segunda-feira, 18 de junho de 2012

Palhaço faz piadas e poesias sobre a natureza na Cúpula dos Povos

 G1

Tripa e Trapo chamou a atenção das pessoas tocando um miniviolino. Ele divertiu os pedestres que passavam pelos corredores entre as tendas.

 
As pessoas que circularam pelas vias da Cúpula dos Povos, neste domingo (17), no Aterro do Flamengo, se divertiram com as poesias e piadas que o palhaço Tripa e Trapo fazia em cima de um banco.
Vestido com um macacão preto, maquiado de branco e com uma máscara de meio rosto. Todos que ofereciam uma moeda qualquer ele retribuía com um verso ou piada. “Pode ser em dólar, euro ou até em vale-refeição. O palhaço tem de viver de alguma coisa, se não, ele cai do banco”, disse o artista.
Em pouco tempo, uma roda de pessoas se formou diante dele para ouvir os improvisos. Muitos queriam descobrir também se o miniviolino de plástico que ele tocava tinha algum tipo de amplificador ou se era mesmo o instrumento que emitia o som da música.
Até mesmo os índios guaranis que estavam em um espaço ao lado do palhaço se divertiram com as piadas dele.
Em uma das poesias recitadas, o palhaço cita o compositor Almir Sater e fala sobre plantar o sonho na terra, mas que esse processo é demorado. Ele ainda que o amor é o regador da natureza. Em um dos versos, o palhaço fala que "a natureza tem seus planos e não podem ser ruins."

Transporte ecológico
O esportista Erivaldo José Barbosa, 50 anos, chamou a atenção das pessoas que circularam pela Cúpula dos Povos, no Aterro do Flamengo, na tarde deste domingo (17), usando um meio de transporte diferente e "ecologicamente correto", como ele mesmo define.
Trata-se do dirty surf, que é uma espécie de bicicleta sem guidão e pedal ou skate com roda de bicicleta.
Barbosa disse usou peças de bicicleta para montar o equipamento com peças tubulares de aço inox. Segundo ele, a vantagem do dirty surf para o skate é a segurança, pois este equipamento tem sistema de frenagem. O freio é acionado pela perna, que for posicionada para trás, pressionando uma alavanca para trás.
O criador do dirty surf é australiano e o equipamento foi patenteado naquele país. O custo de um modelo pronto, importado da Austrália, custa cerca de R$ 2,5 mil.
No Rio Grande do Sul, praticantes de esportes radicais foram os primeiros a adotar o dirty surf como alternativa para skate, assim como já ocorre na Austrália, onde a modalidade é mais popular.
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