteressante. Observando as oscilações econômicas dos últimos anos, os cientistas procuraram entender o que muda com a crise. Veja cinco fatores que acompanham o sobe e desce das bolsas:

1) Moda: os estudos mostram que as mulheres costumam se vestir de maneira mais jovial – usando saias curtas e muito brilho – quando a economia está crescendo. Já quando os tempos estão difíceis, elas se vestem de forma mais madura. Os estudos foram publicados no Boletim Personality and Social Psychology em 2004)

2) TV: a programação da TV também parece refletir nossa agitação interior em épocas de crises. Os estudioso avaliam que quando a coisa não anda muito bem, séries mais realistas e complexas como “ER” e “Lost” se tornam ainda mais popular. Já com a retomada da economia, é a vez das séries mais leves, como “The Big Bang Theory” e “Desperate Housewives”. O estudo foi publicado na revista Media Psychology, em 2000.

3) Cães: pelos registos de cães desde os anos 1920, os investigadores encontraram as preferências do animal de estimação também seguem a dança da economia. Quando os tempos estão difíceis, as pessoas são atraídas para raças mais fortes, como pastores alemães e Dobermann, os estudos sugerem. Mas, nos tempos mais alegres, os cachorros pequeninos se tornam moda. A descoberta foi reforçado por um estudo publicado na Journal of Personality and Social Psychology em 1991.

4) Igreja: os pesquisadores avaliaram as taxas de conversão e os números de membros de igrejas americanas desde a década de 1920 e encontraram uma preferência para igrejas mais autoritárias – como Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e Testemunha de Jeová. Já em períodos menos estressantes economicamente, o grande sucesso dos domingos eram as igrejas com atitudes mais liberais. Os dois últimos grandes estudos sobre o tema foram publicados no Personality and Social Psychology Bulletin, em 1999.

5) Música: como na audiência da TV, um estudo sugere que as pessoas preferem ouvir músicas mais lentas em tempos de crises. Já quando tudo está certo no mundo ecônomico, elas recorrem a músicas mais alegres – o estudo é recente e foi publicado no Jornal da Linguagem e Psicologia Social e Psicologia da Música em 2009.
Mas, será que algum pesquisador saberia explicar a popularidade de “Red Labe ou Ice” em épocas boas ou más para a economia?

Hoje eu acordei meio assim!!


A vida tem sons
Que pra gente ouvir
Precisa entender
Que um amor de verdade
É feito canção,
Qualquer coisa assim,
Que tem seu começo,
Seu meio e seu fim...

A vida tem sons
Que pra gente ouvir
Precisa aprender
A começar de novo.
É como tocar
O mesmo violão
E nele compor
Uma nova canção:

Que fale de amor
Que faça chorar
Que toque mais forte
Esse meu coração...

Ah! Coração!
Se apronta pra recomeçar.
Ah! Coração!
Esquece esse medo
De amar de novo.

A vida tem sons
Que pra gente ouvir
Precisa entender
Que um amor de verdade
É feito canção,
Qualquer coisa assim,
Que tem seu começo,
Seu meio e seu fim.

A vida tem sons
Que pra gente ouvir
Precisa aprender
A começar de novo.
É como tocar
O mesmo violão
E nele compor
Uma nova canção:

Que fale de amor
Que faça chorar
Que toque mais forte
Esse meu coração...

Ah! Coração!
Se apronta pra recomeçar.
Ah! Coração!
Esquece esse medo.
De amar de novo...

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Amor Lírico


A manhã despertou
Da noite insone
Absorta nos voares
Pássaros cativos
Redemoinhos de sentimentos
Sem paz.

Longínquos ventos
Barcos a deriva
Caminhos salpicados
Pelas lágrimas sentidas
Ensaios de cantigas
Outono cinzento.

Perfumes de frascos vazios
Derramam-se em pedras e corais
Resquícios de um tempo
Margaridas singelas
Em jardins de outrora
Deserto se fez.

Densas nuvens, céu incolor
Palavras soltas
Memórias mortas
Pincelam o livro
Amarelado jogado
Irradiando apenas dor.

Coração solitário
Alma peregrina
Sonhos de menina
Fantasias de mulher
Foi-se a alegria
Ao ir embora o amor.


(autor desconhecido)

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Bernardo Soares (heterônimo de Fernando Pessoa)

"O coração, se pudesse pensar, pararia."

"Verifico que, tantas vezes alegre, tantas vezes contente, estou sempre triste."

Por que gostamos tanto de beijar na boca??

Porque é bom. Embora seja de ampla aceitação, essa resposta não satisfaz a curiosidade científica. Como beijar, com intenção amorosa, não é uma prática comum para todas as culturas, a explicação para esse hábito não deve estar em nossos genes.
Uma hipótese é que a nossa primeira experiência de conforto, segurança e amor vem das sensações bucais associadas ao aleitamento materno. Somado a isso, nossos ancestrais provavelmente alimentavam seus bebês boca a boca, com alimentos pré-mastigados – o que reforça a conexão entre compartilhamento de saliva e prazer.
O que explicaria porque o beijo é mais usado por algumas culturas estaria na coloração dos lábios. Nossos ancestrais se sentiam mais atraídos pelas frutas vermelhas, e “furtaram” esse elemento com propósitos sexuais, desenvolvendo uma pronunciada coloração vermelha nas genitálias e nos lábios. “Em vez de reinventar a roda, nossos ancestrais usaram a mesma paleta”, afirma V.S. Ramachandran, da Universidade da Califórnia à revista NewScientist. Como os lábios vermelhos se destacam mais em pessoas caucasianas, ele sugere que o hábito de beijar teve início em latitudes mais ao norte.
Quando o assunto é a fisiologia do beijo, pisamos em terreno mais firme. Nossos lábios estão entre as partes mais sensíveis do corpo. São cheios de neurônios ligados aos centros de prazer no cérebro. Há até pesquisadores que cogitam uma ligação entre os beijos e a maneira como investigamos a compatibilidade biológica com um potencial parceiro. Estudos mostram que nos sentimos mais atraídos pelo cheiro do suor de pessoas com o sistema imunológico o mais distante possível do nosso, pois é com elas que iremos produzir bebês saudáveis. E o beijo nos dá uma oportunidade de cheirar isso mais de perto.

Por que as pessoas têm ciúmes?


Por Jones Rossi

Tanto homens como mulheres desenvolveram o ciúme como estratégia evolutiva. Os homens ciumentos que descobriam a traição “não perdiam tempo e energia criando o DNA de outro homem”, afirma a antropóloga americana Helen Fisher, autora do livro Por Que Amamos. “As mulheres têm probabilidade maior que os homens de fazer vista grossa para as ‘ficadas’ do parceiro com uma rival”, diz Helen. Mas deixe ela achar que ele está formando um vínculo emocional e gastando atenção e dinheiro com outra: “Ela pode se tornar extremamente ciumenta”. Mais uma vez, tal comportamento tem raízes evolutivas. Hoje não funciona mais assim em boa parte dos relacionamentos, mas por milhões de anos as mulheres precisaram dos homens para criar os filhos. Por isso desenvolveram mecanismos cerebrais para se tornar muito possessivas quando o parceiro ameaça abandoná-las.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Autopsicografia
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.


Abdicação
Toma-me, ó noite eterna, nos teus braços
E chama-me teu filho.
Eu sou um rei que voluntariamente abandonei
O meu trono de sonhos e cansaços.
Minha espada, pesada a braços lassos,
Em mãos viris e calmas entreguei;
E meu cetro e coroa — eu os deixei
Na antecâmara, feitos em pedaços
Minha cota de malha, tão inútil,
Minhas esporas de um tinir tão fútil,
Deixei-as pela fria escadaria.
Despi a realeza, corpo e alma,
E regressei à noite antiga e calma
Como a paisagem ao morrer do dia.


Fernando Pessoa
Cancioneiro


A minha dica pra quem gosta de poesia, literatura em geral, é esse site: www.dominiopublico.gov.br. Pra quem gosta de um bom clássico!!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Por que o cheiro de algumas pessoas nos atrai e o de outras não?

Revista Galileu

Pode ser pela falta de desodorante em alguns casos. Nos outros casos, provavelmente é por culpa dos nossos genes. Já ouviu falar do Complexo Principal de Histocompatibilidade? Ele é o maior responsável pela formação de nosso sistema imunológico. Tudo que nós somos é resultado do que está nos nossos genes e isso se manifesta nas proteínas. Tudo que você é, sua cor de olho, seu cabelo, a forma como você metaboliza uma feijoada, isso tudo são proteínas, inclusive seu cheiro. “E as proteínas deste Complexo nos concedem uma identidade biológica única. É como se todas as células do seu corpo tivessem essa marca individual e até mesmo seu cheiro carrega estas proteínas, que são uma pista para o outro de seu sistema imunológico”, afirma a geneticista Maria da Graça Bicalho, no Laboratório de Imunogenética da Universidade Federal do Paraná.
Então, às vezes, você nem gosta muito daquela pessoa, mas algo te atrai nela. Isso porque, do ponto de vista evolutivo, seria bacana que os indivíduos com MHC bem diferentes ficassem juntos, já que casais gerariam filhos com um sistema imunológico mais forte. E parece que é bem isso que a natureza faz, através dos cheiros e de outros fatores aos quais reagimos de forma instantânea e inconsciente, sem nem nos darmos conta. E isso pode até explicar porque ficamos perdidamente apaixonados por aquela pessoa que achamos muito chata, mas não conseguimos ficar longe dela.

Coelhinho da páscoa o que trazes pra mim??..

Parece mas não é!! Esse lindinho aí é um minicanguru albino, o mais novo morador do Zoológico de Chipre.
Da espécie ‘wallaby’, da família ‘Macropodidae’, é menor que um canguru normal. Nascido em cativeiro, em um parque de vida selvagem sediado em Peyia, oeste da ilha mediterrânea de Chipre.

quarta-feira, 31 de março de 2010

The Vampire Diaries (Diários do Vampiro)

Pra quem é fã de vampiros e ainda não teve a oportunidade de ler "Diários do Vampiro", segue uma pequena resenha dos livros. São muiiito legais mesmo!!! Vale apena conferir!


“The Awekening” (“O Despertar”) – 1991 (Lançamento no Brasil: 28/08/2009).
O triangulo amoroso mais assombroso de todos. Dois irmãos vampiros, um bom e outro maligno, estão apaixonados pela mesma humana. Stefan conhece Elena e se apaixona por ela instantaneamente, mas jura nunca se aproximar dela por causa de seu segredo sombrio. No entanto, Elena jura conquistar Stefan – ou morrer. “O Despertar” é o primeiro livro da série.

“The Struggle” (“O Confronto”) – 1991 (Lançamento no Brasil: 04/11/ 2009)
A rivalidade entre os irmãos Salvatore está maior que nunca, e Elena, enquanto tenta manter Stefan e Damon sem machucados(e sem descobrir que ambos estão sugando seu sangue), tem ainda de descobrir quem roubou seu Diário e está ameaçando revelar os segredos que estavam nele.

“The Fury” (“A Fúria”) – 1991 (Lançamento no Brasil: 01 de março de 2010)

Elena é uma vampira – e pertence a Damon. Enquanto a cidade está de luto pela perda de sua menina de ouro, coisas estranhas e sobrenaturais estão acontecendo. Para que a cidade não seja destruída, Stefan e Damon devem unir forças.


“Dark Reunion” (“Reunião Sombria”) – 1991 (Lançamento no Brasil: junho de 2010)

Stefan e Damon estão de volta a Fell´s Church para investigar acontecimentos peculiares e perigosos que voltam a assustar a cidade. Lá, a turma toda se reúne e enfrenta o mal junto – mais uma vez.

terça-feira, 30 de março de 2010

A escritora Stephenie Meyer, da série "Crepúsculo", terá um novo livro lançado em 5 de junho.


"The short second life of Bree Tanner" (A segunda e curta vida de Bree Tanner, em tradução literal) sai no mercado norte-americano pela editora Little, Brown Books for Young Readers. O livro também estará disponível gratuitamente no site http://www.breetanner.com/ entre 7 de junho e 5 de julho.A história é contada do ponto de vista de Bree, uma personagem adolescente "recém-vampirizada" que aparece por cerca de 10 páginas no romance "Eclipse" e depois morre. Bree Tanner também dá as caras na adaptação de "Eclipse" para o cinema, interpretada pela atriz Jodelle Ferland. Primeira obra ambientada no universo dos vampiros de "Crepúsculo" desde "Amanhecer", de dois anos atrás, o romance de 192 páginas terá tiragem inicial de 1,5 milhão de cópias, de acordo com informações do jornal "USA Today".
"Eu comecei a escrevê-lo muito tempo atrás", disse Meyer em entrevista ao diário americano. "Foi quando eu estava editando 'Eclipse'. Era mais um exercício para que eu pudesse entender claramente o que estava se passando na história." Antes do anúncio do livro de Bree Tanner, a expectativa era de que o próximo lançamento da saga dos vampiros de Meyer fosse "Midnight sun", uma história contada pela perspectiva de Edward Cullen. Na entrevista ao "USA Today", a autora disse que deixou de lado essa história em 2008, depois que um rascunho vazou na internet.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Certos amigos são tão íntimos e fazem parte de nosso cotidiano de forma tão natural que parecem membros da nossa família. Mesmo que não sejam "sangue do nosso sangue", certas pessoas nos parecem conhecidas de longa data, uma simpatia gratuita brota e se instala.
O amigo está ao nosso lado para compartilhar momentos únicos e transformá-los em inesquecíveis. Afinal, não é muito melhor presenciar um lindo pôr-do-sol tendo alguém especial ao lado para compartilhar aquela visão? Em certos momentos o amigo se converte um pouco em pai e mãe, dá conselhos, puxa a orelha, cuida da gente.
Em outros, estamos mais de igual para igual e temos uma relação de quase irmãos: conversamos, sonhamos, brigamos, nos abrimos para pensar e solucionar, curtimos, corremos atrás, compartilhamos.
Essas pessoas especiais não substituem seus familiares, mas sim se tornam uma extensão de seus laços de amor, ampliam sua noção de família e de fraternidade.
Por vezes, acabam fazendo parte mesmo da família. É aquele amigo-irmão que ganha espaço no colo de uma segunda mãe e tem cadeira cativa nos eventos familiares. Amigo-irmão que já não sente vergonha de abrir a geladeira de sua casa se for preciso, sabe as datas de aniversário dos seus familiares, conhece o humor das pessoas da casa. De certo, acompanhará de perto as novas situações e estará por perto quando for preciso. Está presente para as conquistas e também nos momentos de dificuldade. Está junto para o silêncio e também para longas conversas.

Podemos até dizer que o amigo é um irmão que a vida nos dá a chance de escolher. Pensando por outro lado, a amizade, por ser uma forma de amor, não é bem escolha. Acontece e reconhecemos, é um presente da vida que optamos por aceitar. Um presente de enorme valor, é preciso ressaltar.
Uma verdadeira amizade é um grande tesouro que traz mais humanidade às nossas vidas. Quem tem um amigo-irmão tem mais que companhia, tem um companheiro. Tem um laço que suplanta a existência ou não de laços consanguíneos, é a irmandade de valores, de ideais, um sentimento sincero de torcida pela felicidade do outro.
Aumentar nossa família através dos laços do coração é aumentar também a possibilidade de nos sentirmos à vontade e em casa ao lado de mais pessoas ao longo de nossa caminhada pela vida.

domingo, 28 de março de 2010

Tributo a Renato Russo!!

Renato Russo Manfredini, se vivo, estaria com 50 anos!!! Me pergunto como estaria as suas letras nos dias atuais.. mais ácidas? com mais indgnação? enraivecido? Ou teria parado de escrever como forma de protesto?
O que ele acharia dessa Brasília atual, com malas, meias, cuecas, e muiiita falta de vergonha na cara dos seus moradores 'ilustres'!!
Como milhares de pessoas, faço parte da legião que cresceu ouvindo Renato Russo. Que estravasa a rebeldia com as letras desse rebelde. Tenho uma música (ou várias músicas) pra cada fase da vida. E na atual conjuntura da minha vida tenho curtido muito "Quase sem Querer". Segue a letra, infelizmente não consegui baixar a música!!




Tenho andado distraído
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso
Só que agora é diferente
Estou tão tranqüilo
E tão contente...

Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém...

Me fiz em mil pedaços
Prá você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir prá si mesmo
É sempre a pior mentira...

Mas não sou mais
Tão criança, oh! oh!
A ponto de saber tudo...

Já não me preocupo
Se eu não sei porquê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê...

E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu vejo
O mesmo que você...

Tão correto e tão bonito
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos

Sei que às vezes uso
Palavras repetidas
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?...

Me disseram que você
Estava chorando
E foi então que eu percebi
Como lhe quero tanto...

Já não me preocupo
Se eu não sei por quê
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê..

E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu quero
O mesmo que você...
Oh! Oh! Oh! Oh!...

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Ando meio desligada!! rsrsrsrsrs...


No Recreio
Cássia Eller

Quer saber quando te olhei na piscina
Se apoiando com as mãos na borda
Fervendo a água que não era tão fria
E um azulejo se partiu porque a porta
Do nosso amor estava se abrindo
E os pés que irão por esse caminho
Vão terminar no altar, eu só queria me casar
Com alguém igual a você
E alguém igual não há de ter
Então quero mudar de lugar, eu quero estar no lugar
Da sala pra te receber
Na cor do esmalte que você vai escolher
Só para as unhas pintar
Quando é que você vai sacar
Que vão que fazem suas mãos
É só porque você não está comigo
Só é possível te amar...
Seus pés se espalham em fivelas e sandália
E o chão se abre por dois sorrisos
Virão guiando o seu corpo que é praia
De um escândalo charme macio
Que o corpo irá se derreter?
Que som os lábios vão morder?
Vem me ensinar a falar
Vem me ensinar ter você
Na minha boca agora mora o teu nome
É a vista que os meus olhos querem ter
Sem precisar procurar
Nem descansar e adormecer
Não quero acreditar que vou gastar desse modo a vida
Olhar pro céu só ver janela e cortina
No meu coração fiz um "A"
O meu coração é o teu lar
E de que que adianta tanta mobília
Se você não está comigo
Só é possível te amar
Ouve os sinos, amor
Só é possível te amar
Escorre aos litros, o amor

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Novidades sobre 'Eclipse'

Robert Pattinson e Kristen Stewart trocam beijos em "Eclipse"


Robert Pattinson e Kristen Stewart aparecerão em cenas bem românticas em “Eclipse”, terceiro filme da saga “Crepúsculo”, que estreará nos cinemas dos EUA no dia 30 de junho.




Novas imagens da película acabam de ser divulgadas na internet. Nelas, os protagonistas, que vivem Edward e Bella, aparecem se beijando ardentemente.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Vai beijar muito no carnaval? Conheça dados inusitados sobre o beijo


Há mais de 484 formas de beijar, e o ato alivia o stress. Pesquisas tentam desvendar magia do encontro entre os lábios. Para muita gente, carnaval é sinônimo de beijar, e beijar muito. Mas será que mesmo os mais beijoqueiros sabem tudo sobre o ato de colar os lábios e roçar as línguas?

Conheça algumas pesquisas que tentaram entender esse ato, tão importante – e às vezes tão desejado – entre os humanos.


Cabeças preferem o lado direito durante o beijo Um professor universitário alemão provou que na hora de beijar a maioria das pessoas inclina a cabeça para direita. Ele analisou mais de 120 casais em três países, e estudou pessoas de idades diferentes.

Há 484 formas de beijar O jornalista Pedro Carneiro dedicou 13 anos ao estudo do beijo, e descobriu 484 jeitos diferentes de trocar saliva. Está tudo registrado em um livro, uma espécie de ‘kama sutra’ dos beijos.
Beijo reduz o estresse Em ambos os sexos, o beijo libera substâncias que reduzem o estresse, concluíram cientistas americanos. Nos homens, o beijo aumenta o sentimento de confiança. Se o beijo for bom, os homens se sentem estimulados a manter relações duradouras.

Nojo de beijar irmãos faz parte do instinto Cientistas dos EUA descobriram que o tabu de beijar irmãos não é algo cultural, que as pessoas aprendem. O nojo que se sente faz parte do instinto, e é criado quando se convive muito com os irmãos ainda na infância.

Beijo é antídoto contra depressão Durante um bom beijo, o cérebro produz endorfina, a enzima do prazer. Além disso, o beijo ajuda a emagrecer, pois faz o coração acelerar e queima calorias com movimento dos músculos da boca.

Chocolate excita mais que beijo Mesmo o beijo mais apaixonado perde do chocolate quando o assunto é produzir excitação. O psicólogo David Lewis, do centro de pesquisas Mind Lab, mostrou que o chocolate preto, quando derretido na boca, pode aumentar o ritmo do coração de 60 para 140 por minuto.

Homens não beijam durante sexo Pesquisa realizada no ambulatório de Sexualidade Humana da Clínica Delphos, no Rio de Janeiro, apontou que 70% dos 154 homens avaliados não beijam na boca durante o sexo.

Vacina previne contra ‘doença do beijo’ A mononucleose infecciosa, que provoca dor de garganta, inchaço nas amídalas e um cansaço que pode durar meses, é conhecida como ‘doença do beijo’, já que essa é uma das formas de se contaminar com a doença. Um pesquisador belga diz ter encontrado a vacina contra a mononucleose.

A arte do beijo


Você tem idéia de quantas formas diferentes existem para o beijo apaixonado? Uma pesquisa descobriu 484 maneiras de beijar. No Carnaval ou no Dia dos Namorados, nada melhor do que praticar e aprender os benefícios de um bom beijo.

Você tem idéia de quantas formas diferentes existem para o beijo apaixonado? Uma pesquisa que levou 13 anos descobriu 484 formas de beijar.

O beijo ruim pode estragar um relacionamento? Beijo proibido, beijo de amor, beijo de despedida. Ao longo da vida uma pessoa dá em média 24 mil beijos. Esse prazer tão comum na vida de todas as pessoas virou objeto de pesquisa. E, quem diria, foram catalogadas 484 maneiras diferentes de beijar.

O jornalista Pedro Paulo Carneiro dedicou os últimos 13 anos ao estudo do beijo. Ele ouviu 16 mil pessoas, beijou outras tantas e fez um dossiê de 12 mil páginas que, resumido, virou livro. Ele aprendeu técnicas orientais e registrou uma por uma, em uma espécie de kama sutra moderno dos beijos e descobriu que beijo também é cultura.

Por exemplo, um beijo ardente de dez segundos pode queimar até 15 calorias. Vinte beijos queimam calorias equivalentes a uma fatia de bolo de chocolate. Um simples beijo pode repassar 250 vírus e bactérias diferentes. E homens que se despedem de suas mulheres com um beijo todas as manhãs vivem cinco anos mais.

Para Pedro Paulo, o beijo pode até rejuvenescer. “O beijo tira rugas, beijo suaviza as marcas de expressão. O beijo tonifica o corpo porque faz com que o coração bombeie mais sangue. Ele hidrata porque você chega a suar com um bom beijo” – disse.

A pesquisa inspirou a banda Biquini Cavadão que fez uma música sobre o beijo que sela o fim de um namoro.

“Faz bem para alma. Os melhores são os primeiros, quando se começa a namorar. Um beijo para ser bom é como um prato que você oferece à pessoa, como se você desse sua boca de alimento para pessoa. O segredo de um bom beijo é como se você estivesse preparando o prato preferido dela” – definiu Pedro Paulo.

Mas será que existe beijo perfeito? “O beijo perfeito é aquele em que a pessoa se aproxima, respira a outra e expira num beijo na boca misturando as almas. Isso é um bom beijo” – concluiu Pedro Paulo. Para quem vai comemorar o Dia dos Namorados acompanhado é bom aproveitar as dicas e caprichar.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Ser humanista ou Ser brasileiro? Eis a questão!!

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos, o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.



Esta foi a resposta do Cristóvam Buarque:

"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.

Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.

Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo.. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer, por constrangimentos, na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.
Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro.

Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.
Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!"

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Protagonista de ‘Preciosa’ conta como fez de sua 1ª vez uma indicação ao Oscar


G1 participou de entrevista com Gabourey Sidibe em Los Angeles.'Não tinha ideia de como era estar em cada cena', afirma.

Gabourey Sidibe tem 26 anos, estreou no cinema há um ano e já garantiu sua primeira indicação ao Oscar pelo papel principal em “Preciosa”. Baseado em livro da escritora e ativista negra Sapphire, o longa tem outras cinco indicações ao prêmio, incluindo melhor filme, roteiro adaptado e diretor, para o novato Lee Daniels. No filme, que chega nesta sexta-feira (12) ao Brasil, Sidibe interpreta Claireece ‘Precious” Jones, uma adolescente sonhadora mas cuja realidade é retratada na pobreza e nos abusos da mãe (Mo’Nique, indicada ao Oscar de atriz coadjuvante).

Apesar da pouca experiência nas telas, a atriz de primeira viagem conta que Precious e os temas delicados abordados na história – incesto, estupro, violência doméstica, preconceito – não são coisas completamente novas para ela. “Infelizmente, a Precious era uma personagem familiar para mim. Eu reconhecia esta garota entre minhas amigas, familiares e pessoas com as quais eu não queria manter amizade. Eu também a reconhecia em mim mesma, mais jovem, quando tinha uns 16 anos”, disse Sidibe a jornalistas em Los Angeles, em entrevista da qual o G1 participou.“Acho importante que vítimas de abuso assistam ao filme para perceberem que não estão sozinhas. Elas têm o poder de mudar o seu destino. Espero que o filme passe esperança a estas pessoas.”


Confira a seguir os principais trechos da conversa.

Pergunta - Como você se envolveu neste projeto?
Gabourey Sidibe - Eu nunca tive a intenção de ser atriz. Cheguei a fazer algumas peças de teatro na faculdade, mas certamente não estava interessada em seguir carreira. Estava na faculdade quando um amigo me falou sobre os testes. Eu sabia do filme porque minha mãe, há uns quatro anos, tinha participado dos testes para o papel da Mary [a mãe de Precious], mas ela desistiu do processo depois que leu o livro. Achou que seria muito dificil, afinal, ela é cantora e não atriz. Naquela época, ela achou que eu deveria interpretar a Precious, mas eu nem pensei no assunto. Quando meu amigo me avisou sobre os novos testes, não achei que seria uma boa. Era a primeira semana de aulas do semestre e isso desviaria minha atenção dos estudos.

Pergunta - O que lhe fez mudar de ideia?
Sidibe - Foi engraçado. Como num piloto automático, eu saí de casa e não sei por que acabei indo fazer os testes, embora eu tivesse uma aula naquela mesma hora. Não sei o que deu em mim. Simplesmente acabei indo lá. E depois de uma hora fui chamada para voltar para a próxima fase dos testes, que aconteceria no dia seguinte. E neste dia, meia hora depois de sair, me ligaram para dizer que o diretor, Lee Daniels, queria se encontrar comigo. No dia seguinte fui ao seu escritorio, e conversamos por uns 45 minutos. Falamos sobre tudo menos do filme (risos). Trocamos ideias sobre modelos de óculos, Lenny Kravitz e nada sobre o papel (risos). Até que ele disse: “bem, se você está na faculdade, como ficarão suas aulas se você fizer o filme?” Eu respondi que não é todo dia que alguém recebe uma oferta para participar de um filme, e que algo teria que ser sacrificado. Ele deve ter gostado da minha resposta e disse que queria que eu fizesse o filme. Para mim, aquele momento foi inacreditável.

Pergunta - Você não se preocupou com o fato de, mesmo sem experiência, ter de interpretar a protagonista do filme?
Sidibe – Nossa, fiquei superpreocupada. Não tinha ideia de como era fazer um filme ou estar em cada cena. Nunca havia estado em um set de filmagens. Eu estava muito ansiosa e preocupada se eu saberia fazer o que o diretor me pedisse. Mas tivemos muitas reuniões para desenvolver uma confiança mútua. No primeiro dia de filmagens, eu estava apavorada, não havia dormido quase nada, e tinha que estar lá às 5h da manhã. Quando cheguei ao estúdio, olhei ao meu redor e vi toda a equipe, que eram quase umas 200 pessoas, e nesse momento senti a responsabilidade. O salário delas dependia do filme ser realizado. Sabia que não tinha mais volta, que teria que assumir o desafio. A ansiedade se foi no segundo dia, e a partir daí não via a hora de chegar às filmagens.

Pergunta - Você se identificou com a personagem?
Sidibe – Infelizmente, a Precious era uma personagem familiar para mim. Eu reconhecia esta garota entre minhas amigas, familiares e pessoas com as quais eu não queria manter amizade. Eu também a reconhecia em mim mesma, mais jovem, quando tinha uns 16 anos. Ela não representava um conceito estranho, mas eu tinha um sentimento de culpa porque eu mesma havia ignorado ‘as Precious’ em tantas pessoas diferentes. Então, quando houve a oportunidade de interpretá-la, senti que era uma chance para me redimir. Adoro o livro e queria ser fiel ao texto e à personagem. Odeio quando as adaptações saem distorcidas. E tive muitas conversas com o diretor sobre quem Precious foi, é e será, que me ajudaram a moldá-la como um ser verdadeiro. Ele não queria que eu a interpretasse triste, pois ela não era uma pessoa triste. Você pode sentir pena dela como espectador, mas, na verdade, ela está simplesmente vivendo sua vida. Ela lida com vários desafios, mas para ela é somente mais um dia em sua vida cotidiana.

Pergunta - O filme lida com temas dificieis como incesto, abuso sexual e violêcia domestica, mas nã deixa de ter uma mensagem positiva e de esperança.
Sidibe – Sim. E acho importante que vítimas de abuso assistam ao filme. São vários os temas, desde autoestima à sexualidade além das questões de abuso. Acho que são mensagens importantes. Incesto é um grande tabu porque as vítimas - e há muitas nessa situação - não falam sobre o assunto, talvez por vergonha. Mas espero que ao assistirem ao filme elas percebam que não estão sozinhas, que estas coisas também acontecem a outras pessoas e que elas devem procurar ajuda. Elas têm o poder de mudar o destino delas. Espero que o filme passe esperança a essas pessoas.

Pergunta - A experiência no filme influenciou o seu desejo de seguir a carreira de atriz?
Sidibe – Com certeza! Eu me apaixonei por essa carreira. É muito interessante dar vida às palavras de um roteiro e transformá-las em uma personagem. É fascinante. Gostaria muito de continuar atuando, de fazer uma comédia, ou comédia romântica. Talvez um filme de época. São vários estilos diferentes e eu gostaria de atuar em todos (risos). Eu terminei recentemente o meu segundo filme, “Yelling to the sky”, e foi uma experiência totalmente diferente de "Precious". Meu próximo projeto será o piloto de uma série para a Showtime. Espero continuar sendo atriz por um bom tempo!

sábado, 30 de janeiro de 2010

CURIOSIDADES:

É verdade que Shakespeare..

... ERA BI?
Shakespeare foi casado, teve 3 filhos e há indícios de um bastardo. Mas 126 sonetos românticos não podem ser coincidência: Lançados há exatos 400 anos, são dedicados a um anônimo Fair Lord ("Belo Senhor"), "mestre amante de minha paixão" (Soneto 20). Outro indício: em seu testamento, o autor ainda deixou parte da fortuna a amigos, com uma ordem estranha: eles deveriam comprar alianças para usar em sua memória.

... ERA POBRE?
Na adolescência ele pode até ter passado um período difícil. Mas logo ficou famoso e esperto nos negócios. Investia em imóveis, ações do Globe Theater e sonegava alguns impostos. Além disso, emprestava a juros altos e cobrava em dia.

... PASSOU ANOS DESAPARECIDO?
Ele sumiu entre os 21 e 28 anos (1585-1592). Hipóteses para o sumiço: caiu na clandestinidade por caça ilegal de veado; virou marinheiro; virou monge. Mas o mais plausível é que ele já estivesse no teatro londrino, mas em funções anônimas, como valet de carruagem e contrarregra.

... NÃO ESCREVEU SUAS PEÇAS?
Como alguém sem educação superior teria vocabulário tão vasto? É o argumento da minoria para quem o bardo era diretor e ator, mas não autor. Entre os supostos ghost-writers estariam o filósofo Francis Bacon e até um nobre italiano exilado na Inglaterra fugindo da Inquisição.

... FOI ENTERRADO COM OBRAS INÉDITAS?
É uma hipótese forte, nunca comprovada pela praga em sua lápide: "Amigo, evite, por Jesus sagrado / De cavar o pó aqui enterrado / Abençoado quem poupar estes destroços / E amaldiçoado quem mover meus ossos"

CIÊNCIA MALUCA

Mau Humor faz bem para a Memória:
Psicólogos da Universidade de New South Wales (Autrália) constataram que pessoas mal-humoradas possuem mais capacidade de memorização, cometem menos erros e escrevem melhor. Isso supostamente acontece porque o cérebro se concentra mais quando quando a pessoa se irrita.

Gastou demais? Culpe seus genes!
Cientistas da Universidade da Califórnia descobriram que pessoas com uma mutação no gene MAOA têm até 16% mais risco de ficar devendo no cartão de crédito. Isso porque o "gene do consumismo" coordena a produção de enzimas cerebrais ligadas à impulsividade - o que acaba fazendo o indivíduo gastar mais do que pode.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

AS MALDIÇÕES MAIS ARREPIANTES DA HIRTÓRIA

Chegou a hora de saber se você tem coragem mesmo! desde a terrível praga da múmia de Tutancâmon até o nefasto destino da família Kennedy, conheça as histórias mais sinistras do planeta. E, claro, reze para não ser vítima de uma delas!
A Maldição do faraó:
A tumba do rei egípcio Tutancâmon foi descoberta e, 1922, pela expedição do arqueólogo inglês Howard Carter. Junto do sarcófago, feito de ouro, estavam centenas de objetos valiosos. Só que rolaram tantas mortes e acontecimentos nefastos com os envolvidos com a descoberta que, até hoje, muita gente crê numa terrível praga da múmia do faraó.
Como acreditavam n vida após a morte, os faraós eram sepultados com muitos dos seus pertences, que utilizariam no além. Para proteger a tumba de profanadores, os sacerdores e mestres de cerimônias fúnebres faziam rituais mágicos, jogando pragas contra possíveis violadores.
A própria biografia de Tutancâmon, conhecido como faraó menino, é envolta em mistério. Ele reinou no Egito há cerca de 3.300 anos, mas, até hoje, não se sabe a causa de sua morte, aos 18 anos. Enquanto, para muitos, ela teria sido causada por um ferimento na perna, alguns sustentam que o jovem faraó foi assassinado.
Maldição:
Por uma razão insondável, Howard Carter, o responsável pela descoberta da morada do faraó, escapou ileso à maldição de Tutancãmon. Ele morreu de câncer em 1939, aos 64 anos, bem depois do histórico achado.
O Coronel inglês Aubreu Herbert foi um dos poucos presentes na abertura do sarcófago. Em menos de um ano, num acesso de loucura, suicidou-se. Outro que presenciou a violação foi James Henry Breasted. Ele até durou um bocado, ms, anos depois, morreu de forma inexplicada numa viagem para os Estados Unidos.
A primeira vítima da maldição foi o canário amarelo de Carter. Logo após a abertura da tumba, uma serpente entrou em sua gaiola e o engoliu. Superticiosos, os operários da escavação espalharam que a cobra fora enviada pelo faraó para punir os profanadores de seu descanso eterno.
Dezenas de pessoas ligadas ao achado morreram após a abertura da tumba. A primeira foi lorde Carnavon, magnata inglês que financiou a expedição. Sua morte, em 1923, teri sido causada por uma picada de inseto. Ao morrer, porém, ele gritava: "Um pássaro me crava as garras no rosto". No Egito, acreditava-se que as múmias dos faraós eram protegidas pelo abutre Nejbet, que delacerava o rosto de profanadores de túmulos. Tempos depois da morte do lorde, faleceu sua esposa, Elizabeth, aparentemente também por causa da picada de um inseto.
Também há quem diga que a causa de todas as desgraças seria a existência de radioatividade no sepulcro real, que teria sido erguido com pedras contendo urânio radioativo. Há relatos de que um resíduo desse material, o gás radônio, altamente tóxico, foi detectado pela Agência de Energia Atômica egípcia em vários monumentos do país.
Uma explicação científica para a maldição de Tutancâmon seria a presença na tumba do fungo Aspergillus niger, que causa febre e inflamação das vias respiratórias. A mortandade também seria causada por outro microorganismo presente no local, o bacilo Bacillus anthracis, causador da doença conhecida como carbúnculo ou antraz.
Família Funesta:
Os Kennedys marcaram a história dos EUA no século 20, sendo um dos clãs mais ricos e poderosos do país. Mas a famílias também é assombrada por tragédias. Foram tantos assassinatos, desastres e mortes estranhas que há quem jure que eles são amaldiçoados.
Maldição:
Joseph Patrick Kennedy e Rose Elizabeth Fitzgerald: O patriarca dos Kennedys era um homem ambicioso e que queria ter um filho presidente dos EUA. A matriarca, por sua vez, nasceu numa família elitista e viveu até os 105 anos. Nada de ruim aconteceu com os dois. Em compensação com os filhos e netos..
Joseph Patrick Kennedy JR (1915-1944): O primogênito morreu em uma batalha aérea no Canal da Mancha, durante a Segunda Guerra Mundial. Teria sido a primeira vítima da maldição.
John Fitzgerald Kennedy (1917-1963): Eleito presidente dos EUA em 1960, JFK foi morto em Dallas três anos depois. Ainda pairam dúvidas sobre os responsáveis pelo assassinato.
Rosemary Kennedy (1918-2005): Diagnosticada como louca, sofreu uma lobotomia aos 23 anos e viveu internada num manicômio até sua morte.
Kathleen Agnes Kennedy (1920-1948): Enviuvou apenas quatro meses depois de se casar e morreu com o amante em um desastre de avião na França.
Robert Francis Kennedy (1925-1968): Eleito senador por Nova York, foi baleado e morto quando fazia campanha para a Presidência dos EUA.
Edward 'Ted' Kennedy (1932-2009): Quase bateu as botas num acidente aéreo em 1964. Em 1969, o carro que dirigia caiu num rio, matando sua secretaria. Morreu de câncer no cérebro.
Joseph Fitzgerald Kennedy JR. (1960-1999): Com fama de playboy, John-John morreu com a esposa e a cunhada quando o avião que pilotava mergulhou no mar.
Patrick Bouvier Kennedy (1963-): Aos 12 anos, teve a perna amputada, por causa de um tipo grave de câncer ósseo.
David Anthony Kennedy (1955-1984): Foi encontrado morto, por overdose, num quarto de hotel na Flórida, aos 28 anos.
Michael Lemoyne Kennedy (1958-1997): Morreu num acidente quando esquiava nas montanhas de Aspen, no Colorado.
Cargo Maldito:
Entre 1840 e 1960, todos os presidentes americanos eleitos em anos terminados por zero morreram antes de concluir o mandato. Um episódio de 1811 pode estar na raiz dessa funesta coincidência. Naquele ano, Willian Henry Harrison venceu os índios shawnee na Batalha de Tippcanoe, e um chefe indígena rogou a praga: "Harrison não ganhará este ano o posto de Grande Chefe. Mas, quando o fizer, não terminará seu mandato, assim como todo Grande Chefe escolhido depois dele a cada 20 anos". A maldição teria sido quebrada com Ronald Reagan, eleito em 1980, que sobreviveu a um atentado e morreu em 2004, de câncer.
Lista:
Willian Henry Harrison: Eleição - 1840 / Ano da Morte - 1841 / Causa - Pneumonia
Abraham Lincon: Eleição - 1860 / Ano da Morte - 1865 / Causa - Assassinato
James Garfield: Eleição - 1880 / Ano da Morte - 1881 / Causa - Assassinato
Willian Mickinley: Eleição - 1900 / Ano da Morte - 1091 / Causa - Assassinato
Warren Harding: Eleição - 1920 / Ano da Morte - 1923 / Causa - Não esclarecida
Franklin Roosevelt: Eleição - 1940 / Ano da morte - 1945 / Causa - Hemorragiaa Cerebral
John Fitzgerald Kennedy: Eleição - 1960 / Ano da Morte - 1963 / Causa - Assassnato
Lágrimas do demônio:
Se alguém quiser lhe vender um quadro de uma crianças bem fofinhas, caia fora: elas trazem um azar danado para os donos. Entre os anos de 1970 e 1980, o italiano Giovanni Bragolin pintou uma série com 27 telas, que ficaram conhecidas como O Quadro das Crianças Chorando, fazendo grande sucesso. O problema é que êxito teria sido fruto de um pacto de Bragolin com o tinhoso, tornando os quadros malditos. Por exemplo, há relatos de proprietários da obra que tiveram a casa inexplicavelmente incendiada. Arrependido, Bragolin até recomendou que as pessoas deveriam destruir suas telas para se livrar da praga.
Joia Macabra:
Com 45 quilates, o diamente Hope é um dos maiores do mundo. Mas quem conhece sua história não ficaria fekiz em ganhá-lo de presente. Segundo a lenda, ele foi roubado no século 17 pelo francês Jean-Baptiste Tavernier de um templo na Índia, tornando-se maldito a partir daí. Tavernier teria sido devorado por lobos após vendê-lo ao rei Luíz XIV, da França. Depois, Maria Antonieta, que usou a joia, foi guilhotinada. Já em Londres, em 1830, o brilhante trouxe má sorte para o dono, Daniel Eliason, que acabou num hospício após o filho se matar. Comprado pelo banqueiro inglês Francis Hope - cujos descendentes faliram anos depois -, a joia hoje está exposta no Instituto Smithsonian, nos EUA. Bom, isso até rolar lguma zica...

As 9 perguntas que "Lost" tem que responder e as repostas mais criativas



por Mariana Lucena

As nove maiores perguntas que Lost terá de responder na última temporada (e as respostas mais interessantes dos fãs).A sexta e derradeira temporada de Lost estréia no Brasil no dia 9 de fevereiro, no AXN. Mas Galileu, que sabe que você não aguenta mais esperar, separou uma seleção das nove principais perguntas que a série final terá de resolver – e as respostas mais criativas que os fãs têm dado para elas.
1) Que diabos é o monstro de fumaça?
Ele aparece no primeiro capítulo, matando brutalmente o piloto do avião. “Ok, é apenas uma espécie local de fera”. Errado. No episódio Walkabout, o monstro mostra ser muito mais que isso. Quando Locke o confronta olhando em seus olhos, ele não só é poupado, como vê coisas lindas. Então decide quem merece morrer e viver, é “o juiz do lugar”? Rousseau preferiria as palavras “sistema de segurança da Ilha”já que, na quarta temporada, quando Alex é assassinada, descobrimos que Ben pode convocá-lo para atacar os inimigos. Para complicar ainda mais, na quinta temporada descobrimos um templo com uma antiga inscrição em hieróglifos sobre o Monstro. A ideia de uma criatura divina faz sentido, se você pensar que ele toma forma de pessoas mortas. Juiz? Segurança? Divindade?
Teorias:
Uma diz que o monstro é, como supôs Rousseau, um sistema de segurança criado pela Dharma (projeto de pesquisa científica na ilha) para caçar os hostis. Depois do massacre do projeto, teria sido tomado pelos Outros. O fato de ele matar em algumas ocasiões e só assustar em outras é explicado pela existência não de um, mas de vários monstros de fumaça, com efeitos distintos (poderiam ser psicológicos, como provocar ilusões, ou físicos, causando mortes).
2) Por que a Ilha cura alguns e outros não? E por que tem poder de cura, afinal?
Os paralíticos voltam a andar, pacientes de câncer têm cura repentina, feridas profundas cicatrizam rapidamente. Mas, enquanto Locke e Rose sentem os benefícios do lugar, Edward Mars, o policial que escoltava Kate para a prisão no início da série (e bem que precisou de uma forcinha), sangrou até morrer - BEM lentamente. Outra pulga atrás da orelha é se a cura se estende para fora da Ilha. Lembram-se da recuperação milagrosa da ex-esposa de Jack? Ou quem sabe a fertilidade repentina da irmã de Juliet?
Teorias:
É famosa aquela que defende que a Ilha é uma alucinação compartilhada, então a doença e a cura são imagináveis. Sawyer nunca levou um tiro. Locke ainda está paralisado. Rose ainda tem câncer.
3) Viagem no tempo: teoria De volta para o futuro ou destino?
A essa altura, todo fã de Lost que se preze já sabe que o tempo na Ilha passa de maneira diferente que o tempo fora dela e que é possível viajar no tempo. Até a quarta temporada isso era uma exclusividade de Desmond, mas quando seis dos losties deixam a Ilha (incluindo o próprio Desmond), o restante fica perdido em tempos e lugares diferentes.
Teorias:
A grande questão sobre a viagem no tempo é se é possível ou não alterar o passado. Sobre isso parece que os roteiristas não se decidiram. A princípio, Desmond tenta fazê-lo inúmeras vezes sem sucesso, até que a Sra. Hawking lhe explica que o universo tem um jeito de consertar tudo para que, de outra maneira, as coisas aconteçam iguais. Por exemplo, se ele impedir o afogamento de Charlie na praia, mais tarde ele será atingido por um raio ou morrerá afogado num submarino. Entretanto, em "The Constant", o encontro entre Faraday e Desmond no passado consegue gerar uma mudança. A teoria que a série vai seguir nós vamos descobrir na sexta temporada, assim que soubermos se a explosão da bomba deu ou não certo.
4) Quem é Jacob e por que ele e seu amigo gostam de se apossar do corpo dos mortos?
Se tem uma coisa que fã de Lost adora é especular sobre quem é Jacob. Tinha até quem duvidasse que ele existisse. Parecia ser só uma loucura de Ben até que Locke (e nós) o vemos de relance na cabana e as coisas começam a se mexer “sozinhas”. Depois ele se mostra no corpo do pai de Jack, Christian Shephard. A quinta temporada traz uma overdose de Jacob: descobrimos que ele esteve lá desde antes de chegarem os primeiros exploradores numa caravela. Deparamos com ele também nos flashbacks dos momentos mais difíceis da vida dos personagens principais como o velório dos pais de Sawyer ou a morte da namorada de Sayid, sempre com pinta de bom moço. E, por fim, descobrimos que ele mora no pé da estátua de uma divindade egípcia, onde é assassinado por Ben Linus.
Teorias:
Vale a pena ler a hipótese defendida pelo blog Rodz Online: “A estátua de quatro dedos é da deusa egípcia da fertilidade Taweret. Dito isto, é fácil entender o resto. Jacob não se importa com a destruição provocada pelos homens porque acredita que ela é um estágio intermediário necessário para a perfeição. Já seu companheiro de ilha discorda, acha que os seres humanos são uma falha, só chegam, destroem e conquistam. Jacob versus seu amigo misterioso é a luta do bem contra o mal, ou de Taweret (a deusa da fertilidade) contra Anúbis (o deus dos mortos). Eles não podem se matar.” A teoria vai adiante dizendo que Ben é a saída encontrada por Anúbis para matar Jacob, mas prevendo isso, Jacob “participa de momentos-chave na vida de cada um dos Losties, de modo que eles caiam na ilha, passem por tudo o que passaram, explodam a bomba, ‘resetem’ o tempo e, com isso, façam com que o plano de Anúbis falhe toscamente.” Uma boa, não?
5) Loucura, loucura... loucura? Sobre demências e alucinações, Lost ainda tem muito o que responder.
Para começar, Hurley é de fato louco ou ele realmente vê pessoas mortas? Walt tem poderes sobrenaturais ou simplesmente não bate bem? O que a Libby fazia no Instituto de Saúde Mental Santa Rosa, informação que nos foi dada na segunda temporada e que depois nunca foi esclarecida? (E já pensou que a Libby é uma das poucas personagens a quem nunca foi dado um episódio flashback? Por que tanto mistério a respeito dela?) Esperamos que os roteiristas não enlouqueçam tentando desfazer esses nós.
Teorias:
As teorias são tão insanas quanto os personagens. Uma delas diz que Libby e Ben são irmãos porque tem características similares - então posso dizer que Jack e Claire jamais poderiam ser irmãos já que ela é loira e baixinha e ele moreno e alto!? Claro que não!
6) Aonde foi parar Claire e por que tanto cuidado com quem vai criar o Aaron?
Claire começou apagadinha e sem graça e foi ganhando um monte de mistérios no caminho. Abandonada grávida pelo namorado, decide dar seu bebê Aaron para adoção, mas é impedida por um adivinho que diz que só ela deve criar essa criança. Mais tarde, seu guru muda de ideia e diz que ela só pode dar a criança para um casal em Sidney e para ir até lá deve pegar o voo 815 da Oceanic – que acabaria na Ilha. Para completar o mistério, é a primeira mulher a dar luz num lugar onde, há muito tempo, todas as grávidas morrem durante a gestação. Em meados da série você descobre que ela é meia-irmã de Jack – e filha do “morto-ambulante” Christian Shephard. E, sem mais nem menos, na quarta temporada, Claire desaparece deixando para trás o filho Aaron, que aprendeu a amar mais que tudo na Ilha. Aí você ficou confuso, não? Mas a coisa toda deve ter dado um nó de vez quando a Claire começou a aparecer em visões fora da Ilha.
Teorias:
Aaron é tão especial porque pode ser o próprio Jacob, mas do futuro. Ele irá crescer e voltar ao passado para controlar a ilha. Isso explicaria porque Claire está tranquila, pois falou com o seu filho vivo e no controle de tudo, e porque Jacob demonstrou uma certa atenção a mais por Jack, Kate e Hurley. Os três tinham uma ligação maior com Aaron: Jack é tio, Kate cuidou dele e fez o parto e Hurley, depois de Charlie, era um dos que mais ficava com ele. Sobre o paradeiro de sua mãe, há aqueles que apostam que ela esteja em outro tempo e ainda, alguns mais ousados, que dizem que Claire já estava morta há uma era (quando sua casa explodiu na vila dos Outros) e que ela era apenas uma visão ou um fantasma.
7) Por que o Richard não envelhece? (quero a receita também)
Quando eles chegam à Ilha, em 2004, lá está Richard com seus 30 e poucos anos, organizando os Outros. Quando voltam no tempo para 1954 lá também está Richard, com seus... 30 e poucos anos!
Teorias:
É difícil decidir entre duas qual a mais interessante: • Uma diz que Richard tem uma conexão tão forte com a Ilha que, assim como o tempo na Ilha não corresponde ao do mundo exterior, o seu tempo (fisicamente) também não. • A outra, que as viagens Ilha-terra-Ilha que Richard faz alteram a passagem do tempo, de modo que ele nunca envelheça.
8) O que são os números 4, 8, 15, 16, 23, 42?
Eles fizeram Hurley ganhar na loteria e encheram sua vida de desgraça. Tinham de ser digitados a cada 108 minutos na máquina dentro da escotilha. São as coordenadas que levaram Rousseau e sua expedição para a Ilha. Estavam na seringa da injeção que Claire toma na Estação Médica, no painel do carro do Hurley quando quebra, no carro da polícia de Los Angeles. E voltam nos últimos episódios da quinta temporada sendo gravados na porta da futura escotilha.
Teorias:
A Lostpedia defende uma teoria criativa: “Estes seis números são os valores chaves da Equação de Valenzetti (um matemático ficcional criado para a série), uma fórmula matemática desenvolvida para predizer o fim da humanidade. O propósito da Iniciativa DHARMA foi mudar os fatores que levariam ao fim da humanidade, o que seria indicado por uma alteração de pelo menos um dos fatores - por exemplo, os números. Entretanto, em todos estes anos de pesquisa, a Iniciativa falhou em alcançar este objetivo. Apesar de muita pesquisa e manipulação dos valores da equação, o resultado final é sempre os números.
9) O mais importante: mas que raios é a Ilha?
Ela tem uma personalidade própria como algumas frases de Locke (“A vontade da Ilha”, “A Ilha quer”) parecem sugerir? Ela “selecionou” as vítimas do voo da Oceanic ou eles estão todos ligados por um mero acaso?
Teorias:
É largamente popular na internet a suposição de que os losties, na verdade, morreram na queda do vôo e que a Ilha é uma espécie de purgatório. Mas a tese deixa a coisa toda com cara de A Divina Comédia e tira todo o mérito dos roteiristas. Uma teoria muito melhor é a de que a Ilha foi onde existiu a antiga civilização de Atlântida. Confira um trechinho da tese da Lostpedia: “A Atlântida foi uma grande e próspera civilização que desenvolveu muitas tecnologias à frente de seu tempo. (...) Como eram uma civilização muito avançada, diz a história que foi banida do mapa por um terremoto ou tsunami (tsunami que, como sabemos devido a uma pintura já mostrada em Lost, atingiu a ilha levando o Black Rock até seu interior e também pode ter causado a destruição da estátua).
Podemos levar em conta que uma parte da população sobreviveu ao dilúvio e muitos deles estariam até hoje na ilha como é o caso de Richard e Jacob - que já se mostraram uma espécie de imortais. Eles teriam descoberto maneiras de viver mais e manipular elementos do ambiente ao seu redor e a tecnologia usada na roda da Estação Orquídea para viajar no tempo ou mover a ilha.” Improvável, mas nem por isso desinteressante. E você, qual é a sua teoria?