terça-feira, 24 de abril de 2007

VOCÊ SABIA?

Publicado no Jornal Olho de Boto da UFPA

Por Carla Ninos


Ø O cantor Vando compôs o seu grande sucesso “MOÇA” em homenagem a Sabagama, uma prostituta por quem se apaixonou, que trabalhava no antigo Bar Tapajós, na praça da Matriz em Santarém. (Declarou o cantor em entrevista a um programa de televisão)


Ø A cantora Cássia Eller, na sua adolescência, morou em Santarém e estudou no Colégio Dom Amando. Cássia veio parar na nossa cidade devido ao fato de seu pai ser um Militar e ser, constantemente, transferido de cidade em cidade. (Declarou a cantora em entrevista a um programa de televisão)


Ø A orla que vai da Praia Maria José até a foz do Furo Maicá, abrangendo todos os cais, docas, pontes, píeres de atracação e de acostagem, armazéns, edificações em geral, vias internas de circulação rodoviárias e ferroviárias e, ainda, os terrenos ao longo dessas áreas e em suas adjacências, foram declarados, pelo Presidente Lula, de acordo com o Decreto Lei n° 5.229 de 05 de outubro de 2004, Área Portuária pertencente à União.


Ø As faixas nas cores amarelo e azul, na Bandeira Municipal, representam o encontro das águas do Rio Amazonas (amarelo) e do Rio Tapajós (azul).


Ø Em 1995, Laurimar Leal, maior expressão no campo da pintura e da escultura santarena, esteve na França em visita de intercâmbio cultural. Durante a viagem, Laurimar teve a oportunidade de visitar, dentre outros, o famoso museu do Louvre, depositário da mais célebre tela de Leonardo Da Vinci, a Mona Lisa Del Giocondo, além de outras obras de valor inestimável.


Ø A origem do nome de Santarém surgiu de uma antiga lenda lusitana inspirada por um amor impossível. Em uma cidade chamada Nabância nasceu uma formosa menina chamada Irene, que desde cedo se dedicou a uma vida religiosa. Um certo dia, um fidalgo de nome Teobaldo se apaixonou perdidamente por ela, pedindo-a em casamento não sendo, porém, correspondido. Inconformado Teobaldo decidiu raptá-la, e, como Irene continuava a renegá-lo, degolou-a e jogou seu corpo ao rio Nabão. A correnteza levou o corpo ao rio Tejo, indo parar na praia em frente á cidade de Escalabis. Ali, anjos recolheram o corpo de Irene e lhe construíram um magnífico túmulo de mámore. A notícia se espalhou por toda a Lusitânia e de toda parte acorria gente para venerar o túmulo da virgem mártir. Mais tarde, a cidade de Escalabis teve seu nome mudado para Santa Irene, que os portugueses pronunciavam Sant’Irene, daí evoluindo para Santarém.


Ø Em 1994, Santarém quase foi palco do maior acidente aéreo do mundo. Dois aviões de grande porte entraram na mesma rota, por falha do operador na torre de comando, e quase se chocaram, em cima da cidade. Para se ter noção de o quão próximos os aviões estiveram, os passageiros das duas aeronaves informaram que podiam enxergar nitidamente, pela janela do avião, os passageiros que estavam no outro avião.


Ø Segundo artigo publicado, na Revista Science, pelas arqueólogas Anna Roosevelt, do Museu de História Natural de Chicago, e Silvia Maranca, da Universidade de São Paulo (USP), foram descobertos na fazenda Taperinha, próximo à cidade de Santarém, fragmentos de cerâmica com idade entre 7.000 e 8.000 anos. Estes fragmentos de argila são, no mínimo, 3.000 anos mais antigos do que quaisquer peças produzidas pelos Incas, Maias e Astecas, três grandes civilizações existentes na América Pré-Colombiana.


Ø Santarém, das margens do rio Tejo, em Portugal, e Santarém, das margens do rio Tapajós, no Brasil, são, oficialmente, consideradas cidades irmãs. No mês de outubro de 1994, uma comissão da cidade de Santarém de Portugal, chefiada por José Miguel Correia Noras, Presidente da Câmara Municipal de Santarém-Portugal, desembarcou em nosso município para conhecer, estreitar os laços de amizade e assinar protocolos, declarando as duas cidades irmãs.


Ø O símbolo POPULAR de Santarém é a figura do muiraquitã, que é muito encontrado nos monumentos de nossas praças. Os muiraquitãs são as famosas pedras verdes, moldadas (ou entalhadas?) a que a crendice popular atribui propriedades miraculosas. Os portugueses e espanhóis, dos tempos passados, atribuíam ao muiraquitã poderes na cura da epilepsia, cólicas e doenças do fígado.
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