terça-feira, 28 de setembro de 2010

Atriz de ‘Lost’ é contratada para a saga ‘Crepúsculo’

Ela terá papel da vampira Irina nos últimos filmes da série.


A atriz Maggie Grace, conhecida pelo papel de Shannon, no seriado “Lost”, foi contratada para atuar nos últimos filmes da saga “Crepúsculo”.

Em “Amanhecer”, ela terá o papel de Irina, uma vampira do clã Denali, com fortes ligações com os Cullen.

Assim como eles, ela não se alimenta de sangue humano, mas após a morte de seu amante culpa os familiares de Edward e Bella.
As filmagens dos dois últimos longas já começaram nos EUA. A previsão é que a primeira parte seja lançada em novembro de 2011, enquanto, a segunda, um ano depois dessa data.A direção dos dois filmes será de Bill Condon. O trio de atores Robert Pattinson, Kristen Stewart e Taylor Lautner também está confirmado nos papéis principais.

Morre atriz de ‘Titanic’

A atriz Gloria Stuart, que participou de “Titanic”, morreu aos 100 anos de idade em Los Angeles. Ela foi a atriz mais velha a ser indicada ao Oscar, por sua participação no blockbuster de James Cameron, como a Rose já idosa, quando tinha 87 anos. A personagem de Rose, quando jovem, foi feita por Kate Winslet.
Stuart começou sua carreira no cinema em 1932, com “Street of Women” e foi uma das fundadoras do Screen Actors Guild, o sindicato americano dos atores.
Ela havia feito parte de um grupo de intelectuais que tinha, entre outros, a escritora Dorothy Parker.

A artista também pintava e exibiu seus trabalhos em 2009 na Califórnia. Em 1940, após atuar em vários filmes, ela se retirou do cinema, abrindo uma loja de móveis, criando sua filha e se dedicando à pintura.

Voltou a trabalhar como atriz apenas na década de 1970 e na TV. Em 1997, fez a versão mais velha de Rose. E, em seguida, participou de filmes como “Medo e obsessão” do diretor alemão Wim Wenders.

Ela deixa uma filha, a autora Sylvia Thompson, quatro netos e 12 bisnetos.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Cineastas criticam escolha de "Lula, o Filho do Brasil" para concorrer a vaga no Oscar

Lúcia Valentim Rodrigues
DE SÃO PAULO

A escolha do filme "Lula, o Filho do Brasil", de Fábio Barreto, como representante do Brasil para concorrer a uma vaga no Oscar, foi criticada por outros cineastas.

Fernando Meirelles ("Cidade de Deus", "O Jardineiro Fiel"), que também participa da campanha de Marina Silva à Presidência pelo Partido Verde, avaliou que "o personagem retratado pode ter pesado na decisão, principalmente para os votantes americanos que não estão acompanhando este patético final de carreira do presidente".

"Ver seu incrível início de trajetória tem interesse, sem dúvida. Não sei se foi um pensamento que passou pela cabeça dos jurados que escolheram o filme, mas me parece fazer sentido para um grupo que buscava um filme que pudesse ter um apelo a mais."

Sandra Werneck, que inscreveu seu "Sonhos Roubados" com outros 22 candidatos à vaga, diz que a conotação política esteve colocada desde o lançamento do filme. "Lula é bem visto fora do Brasil como um líder, é um presidente bem aceito internacionalmente."

Ela acha que Lula é uma das coisas do Brasil que os norte-americanos conhecem. Mas critica a escolha baseada em vencedores anteriores da disputa. "Apesar de ser um filme de narrativa clássica, foi preparado para ser um filme-evento. No histórico do Oscar, são os filmes autorais quem mais ganham. A gente nunca consegue chegar lá."
Nesse sentido, Leon Cakoff, que integrou a comissão e dirige a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, tem uma opinião parecida. "Certamente, 'Lula' não é o melhor filme do ano. O critério é chegar mais perto de uma boa repercussão. Mas a premiação tem um retrospecto de filmes densos. Não acho que esse seja o caso. É uma falha da produção brasileira que temos de sanar."

Sérgio Bianchi e seu "Os Inquilinos" também foram preteridos na eleição. Mas ele minimiza a importância do prêmio: "Não estava pensando em ser selecionado. Acho um delírio muito estranho. É a maior prova do nosso complexo de escravo". Ele afirma que acha que o critério para escolher "Lula" não foi político. "Acho que é a tentativa de indicar o mais normativo para ser aceito. É o projeto da indústria brasileira: fazer um bom filme B americano."

Arnaldo Jabor, que abriu ontem (23/9) o Festival do Rio com "A Suprema Felicidade", não quis criticar o júri por não estar lá. "Coloquei meu filme na lista como todo mundo que já finalizou. Mas não faço muita questão, fiz este filme para o Brasil ver."

Roberto Farias, presidente da Academia Brasileira de Cinema, defendeu a escolha, unânime, do conselho. "Um corpo de jurados tão diverso chegou à mesma conclusão por unanimidade. Isso mostra que a comissão buscou o interesse do cinema brasileiro, independente de críticas políticas ou cinematográficas. A comissão é muito mais especializada para indicar um filme do que o povo em geral, que se deixa levar pelo filme que acabou de ver, por gostos específicos, pela repercussão na mídia. Lula é uma figura internacional. Talvez seja o nosso maior astro. Não tem nenhum ator tão conhecido quanto ele."

Para a produtora Paula Barreto, que cuida das estreias estrangeiras do filme enquanto seu irmão Fábio segue em coma após um acidente de carro em dezembro do ano passado, "rotularam o filme de político, mas ele não é". "É um filme sobre a família Silva. Não é candidato a ser eleito para nada."

"Por isso ficamos felizes quando o Ministério da Cultura anunciou que a comissão de escolha ia ser formada por representantes do setor audiovisual ficou mais real. Percebemos que o filme ia ser encarado apenas como um filme."

Ela diz acreditar que os norte-americanos vão se identificar com uma narrativa sobre um "self-made man", um homem que supera adversidades. "É um filme épico, grandioso, feito aos moldes de Hollywood."

No dia 25 de janeiro, saem os indicados ao Oscar 2011. Nessa data, serão revelados os cinco finalistas na categoria de filme estrangeiro. Já no dia 27 de fevereiro será a entrega do prêmio, em Los Angeles.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

5 ideias para conter o vazamento de petróleo

Superinteressante
por Alexandre Duarte


O derramamento de petróleo causado pela British Petroleum no golfo do México é uma catástrofe sem precedentes. A empresa pediu ajuda para resolver o problema - e recebeu mais de 80 mil sugestões pela internet. Das mais sensatas às mais estranhas.

1. Jogar lixo
Essa técnica, que se chama junk shot, consiste em injetar lixo na tubulação danificada. É uma mistura de cordas, bolinhas de golfe, pedaços de metal e pneus derretidos, que forma uma massa dentro do cano. O método foi usado com sucesso em poços de petróleo no Kuwait, mas não deu certo no vazamento do golfo do México.

2. Mandar um petroleiro
Um robô desce até o foco do vazamento. Usando uma tesoura hidráulica, corta a tubulação danificada e instala outro cano - conectado a um navio petroleiro, que suga o óleo. A solução não é permanente (o navio precisa ser trocado quando estiver com o reservatório cheio) nem ideal - o procedimento foi aplicado no golfo do México, mas parte do óleo continuou vazando.

3. Fazer outro poço
A ideia é cavar um buraco ao lado do vazamento e instalar ali um novo poço, com uma nova tubulação, conjunto de válvulas etc. Essa solução é considerada definitiva, mas é a mais trabalhosa e não dá resultado imediato - o poço demora cerca de 3 meses para ficar pronto. Precisaria ser utilizada junto com outra medida que estancasse temporariamente o óleo até o poço ser perfurado.

4. Uma bomba atômica
Não é brincadeira. Segundo o jornal russo Pravda, a antiga URSS detonou 5 bombas atômicas sob a água para estancar vazamentos de óleo e gás na década de 1970. A pressão gerada pela explosão tapa o vazamento de uma vez por todas. Mas aniquila a vida marinha local - sem falar no possível vazamento de radioatividade no oceano.

5. Chamar o Kevin Costner
Astro da ficção apocalíptica Waterworld (em que o mundo é devastado pelo aquecimento global), Costner também é investidor em empresas de tecnologia ambiental. Ele gastou US$ 24 milhões para desenvolver uma centrífuga que supostamente é capaz de limpar até 97% do petróleo derramado na água. A British Petroleum já aceitou testar 6 dessas máquinas.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Cinema brasileiro é destaque em festival francês Biarritz

fonte: G1
País participa com 'Sonhos roubados' e '5 x favela, agora por nós mesmos'. Mostra é referência de cinema latino-americano na Europa há 19 anos.


O melhor da última safra da produção cinematográfica da América Latina competirá no Festival de Biarritz, anunciaram nesta terça-feira (14) os organizadores desta mostra que há 19 anos é referência do cinema latino-americano na França.

Mas o festival - que será aberto em 27 de setembro e dura até 3 de outubro, no balneário do País Basco francês - não é apenas uma festa do cinema, mas também um lugar de encontro com escritores, músicos, artistas e especialistas em política e história da América Latina.

Em uma festa realizada nesta terça-feira em Paris, para apresentar o programa deste festival de cinema e cultura da América Latina, que é "um convite para que o público francês descubra a riqueza da cultura latino-americana", foram anunciados os dez longa-metragens e dez curtas que concorrem.

A seleção, a cargo de Jean-Christophe Berjon, inclui uma forte presença de Brasil, Argentina e México, onde a indústria do cinema está bastante forte. Mas também estarão presentes filmes de páises como Paraguai, Uruguai, Honduras e El Salvador, onde os cineastas lutam para fazer suas obras serem vistas.

Entre os longas-metragens em competição pelo grande prêmio El Abrazo estão "A vida dos peixes", do chileno Matías Bize,
"Sonhos roubados", da brasileira Sandra Werneck (em destaque), e "Los colores de la montaña", do colombiano Carlos César Arbelaez.

Também concorrem obras da Bolívia, como "Zona Sur", de Juan Carlos Valdivia, e Peru, com "Contracorriente", de Javier Fuentes León, além de três filmes argentinos: "La mirada invisible", de Diego Lerman, "Boogie", de Gustavo Cova e "Cerro bayo", de Victoria Galardi.

O Brasil compete com um filme exibido nesta terça-feira na festa de abertura, no Cine Latina, e que esteve presente no último Festival de Cannes, "5 x favela, agora por nós mesmos". Produzido pelo veterano Cacá Diegues, o filme é um retrado da marginalidade, realizado por cinco jovens das favelas do Rio de Janeiro.

O México está presente com "Revolución", um filme exibido em uma seção paralela do último Festival de Cannes, e que se constitui em uma celebração do centenário da revolução mexicana.

Este filme reúne curtas filmados por dez criadores mexicanos, entre eles Fernando Eimbecke, Diego Luna, Gael García Bernal, Amat Escalante, Carlos Reygadas, Rodrigo Plá e María Chenillo, a vencedora do El Abrazo de melhor filme no ano passado em Biarritz.

Haverá também uma retrospectiva de 15 longas-metragens sobre o tema Guerras da Independência e Revolução na América Latina, na ocasião das comemorações do bicentenário em seis países.

O júri de longas-metragens é presidido pelo diretor, roteirista e ator francês Patrick Chesnais, acompanhado do escritor Luis Sepúlveda, da atriz colombiana Martina García, a cineasta francesa Marion Vernoux e a produtora Milena Poylo.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Pó pará, Serra!
A via do desespero pode custar caro a Serra. Além das ações judiciais, começam a circular informações dando conta de algumas “coincidências” entre a data em que teria ocorrido a violação do sigilo fiscal de sua filha e o período da guerra surda que travou com o ex-governador de Minas, Aécio Neves.
Marco Aurélio Weissheimer

O corregedor-geral eleitoral, ministro Aldir Passarinho Junior arquivou nesta quinta-feira a representação da coligação O Brasil Pode Mais, do candidato José Serra (PSDB), que pedia a cassação do registro da candidatura de Dilma Rousseff (PT) à presidência da República. Na representação, a coligação de Serra acusa Dilma e outras seis pessoas (o candidato ao Senado por Minas Gerais, Fernando Pimentel, os jornalistas Amaury Junior e Luiz Lanzetta, o secretário da Receita Federal Otacílio Cartaxo, e o corregedor-geral da Receita Federal, Antonio Carlos Costa D’Ávila) de “usar a Receita Federal para quebrar o sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato Serra, com a intenção de prejudicá-lo em benefício da campanha da candidata Dilma”.
Como se sabe, Serra não apresentou nenhuma prova para sustentar essa grave acusação. Ou, nas palavras do ministro Aldir Passarinho Junior, não apresentou “concreta demonstração” de que a candidata Dilma Rousseff teria se beneficiado dos atos. Além disso, o ministro não reconheceu a existência de “lesividade na conduta capaz de desequilibrar a disputa eleitoral”. Os fatos narrados, destacou ainda o ministro, podem “configurar falta disciplinar e infração penal comum que devem ser apuradas em sede própria, que não é a seara eleitoral”.
Mas Serra já havia atingido seu objetivo: criar um factóide que, graças aos braços midiáticos de sua campanha, ganharam as manchetes dos grandes jornais e uma edição do Jornal Nacional de quarta-feira que, pelo seu evidente caráter manipulatório, lembrou aquela feita no famoso debate entre Lula e Collor. Em queda livre nas pesquisas, sem programa, sem discurso e mudando de linha a cada semana, o candidato José Serra partiu para o vale-tudo. Queria que o episódio ganhasse manchetes para ele usar no horário eleitoral. Conseguiu isso. Esse é, no momento, o programa que o candidato tucano tem a oferecer ao Brasil.
A estratégia desesperada pode ter o efeito totalmente inverso ao esperado. Maria Inês Nassif escreveu hoje no Valor:
“É tênue a separação entre uma acusação – a de que Dilma é a responsável pela quebra de sigilo – e a infâmia, no ouvido do eleitor. Quando a onda está contra o candidato que faz a acusação, um erro é fatal. Essa sintonia não parece que está sendo conseguida. O aumento da rejeição do candidato tucano, desde o início da propaganda eleitoral, é alarmante.”
Pior ainda: além do aumento da já crescente rejeição ao candidato tucano, o episódio pode expor a montagem de uma farsa (e de um crime) com cúmplices espalhados em várias redações brasileiras. A farsa: a campanha de Dilma teria quebrado o sigilo fiscal da filha de Serra. O crime: as acusações desprovidas de prova e fundamento dirigidas contra a pessoa da candidata. O PT anunciou hoje que decidiu entrar com duas ações judiciais contra Serra e uma contra o presidente do PSDB, Sérgio Guerra.
A primeira medida é uma representação no TSE, com base no artigo 323 do código que regula as eleições. O crime previsto é imputar fato sabidamente não praticado pelo adversário para atingir objetivos nas eleições. Neste caso, segundo José Eduardo Cardozo, secretário geral do PT, Serra e o PSDB sabem que o PT e a campanha de Dilma Rousseff não tiveram qualquer participação na quebra de sigilo de pessoas ligadas aos tucanos, mas assim mesmo fazem acusações. Além desta, o partido decidiu entrar com outra ação judicial contra José Serra por calúnia, difamação e injúria. A última medida é a representação na Procuradoria Geral da República contra Sérgio Guerra, por crime contra a honra devido às repetidas declarações de Guerra, acusando o PT e Dilma de serem os responsáveis por quebras de sigilo fiscal.
A estratégia pode custar caro a Serra. Além das ações, começaram a circular informações nesta quinta-feira, dando conta das incríveis “coincidências” entre a data em que teria ocorrido a violação do sigilo da filha de Serra e a da guerra que o ex-governador de São Paulo travou com o ex-governador de Minas, Aécio Neves. Essa guerra tem uma trama novelesca, envolvendo confusões policiais em festas, acusações de agressões, chantagens e investigações especiais realizadas pelos dois lados em disputa. Pois ambas as coisas, a quebra do sigilo com uso de procuração falsa e o ápice da guerra Serra-Aécio ocorreram no mesmo mês, setembro de 2009.
Conforme foi amplamente noticiado, o jornal Estado de Minas estaria, neste período, preparando uma “investigação especial” sobre Serra. O jornalista Amaury Ribeiro Jr., que trabalhou no Estado de Minas, anunciou o lançamento de um livro sobre os bastidores do processo de privatizações. Esse trabalho atingiria Serra e aliados. Em novembro de 2009, o blog de Juca Kfouri publicou uma nota afirmando que Aécio teria agredido a namorada em uma festa. A virulência desta guerra pode ser atestada em um inacreditável artigo de Mauro Chaves (jornalista, advogado, escritor, administrador de empresas e pintor, conforme ele mesmo se apresenta), publicado no jornal O Estado de São Paulo em 28 de fevereiro de 2009. O recado do artigo, que critica as aspirações políticas de Aécio Neves, está resumido no título “Pó Pará, governador?” A expressão aparece na última linha de modo inteiramente abrupto, como quem não quer nada:
O problema tucano, na sucessão presidencial, é que na política cabocla as ambições pessoais têm razões que a razão da fidelidade política desconhece. Agora, quando a isso se junta o sebastianismo - a volta do rei que nunca foi -, haja pressa em restaurar o trono de São João Del Rey... Só que Aécio devia refletir sobre o que disse seu grande conterrâneo João Guimarães Rosa: "Deus é paciência. O diabo é o contrário." E hoje talvez ele advertisse: Pó pará, governador?
Curiosamente, o jornal O Estado de Minas, ligado a Aécio, deu pouquíssima repercussão ao caso da filha de Serra. O mesmo ocorreu com o Correio Brasiliense. Ambos os jornais pertencem ao mesmo grupo, os Diários Associados. Ao contrário da imensa maioria dos jornalões brasileiros, não julgaram o tema relevante. Coisas da nossa brava imprensa, não é mesmo?Nada disso importa a Serra, o homem que Pode Mais. O ex-governador de São Paulo é conhecido por isso: acredita que pode qualquer coisa. Pode? O povo brasileiro dará a resposta. E, pegando carona na expressão do articulista do Estadão, ele poderá dizer:

Pó pará, Serra!
Para mais acesse Carta Maior:

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Nesta data, em 1922, ocorria o dia mais quente da história. Qual é a temperatura máxima que conseguimos aguentar?

Redação Super 13 de setembro de 2010
Por Gabriela Brasileiro


Há 88 anos, os moradores da cidade de Al Aziziyah, no norte da Líbia, racharam o côco com um calor de 57,7° Celsius – a temperatura natural mais alta já registrada na Terra. No entanto, a ciência comprova que o pessoal poderia suportar muito mais.
O corpo humano consegue tolerar até 127°C marcados no termômetro por cerca de 20 minutos. Isso porque, independente do ambiente externo, o organismo vai trabalhar para se manter a 37°C. Como se consegue isso? Através da produção do suor, que nada mais é do que água evaporada. O processo tem o poder de roubar energia do corpo, resfriando-o.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Carla Ninos


Eu sempre amei história.. essa sempre foi uma das minhas disciplinas favoritas na época da escola. E as grandes monarquias inglesas e francesas sempre me chamaram muita atenção. As sucessões ao trono, os batidores das cortes, os escandalos, as armações, os assassinatos.. acho fascinante as histórias.
Mas algumas me marcaram mais como a dinastia Tudor, a ascensão e o fim trágico das irmãs Bolena, na Inglaterra.
Na frança a rainha Margot e o epsódio da noite de São Bartolomeu me intrigam. Margarida de Valois, esposa de Henri de Navarre rei da França após Henrique III, filha de Catarina de Médici rainha mãe da França no século XVI, inspirou livros e filmes.
A película mais 'recente' foi rodada em 1994 que me encantou. A atriz francesa, Isabelle Adjani, tem uma interpretação marcante, o que me despertou o interesse em procurar outros trabalhos dela. Aos que interessar possa, fica a minha sugestão de um bom filme.


Sinopse
No século XVI um casamento de conveniência é celebrado com o intuito de manter a paz. A união entre a católica Marguerite de Valois, a rainha Margot (Isabelle Adjani), e o nobre protestante Henri de Navarre (Daniel Auteuil) tinha como meta unir duas tendências religiosas. O objetivo do casamento foi tão político que os noivos não são obrigados a dormirem juntos. As intrigas palacianas vão culminar com a Noite de São Bartolomeu, na qual milhares de protestantes foram mortos. Após isto Margot acaba se envolvendo com um protestante que está sendo perseguido.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Opinião:

“É 'de esquerda' ser a favor do aborto e contra a pena de morte, enquanto direitistas defendem o direito do feto à vida, porque é sagrada, e o direito do Estado de matá-lo se ele der errado.”

Luiz Fernando Veríssimo
Para os Team Robsten segue os próximos trabalhos do casal mais badalado de Hollywood:

Kristen Stewart

The Runaways – Garotas do Rock
Kristen interpreta a roqueira Joan Jett no filme que conta a história do grupo de rock The Runaways, que fez sucesso nos anos 70. A atriz teve de cortar o cabelo e se preparar para cantar no longa. Ela atua ao lado de Dakota Fanning, que também está na saga “Crepúsculo”, e as duas se beijam no longa. Tem estreia marcada no Brasil para o dia 8 de outubro.

Welcome to the Rileys
Nesse filme independente, Kristen é Mallory, uma prostituta de 16 anos. Acostumada ao submundo, sua vida se transforma quando ela conhece um casal que perdeu a filha há oito anos, mas ainda não conseguiu se reerguer. O filme estreou no festival de Sundance em 2010 e chega aos cinemas americanos em novembro. Ainda não tem distribuidora no Brasil.

On the Road
Atualmente, Kristen Stewart está filmando a adaptação para o cinema de “On the Road”, livro de Jack Kerouac. O longa é dirigido pelo brasileiro Walter Salles e está sendo rodado no Canadá e Argentina. O papel da atriz é o de Marylou, que foi inspirada em LuAnne Henderson, a mulher de Neal Cassidy (que no livro ganhou o nome de Dean Moriarty).



Robert Pattinsson

Bel Ami
Na adaptação do romance de Guy de Maupassant, Pattinson faz o personagem principal, Georges Duroy. Ele é um jornalista pobre, que alcança a riqueza depois de seduzir várias mulheres poderosas de Paris. Ele contracena com Uma Thurman, Kristin Scott Thomas e Christina Ricci. O filme tem lançamento marcado nos EUA para 2011.


Water for Elephants
Também adaptado de um romance, o filme conta a história de Jacob Jankowski (Robert Pattinson), um estudante de veterinária que começa a trabalhar para um circo. Além de ficar amigo dos animais, ele se apaixona pela mulher do treinador. Pattinson atua ao lado de Reese Witherspoon e Christoph Waltz. O filme está em pós-produção e tem lançamento marcado nos EUA para abril de 2011.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

SÍMBOLO DA IMPRENSA: JB CHEGA ÀS BANCAS PELA ÚLTIMA VEZ NESTA TERÇA

Dívidas e baixa vendagem levaram diário de 119 anos a optar pela internet como única plataforma. Jornal do Brasil se apresenta como ‘o primeiro jornal 100% digital do Brasil’


iG Rio de Janeiro 30/08/2010 14:48


Nesta terça-feira, 31 de agosto, um dos maiores símbolos históricos da imprensa nacional, o Jornal do Brasil, terá a última edição em seu formato tradicional, o papel. A partir de 1º de setembro, o JB vai poder ser lido exclusivamente em sua versão digital, pela internet.

A última edição não deve ser especial, porque o jornal não quer dar a idéia de término, apenas de mudança e renovação. O jb.com.br, que se apresenta como “O primeiro jornal brasileiro na internet”, será a continuação virtual do produto jornalístico do grupo.

O motivo da mudança é a crise financeira enfrentada pelo diário desde os anos 90, que levou a dívidas, considerável queda de vendas, perda de credibilidade e demissões em série de jornalistas. Hoje, a redação tem apenas 60 integrantes. O iG antecipou em 30 de junho a informação sobre a suspensão da versão impressa.Sem o mesmo prestígio e influência, o JB foi descredenciado do IVC (Instituto Verificador de Circulação), órgão responsável por auditar o número de exemplares vendidos das publicações brasileiras, e hoje se estima que a circulação seja de 17 mil exemplares durante a semana, em um momento que os jornais brasileiros crescem 2% em vendas.

Jornal do Brazil, com "z"
Fundado em 9 de abril de 1891 como “Jornal do Brazil”, o diário só deixou de testemunhar os primeiros 15 meses da Era Republicana e cobriu os mandatos de todos os presidentes do País. Teve seu auge entre os anos 50 e 80, quando ditou tendências e reunia alguns dos melhores profissionais da imprensa brasileira.

A partir dos anos 90, a crise o atingiu fortemente. A situação financeira do grupo é crítica. O passivo está próximo de R$ 1 bilhão, e parte das receitas está frequentemente bloqueada para o pagamento de dívidas trabalhistas e fiscais.

Ao colunista do iG Guilherme Barros, o controlador do Jornal do Brasil, Nelson Tanure, afirmou que nunca conseguiu fechar o diário no azul, desde que o assumiu, em 2001, assim como a Gazeta Mercantil, que também fechou. Para Tanure, este é seu último lance na mídia, porque “é muito difícil um jornal sério dar lucro, principalmente no Brasil”.

Desperdício
O Jornal do Brasil justifica que a migração do papel para o meio eletrônico é a tendência no mundo e procura se apresentar como pioneiro e inovador nessa transição. “Qualidade. Praticidade. Alinhamento com o futuro. Respeito à ecologia, inovação” é o novo slogan.

Oficialmente, alega também motivos ecológicos para o fim do papel. “Para cada 100 mil jornais que são impressos, 60 mil são vendidos e 40 mil são jogados fora. É um desperdício fantástico”, afirmou Tanure, a Guilherme Barros, do iG.

De acordo com nota do JB na mesma linha, em anúncio, “os custos econômicos e ambientais do papel são insustentáveis”. “Mais que isso, são desnecessários: uma única edição de domingo do JB corresponde a cerca de 200 árvores, que levam anos para crescer e ocupam 40 mil metros quadrados de florestas. Isso equivale a quatro campos e meio de futebol. Em um ano, com a versão digital, são preservadas áreas florestais correspondentes a mais de 1.200 Maracanãs.”

No mesmo anúncio publicado em página dupla na semana passada, o Jornal do Brasil anunciou que será, “a partir de 1º de setembro, o primeiro jornal 100% digital do Brasil”. “A nova fase do JB usará atraentes plataformas multimídias em computadores e aparelhos móveis de qualquer tipo: laptops, desktops, iPhones, Blackberries ou os modernos leitores digitais iPad, Kindle, Nook, Mix, etc.”, diz o texto.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Use as redes sociais para o benefício profissional

Superinteressante
Guilherme Dearo

Na hora de escolher um jovem para a vaga de estágio, as empresas fazem seleção de currículos, dinâmicas de grupo, provas, entrevistas e... analisam os perfis que o candidato tem nas redes sociais!Isso mesmo. Pode parecer estranho, mas desde que a internet 2.0 se consolidou e fez surgir as chamadas redes sociais, como Orkut, Twitter e Facebook, as empresas têm analisado de perto o perfil que cada candidato criou no mundo virtual. ‘Empresas acessam os perfis e verificam comunidades, amizades, modo de expressão. Tudo isso eles levam em conta, ajuda a traçar o perfil do candidato’, conta Carmem Alonso, gerente de treinamento do Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube).

Ela aconselha os jovens que estão buscando um estágio a investir na imagem virtual, não só mantendo uma postura coerente e adequada no mundo virtual como publicando artigos, produzindo conteúdo em sites e blogs. ‘Isso trará visibilidade, agregará valor à sua imagem de profissional’, afirma.83% dos internautas no Brasil acessam Orkut, Twitter, Facebook e outras redes sociais por motivos pessoais, ou seja, para se relacionar, fazer novas amizades. E apenas 33% têm interesses profissionais. Um exemplo de rede social voltada exclusivamente para a imagem profissional, onde usuários criam seus perfis falando de suas carreiras, como um cartão de visitas, é o site Linked In.

Carmem também alerta aos estudantes para usarem as redes sociais de modo que não se use apenas para diversão, mas também para pesquisa, troca de informações, divulgação, compartilhamento de conteúdo.

O povo contra os jornalistas

Dunga era o vilão nacional. Mas aí ele brigou com a Globo e virou herói. Por que todo mundo ficou do lado dele?

Superinteressante
por Rafael Antonio


Todo mundo soube. Era o assunto na padaria, na corrida do táxi, nas mesas de bar. Durante a Copa do Mundo, o (então) técnico da seleção brasileira resolveu enfrentar a maior emissora de TV do país, que detém os direitos de transmissão dos jogos, fechando os treinos e proibindo entrevistas. Dunga e Globo entraram em um embate público. O treinador xingou um jornalista. A emissora usou seus programas para criticar o técnico. O público acabou escolhendo seu lado - e ficou com Dunga, que até então era um dos treinadores mais impopulares que a seleção já teve.

No mesmo dia em que o Brasil jogou as quartas de final, logo depois da briga com a Globo, foi publicada uma pesquisa com o mais alto índice de aprovação do técnico: 69% dos brasileiros apoiavam o trabalho de Dunga - 20 pontos a mais do que quando ele convocou a seleção.Mas por que a opinião pública preferiu ficar do lado do técnico controverso em vez do da emissora? Bem, porque poucas coisas despertam tanta desconfiança quanto a imprensa. Um levantamento da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, divulgado no fim de junho, mostra que apenas 18% dos brasileiros acreditam na mídia e que 72% creem muito pouco naquilo que é veiculado nos meios de comunicação. E é um sentimento mundial: nos EUA, uma pesquisa de 2007 da Universidade Sacred Heart, de Connecticut, mostra que só 24% dos entrevistados confiam nas informações veiculadas na mídia. A maioria dos americanos acredita apenas em algumas notícias. Mesmo nós, aqui da SUPER, constantemente recebemos cartas nos acusando de manipuladores, mentirosos ou tendenciosos.O motivo para tanta raiva pode ser, bem, porque às vezes realmente a imprensa publica notícias um tanto... discutíveis. Exemplos não faltam.


Apenas 3 dias depois da eliminação do Brasil da copa, diversos veículos publicavam manchetes na linha: "Apontado como um dos culpados pelo fracasso da seleção brasileira, o volante Felipe Melo pede para não ser responsabilizado". Quem disse que Felipe Melo foi mesmo o vilão? Ele foi expulso aos 28 minutos do 2º tempo, quando o jogo já estava 2 a 1 para a Holanda. Ele conseguiria reverter essa situação se não tivesse sido expulso?São exemplos como esse que tornam difícil tirar a pulga de trás da orelha dos leitores - mesmo quando os jornalistas fazem tudo certo. Somos cada vez mais questionados. E, com 73 milhões de brasileiros na internet, ficou mais fácil os questionamentos encontrarem público. Fóruns de discussão, blogs de análise, leitores atentos: todo mundo agora consegue apontar o dedo para o que a imprensa tem feito de errado. "A internet coloca em diálogo pessoas que antes estavam confinadas na condição de receptoras", diz Eugênio Bucci, professor da Escola de Comunicações e Artes da USP e ex-presidente da Radiobrás. E sim, quando essas pessoas se juntam, muitas vezes é para falar mal de nós.


A internet também deu aos leitores muito mais opção na hora de se informar. Para acontecimentos em qualquer canto do planeta, já é possível acessar um site local ou conversar com alguém que mora perto do que está acontecendo. Qualquer um pode virar distribuidor de informação. Um cálculo feito pela revista americana Seed mostra que, hoje em dia, 0,1% da população pode ser considerada produtor de conteúdo (escritores, blogueiros ou autores de twitters com mais de 100 seguidores, por exemplo). E esse número está aumentando 10 vezes ao ano. Em dois anos, calcula-se que teremos 10% da população produzindo informação. "Antes, os jornalistas tinham o monopólio da produção de conteúdo. Agora perderam isso", afirma Ricardo Noblat, colunista de O Globo e autor de um dos blogs de política mais acessados do país. Isso é bom para o leitor - mas também deixa a imprensa mais vulnerável a críticas ou informações imprecisas.


Com tanta gente produzindo informação, é natural também que mais pessoas se incomodem com o que está sendo veiculado: estamos pisando no calo de mais gente. "As pessoas perceberam que há um poder excessivo de construir ou destruir na comunicação. E todo poder gigantesco acaba questionado. O Dunga foi na contramão da Globo e incitou grande parte da opinião pública que questionava esse poder", diz Bob Fernandes, editor do Terra Magazine. E foi isso que o caso Dunga x Globo despertou: a possibilidade de se voltar contra o grande poder que a mídia tem.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

3 Perguntas Sobre Dragões


Superinteressante

por Texto Daniel Schneider

Qual a origem desses seres mitológicos?
Considerando pinturas dos aborígines australianos, esses répteis mágicos e mitológicos “existem” há pelo menos 40 mil anos. Essa longevidade pode explicar sua aparição em quase todas as culturas do planeta. Os mais famosos são o chinês e o europeu. O primeiro lembra uma enorme serpente, e o segundo parece um dinossauro com asas de morcego.
Até quando acreditou-se que eles existiam?
Para dizer a verdade, ainda há muitas pessoas que crêem na existência de dragões, especialmente na China, onde são considerados seres profundamente sábios, geralmente instrutores de alguma ciência ou magia. Cientistas atribuem a origem do mito a fósseis de dinossauros ou antigas baleias, que lembram a ossada de uma serpente de grandes proporções.
Por que São Jorge matou um dragão?
Para converter 15 mil pessoas ao cristianismo. Diz a lenda que num vilarejo da Líbia havia um dragão que exigia ser alimentado em troca de poupa as vida de todos. Assim que acabaram as ovelhas, jovens donzelas passaram a ser oferecidas, até que um dia a eleita foi a filha do rei. Prestes a ser devorada, a princesa foi salva por Jorge, que capturou o dragão e propôs um acordo: se ele o matasse ali mesmo, todo vilarejo se converteria ao cristianismo. Dito e feito.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Quem foi a verdadeira Alice do País das Maravilhas?


Nem tudo era ficção na obra de Lewis Carroll

Superinteressante


por Anna de Oliveira

O que você faria se a sua filha de 7 anos estivesse muito amiga de um esquisitão de 31, fazendo com ele demorados passeios de canoa e posando para seus retratos artísticos? Em vez de chamar a polícia - como qualquer família normal - a de Alice Pleasance Liddell incentivou seu relacionamento com Charles Dodgson, um escritor que assinava como Lewis Carroll. E a menina acabou sendo a musa inspiradora dos clássicos Alice no País das Maravilhas (1865) e Através do Espelho (1871) - este inclusive termina com um poema em que as primeiras letras de cada estrofe formam o nome da menina.
Até hoje não é claro o que exatamente estava rolando entre a
menina e o escritor. Especula-se, e ninguém poderia deixar de especular, que havia uma paixão, consumada ou não. Sempre se acreditou que, quando ele deixou de frequentar a casa dos Liddell subitamente, em 1863, foi porque os pais de Alice haviam resolvido dar um basta naquele relacionamento inapropriado. Mas documentos descobertos pela biógrafa Karoline Leach mostram que Carroll talvez fosse tão simpático com Alice e suas irmãs porque estava interessado mesmo era na governanta da casa. Já adulta, Alice soube usar a fama da personagem a seu favor. Mãe de 3 filhos e apertada de grana após a morte do marido rico, leiloou o valioso manuscrito de As Aventuras de Alice Embaixo da Terra (primeiro nome de Alice no País das Maravilhas). Ela já não mantinha contato com Lewis Carroll. O escritor anotou em seu diário que se lembraria dela pra sempre "como aquela menininha de 7 anos completamente fascinante".

Através dos espelhos
Conheça a versão real e a imaginária de Alice
Alice Liddell
A foto A Pequena Mendiga (acima) foi tirada pelo próprio Carroll quando a menina tinha ainda 7 anos - além de escritor, ele era fotógrafo nas horas vagas. Consta que Alice gostava muito das histórias que ele contava, e sua personalidade teria inspirado a personagem.
Alice de Tim Burton
A protagonista do filme 3D é uma versão mais velha da personagem clássica de Lewis Carroll. Prestes a casar, ela corre novamente atrás do coelho para cair mais uma vez em um buraco que a leva ao País das Maravilhas, onde as coisas estão um pouco diferentes do que eram.

Por que algumas músicas grudam na cabeça?

Mente vazia, além de ofício do Diabo, é lugar ideal para abrigar músicas grudentas

Superinteressante


por Davi Rocha

O sujeito acorda, boceja e, sem mais nem menos, ouve um: "Bota a mão na cabeça que vai começar", vindo do seu cérebro. O tempo passa, ele escova os dentes, toma um café e: "O Rebolationtion, o rebolation/ o rebolation- tion". Já era. A música grudou. Esse fenômeno irritante, que faz com que fiquemos repetindo mentalmente músicas, é chamado de earworm ("minhoca de ouvido"), termo criado pelo professor James Kellaris, da Universidade de Cincinnati. Quando estamos desocupados ou distraídos, basta pensar rapidamente numa música para o fenômeno acontecer. O que se forma, então, é algo parecido com uma coceira cerebral. O jeito de amenizar o incômodo é repetir mentalmente a música ad infinitum.
Para descobrir isso, pesquisadores da Universidade Dartmouth, nos EUA, colocaram voluntários para ouvir música. Sem aviso, a música parava. Quando a melodia era conhecida do ouvinte, o córtex auditivo continuava trabalhando, relembrando a melodia. Quando a música era desconhecida, a mente do sujeito ficava vazia. Para ocupar esse espaço, o cérebro começava a repetir o que tinha acabado de ouvir. Estranhamente, mulheres são mais suscetíveis ao fenômeno - só não se sabe ainda por quê.
O professor Kellaris diz que qualquer canção pode entrar em looping. "Mas músicas simples, repetitivas e com mudanças inesperadas têm mais probabilidade de grudar", diz. São aquelas formadas por refrões, frases marcantes ou oscilações na voz... Isso te lembra algo? "O Rebolation é bom, bom/ O Rebolation é bom, bom, bom."

Como se livrar do chicle de ouvido
Dicas rápidas e eficientes contra essa praga
Cante tudo
Quando tentamos lembrar "como é mesmo aquela letra?", ficamos parados numa parte da música o dia inteiro. Uma solução é cantar a música inteira, para eliminar de vez o chicle.
Vire o disco
Se não pode vencê-los, junte-se a eles. Livrar-se totalmente de uma música pode ser difícil. Aí o jeito é substituir uma melodia muito irritante por alguma que vá irritá-lo um pouco menos.
Pense muito
Ocupe-se. TV não ajuda muito, já a leitura mantém o cérebro trabalhando. Por isso, se ficar com alguma música na cabeça depois desta reportagem (sei lá, qualquer uma), continue lendo a SUPER pra passar.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

E SE..


Superinteressante

Todos os humanos fossem da mesma cor?


Não haveria intolerância ou o argumento de superioridade racial. Os negros, portanto, não teriam sido escravizados, não haveria existido o apartheid nem o nazismo. Ou seja, a história da humanidade seria completamente diferente. Engano seu. A natureza humana é bem mais complexa que isso: mesmo se todos tivessem a mesma cor de pele, textura de cabelo ou formato de olhos, bastaria que algum povo se destacasse no desenvolvimento técnico e econômico para se sentir superior aos demais.
Aí o argumento para o domínio não seria a diferença física, mas, sim, cultural, que justificaria a exploração dos mais fracos pelos mais fortes e daria origem a todo tipo de intolerância. Em algum momento, o conceito de raça apareceria. “Quem quer inventar raças não precisa de nenhum mercador aparente, apenas de uma narrativa”, justifica o sociólogo Demétrio Magnoli, doutor em Geografia Humana pela USP.
E nem é preciso muita imaginação para exemplificar como isso ocorreria. Em Ruanda, tútsis e hútus não se distinguem por traços físicos, língua nem religião. Mas, para dominá-los, a Bélgica, seu ex colonizador, criou carteiras raciais que distinguiam os dois grupos. Apoiou a elite tútsi e a jogou contra a hútus. Em 1994, passadas 7 décadas, os hútus se vingaram matando meio milhão de tútsi.
“Todas as sociedades têm um elenco de elementos com os quais consegue distinguir-se dos demais pejorativamente”, diz o antropólogo João Baptista Borges Pereira, professor da USP e do Mackenzie. Se a evolução não tivesse criado distintos biótipos, a divisão da sociedade seria baseada nas diferenças de língua, religião, ancestralidade ou castas.
Mesmo por caminhos diferentes, no final o mundo estaria dividido, dando origem a disputas por poder, guerras étnicas e, mais adiante, luta por igualdade e movimentos relacionados ao orgulho das minorias. Sim, você já ouviu essa história antes...

Texto: Maurício Horta

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Entrevista Walter Salles

O aclamado cineasta brasileiro Walter Salles de ofícios pessoais, socialmente consciente de que as histórias são emocionais, sem ser manipuladora e simples sem ser simplista. Entre eles: O corajoso ”Terra Estrangeira”, o terreno fábula ”Abril Despedaçado” e ”Linha de Passe”, Sandra Corveloni, que ganhou o prêmio de melhor atriz em Cannes. Central do Brasil, com dezenas de prêmios recolhidos e recebeu indicações ao Oscar de melhor filme estrangeiro e melhor atriz: (Fernanda Montenegro), ”Diários de Motocicleta”, a história de uma viagem intercontinental formada por Ernesto Guevara, foi um sucesso internacional e vencedor do prêmio principal. Com 54 anos de idade, foi duas vezes homenageado no BAFTA, irá receber o Diretor Fundador do Prêmio na quinta-feira (12) no San Francisco International Film Festival.

Q: Seus filmes tendem a ser definido em determinadas circunstâncias sócio-políticas.
W:
O que verdadeiramente me interessa são as histórias em que os percursos dos personagens principais de alguma forma espelho das transformações em jogo em uma determinada cultura ou país. Isto é verdade para o movimento neo-realista do cinema italiano, a Nouvelle Vague francesa, o Cinema Novo brasileiro, ou os independentes de Nova York dos anos 70. “Taxi Driver” é a personificação deste. Tolstoi nos ensinou que quando você fala de algo que é específico e único para a cultura, você pode estar abrindo a janela para algo que seja verdadeiramente universal.
A maioria dos filmes que fiz são sobre personagens que tentam reinventar-se, quer porque não tem outra opção, como em “Central do Brasil”, ou, por optar, como em “Diários de Motocicleta”. Esta é a questão temática você pode encontrar na maioria dos filmes que eu já dirigi: Personagens que passam por uma busca de identidade, a maior parte do tempo em um país em mudanças similares.

Q: Você refez faixas de Guevara para fazer “Diários de Motocicleta”. Queria que levassem ao seu interesse na adaptação de Jack Kerouac em “On the Road”?
W:
Eu fui apaixonado por “On the Road”, uma vez eu li pela primeira vez, em meu 20 segundos adiantado. Voltei a ele antes de filmar “Diários de Motocicleta”. A viagem do jovem Ernesto acabou gerando uma revolução política, “On the Road” é uma expressão de um movimento que iniciou uma revolução comportamental. Quando fui convidado por Francis Ford Coppola e Roman Coppola para dirigir “On the Road”, eu pensei que a única maneira de fazer justiça ao que foi investigar a década em que essa geração veio a existir, bem como o impacto que teve sobre a cultura. Assim, com uma pequena equipe de três, uma câmera Super-8 antigo e um mini-DV, que refez a rota em que os personagens de ”On The Road” assumem (e entrevistou artistas proeminentes da época e atuais influenciado por Kerouac).
Então, o que eu estou terminando é um documentário em busca de um possível filme baseado em “On the Road”. Que eu estarei mostrando em São Francisco, é uma edição muito impressionista de 60 minutos, um trabalho em andamento de um documentário inacabado de 120 minutos. Só vai realmente ganhar vida quando sabemos se vamos ser capazes de fazer a narrativa cinematográfica. Se a resposta for positiva, então a última imagem do documentário deverá ser o primeiro aplauso da narrativa cinematográfica: “On the Road”, Cena 1.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Por Carla Ninos

Eu sou uma pessoa que não me considero 'religiosa' e sim detentora de um 'espírito livre'. Fui criada no berço do fundamentalismo cristão, mas logo cedo rompi essa tendência unilateral da minha vida.
Curiosa, sempre me interessei por todo tipo de coisa; e quando se trata de espiritualidade, fé e o medo do desconhecido, rompi com o tradicional e empreendi uma busca pessoal por respostas e conforto (sim, acredito que o homem precisa de conforto, por isso a maioria cai no conto do primeiro 'vigário' que encontra).
A princípio eu queria provar que os dogmas não tinham nada de divinos e eram conceitos que serviam apenas para aprisionar os 'fiéis'. Mas, depois me encantei com a teoria agnóstica, com Nietzsche, além de algumas outras tendencias desprezadas por um grande número de gente, seja por preconceito ou ignorância.
Princípios herméticos, xamanismo, ocultismo, chakras, bruxaria, religiões pagãs (riquíssimas e muito mais coerentes do que o cristianismo), etc. A ‘bruxaria’, em especial, sempre me chamou atenção. Foi totalmente deturpada com a ascensão do Cristinismo, e até virou justificativa para uma matança indiscrimanada pela Igreja (essa parte da história acredito que a maioria deva saber, mas a gente finge que é só uma estória).
Para quem estiver interessado em desmistificar a ideia preconcebida sobre o assunto segue umas informações para esclarecimentos.

Bruxaria
Atualmente, um número cada vez maior de estudiosos dedica-se às Tradições da Magia e Feitiçaria, não se sabe ao certo quando teria surgido a Bruxaria; contudo há provas instigantes que indicam que pode ter se originado na aurora da humanidade, aproximadamente no final do período paleolítico, quando o Homem de Neandertal cedeu o lugar ao Homo Sapiens.
A bruxaria desde os primórdios, considerada uma religião da natureza é uma crença que antecede o cristianismo, e não se opõe em momento algum aos ensinamentos de Jesus. No entanto tornou-se uma visão lúgubre e ameaçadora no conceito da Igreja Romana na Idade Média, predominando na Europa durante séculos, trazendo para a vida do ser humano grandes conseqüências, como a morte de centenas de milhares de pessoas, o que se transformou numa verdadeira histeria religiosa.
A bruxaria com suas práticas pagãs, folclore e a crença nos poderes da magia é muito arraigada entre os europeus, a mulher representava a base fundamental da fertilidade, o corpo feminino era reverenciado como foco de força divina; doadora da vida. Por isso o Culto a Deusa-Mãe, aos mistérios da procriação e o respeito ao feminino.
No início da Idade Média, quase todas as mulheres podiam ser chamadas de bruxas, já que qualquer mulher sabia mais sobre superstições e encantamentos do que uma centena de homens. Até o século 15, os "Feitiços e Encantamentos" das mulheres foram, virtualmente, o único depositário de prática médica. As mulheres da idade média conheciam o poder das ervas, dos ciclos lunares, dos ventos, das chuvas, estrelas e planetas. Estavam profundamente ligadas por um amor e agradecimento à Terra e todas as manifestações de força e poder que vinha desta. Os pagãos acreditam que a volta da ligação com a natureza é o único caminho para uma vida harmônica e equilibrada, por isso todos os Ritos sagrados da Bruxaria estão centrados na Estação do Ano e fases lunares.
Paracelso disse que as bruxas o tinham ensinado tudo o que sabia sobre cura. Em 1570 o carcereiro do Castelo de Canterbury libertou uma feiticeira condenada, justificando, com a opinião popular, que ela sozinha era melhor para tratar os doentes do que todos os padres e exorcistas. Feiticeiras ou Fadas?
De acordo com explicação de Joseph Campbell: "Não resta dúvida de que nas épocas mais remotas da História do Homem a força mágica e misteriosa da Fêmea era tão maravilhosa quanto o próprio Universo; e isto atribui à mulher um poder prodigioso, poder este que tem sido uma das principais preocupações da parte masculina da população - como quebrá-lo, controlá-lo e usá-lo para seus próprios fins."
As conseqüências dessa ruptura primordial na relação entre homem e mulher viriam a ter um papel nas mitologias de "diversas culturas"; em termos práticos contribuiu para o surgimento de devastadoras turbulências sociais, tal como a Grande Perseguição às Bruxas na Europa Medieval.
Tempos longínquos, mas muito marcantes... e são esses fatos que são relembrados com curiosidade pela humanidade. Tempos de proibição, a mulher deveria casar virgem, e servir ao homem sempre com a disposição que lhe fosse determinada. Era a época onde se deveria agir pela fé, ou seja, justificar toda fé.
Só não sabiam que essa fé chegaria tão longe, ao ponto de matar pessoas, seres humanos, justificando a vontade divina. O que as pessoas deveriam lembrar é da velha Inquisição, onde vidas foram tomadas, até mesmo sem provar a culpa da vítima. Hoje, o principal fundamento da vida é a razão.
Mas felizmente a humanidade pôde evoluir, ter liberdade, as Antigas Religiões estão ressurgindo lentamente, mas constantes.
Surge o neo-paganismo, uma religião moderna chamada Wicca criada aproximadamente em 1940 pelo grande ocultista Gerald Brousseau Gardner, fundamentada na Alta Magia Cerimonial, na Thelema e no raciocínio segundo a obra 777 de Alesteir Crowley. Ela tomou o nome de uma divindade céltica chamada Cernunnos, representado por um homem com cabeça humana e chifres e pernas de cabra ou cervo, um ser meio homem meio animal, simbolizava o Deus primordial de toda criação, Absoluto. Após isto, Doris Valiente juntamente com Gardner reescreve o Book of Shadows de uma maneira mais paganizada e em seguida introduz o conceito da Deusa-Mãe, criando algo novo na Wicca. Com isso, Cernunnos não era mais absoluto, nem primordial, mas a contraparte da Deusa, que também foi tomado o nome de outra deidade céltica.
Queremos esclarecer para as pessoas que desconhecem, que a Wicca não é Céltica, até mesmo a Wicca dita céltica, não é Antiga Religião Celta, nem representante da cultura e povo Celta. Apesar de conter alguns elementos celtas, a Wicca tem sua origem na Thelema e os ritos fundamentados na Alta Magia Cerimonial.
O povo Celta, ao chegar na Europa, trouxe suas crenças, que ao se misturarem às crenças da população local, deram início a outras práticas.
A religião dos Celtas (existentes em algumas partes do mundo) era e ainda é o Druidismo, uma religião politeísta, e seus ritos eram sempre realizados ao ar livre. Para eles, este contato com a natureza permitia uma maior aproximação com os deuses e divindades. As principais eram: a Grande Deusa Mãe e o Deus Cornífero, chamados de Ceridwen e Cernunos, respectivamente. A Grande Deusa Mãe é a natureza em todas as suas manifestações, a fecundação e a criação, mãe do Deus Cornífero que representa a fertilização.
Os druidas cultuavam agricultura, a cura com ervas e a caça. Realizavam festas ritualísticas em homenagem às divindades, e iniciavam as pessoas na arte da Magia que era ensinada oralmente. Apesar da classe sacerdotal ser dividida entre homens e mulheres, a sociedade era matriarcal. As druidesas eram divididas em classes: a primeira vivia enclausurada. As outras classes podiam se casar e participavam de rituais sagrados.
O tempo foi passando e os deuses ficaram apenas na história representados por estátuas encontradas em diversas partes do mundo, como a do Deus Cornífero achada na Suécia. Agora com a chegada do século XXI, todos estes conceitos estão retornando e ressurge em todo mundo as crenças e o poder da magia dos antigos celtas. A bruxaria é a antiga religião dos povos da Europa, que após quase 2000 anos de exclusão e desaparecimento vem ressurgindo.
Segundo pesquisadores, todos os tipos de bruxaria são derivados do Xamanismo primitivo. "Os rituais de bruxaria tem a sua origem perdida no tempo, desde os Tempos Celtas, diga-se de passagem, Belos Tempos, onde a natureza era o princípio de tudo, onde a fé era profunda, onde a mente humana tinha um poder incalculável, pois o ser humano sabia como fazer bom uso do que lhe era proporcionado."

Fonte: http://www.misteriosantigos.com/

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Eleições 2010: Ficção? Realidade?

Por Carla Ninos

Mais uma campanha eleitoral está começando e mais uma vez nós vamos ser bombardeados pela publicidade. Porque “político” é como um produto, o que tiver melhor propaganda vira líder de vendas.
E convenhamos, são maravilhosas essas propagandas. Atualmente acho mais divertido assistir aos poucos minutos de comerciais do que os programas em si. São minutos de pura viagem ao mundo da fantasia e dos sonhos.
‘Esses caras’ são feras e mais uma vez ficaremos sentados em frente à televisão no horário político nos divertindo, rindo às gargalhadas daqueles candidatos sem noção que viram chacota, elogiando um bom programa, geralmente são aqueles que nos remetem ao tal mundo da fantasia. E mais uma vez vamos ter a certeza de que o nosso voto não vai fazer tanta diferença assim porque a gente vai votar no menos pior, uma vez que os nomes apresentados são só nomes, porque o resto é pura propaganda, são seres fictícios. E se é para vivermos com a ficção porque não colocamos nas urnas eletrônicas os nossos heróis: o Fera do X-Man, Super Homem, Homem Aranha, Mulher Maravilha, He-Man, etc. Pelo menos os nossos heróis tem aquelas qualidades que tanto valorizamos: ética, coerência, pendor para o bem, senso de justiça.
Se esses fossem os nossos candidatos eu votaria no Fera, mas, pelo que já dos candidatos, eu realmente não sei o que fazer, ou melhor, em quem votar. Uma porque não reconheço os candidatos, não há identificação; e dois, a ficção se sobrepõe à realidade.
E agora.. quem poderá nos defender... (cadê o Chapolin colorado???)

Os 7 jingles mais marcantes de campanhas presidenciais no Brasil

Superinteressante
Ana Carolina Prado 23 de julho de 2010

Jingle de campanha política é que nem aqueles axés de carnaval: tem um poder imenso de grudar na cabeça e, anos e anos depois, a gente se surpreende descobrindo que ainda sabe cantar direitinho a letra. Bom, é pra isso que serve, né? Nessa lista, reunimos alguns dos jingles de campanhas políticas mais marcantes da história do Brasil.

1- Getulio Vargas – 1950
“Retrato do Velho” virou uma marchinha muito cantada no carnaval de 1950, ano em que venceu as eleições. Tendo renunciado em 1945, Vargas voltou ao poder “nos braços do povo”, como havia predito.
http://www.youtube.com/watch?v=eVgOODBrCMc&feature=player_embedded

2- Juscelino Kubitschek – 1955
Com a proposta de promover o desenvolvimento econômico do país e com o lema “50 anos em 5”, JK foi eleito. Ele se tornou o primeiro presidente civil desde Artur Bernardes a cumprir integralmente seu mandato entre 1956 e 1961. Com uma letra elaborada, o jingle fazia referência ao hino nacional no primeiro verso e celebrava a pessoa do Juscelino, “que além de patriota é nosso irmão”.
http://www.youtube.com/watch?v=FDXUWyXsJu4&feature=player_embedded

3- Lula – 1989
A eleição de 1989 teve vários jingles marcantes – também, foi a primeira eleição direta para presidente desde o golpe militar de 1964. Lula se candidatou e foi para o segundo turno, mas acabou perdendo para Fernando Collor de Mello. Muitos artistas o apoiaram e gravaram o jingle “Lula lá”, como Gal Costa, Chico Buarque, José Mayer, Malu Mader, Betty Faria, Aracy Balabanian, Elba Ramalho, Marcos Paulo. Outro clipe trazia Gilberto Gil, Chico Buarque e Djavan.
http://www.youtube.com/watch?v=8_yEqk8ITnU&feature=player_embedded

4- Collor – 1989
O jingle não teve nem de longe a mesma fama do “Lula lá” (era um “ooooô” bem feio), mas Collor venceu a eleição. Ficou no poder de 15 de março de 1990 a 29 de dezembro de 1992. Para tentar evitar um processo de impeachment por acusações de corrupção, ele renunciou ao cargo – mas o processo continuou e ele teve seus direitos cassados por 8 anos.
http://www.youtube.com/watch?v=ei7tty0uhig&feature=player_embedded

5- Brizola – 1989
Leonel Brizola (PDT) foi o terceiro colocado no primeiro turno da eleição presidencial e por pouco não chegou ao segundo turno. Mesmo não indo para o segundo turno, o jingle da sua campanha até hoje é lembrado, porque era bem fácil. “La-la-lá Brizooola”, basicamente.
http://www.youtube.com/watch?v=IKRp36hI0W0&feature=player_embedded

6- Silvio Santos – 1989
Sim: Silvio Santos tentou se candidatar à presidência em 1989, substituindo o candidato Armando Corrêa pelo pequeno Partido Municipalista Brasileiro (PMB). O seu jingle tinha era uma versão do dominical “Silvio Santos vem aí”. A versão eleitoral dizia “Silvio Santos já chegou”. Como a campanha eleitoral já estava em andamento, não deu tempo de mudar o nome impresso nas cédulas de votação e Silvio fez algumas gravações para a propaganda eleitoral explicando que seus eleitores deveriam marcar o 26, onde estava o nome de Corrêa. Mas Tribunal Superior Eleitoral impugnou sua candidatura por irregularidades no registro do PMB.
http://www.youtube.com/watch?v=U9NQ25Tc8h0&feature=player_embedded

7- Fernando Henrique Cardoso - 1994
Com o sucesso do Plano Real, estruturado enquanto era Ministro da Fazenda, Fernando Henrique foi eleito em primeiro turno e reeleito em 1998. Esse vocês lembram, não lembram? “Tá na sua mão, na minha mão, na mão da geeeenteeeee….”
http://www.youtube.com/watch?v=F46ygZn3SF0&feature=player_embedded

quinta-feira, 22 de julho de 2010

8 fatos sobre o beijo

Superinteressante
Ana Carolina Prado 21 de julho de 2010

Só falar em amor que os mais piegas já pensam naquelas cenas bonitas de beijos apaixonados. Mas essa relação não é assim tão óbvia em todos os lugares do mundo. Para alguns povos, beijar é uma coisa um tanto repulsiva. Já em outros lugares a coisa é tão intensa que os casais chegam a arrancam sangue um do outro. Há gosto pra tudo. Em algumas tribos da África, o beijo é substituído por uma passada de mão na axila do companheiro. A gente reuniu isso tudo e outras coisas mais nessa lista.

Na Grécia Antiga, nível social determinava onde seria o beijo
Na Grécia dos anos 300 a.C., pessoas da mesma classe podiam se beijar no rosto ou na boca, mas se fosse alguém de status superior era mais indicado um beijo na mão. Também se beijava deuses gregos por meio de obras de arte: as pessoas esfregavam as pontas dos próprios dedos nos lábios e tocavam na imagem. Esse tipo de beijo é uma demonstração de amizade usada na Grécia até hoje.

O beijo de noivado garantia direitos jurídicos
O beijo que selava o compromisso de noivado surgiu na Roma Antiga e garantia à mulher os direitos jurídicos determinados pelo Império. Além disso, transferia legalmente a posse dos presentes de casamento para o casal – se a celebração transcorresse sem beijos por algum motivo, eles teriam de ser devolvidos.

Alguns povos morrem de nojo de beijar
Beijar não é uma coisa que agrada a todo mundo. A tribo dos thonga, na África do Sul, jamais beija na boca e acha isso repulsivo. Outro povo de lá, os chewa, fica enojado com a idéia de “engolir a saliva de outra pessoa”. Muitos têm essa reação porque vêem a boca como a fonte da vida, o local onde uma alma imortal habita – e essa alma pode se contaminar facilmente se o dono não for cuidadoso. Há tribos nômades da Etiópia que, embora considerem os lábios uma parte sensual do corpo, não sentem vontade de colá-los em outros – até porque os adornos enormes que eles usam dificultam isso.

Em certos lugares, o “beijo” consiste em passar a mão nas axilas do companheiro
Enquanto há culturas em que as pessoas não economizam beijos, há os que nem sequer usam os lábios nas suas interações pessoais. Os polinésios, maoris e inuits preferem usar os narizes. Os índios de uma tribo isolada no Equador, os cayapas, simplesmente cheiram a mão dos amigos ao cumprimentá-los. E pasme: o “beijo” de despedida de uma tribo da Nova Guiné consiste em passar a mão na axila do companheiro e em seguida esfregar o cheiro dele por todo o seu.

Os namorados arrancam sangue um do outro durante a prática em certas tribos
Enquanto alguns povos não são nada beijoqueiros blasé, os casais das Ilhas Trobriand, no Pacífico Sul, manifestam uma paixão violenta. Antropólogos observaram, em 1929, que eles passavam horas numa espécie de jogo selvagem: mordiam os lábios um do outro até que sangrassem, davam dentadas nas bochechas e abocanhavam nariz e queixo. Nessa hora, ouviam-se expressões como “beba meu sangue” e “arranque meu cabelo”. Eles ainda arrancavam os cílios dos parceiros a mordidas.

Onde beijar em público é crime
Há regiões na Finlândia onde homens e mulheres tomam banhos coletivos sem roupa, mas ainda vêem o beijo como ato obsceno. No Japão, só pode entre 4 paredes. Na Venezuela, os casais que dão abraços muito apertados ou beijos muito demorados em lugares públicos podem ir para a prisão. E na Malásia existe lei proibindo o beijo francês (esse normal, de língua) no cinema – impondo uma multa enorme para quem desobedecer.

O ritual da beijação
Se existem aqueles que proíbem, há povos que celebram a prática. Um povoado chamado Banjar Kaja Sesetan, na Indonésia, faz um festival anual chamado Med-medan. Ao som de um canto ritual, fileiras de moços e moças ficam frente a frente, formando pares, e o primeiro da fila beija quem estiver na sua frente até um ancião jogar água para separar o casal. Calma, não é todo mundo beijando todo mundo. Quem se beijou primeiro vai para o fim da fila e o ritual se repete até que todos os casais tenham ocupado a primeira posição. O objetivo é proteger o lugar de perigos inesperados e só os jovens podem participar.

No Brasil do século 18, a demonstração de afeto era o beliscão
No século 18, em Portugal e, muito provavelmente, também no Brasil, uma expressão de amor bastante difundida era o beliscão. Entre os recém-conhecidos, era de bom tom beliscar “de pincho”, aplicando levemente a torção sobre a pele. Para os mais íntimos valia o beliscão “de estorcegão”, também conhecido como “enérgico”. A moda era tão forte que houve quem discutisse a necessidade de construir divisórias no interior das igrejas para impedir beliscões durante a missa. Os estudiosos desse gesto associam-no ao “namoro camponês”. Beliscões, pisadas de pé e mútuos estalos de dedos consistiam em rituais que simbolizavam a dura vida rural.

Equipes mal humoradas trabalham melhor


Superinteressante

Thiago Perin 21 de julho de 2010
No trabalho, um rabugento sozinho é só um rabugento sozinho – daqueles que a gente escolhe evitar. Mas vários rabugentos juntos formam uma equipe especialmente criativa e dedicada. É a constatação de pesquisadores da Universidade de Purdue, em Indiana (EUA), que checaram os efeitos da negatividade entre co-workers. No teste, voluntários tiveram que pensar em slogans para uma empresa fictícia após passarem por induções de bom ou mau humor (eles não dizem o que fizeram para mudar o humor do povo, mas é até divertido imaginar: “ei, você é feio!”, “nossa, como você está bonita hoje…”).

E no que deu? Os grupos mal humorados entregaram slogans mais criativos (segundo avaliação dos pesquisadores) do que os ranzinzas que trabalharam sozinhos. (Não houve o mesmo efeito em indivíduos e grupos bem humorados.) A explicação é que, quando os humores estavam em baixa, “o efeito do nível de análise na criatividade foi mediado pela persistência na tarefa de gerar o slogan”. Ou seja: por algum motivo, o mau humor compartilhado pode nos fazer trabalhar com mais afinco, o que leva a resultados melhores. Ou seja (2): aquele mala na sua equipe, no fim das contas, te deixa mais produtivo. Ponto pra ele.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Por que achamos pessoas simétricas mais bonitas

Revista Galileu
Sabe o Reynaldo Gianecchini e a Paola Oliveira? Você não os acha bonitos à toa. É tudo uma questão de simetria e seleção natural. “A simetria é praticamente um sinônimo de beleza”, diz Walter Neves, biólogo e arqueólogo do Laboratório de Estudos Evolutivos da USP. “Os genes que determinam o lado direito e o lado esquerdo são os mesmos, então potencialmente todos nós deveríamos ser perfeitamente simétricos.”

Mas a expressão dos genes é influenciada pelas condições ambientais. Então, o individuo que não se alimentou direito, teve muitas doenças ou foi alvo de parasitas, por exemplo, infelizmente não vai exibir uma simetria perfeita. É por isso que sua irmã suspira pelo Brad Pitt, ou qualquer outro bonitão com traços perfeitos. Toda aquela simetria indica que o sujeito tem uma carga genética de boa qualidade e possivelmente uma boa saúde também.

Para o francês Michael Raymond, pesquisador em biologia evolutiva da Universidade de Montpellier, essa predileção é um claro indicativo de que a nossa noção de beleza está ligada diretamente a fatores biológicos. “Pouco a pouco, há uma seleção para que as preferências se orientem para as características que indicam a qualidade do indivíduo. Ou seja, nossa noção estética não é aleatória. É seleção natural.” Nada mais normal, portanto, que sejamos atraídos pelos sinais que reflitam esse bom desenvolvimento físico e genético. E demos a isso o nome de “beleza”.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Se você ainda não tem certeza se acha que a Kristen Stewart é ou não uma boa atriz, então dá uma conferida na atuação dessa menina no filme Welcome to the Rileys. Segundo informações divulgadas no twitter oficial do filme, o filme já tem data de estréia nos Estados Unidos: 5 de novembro. Lembrando que nada foi dito ainda à respeito do filme no Brasil.

Uma resenha da MTV, diz que Stewart está “extremamente corajosa em Welcome to the Rileys. A estréia do filme teve sua premiere no festival mundial do Sundance Filme Festival. Você já pode argumentar o quanto quiser pela interpretação de Kris, que no filme faz uma garota de 16 anos de idade, que foge de casa, e vira prostituta e stripper; mas você não poderá dizer que a atriz não se expôs sem medo, física e emocionalmente, e ainda o faz com uma surpreendente maturidade e sendo extremamente verdadeira”.

E Melissa Leo não está “nada menos que fantástica. Com apenas uma expressão – um movimento dos olhos, ou da boca – a atriz pode passar exatamente o que Louis está sentindo, e mais, ela pode fazer com que o público se simpatize por ela. As falas de Leo são ora engraçadas, ora de partir o coração, e você acaba por se ver torcendo por ela com uma ansiedade tão grande, para que ela se junte a Doug em New Orleans e os dois possam encontrar Allison, a filha que eles perderam há anos. Fica claro que estão todos flagelados internamente, e um precisa do outro”.

O prêmio de “Melhor Atriz” terá uma disputa forte este ano – o que será legal, já que geralmente não tem sido. Será que Leo ganhará? Se Stewart está apoiando, parece que já está certo que ela será nomeada para o prêmio. Mas ela terá mais problemas se for nomeada. Se as resenhas sobre o filme não forem boas, obviamente será mais difícil.

E pra quem ainda não teve a oportunidade de ver o trailler oficial do The Twilight Saga: Eclipse pode dar uma conferida aqui. Esse foi o primeiro trailler divulgado. Bom o filme já está nos cinemas, eu já vi uma versão sem qualidade de imagem e som e espero anciosa pelo lançamento em DVD (infelizmente sem data prevista).

Para ver o trailler clique aqui: http://videos.apnicommunity.com/Video,Item,3261608888.html

De uma coferida na entrevista que Cameron Diaz e Tom Cruise deram pra Patrícia Poeta

Veja a entrevista aqui:

domingo, 11 de julho de 2010

ESPANHA: Campeã Mundial 2010!!!

Eu, particularmente, achei que a Alemanha foi a melhor seleção desta copa. Mas, ser a melhor nem sempre é suficiente!!! Bom.. se a Espenha não apresentou um futebol brilhante, os jogadores com certeza estão na seleção dos mais gatos!! Casillas.. nosso 'luva de ouro', é de encher os olhos!!! hummmm..

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Atenção fãs: Gossip Girl invade Paris

Revista Criativa

Blake Lively e Leighton Meester gravaram cenas da série, fizeram compras, viram desfiles e foram clicadas ao lado de Anna Wintour e Karl Lagerfeld
As gravações da quarta temporada da série Gossip Girl começaram esta semana, mas no lugar do chique Upper East Side de Nova York, as ruas de Paris viraram cenário para Blair e Serena. A dupla, e seus indispensáveis looks superelaborados, rodou suas cenas pela cidade.
O flagra seguinte aconteceu na saída do luxuoso hotel Ritz, ao lado de Karl Lagerfeld. O rumor é que o kaiser da moda colocaria mais um talento em seu cardápio múltiplo, participando como ator na série norte-americana. Outra história diz que a atriz estaria no hotel onde Anna Wintour sempre se hospeda, para um ensaio da Vogue América. Resta esperar o dia 13 de setembro, quando começa a nova temporada. Enquanto isso, dá para buscar inspiração nos looks high-fashion desfilados pelas meninas na capital francesa. Très glam!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Cazuza: 20 anos após sua morte, obra do cantor vira referência

Exatamente duas décadas depois de sua morte (por complicações causadas pela Aids, no dia 7 de julho de 1990), Cazuza entra no time de figuras cultuadas pelas novas gerações de artistas brasileiros. Mas, pela habilidade com as palavras e a atitude rebelde e transgressora, o cantor e compositor carioca transcendeu definitivamente as esferas musicais, tornando-se uma influência decisiva também entre escritores. Assim como já acontecera com Jim Morrison, suas letras são elevadas ao status de poesia.

– Eu escuto Cazuza com o mesmo respeito com que leio Carlos Drummond de Andrade – explica o poeta Ramon Mello. – Acho que suas letras sobrevivem fora da música. Ouço suas canções como se fossem poesia.

Em seu último livro, Vinis mofados (2009), Mello dialoga abertamente com a música popular brasileira, compondo uma coletânea assombrada pelo universo pop. A presença de Cazuza aparece de forma direta em pelo menos dois poemas, Conjugado e Overdose blues. Para o poeta, a influência se exerce em sua geração tanto pela questão literária/musical quanto pela comportamental.

– Ele era um transgressor – argumenta. – E a sua atitude em relação à vida acaba inevitavelmente aparecendo no que ele escrevia e cantava.

Questão de atitude
A postura rebelde de Cazuza sensibiliza autores dessa geração, mesmo que eles não sejam diretamente influenciados pela estrutura do texto. É o caso do escritor e cantor carioca Bernardo Botkay, mais conhecido como Botika. Vocalista da banda Os Outros, é constantemente comparado a Cazuza por sua postura no palco – e até pela semelhança física. Mas no que diz respeito ao trabalho literário, tudo muda. Seu romance Autobiografia de Lucas Frizzo talvez só beba no universo de Cazuza pelo lado escrachado e contundente.

– Não param de me comparar a Cazuza, acho que por falta de opção – brinca Botika. – Há tão poucas pessoas autorais no rock que, quando aparece alguém, já chamam de Cazuza. Acho lindo, mas somos diferentes. O que me influenciou na escrita foi a falta de vergonha, uma certa atitude de se expressar. É essa coisa de colocar o pau na mesa.

“Também sou Cazuza”, escreveu o curitibano Luiz Felipe Leprevost em seu poema Balbúcio blues. Assumidamente devedor da herança poética do cantor, o autor de Ode mundana é fascinado por sua figura desde moleque.

– Sempre me encantei pela sua postura transgressora, de bater de frente com a classe média, e sempre ouvi suas músicas como poesia – lembra Leprevost. – Ele foi o responsável por me fazer entender que letra de musica é, sim, poesia. Até porque era um dos poucos letristas brasileiros que faziam primeiro a letra para depois colocar a música. Se você escutar a letra de Todas as mães são felizes, vai ver que é puro Rimbaud.

O crítico, professor e poeta Ítalo Moriconi vê a presença de Cazuza hoje como um referencial em um caldeirão que junta indistintamente autores mais literatos e outros mais pops. O que já acontecia com as gerações anteriores, também influenciada por compositores populares. Na introdução de Caio Fernando Abreu: cartas, que organizou, o pesquisador afirma que Cazuza e Renato Russo seriam “almas irmãs de Caio em matéria de destino e expressão artística”.

– É tudo poesia, palavra cantada, falada e escrita – argumenta Moriconi. – Mas cada uma tem sua especifidade. Sempre que atravessam as fronteiras, há perdas e ganhos. Aqui no Brasil, contudo, desde a escola primária se tem a ideia de que as três configuram uma cultura poética de igual para igual.

Que bebida causa a pior ressaca?


por Jones Rossi
Revista Galileu

Por ordem decrescente: conhaque, vinho tinto, uísque, vodca, gim, álcool puro, cerveja. As três primeiras estão na categoria de bebidas que, ao serem metabolizadas em nosso corpo, podem formar uma substância muito tóxica chamada formaldeído, que em altas quantidades pode provocar cegueira e até a morte. Já a vodca e o gim são feitas à base de álcool (etanol) puro. Metabolizadas, elas formam o acetaldeído, que agride as mucosas intestinais, provocam desidratação e dor de cabeça — o conjunto de sintomas conhecidos como ressaca — mas de forma mais branda que as bebidas escuras. “A cerveja, por conter mais água, causa uma ressaca mais branda em comparação com outras bebidas alcoólicas”, afirma o médico fisiologista Renato Romani, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Mas, em grandes quantidades, também deixa aquele gosto de cabo de guarda-chuva.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Em quadrinho, Bella e Edward visitam praias cariocas

Arnaldo Branco dá sugestão de como seria vida do casal no Brasil.Para quadrinista, vampiro gostaria de caipirinhas e seria amigo do saci.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Diretor Wes Craven roda 'Pânico 4' com sangue novo


O filme marca o reencontro do diretor Wes Craven com Kevin Williamson, que deslanchou o revival dos filmes de terror com seu roteiro para o primeiro "Pânico", em 1996.
Neve Campbell, David Arquette e Courteney Cox, do elenco do filme original, também estão de volta, embora o plano seja entregar o bastão de revezamento para uma nova geração de vítimas: Emma Roberts, Hayden Panetierre, Rory Culkin e Nico Tortorella.


Adam Brody fará um policial recém-formado que foi criado assistindo ao seriado de TV "CSI."
Marley Shelton será uma delegado que conheceu a personagem de Campbell no colégio. Lake Bell esteve em negociações para o papel.


Erik Knudsen terá um papel semelhante ao que Jamie Kennedy representou nos dois primeiros filmes "Pânico": alguém familiarizado com as convenções dos filmes de horror e que garante um pouco de alívio cômico.


Assassino sob sigilo
Para preservar a identidade do assassino, Craven e Williamson estão operando sob sigilo absoluto, incluindo o fato de não terem enviado o roteiro às agências. Em uma leitura do roteiro feita na semana passada, os atores foram instruídos a lerem apenas até a página 75, para que mesmo aqueles já escolhidos para atuar no filme não tenham conhecimento do clímax.


Adam Brody terminou recentemente as filmagens do drama independente "The oranges," cujo elenco inclui Hugh Laurie e Leighton Meester. Ele contracena com Katie Holmes, Anna Paquin e Elijah Wood em "The romantics," comédia romântica com lançamento previsto para este ano.
Marley Shelton foi vista mais recentemente na comédia "Women in trouble," do diretor Sebastian Gutierrez. Seus outros créditos incluem "Planeta terror" e "Sin city - A cidade do pecado.

Erik Knudsen, natural de Toronto, aparece em "Scott pilgrim vs. the world," que vai estrear em agosto, adaptação feita por Edgar Wright da série de romances gráficos de Bryan Lee O'Malley, e também no romance de fantasia "A fera," da CBS Films.


Eu sou uma grande fã da série Pânico e vou esperar anciosa pra ver essa continuação. "hello sidney!!!".. rsrsrs..